Se você não sabe tocar, ou sabe muito pouco e quer aprender de verdade, este curso é para você. O curso abrange o nível básico completo do estudo do violão e guitarra e começa á partir do zero, e você não precisa ter nenhum conhecimento musical para começar a estudar e aprender com as lições que são explicadas passo a passo e que permitem um aprendizado, rápido e sem complicações. O curso é composto de 7 E-books contendo explicações e informações importantes, ritmos, exercícios de técnicas, dicas, curiosidades, músicas e questionários, para que você possa acompanhar a sua evolução e desenvolver todo o seu potencial. Os assuntos são explicados através de textos descomplicados e objetivos, onde são utilizados exemplos com fotos, imagens, desenhos e gráficos, o que torna o estudo interessante e agradável. Este curso é extremamente prático, e o aluno começa a praticar no instrumento á partir da primeira aula, mesmo que nunca tenha estudado nada sobre violão ou guitarra em sua vida.
13 maio 2021
Curso Prático de Violão e Guitarra Para Iniciantes
05 maio 2021
Dicas para violão - Saiba como trocar as cordas
Solte as cordas de suas
tarraxas
As tarraxas são aquelas pequenas pecinhas que se encontram na mão do violão. Elas são responsáveis por prender ou soltar as cordas. Na hora de trocar as cordas, basta desenrolá-las até o final, girando as tarraxas, para então soltá-las. Você precisa prestar bastante atenção na posição em que as cordas estavam antes de serem desenroladas para que consiga enrolar as novas da mesma forma e evitar problemas. Uma dica para evitar confusão é sempre trocar uma corda por vez.
Solte as cordas do cavalete
do violão
Esse passo exige um pouco mais de cuidado, já que cada violão tem um modelo diferente de cavalete. Se o cavalete do seu violão for de pino, será preciso puxá-lo e soltá-lo com ajuda de um alicate pequeno, com muito cuidado para não estragar o pino (ou o violão). Feito isso, é preciso retirar a corda que estará por baixo do pino. Se o instrumento for do tipo que as cordas ficam amarradas, você terá que desamarrá-las e, de preferência, trocar por modelo que tenha alguma bolinha na ponta da corda, algo que possa ser usado para prendê-la sem que seja preciso dar nó depois. Após retirar as cordas por completo, já é possível colocar as novas cordas.
Prenda as novas cordas no
rastilho do violão
A dica de dar preferência a
cordas que tenham alguma bolinha ou outro tipo de ponta para ajudar a
prendê-las no rastilho vai te ajudar muito a ter menos trabalho, sem que você
precise dar nós. Agora, se você já tem
um jogo de cordas sem bolinhas, em que será preciso dar nós, certifique-se de
que tais nós estejam muito bem dados e as cordas não se soltarão, pois se isso
acontecer todo seu esforço será perdido, e você terá que refazer o trabalho de
colocar as cordas (caso contrário, o instrumento irá desafinar conforme a corda
for se soltando). Enrole as novas cordas nas tarraxas Essa é uma das partes
mais simples, porém é preciso prestar atenção para não cometer erros. As cordas
precisam ser presas exatamente nas mesmas tarraxas das quais as antigas foram
soltas. Além disso, é preciso que cada
uma seja amarrada de maneira bem firme e rente, sempre apertando no sentido
anti-horário. Por isso batemos na tecla
de que é preciso prestar muita atenção para saber em que posição as cordas
velhas estavam quando foram retiradas. Outra possibilidade é a de trocar uma
por vez para não errar.
13 abril 2021
Violão e Guitarra - Dicas
O que muitos músicos não sabem é que os melhores guitarristas do mundo praticam seus exercícios de velocidade, em um violão comum, acústico, sem amplificadores. Isso porque o peso das cordas é perfeito para um rápido desenvolvimento muscular dos dedos. Em uma guitarra elétrica, por causa das cordas macias e da amplificação, leva-se mais tempo até se atingir o mesmo progresso. Porque os músculos não são forçados, não se exercitam e não se desenvolvem tão bem.
09 setembro 2020
Campo Harmônico - Explicações Básicas
Sem dúvida este é um dos assuntos mais
importantes para quem quer realmente se tornar músico, pois o campo harmônico
nos dá a completa visão das possibilidades harmônicas que temos assim como toda
a visualização de escalas, tornando assim o estudo puramente matemático e
claro. Primeiramente temos que entender para quê serve o campo harmônico, qual
sua finalidade.
Campo harmônico é um
conjunto de acordes formados a partir de uma determinada escala. Tome como
exemplo a escala de dó maior: C, D, E, F, G, A, B.
Como formar um campo
harmônico
Para cada nota dessa escala, iremos montar um acorde. Vamos ter, portanto, sete acordes, que serão os acordes do campo harmônico de dó maior. Para cada nota da escala, o acorde respectivo será formado utilizando o primeiro, o terceiro e o quinto graus (contados a partir dessa nota, em cima dessa mesma escala). Vamos começar com a nota C. O primeiro grau é o próprio C. O terceiro grau, contando a partir de C, é E. O quinto grau, contando a partir de C, é G.
Acordes do campo harmônico
de dó maior
O primeiro acorde do campo
harmônico de dó maior é formado então pelas notas C, E, G (repare que esse é o
acorde de dó maior, pois E é a terça maior de Dó). Agora vamos montar o acorde
da próxima nota da escala, que é D. O primeiro grau é o próprio D. O terceiro
grau, contando a partir de D, nessa escala, é F. O quinto grau, contando a
partir de D, é A. Portanto, o segundo acorde do nosso campo harmônico é formado
pelas notas D, F e A (repare que esse é o acorde de Ré menor, pois a nota F é a
terça menor de D).Você deve estar percebendo até aqui que estamos montando os
acordes do campo harmônico pensando nas tríades e utilizando somente as notas
que aparecem na escala em questão (escala de dó maior). Depois de montar a
tríade, observamos se a terça de cada acorde ficou maior ou menor. Você pode
também conferir a quinta de cada acorde, mas vai notar que ela sempre vai
acabar sendo a quinta justa, exceto no último acorde, que vai ter a quinta bemol.
É um bom exercício você tentar montar os acordes restantes desse campo
harmônico. Confira depois com a tabela abaixo:
O campo harmônico traduz na
verdade algo que nós sabemos por instinto, por exemplo, quando você esta
compondo uma musica, instintivamente você tenta achar uma seqüência melódica
que te agrade, e nas tentativas, é claro que as vezes tocamos seqüências de
acordes que parecem não combinar entre si, isso se deve ao fato de que existe
uma seqüência de acordes que se combinam, existe portanto uma seqüência
melódica, por exemplo, seria a diferença de tocar em seqüência um acorde maior/
menor/ menor/ menor/ menor/ maior temos uma progressão, que quando tocada soa
estranho, isso porque existe uma regra para combinação de acordes, isso não
pode ser feito aleatoriamente, você terá um efeito horrível se você tocar uma
seqüência :
Cm Dm Em Fm Gm Am Bm
Isso não pode ser feito,
então o campo harmônico serve para nos mostrar a sequência de acordes que irá
soar perfeitamente e aonde estariam as escalas para aplicação. Vendo o campo,
perceba que ele é composto por 7 graus, a escala musical é composta por sete
notas, portanto uma seqüência melódica de acordes está relacionado com a escala
musical que é a base de tudo. Na segunda aula analisaremos como é o vínculo
entre as escalas e os acordes. Veja no campo harmônico a seqüência de acordes
com suas respectivas sétimas:
C7M Dm7 Em7 F7M G7 Am7
Bm7(b5)
Pois bem aqui temos o campo
harmônico natural, ele servirá de base para criarmos os outros. Agora feito o primeiro
campo temos uma definição sobre os graus.
I7M IIm7 IIIm7 IV7M V7 VIm7
VIIm7(b5)
Antes de seguir adiante vou explicar porque o sétimo grau é chamado de meio diminuto. A explicação básica do campo harmônico natural é que você tem uma seqüência de acordes que casam com as escalas, e que nenhum dos acordes e escalas nesse posicionamento tem sustenidos ou bemóis, pois bem faça um acorde de B, tanto faz ser maior ou menor, veja que notas fazem parte do acorde.... você irá achar o F#! Ele é a quinta justa de B! Quinta justa seria o seguinte, quando você monta, por exemplo, o modelo maior ou menor da corda E ou A, existe um modelo para o acorde certo? Note que onde está o dedo 3 no acorde corresponde a quinta do acorde, a quinta justa então seria sempre onde está seu dedo 3, é chamado quinta justa porque a quinta de B é na verdade, vamos contar juntos B/C/D/E/F 1/2/3/4/5, é a nota F, mas montando um acorde, a quinta é F#, baseado que no campo harmônico natural não pode haver sustenidos, temos que tirar esse sustenido do acorde! Temos dois modelos para esse grau o meio diminuto e o quinta aumentada, ora a quinta justa de B é F# ,a quinta aumentada é G! Tiramos o sustenido que não pode ter!
Agora como faremos para
entender e criar os outros campos?
Agora você sabe quais acordes se casam, mas veja bem, existe sempre as exceções, muitas musicas são criadas com 2 campos diferentes, ou até 3, mas agora tudo têm uma explicação lógica e matemática, 2 casos comuns é em uma determinada música, ela se progredir para um outro campo harmônico. Então o campo harmônico além de facilitar o seu trabalho de composição, já te mostra onde estão as escalas para solar, já lhe dá opções de acordes e facilita e muito para tirar músicas de ouvido, ache dois, três acordes e tente identificar em que campo está, você poderá tirar o resto vendo quais os acordes que fazem parte do campo, e para solos ficará muito mais fácil tirá-lo, sabendo onde estão as escalas. Se uma música contém os acordes do campo harmônico maior de dó, significa que a música está em dó maior. Com isso, sabemos que a escala a ser utilizada para fazer um solo, improvisar, criar riffs, etc. em cima da música é a escala de dó maior. Portanto, conhecer os campos harmônicos tem uma grande utilidade: esse conhecimento permite que saibamos as notas que podemos usar para fazer arranjos em cima de uma determinada música. Conhecendo bem os desenhos das escalas, nada impede que possamos criar solos e arranjos automaticamente (habilidade conhecida como improviso).
22 agosto 2019
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Os Acordes Básicos
Um acorde é a combinação de três ou mais notas. Os acordes simples de três notas são chamados tríades. Quando temos apenas duas notas, elas formam um intervalo. Podemos ter no nosso instrumento acordes de até 6 notas, sendo uma nota para cada corda, mas os que veremos a seguir, compõem-se de apenas três ou quatro notas, algumas das quais são repetidas ou dobradas.
Um acorde isoladamente fornece duas informações importantes. A primeira é o tom, dado pela nota principal do acorde, chamada tônica ou fundamental, com base nela é que construiremos o acorde. A segunda informação importante é a harmonia, que é o efeito produzido entre a tônica e as outras notas do acorde. É o som do próprio acorde determinado pelos intervalos entre a tônica e as demais notas. Apresentaremos agora os 15 acordes básicos no vocabulário do estudante de guitarra. Com ele você poderá tocar várias músicas.Cuidado na formação desses acordes procure sempre a clareza do som, para isso toque individualmente cada corda. Se o som de alguma corda estiver “estranho”, provavelmente a pressão que você está exercendo sobre a corda não é suficiente, seu dedo está apenas mal colocado ou o dedo que prende a corda de cima está abafando a debaixo.Veja os acordes que tem a nota fundamental em comum, por exemplo, E, E7 e Em e perceba as diferenças nas “cores” dos acordes. O E soa mais estável e alegre, já o Em nos dá uma impressão de tristeza e melancolia. Isso acontece pela diferença de uma nota, a nota G# no maior e que no menor é trocada pela nota G. Este intervalo que é diferente entre os dois acordes é a terça, é o que determina se um acorde é maior ou menor.






































