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21 julho 2022

Curiosidades sobre o violão

 

     Em outros países que não falam a língua portuguesa, o nome do violão é guitarra, em inglês diz-se guitar, em francês guitare, em alemão gitarre, em italiano chitarra e, em espanhol guitarra. No Brasil, quando fala a palavra guitarra, estamos nos referindo a um instrumento elétrico chamado guitarra elétrica, isto porque os portugueses que introduziram esse instrumento no Brasil possuem um instrumento que se assemelha muito ao violão e que equivale á nossa “Viola Caipira”. Os portugueses possuem um instrumento que possui as mesmas formas e características do violão, sendo apenas pouco menor, denominado de viola portuguesa, quando os portugueses viram a guitarra espanhola, que era igual a sua viola (apenas um pouco maior), colocaram o nome do instrumento no aumentativo, de viola para violão.

19 abril 2022

Semitons diatônicos e cromáticos

 


PERGUNTAS E RESPOSTAS

1. O que é semitom? 

    É a metade de um tom. O semitom pode ser diatônico ou cromático. O semitom é a distância mais curta que separa um som do outro.
 
2. Quantos tipos de semitom existem e quais são? 

    Dois. Diatônico e Cromático. 

3. Qual a diferença entre os tipos de semitons? 

 Os semitons diatônicos são formados por duas notas diferentes, mas com sons sucessivos. Os semitons cromáticos são formados por duas notas do mesmo nome, mas com entonação diferente. 

4. Qual a distância mais curta entre os sons?

    O semitom é a distância mais curta que separa um som do outro. 

5. O que é uma escala cromática? 

    A escala diatônica intercalada de semitons chama-se "escala cromática". Todas as escalas podem ser transformadas em cromáticas, tanto as maiores como as menores.

18 agosto 2021

Como classificar os intervalos

 

  Chama-se intervalo a diferença em altura entre duas notas musicais. O intervalo é o mesmo tanto quando as notas soam juntas (intervalo harmônico) como quando soam uma após outra (intervalo melódico). Os intervalos no caso de duas notas com a mesma altura são chamados de uníssonos. No caso de duas notas com uma oitava de distancia são chamados de oitavas. Os intervalos podem ser identificados por sua posição na escala diatônica. O mais fundamental de todos os intervalos é o de oitava; ele determina a primeira e a ultima nota da escala.

  Todos os outros intervalos são então, nomeados de acordo com sua distancia da primeira nota da escala. São chamados então, de segundas, terças, quartas, quintas, sextas e sétimas.  Esse sistema cobre as oito notas da escala maior diatônica (incluindo a oitava). A oitava é dividida em doze semitons produzindo treze notas diferentes incluindo a oitava. Há um sistema que define cada intervalo como sendo justo, maior, menor, aumentado e diminuto.

  Entre os intervalos diatônicos o termo justo aplica-se á quarta, á quinta e a oitava. Os intervalos de segunda, terça, sexta e sétima podem ser tanto maiores como menores. O intervalo formado entre a tônica e a nota situada entre a quarta e a quinta pode ser chamado tanto de quarta aumentada como de quinta diminuta.


CLASSIFICAÇÃO DOS INTERVALOS

Os intervalos são assim classificados:

Quando abaixado em um semitom (1 casa), um intervalo maior torna-se menor.

Quando elevado em um semitom (1 casa), um intervalo menor torna-se maior.

Quando elevado em um semitom (1 casa), um intervalo maior torna-se aumentado.

Quando abaixado em um semitom (1 casa), um intervalo menor torna-se diminuto.

Quando elevado em um semitom (1 casa), um intervalo justo torna-se aumentado.

Quando abaixado em um semitom (1 casa), um intervalo justo torna-se diminuto.


05 maio 2021

Dicas para violão - Saiba como trocar as cordas

 


Solte as cordas de suas tarraxas


   As tarraxas são aquelas pequenas pecinhas que se encontram na mão do violão. Elas são responsáveis por prender ou soltar as cordas. Na hora de trocar as cordas, basta desenrolá-las até o final, girando as tarraxas, para então soltá-las.  Você precisa prestar bastante atenção na posição em que as cordas estavam antes de serem desenroladas para que consiga enrolar as novas da mesma forma e evitar problemas. Uma dica para evitar confusão é sempre trocar uma corda por vez.

Solte as cordas do cavalete do violão


   Esse passo exige um pouco mais de cuidado, já que cada violão tem um modelo diferente de cavalete. Se o cavalete do seu violão for de pino, será preciso puxá-lo e soltá-lo com ajuda de um alicate pequeno, com muito cuidado para não estragar o pino (ou o violão). Feito isso, é preciso retirar a corda que estará por baixo do pino.  Se o instrumento for do tipo que as cordas ficam amarradas, você terá que desamarrá-las e, de preferência, trocar por modelo que tenha alguma bolinha na ponta da corda, algo que possa ser usado para prendê-la sem que seja preciso dar nó depois. Após retirar as cordas por completo, já é possível colocar as novas cordas.

Prenda as novas cordas no rastilho do violão


   A dica de dar preferência a cordas que tenham alguma bolinha ou outro tipo de ponta para ajudar a prendê-las no rastilho vai te ajudar muito a ter menos trabalho, sem que você precise dar nós.  Agora, se você já tem um jogo de cordas sem bolinhas, em que será preciso dar nós, certifique-se de que tais nós estejam muito bem dados e as cordas não se soltarão, pois se isso acontecer todo seu esforço será perdido, e você terá que refazer o trabalho de colocar as cordas (caso contrário, o instrumento irá desafinar conforme a corda for se soltando). Enrole as novas cordas nas tarraxas Essa é uma das partes mais simples, porém é preciso prestar atenção para não cometer erros. As cordas precisam ser presas exatamente nas mesmas tarraxas das quais as antigas foram soltas.  Além disso, é preciso que cada uma seja amarrada de maneira bem firme e rente, sempre apertando no sentido anti-horário.  Por isso batemos na tecla de que é preciso prestar muita atenção para saber em que posição as cordas velhas estavam quando foram retiradas. Outra possibilidade é a de trocar uma por vez para não errar.


06 março 2020

Dicas para tocar com palheta


Qual palheta devo comprar?

  Existem vários tipos de palhetas, que variam de tamanho e espessura. Geralmente, os iniciantes acham mais fácil usar palhetas com pouca espessura para fazer ritmos e palhetas com espessura média para solos.  Isso não é uma regra, quando você estiver se sentindo um pouco mais confortável no violão seus dedos vão te dizer qual é o melhor tipo de palheta para você.

Usar ou não a palheta

   Observando vários casos ao longo dos anos, vários músicos e como tocam, vejo que não há uma regra obrigatória de usar ou não a palheta. Mas, podemos partir de um princípio comum. Geralmente, é isso que vemos: a palheta é utilizada em gêneros de música popular e a mão pura (sem palheta) no violão erudito. Apesar de que, alguns gêneros populares também usam a mão sem palheta, como por exemplo a MPB, a Bossa Nova, etc. A diferença é o esmero técnico. Os gêneros populares são mais livres. O posicionamento da mão que dedilha nesses casos é mais a gosto do executante. O que não ocorre no violão erudito, pois a mão que dedilha é posicionada seguindo-se uma escola acadêmica tradicional. O aluno que for estudar violão erudito provavelmente terá sua mão reposicionada pelo professor de acordo com os padrões acadêmicos que ele segue.

Os tipos de palhetas

   Um pequeno equipamento, mas de grande relevância. As palhetas têm formatos dos mais variados, materiais que vão desde celulóide a casco de tartaruga e ainda diferentes espessuras. Essas são as três principais características na hora de escolher a palheta correta para o que você toca. Esse último elemento – a espessura – é o mais importante de todos.

Espessuras das Palhetas

   A espessura da palheta influencia muito na “pegada” do músico. As palhetas proporcionam um maior contraste sonoro de acordo com os diferentes locais de onde se dá a palhetada. Existem 5 tipos. Lembrando que a espessura varia um pouco entre diferentes marcas, mas em geral são assim: XL – Extrafina (Extra Thin ou Extra Light) T – Fina (Thin) M – Média (Medium) H – Pesada (Heavy) XH – Extrapesada (Extra Heavy).



UM POUCO SOBRE A APLICAÇÃO DE CADA ESPESSURA DE PALHETA

Extrafina (abaixo de 0,40 mm) – A menos popular de todas. São usadas para casos bem específicos. Ex: acordes mais suaves. A palheta extrafina produz um som de click, já que são mais moles. Tem muito guitarrista que não curte esse “barulhinho”.
Leve (0,40 mm – 0,63 mm) – As palhetas leves (ou finas) são bastantes flexíveis e muito confortáveis e, por isso, também são boas para fazer acompanhamentos. Produzem um efeito percussivo interessante e um som mais turvo. Por ter uma maior elasticidade e conforto são usadas para fazer base.
   As leves também produzem o ruído de palheta, o tal click que falamos no tópico acima, mas menos perceptível. Um problema das palhetas mais finas é que elas tendem a quebrar ou rachar com mais facilidade.
Médias (0.63 mm – 0.85 mm) – Um excelente meio termo. As médias surgem por uma boa pedida para quem quer fazer licks e bends. Essas palhetas são as mais usadas entre as leves, médias e pesadas. O motivo é que o guitarrista tem uma adaptação mais fácil, já que elas têm uma flexibilidade menor que as leves, mas conseguem imprimir mais força nas cordas.
   Quem ainda não tem as manhas de tocar com palhetas mais espessas, as médias são bastante usadas como treino de transição.
   Pesada (0.85 mm – 1.22 mm) – Em inglês: heavy! Essas palhetas são ideais para solos.  São mais rígidas e produzem um som mais nítido, claro e limpo. Sem falar que o som fica mais definido e fácil de controlar.
   A ideia aqui é tirar um som mais agressivo nas notas. As palhetas mais espessas tendem a se desgastar menos e duram mais.
Extrapesadas (1.2 mm para mais) – Essa é a praia dos baixistas. Palhetas tornam o som mais forte e ajudam na sincronia com o batera! Os jazzistas também curtem tocar com esse tipo de palheta.
   Mas vale deixar um esclarecimento aqui. Experimentar é o melhor caminho. Só assim você vai escolher sua preferida.



MATERIAL DAS PALHETAS

   Haja variedade! As palhetas mais comuns são feitas de PLÁSTICO e é possível encontrar de vários tipos. Mas mesmo falando de plástico, existem muitas variações!

Veja as principais:

Celuloide: A grande maioria das palhetas é deste material. Foi o primeiro plástico usado para produzir palhetas. Gera uma alta qualidade de som. São bem populares, porém não são tão resistentes.
Nylon: Por ser um material bastante flexível podem ser feitas palhetas bem finas. Um problema é que o nylon perde a flexibilidade depois de 1 ou 2 meses de uso intenso. Assim, a possibilidade de quebrar é mais alta.
Acrílico: Material de grande resistência ao impacto. O acrílico é rígido e leve. Não é quebradiço, é um polímero sem ranhuras e normalmente não trinca. Outra vantagem é que pode ser cortada em quase várias formas, tamanhos e espessuras.
Metal: Palhetas feitas de aço geram um som muito mais limpo que palhetas de plástico. Entretanto gastam as cordas mais rapidamente e desafinam mais facilmente o instrumento, principalmente os acústicos.
Madeira: As palhetas de madeira produzem um som mais abafado se comparadas com as palhetas de plástico. O motivo desse som único são as diferenças de densidade, estrutura das células e ainda a dureza de cada madeira. Somente madeira mais dura é usada na fabricação de palhetas, do contrário, elas não suportariam a “força do rock”.
Casco de Tartaruga: Crime ambiental? Tortura animal? Os questionamentos são muitos e as opiniões polêmicas a respeito de usar casco de tartaruga. Na verdade, esse tipo de material praticamente não é mais usado para fabricar palhetas – já que a prática foi PROIBIDA.
Vidro: Não sei se vocês já tocaram com palhetas de vidro, mas elas existem. É um material relativamente mais duro e pesado se comparado com metal ou plástico.

FORMATOS

   As clássicas palhetas triangulares (Padrão ou Standard): as mais usadas e as melhores para palhetadas. Outro formato bastante comum são as que têm forma de gota – boas para mandar um som mais suave. Tem ainda as elípticas que são geralmente usadas por baixistas, já que são maiores e fortes. As palhetas chamadas de barbatana de tubarão têm um formato que lembram, de fato, barbatanas. São, geralmente, do tamanho das palhetas padrão.
   Os formatos são infinitos. Aqui reina a criatividade e o gosto depende de cada um.
A palheta para violão e guitarra também é conhecida como plectro. O certo é segurá-la entre seu polegar e seu indicador firme o suficiente só para fazê-la raspar nas cordas. Não segure a palheta com muita força, como se você quisesse arrancar as cordas com ela. Deixe-a raspar suavemente. Tal é válido tanto para violão quanto para guitarra. Pratique o jeito certo de palhetar até conseguir tirar um som limpo e claro. Escolha um tamanho de palheta bom para você e mãos à obra!

   Segure a palheta entre o polegar e o indicador. Quase metade da palheta ficará encoberta pelos seus dedos – algumas palhetas possuem um sulco no corpo, que indica a posição de segurá-la. A pegada deve ser firme, mas não tanto que a ponta não consiga se mexer. Não a deixe muito frouxa também, pois ela pode escapar da sua mão.
   Decida o seu som. A maioria das marcas pode ser comprada por espessura. Elas vêm rotuladas como "thin" (fina), "medium" (média), ou "thick" (grossa), acompanhadas pela espessura em milímetros. A maioria das palhetas varia de espessura entre 0.4 mm e 3 mm. Comece experimentando uma média, entre 0.60 e 0.80 mm.[4]
   As palhetas finas variam de 0.40 a 0.60 mm. Quando você toca violão ou quer um som de guitarra carregado no agudo, essas palhetas são as melhores. Elas são usadas normalmente para preencher a base e fazer um meio termo em músicas de rock, pop e country. Mas elas não têm peso suficiente para fazer base e solo sozinhas no rock.
   As palhetas médias vão de 0.60 a 0.80 mm. Em questão de espessura, essas são as mais populares. Elas são uma boa combinação de rigidez e flexibilidade que funciona bem para base de violão e para solos de guitarra. Elas não são ideais para solos mais poderosos e nem para batidas mais agitadas, mas não deixam de ser versáteis.
   Acima de 0.80 mm, a palheta pode ser considerada grossa. Com as menores espessuras dessa categoria você ainda vai ter um pouco de flexibilidade para fazer alguma batida, mas também vai ter firmeza suficiente para fazer arpejos e solos. Acima de 1.5 mm, você começa a ter tons cada vez mais limpos, macios e quentes. Seu som vai começar a ficar mais profundo com as palhetas mais grossas: de 1,5 a 3 mm. Essas são usadas por músicos de jazz e metal.
   Os materiais da palheta. As mais baratas são feitas de plástico e são suficientemente boas para principiantes. E não tem problema se ela desgastar rapidamente, basta adquirir outra.[5]
   Também existem palhetas feitas de borracha pesada ou metal. Elas são desenvolvidas para a prática de alguns estilos específicos. As de metal dão um som bem agudo enquanto que as de borracha, produzem um som grave e profundo.
Teste alguns tipos de palheta antes de se decidir por um. Você vai achar palhetas em lojas de música, algumas lojas de rock e, certamente, online. Teste as palhetas dos seus amigos e preste atenção na grossura, marca e material. Encontre o seu gosto pessoal.



DICAS

   Não deixe o dedo médio esticado, ele vai prejudicar a clareza de sua palhetada. Nem tente segurar a palheta com três dedos, use apenas o polegar e o indicador. Ela foi desenhada para funcionar com esses dois dedos.
   Não esconda muito a palheta dentro dos dedos, porque eles vão entrar na frente e atrapalhar. E deixe espaço suficiente para fazer o pluck sem que ela escape.


25 setembro 2019

Aprenda a afinar o violão de modo prático e rápido!



Como você já deve saber, o violão possui 6 cordas e elas são contadas de baixo para cima, sendo:

1ª corda – MI

2ª corda – Si

3ª corda – Sol

4ª corda – Ré

5ª corda – Lá

6ª corda – Mi

  Existem duas formas práticas de afinar o violão, utilizando um afinador ou afinar de ouvido. Para iniciantes, o mais indicado é utilizar um afinador, porém, é interessante que você saiba como afinar o violão sem um afinador de violão.

   Para afinar utilizando um afinador de violão é bem mais simples, basta tocar a corda que o afinador irá mostrar se você deve apertar ou folgar, até a luz do meio do afinador ficar verde.

   As cordas são materiais elásticos que mudam de comprimento com o calor, frio e também pelo uso. Por isso, é importante sempre afinar antes de tocar e depois de algum tempo de uso, para não acostumarmos o ouvido de forma errada e não danificarmos o violão



AFINAÇÃO PADRÃO

  Essa forma de afinar violão já começa a desenvolver mais o seu ouvido e é muito importante que se aprenda.

O que você vai precisar fazer é afinar a 5ª corda do violão (lá) usando um diapasão (instrumento que gera uma ou mais notas e que era e é usado para afinação de instrumentos), assim que essa corda estiver devidamente afinada, então você vai afinar a corda seguinte por ela, funciona assim: 

– A 5º corda foi afinada usando um diapasão, então agora você deve pressionar essa corda na 5 casa e será gerada a nota Ré, que é a nota da próxima corda, então compare tocando essa nota e depois a corda Ré solta para ver se está afinada;

– Agora é a vez da próxima corda (sempre contando de cima para baixo), pressione a corda Ré na 5ª casa e será gerada a nota Sol, que é a nota da corda seguinte, agora compare tocando a corda Ré e depois a corda seguinte para ver se está afinada;

– Dessa vez vamos fazer uma mudança, em vez de continuar pressionando a corda na 5ª casa, agora você terá que pressionar na 4ª corda para gerar a nota Si que é a nota da próxima corda, compare e veja se os sons estão iguais;

– Agora é a vez da segunda corda, que segue o mesmo padrão de afinação explicado para as cordas 5, 4, pressionando na 5ª casa e comparando com a corda solta de baixo que é a nota Mi.

– Por últimos vamos afinar a 6ª corda, basta pressioná-la na 5ª casa, ela deve gerar o som de Lá da 5ª corda solta que foi afinada com o diapasão, que é a corda seguinte.





AFINAÇÃO COM AFINADOR DIGITAL

  Nesse método de afinação, você pode tanto usar o afinador que já vem no seu violão ou, caso ele não possua, você pode usar um afinador digital a parte.

  Você toca a corda solta e o afinador para violão mostra se ele está afinada ou perto disso, então, a depender de como está, você vai apertando ou folgando a corda até que ela fique afinada, fazendo o mesmo para todas as demais cordas.

  Um afinador digital não costuma ser caro e ele é imprescindível para quem vai fazer uma apresentação ou gravação e necessita de precisão no som do instrumento.

  Um dos pontos negativos de se usar um afinador digital externo (aquele que não está embutido no violão) é que você vai precisar de um local silencioso ou então de um microfone que você possa inserir dentro do violão, por exemplo, fora que a bateria dele pode acabar. E um ponto negativo do afinador de violão digital embutido é que quando a bateria acaba você fica impossibilitado de tocar violão plugado. Por isso, é bom fazer uso desse método, mas também é essencial contar com alternativas, como por exemplo o diapasão de sopro.

Afinador eletrônico

  Existem 2 tipos, o digital e o analógico. O digital que consiste em ter um visor LCD, e o analógico medido por um ponteiro. Ambos já são embutidos um captador de áudio, assim é preciso apenas colocar o violão perto, e tocar corda por corda, ele indicará o quanto precisa apertar ou folgar a corda.

Afinador de violão online

  O afinador online, ele é um software que imita os afinadores eletrônicos, e você pode baixar em seu computador no site Baixaki, o que será preciso é apenas uma entrada de áudio em seu computador (microfone), ou um adaptador de cabo P10. Funciona basicamente como no afinador eletrônico, basta apenas você tocar a corda e ele indicará o quanto você precisa para esticar ou folgar,, e quando  a luz do afinador ficar no verde é porque sua corda está corretamente afinada.

Tipos de afinadores

  Existem vários tipos de afinadores no mercado, e aqui vamos falar sobre os principais e entender a diferença entre eles.

Afinador Diatônico:

  Neste afinador, quando tocamos uma corda, o sistema automaticamente identifica qual corda e qual instrumento está sendo tocado e mostra se você deve apertar ou folgar a corda. Porém, se o seu violão estiver muito desafinado ou você esteja buscando uma afinação fora do padrão, este sistema pode não ser o ideal, pois você pode acabar apertando demais uma corda a ponto de quebrá-la. Em alguns modelos deste afinador você terá de selecionar qual instrumento você estará afinando, por exemplo, violão, baixo, ukulele, entre outros.

Afinador Cromático:

  Diferente do afinador diatônico, o cromático identificará a nota independente do instrumento que você estiver tocando. Este afinador é o mais completo, pois ele identifica todas as notas de nosso sistema musical, porém, para utilizá-lo corretamente você terá de saber qual nota você deseja para cada corda.

16 agosto 2019

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12 junho 2019

Dicas para Violão


Tocar o violão desafinado é pura perda de tempo. Saiba como afinar seu violão.

Cordas velhas fazem com que o som do violão fique fraco, sem brilho. E tornam a afinação difícil. Você deve trocar as cordas periodicamente.

Antes de tocar uma música, estude os acordes e o ritmo separadamente.

Para um iniciante é mais importante aprender a tocar os primeiros acordes do que aprender teoria.

Após aprender as primeiras músicas, é necessário aprender teoria.

Tutoriais para músicas isoladas são bons. Mas você deve aprender teoria, para poder tocar qualquer música.

Treinar meia hora por dia é melhor que treinar muitas horas num dia só e depois ficar muitos dias sem treinar.

Transporte de tonalidade é muito importante. É quase impossível tocar todas as músicas em suas tonalidades originais
.
Uma música que tem mais acordes não é necessariamente melhor do que outra que tem menos acordes. E vice-versa.

Você não precisa saber todos os acordes. Quase ninguém sabe todos os acordes. Mas precisa saber como se formam os acordes, para tocar violão conscientemente.

Uma música não fica melhor porque tem acordes complicados.

Pestana é difícil no começo, mas é necessário aprender e treinar.

Aprender a tocar violão em sete dias é quase impossível. Só se você for um gênio.

Desistir de aprender a tocar violão antes de um ano é bobagem. Fique firme estudando e treinando por um ano e eu garanto que vai tocar direito.

Para iniciar, escolha músicas bem fáceis, com acordes simples (e poucos também). Não se meta com ritmos e acordes complicados.

Acordes menores não são mais difíceis que maiores.

Com um pouco de empenho, você pode aprender a tirar músicas por si só (de ouvido).

Para iniciantes é melhor aprender a tocar sem palheta, só com os dedos. A marcação de ritmo é facilitada desta maneira.

Se você é iniciante absoluto, está começando do zero, deveria fazer um curso.


07 junho 2019

Dicas Para Estudar Violão



 Lembre-se sempre de que todo e qualquer contato que possa ter com o instrumento será válido, a intimidade que se ganha a cada dia é fundamental para um bom desenvolvimento.  Escolha um dia para dar uma geral em grande parte do que aprendeu e estudou. Como numa sequência, revise escalas, arpejos, acordes, padrões, etc...

 Estude sempre com o metrônomo, para ter a segurança do tempo de forma linear, trabalhando intensidade, duração, dinâmica, etc...

  Dessa forma, será mais fácil avaliar a evolução no instrumento e, com isso, reconhecer os pontos que precisam ser fortalecidos.

Duração

 Quando houver um novo assunto, deve ser dada uma maior atenção para ele. Meia hora por dia com concentração será mais rico e proveitoso do que duas ou três horas dispersas. Como e quanto será absorvido do assunto vai sempre variar de pessoa para pessoa, mas a questão é a forma como é feito o estudo.

  Outro ponto importante a citar é a história de que "fulano estuda oito horas por dia!" Esse tipo de estudo, de longa duração, deve ser muito bem organizado. O cuidado com o corpo humano, a nossa máquina, é de suma importância. A atividade repetitiva pode gerar lesões graves, como a tão famosa inflamação nos tendões (tendinite).

Portanto:

1) Alongamentos nos braços e nos dedos antes, durante e depois dos estudos, são essenciais para o condicionamento e, assim, para um melhor aproveitamento do tempo. Caso contrário, você terá de interromper o aprendizado por causa do cansaço. Lembre-se: você é um atleta dos braços e dos dedos.

2) Planejar é importante. Alterne seus objetivos: rapidez, agilidade, tudo o que se refere a solos (escalas, arpejos, técnicas em geral), parte harmônica (acordes), ritmo e teoria.
3) Ouça de tudo. Escute tudo aquilo que possa contribuir para a sua formação como músico. É uma das melhores coisas a se fazer!

  Com esses cuidados, você irá planejar seu tempo e criar um ritmo próprio de estudo.

Amadurecimento

  Acredito que no equilíbrio entre os objetivos por você desejado e o tempo dedicado para a conquista deles está a maturidade. Cada nota dada deve refletir a mais pura expressão da nossa vida, não apenas o resultado final de uma escala, mas sim ela toda em construção, da primeira à última nota. Por isso, o convívio diário com a música é fundamental
.
  "Você nunca recebe um desejo sem também receber a capacidade de torná-lo realidade" 
   R. Bach

  O estudo com o metrônomo, de modo gradativo, é a essência para uma segurança rítmica. Aos poucos, força e limpeza estarão juntas para fazer com que as famosas palavras pegada e clareza façam parte de seu currículo!

Sinta Equilíbrio

  Procure sempre estabelecer relações na música, atrás de um grande solo (melodia) existem grandes acordes (harmonia).

 Estes dois itens têm de caminhar lado a lado, pois um age diretamente no desenvolvimento do outro. Quero chamar a atenção diretamente para a harmonia. Estudá-la e conhecê-la é fundamental. Não deixe escapar nada neste assunto.


05 junho 2019

O básico do campo harmônico


  Sem dúvida este é um dos assuntos mais importantes para quem quer realmente se tornar músico, pois o campo harmônico nos dá a completa visão das possibilidades harmônicas que temos assim como toda a visualização de escalas, tornando assim o estudo puramente matemático e claro. Primeiramente temos que entender para quê serve o campo harmônico, qual sua finalidade.

   O campo harmônico traduz na verdade algo que nós sabemos por instinto, por exemplo, quando você esta compondo uma musica, instintivamente você tenta achar uma seqüência melódica que te agrade, e nas tentativas, é claro que as vezes tocamos seqüências de acordes que parecem não combinar entre si, isso se deve ao fato de que existe uma seqüência de acordes que se combinam, existe portanto uma seqüência melódica, por exemplo, seria a diferença de tocar em seqüência um acorde maior/ menor/ menor/ menor/ menor/ maior temos uma progressão, que quando tocada soa estranho, isso porque existe uma regra para combinação de acordes, isso não pode ser feito aleatoriamente, você terá um efeito horrível se você tocar uma seqüência :

Cm Dm Em Fm Gm Am Bm

   Isso não pode ser feito, então o campo harmônico serve para nos mostrar a sequência de acordes que irá soar perfeitamente e aonde estariam as escalas para aplicação. Vendo o campo, perceba que ele é composto por 7 graus, a escala musical é composta por sete notas, portanto uma seqüência melódica de acordes está relacionado com a escala musical que é a base de tudo. Na segunda aula analisaremos como é o vínculo entre as escalas e os acordes.
Veja no campo harmônico a seqüência de acordes com suas respectivas sétimas:

C7M Dm7 Em7 F7M G7 Am7 Bm7(b5)

   Pois bem aqui temos o campo harmônico natural, ele servirá de base para criarmos os outros. Agora feito o primeiro campo temos uma definição sobre os graus:

I7M IIm7 IIIm7 IV7M V7 VIm7 VIIm7(b5)

   Antes de seguir adiante vou explicar porque o sétimo grau é chamado de meio diminuto. A explicação básica do campo harmônico natural é que você tem uma seqüência de acordes que casam com as escalas, e que nenhum dos acordes e escalas nesse posicionamento tem sustenidos ou bemóis, pois bem faça um acorde de B, tanto faz ser maior ou menor, veja que notas fazem parte do acorde.... você irá achar o F#. Ele é a quinta justa de B.

  Quinta justa seria o seguinte, quando você monta, por exemplo, o modelo maior ou menor do acorde E ou A, existe um modelo para o acorde, certo? Note que onde está o dedo 3 no acorde corresponde a quinta do acorde, a quinta justa então seria sempre onde está seu dedo 3, vamos contar juntos: B/C/D/E/F 1/2/3/4/5, é a nota F, mas montando um acorde, a quinta é F#, baseado que no campo harmônico natural não pode haver sustenidos, temos que tirar esse sustenido do acorde.

   Temos dois modelos para esse grau o meio diminuto e o quinta aumentada, ora a quinta justa de B é F# ,a quinta aumentada é G. Tiramos o sustenido que não pode ter. Agora como faremos para entender e criar os outros campos?

   Agora você sabe quais acordes se casam, mas veja bem, existe sempre as exceções, muitas musicas são criadas com 2 campos diferentes, ou até 3, mas agora tudo têm uma explicação lógica e matemática, 2 casos comuns é em uma determinada música, ela progredir para um outro campo harmônico. Então o campo harmônico além de facilitar o seu trabalho de composição, já te mostra onde estão as escalas para solar, já lhe dá opções de acordes e facilita e muito para tirar músicas de ouvido; encontre dois, três acordes e tente identificar em que campo está, você poderá tirar o resto vendo quais os acordes que fazem parte do campo, e para solos ficará muito mais fácil tirá-lo, sabendo onde estão as escalas.



04 junho 2019

Os acordes relativos no estudo do violão e guitarra


 Popularmente diremos que são acordes que possuem o som parecido com o de outro acorde.
Existem alguns acordes que são bem difíceis de serem feitos, alguns usam pestana outros exigem uma abertura de dedo muito grande, ou seja, tudo que os iniciantes fogem! Este acordes podem ser substituídos pelos seus relativos.
Como os acordes maiores são formados pela PRIMEIRA, TERÇA e a QUINTA (notas da escala maior), os que possuam a terça e a quinta iguais sãs chamados de relativos. Note que a primeira nota nunca será igual, pois seria o mesmo acorde.
Abaixo temos os acordes maiores e seus acordes relativos menores:

A  F#m
B  G#m
C  Am
D  Bm
E  C#m
F  Dm
G  Em

 Em termos práticos podemos variar uma progressão de acordes, trocando alguns dos acordes maiores por seus relativos menores.
Não só os acordes, as escalas maiores também tem suas relativas menores, como exemplo: A escala de Lá Menor é relativa da escala de Dó Maior.





15 janeiro 2019

Violão e Guitarra - Dicas


  Ao comprar um instrumento nunca compre apenas pela cor, ou pelo visual, verifique o acabamento, a sonoridade e a qualidade do material usado em sua construção. No caso de instrumentos de cordas verifique a distância que existe entre as cordas e o braço do instrumento. Pois instrumentos com cordas altas dificultam a execução, principalmente no caso de quem ainda está aprendendo. Se você não tem nenhum conhecimento é sempre bom pedir a ajuda de um músico qualificado na hora de comprar seu instrumento.

  No caso do violão, se você ainda é iniciante e tem pouca prática, não use cordas de aço, elas são mais duras que as de nylon e cansam bem mais os dedos; uma vez que, não se deve mudar de cordas do violão de nylon para aço e vice-versa, pois cada instrumento é fabricado para cada tipo de cordas e geralmente nunca fica bom mudar a especificação de cada um.

  Ao trocar as cordas de seu instrumento, nunca troque pela metade, ou seja, umas e outras não. Se você trocar apenas algumas cordas, seu instrumento continuará com a mesma sonoridade ruim como se não tivesse trocado. Por outro lado, cordas devem ser trocadas a cada 4 ou 6 meses, conforme o uso.