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13 maio 2021

Curso Prático de Violão e Guitarra Para Iniciantes


   Se você não sabe tocar, ou sabe muito pouco e quer aprender de verdade, este curso é para você. O curso abrange o nível básico completo do estudo do violão e guitarra e começa á partir do zero, e você não precisa ter nenhum conhecimento musical para começar a estudar e aprender com as lições que são explicadas passo a passo e que permitem um aprendizado, rápido e sem complicações. O curso é composto de 7 E-books contendo explicações e informações importantes, ritmos, exercícios de técnicas, dicas, curiosidades, músicas e questionários, para que você possa acompanhar a sua evolução e desenvolver todo o seu potencial. Os assuntos são explicados através de textos descomplicados e objetivos, onde são utilizados exemplos com fotos, imagens, desenhos e gráficos, o que torna o estudo interessante e agradável. Este curso é extremamente prático, e o aluno começa a praticar no instrumento á partir da primeira aula, mesmo que nunca tenha estudado nada sobre violão ou guitarra em sua vida.


   Para que você tenha sempre ao seu alcance, um material de   estudos de qualidade e conteúdo exclusivo, juntamente com o curso, você irá receber inteiramente grátis, como bônus, o Curso de Harmonização com estudos teóricos e práticos, o Curso Básico de Teoria Musical para iniciantes e o Dicionário de Acordes. Aproveite, pois esta é uma promoção por tempo limitado!

O Curso Prático de Violão e Guitarra é indicado para alunos iniciantes.

O método utilizado permite o aprendizado rápido e sem teorias cansativas.

Todo o conteúdo do curso foi 100% revisado e aprovado.

05 maio 2021

Dicas para violão - Saiba como trocar as cordas

 


Solte as cordas de suas tarraxas


   As tarraxas são aquelas pequenas pecinhas que se encontram na mão do violão. Elas são responsáveis por prender ou soltar as cordas. Na hora de trocar as cordas, basta desenrolá-las até o final, girando as tarraxas, para então soltá-las.  Você precisa prestar bastante atenção na posição em que as cordas estavam antes de serem desenroladas para que consiga enrolar as novas da mesma forma e evitar problemas. Uma dica para evitar confusão é sempre trocar uma corda por vez.

Solte as cordas do cavalete do violão


   Esse passo exige um pouco mais de cuidado, já que cada violão tem um modelo diferente de cavalete. Se o cavalete do seu violão for de pino, será preciso puxá-lo e soltá-lo com ajuda de um alicate pequeno, com muito cuidado para não estragar o pino (ou o violão). Feito isso, é preciso retirar a corda que estará por baixo do pino.  Se o instrumento for do tipo que as cordas ficam amarradas, você terá que desamarrá-las e, de preferência, trocar por modelo que tenha alguma bolinha na ponta da corda, algo que possa ser usado para prendê-la sem que seja preciso dar nó depois. Após retirar as cordas por completo, já é possível colocar as novas cordas.

Prenda as novas cordas no rastilho do violão


   A dica de dar preferência a cordas que tenham alguma bolinha ou outro tipo de ponta para ajudar a prendê-las no rastilho vai te ajudar muito a ter menos trabalho, sem que você precise dar nós.  Agora, se você já tem um jogo de cordas sem bolinhas, em que será preciso dar nós, certifique-se de que tais nós estejam muito bem dados e as cordas não se soltarão, pois se isso acontecer todo seu esforço será perdido, e você terá que refazer o trabalho de colocar as cordas (caso contrário, o instrumento irá desafinar conforme a corda for se soltando). Enrole as novas cordas nas tarraxas Essa é uma das partes mais simples, porém é preciso prestar atenção para não cometer erros. As cordas precisam ser presas exatamente nas mesmas tarraxas das quais as antigas foram soltas.  Além disso, é preciso que cada uma seja amarrada de maneira bem firme e rente, sempre apertando no sentido anti-horário.  Por isso batemos na tecla de que é preciso prestar muita atenção para saber em que posição as cordas velhas estavam quando foram retiradas. Outra possibilidade é a de trocar uma por vez para não errar.


13 abril 2021

Violão e Guitarra - Dicas

 


  O que muitos músicos não sabem é que os melhores guitarristas do mundo praticam seus exercícios de velocidade, em um violão comum, acústico, sem amplificadores. Isso porque o peso das cordas é perfeito para um rápido desenvolvimento muscular dos dedos. Em uma guitarra elétrica, por causa das cordas macias e da amplificação, leva-se mais tempo até se atingir o mesmo progresso. Porque os músculos não são forçados, não se exercitam e não se desenvolvem tão bem.

09 setembro 2020

Campo Harmônico - Explicações Básicas

 


  Sem dúvida este é um dos assuntos mais importantes para quem quer realmente se tornar músico, pois o campo harmônico nos dá a completa visão das possibilidades harmônicas que temos assim como toda a visualização de escalas, tornando assim o estudo puramente matemático e claro. Primeiramente temos que entender para quê serve o campo harmônico, qual sua finalidade.

Campo harmônico é um conjunto de acordes formados a partir de uma determinada escala. Tome como exemplo a escala de dó maior: C, D, E, F, G, A, B.

Como formar um campo harmônico

  Para cada nota dessa escala, iremos montar um acorde. Vamos ter, portanto, sete acordes, que serão os acordes do campo harmônico de dó maior. Para cada nota da escala, o acorde respectivo será formado utilizando o primeiro, o terceiro e o quinto graus (contados a partir dessa nota, em cima dessa mesma escala). Vamos começar com a nota C. O primeiro grau é o próprio C. O terceiro grau, contando a partir de C, é E. O quinto grau, contando a partir de C, é G.

Acordes do campo harmônico de dó maior

   O primeiro acorde do campo harmônico de dó maior é formado então pelas notas C, E, G (repare que esse é o acorde de dó maior, pois E é a terça maior de Dó). Agora vamos montar o acorde da próxima nota da escala, que é D. O primeiro grau é o próprio D. O terceiro grau, contando a partir de D, nessa escala, é F. O quinto grau, contando a partir de D, é A. Portanto, o segundo acorde do nosso campo harmônico é formado pelas notas D, F e A (repare que esse é o acorde de Ré menor, pois a nota F é a terça menor de D).Você deve estar percebendo até aqui que estamos montando os acordes do campo harmônico pensando nas tríades e utilizando somente as notas que aparecem na escala em questão (escala de dó maior). Depois de montar a tríade, observamos se a terça de cada acorde ficou maior ou menor. Você pode também conferir a quinta de cada acorde, mas vai notar que ela sempre vai acabar sendo a quinta justa, exceto no último acorde, que vai ter a quinta bemol. É um bom exercício você tentar montar os acordes restantes desse campo harmônico. Confira depois com a tabela abaixo:


   O campo harmônico traduz na verdade algo que nós sabemos por instinto, por exemplo, quando você esta compondo uma musica, instintivamente você tenta achar uma seqüência melódica que te agrade, e nas tentativas, é claro que as vezes tocamos seqüências de acordes que parecem não combinar entre si, isso se deve ao fato de que existe uma seqüência de acordes que se combinam, existe portanto uma seqüência melódica, por exemplo, seria a diferença de tocar em seqüência um acorde maior/ menor/ menor/ menor/ menor/ maior temos uma progressão, que quando tocada soa estranho, isso porque existe uma regra para combinação de acordes, isso não pode ser feito aleatoriamente, você terá um efeito horrível se você tocar uma seqüência :

Cm Dm Em Fm Gm Am Bm

   Isso não pode ser feito, então o campo harmônico serve para nos mostrar a sequência de acordes que irá soar perfeitamente e aonde estariam as escalas para aplicação. Vendo o campo, perceba que ele é composto por 7 graus, a escala musical é composta por sete notas, portanto uma seqüência melódica de acordes está relacionado com a escala musical que é a base de tudo. Na segunda aula analisaremos como é o vínculo entre as escalas e os acordes. Veja no campo harmônico a seqüência de acordes com suas respectivas sétimas:

C7M Dm7 Em7 F7M G7 Am7 Bm7(b5)

   Pois bem aqui temos o campo harmônico natural, ele servirá de base para criarmos os outros. Agora feito o primeiro campo temos uma definição sobre os graus.

I7M IIm7 IIIm7 IV7M V7 VIm7 VIIm7(b5)

   Antes de seguir adiante vou explicar porque o sétimo grau é chamado de meio diminuto. A explicação básica do campo harmônico natural é que você tem uma seqüência de acordes que casam com as escalas, e que nenhum dos acordes e escalas nesse posicionamento tem sustenidos ou bemóis, pois bem faça um acorde de B, tanto faz ser maior ou menor, veja que notas fazem parte do acorde.... você irá achar o F#! Ele é a quinta justa de B!  Quinta justa seria o seguinte, quando você monta, por exemplo, o modelo maior ou menor da corda E ou A, existe um modelo para o acorde certo? Note que onde está o dedo 3 no acorde corresponde a quinta do acorde, a quinta justa então seria sempre onde está seu dedo 3, é chamado quinta justa porque a quinta de B é na verdade, vamos contar juntos B/C/D/E/F 1/2/3/4/5, é a nota F, mas montando um acorde, a quinta é F#, baseado que no campo harmônico natural não pode haver sustenidos, temos que tirar esse sustenido do acorde! Temos dois modelos para esse grau o meio diminuto e o quinta aumentada, ora a quinta justa de B é F# ,a quinta aumentada é G! Tiramos o sustenido que não pode ter!

Agora como faremos para entender e criar os outros campos?

   Agora você sabe quais acordes se casam, mas veja bem, existe sempre as exceções, muitas musicas são criadas com 2 campos diferentes, ou até 3, mas agora tudo têm uma explicação lógica e matemática, 2 casos comuns é em uma determinada música, ela se progredir para um outro campo harmônico. Então o campo harmônico além de facilitar o seu trabalho de composição, já te mostra onde estão as escalas para solar, já lhe dá opções de acordes e facilita e muito para tirar músicas de ouvido, ache dois, três acordes e tente identificar em que campo está, você poderá tirar o resto vendo quais os acordes que fazem parte do campo, e para solos ficará muito mais fácil tirá-lo, sabendo onde estão as escalas.  Se uma música contém os acordes do campo harmônico maior de dó, significa que a música está em dó maior. Com isso, sabemos que a escala a ser utilizada para fazer um solo, improvisar, criar riffs, etc. em cima da música é a escala de dó maior. Portanto, conhecer os campos harmônicos tem uma grande utilidade: esse conhecimento permite que saibamos as notas que podemos usar para fazer arranjos em cima de uma determinada música. Conhecendo bem os desenhos das escalas, nada impede que possamos criar solos e arranjos automaticamente (habilidade conhecida como improviso).

22 agosto 2019

Manual dos Acordes de Violão e Guitarra - Guia Completo



  Este manual é um guia completo de estudos com mais de 1000 acordes essenciais para quem toca rock, folk, pop, blues, country, bossa nova, jazz e clássico. Os mais importantes e mais utilizados acordes para violão e guitarra, estão reunidos neste manual e explicados em diagramas, fotos e dicas complementares para facilitar o estudo. Ideal para iniciantes e também para alunos e instrumentistas mais experientes, conta também com seções adicionais para que você possa entender com facilidade como são montados e representados graficamente os acordes nos diagramas. Todas as explicações teóricas e práticas são objetivas, para que o aprendizado seja rápido e sem complicações.
     Se você está começando a estudar agora ou simplesmente precisa relembrar ou aumentar o seu vocabulário de acordes essenciais, com certeza este manual é um excelente recurso.
     


16 agosto 2019

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14 agosto 2019

Como escolher as cordas certas para o seu instrumento musical


O tipo do violão ou guitarra que eu tenho influencia na escolha?

 Em primeiro lugar, dê uma olhada no violão e determine qual tipo de cordas você precisa. Aço ou nylon? Na maioria das vezes, esses problemas não são intercambiáveis. Você não pode usar cordas de aço em um violão de cordas de nylon, por exemplo. Isso pode danificar seu instrumento, verifique a sua ponte e veja se sua guitarra usa cordas com bolas na extremidade inferior ou precisa de cordas que amarram no final. Normalmente, todos os violões de cordas de aço são ajustados para usar cordas de extremidade esféricas.

Qual calibre eu devo escolher?

  As cordas vêm em uma grande variedade de diferentes faixas de medição. O diâmetro da corda pode mudar a forma como você se sente quando toca o seu violão, e o som também. Normalmente, as cordas de diâmetros mais leves são mais fáceis de tocar, mas podem quebrar mais facilmente. As cordas com o diâmetro mais elevado podem ter um tom mais completo, podem ser mais altas e são mais difíceis de quebrar. Aqui está uma visão geral dos conjuntos de cordas:

Extra light: .010 .014 .023 .030 .039 .047
Custom light: .011 .015 .023 .032 .042 .052
Light: .012 .016 .025 .032 .042 .054
Medium: .013 .017 .026 .035 .045 .056
Heavy: .014 .018 .027 .039 .049 .059


 Então, como saber qual calibre irá ser o certo para você? Aqui estão algumas noções gerais sobre as quais deve-se pensar.

Tamanho do corpo: Você está tocando um violão de corpo pequeno ou um jumbo? Normalmente, uma guitarra de corpo menor soará e se sentirá melhor com cordas de calibre mais leves. Enquanto você pode tentar um diâmetro médio ou pesado em um corpo maior ou jumbo para tirar o máximo proveito da sonoridade do instrumento.

Tom: Cordas mais pesadas tendem a enfatizar os tons mais graves do violão, enquanto as cordas mais claras são mais agudas.

Estilo de tocar: Você é toca com os dedos, ou prefere palhetadas? Normalmente, as cordas de diâmetro mais leves são mais fáceis na ponta dos dedos. Se você for alguém que gosta de um som mais pesado, você vai querer cordas mais pesadas. Se você gostar dos dois, experimente um conjunto médio, que tenha uma pontuação mais pesada na parte inferior e mais clara no topo.

Qual material escolher?

 Existem vários tipos diferentes de materiais que as cordas são feitas, e podem afetar o tom da corda e a sua longevidade.

Bronze: normalmente são construídos com 80% de cobre e 20% de zinco e são usados para todos os estilos. Com um tom de toque claro e brilhante, essas cordas podem envelhecer rapidamente devido à tendência do bronze de oxidar.

Bronze de fósforo: são cordas de bronze com fósforo adicionado. Ainda brilhante, mas mais quente e mais escuras que as cordas de bronze. O fósforo amplia a vida dessas cordas.

Latão: uma corda de som brilhante e metálica.

Cordas de seda e aço: produzem um som macio e suave. Eles oferecem menos tensão e vêm em indicadores mais leves, então elas são boas para violões vintage que exigem cordas especiais. Eles são mais silenciosos e menos duráveis, mas são mais fáceis de tocar.

E as cordas de Nylon?

Tensão: as cordas de violão clássicos são feitas em diferentes tensões. Estas geralmente consistem em baixa tensão também referida como tensão moderada ou leve, normal ou média, e tensão rígida ou alta. A tensão baixa ou leve é mais fácil de tocar, mas você pode obter um pouco de zumbido. As cordas de tensão normais ou médias são tipicamente consistentes no tom.

Com qual regularidade você deve trocar a corda?

 É sempre impressionante o som que uma  guitarra tem com novas cordas. Se você estiver tocando muito regularmente, você pode querer mudar a cada semana. Se você tocar ocasionalmente, experimente uma vez a cada dois meses. Se você limpar seu violão e lavar as mãos antes de tocar, suas cordas podem durar um pouco mais.

Quanto devo pagar em minhas cordas?

 Como praticamente qualquer coisa, as cordas vêm em todas as diferentes gamas de preços. Normalmente, as cordas de bronze são as cordas mais baratas. As cordas médias geralmente custam um pouco mais, mas você também pode obter melhores negócios se comprar em grande quantidades.

Continue testando!

 Eu sei que é confortável ficar com as mesmas cordas, mas é bom alternar as cordas que você coloca em sua guitarra, especialmente se você não tentou nada novo por um tempo. Existem algumas opções de cordas novas realmente excelentes que você deve verificar e testar.


09 agosto 2019

Dicas para violão - Cordas de nylon ou aço, qual é a melhor?


  Os violões são os instrumentos musicais mais populares do Brasil, fáceis de se tocar, aprender e também apresentam preços, cores e formatos muito variados. Adquirir um violão adequado é o primeiro passo para quem está iniciando, não errar na escolha facilita o aprendizado e evita que o instrumento fique de lado após alguns dias de treino.

   Existem duas opções, o violão com cordas de aço e o violão com cordas de nylon. O ideal é que a escolha pelo tipo de encordoamento coincida com as intenções do músico, pois não adianta pagar mais por um violão elétrico-acústico com encordoamento de aço quando a intenção do músico é apenas aprender para tocar com alguns amigos em casa.

Cordas de Nylon

  Os violões com encordoamento de nylon são bem mais macios e apresentam volume mais moderado e timbre mais aveludado do que os violões com encordoamento de aço. Nylon é a escolha mais indicada para quem está iniciando o aprendizado Encordoamento de aço é mais duro o que faz com que o músico se canse mais rápido e resulta em dedos doloridos com maior facilidade

Cordas de Aço ou Nylon?

  A primeira coisa que se deve ter em mente é que apesar de ambos serem violões, o fato de terem tipos de cordas diferentes fazem com que sejam dois instrumentos diferentes. Os violões com cordas de aço são produzidos de forma diferente dos violões de cordas de nylon. Possuem diferenças nas suas estruturas e na forma como são fabricados, portanto não são o mesmo instrumento.

  Um violão com cordas de aço, ou violão de aço como é chamado, possui um tensor em seu braço para sustentar o peso das cordas de aço. É possível ver o tensor através da boca do violão, uma espécie de parafuso. Ele pode ser ajustado de acordo com o tipo da corda, mas a recomendação é não mexer nesse tensor se você não for um luthier.

Vantagens de um violão com cordas de aço:

Possuem um volume mais alto: As cordas de aço possuem um brilho a mais no som, emitem um som mais metálico e mais alto se comparado a um violão que não é de aço.
Afinadas por mais tempo: As cordas tendem a desafinar de acordo com a mudança de temperatura, umidade ou tempo. As cordas de aço são mais resistentes à essas mudanças e garante uma afinação por mais tempo.

Próprias para os hits do momento: São as mais apropriadas para tocar os hits do momento, nos ritmos pop, rock, reggae, sertanejo, sertanejo universitário e moda de viola.

Flexibilidade para tocar: Cordas de aço podem ser tocadas tanto com as mãos quanto com a palheta, ela sustenta a palhetada.

Desvantagens de um violão com cordas de aço:

Cansam mais os dedos no início: Para um iniciante a corda de aço é menos confortável, e vai doer mais os dedos até que eles calejem. Entretanto é curto o tempo de adaptação. Em duas semanas a dor passa, dependendo da sua dedicação.

Manutenção: As cordas de aço precisam ser trocadas com mais frequência, pois com a umidade natural do tempo, suor e acidez da mão podem enferrujar e prejudicar a sonoridade emitida. O ideal é trocá-las a cada 3 meses no máximo, mas isso varia de acordo com a frequência de uso
.
São maiores: Os violões de aço tendem a ser maiores, portanto se a sua estrutura física é pequena, isso pode ser uma desvantagem.

Cordas novas desafinam: As cordas novas desafinam com muita frequência. Ao trocar de cordas é importante afiná-las, tocar alguns minutos e afiná-las novamente. Repetir essa ação por um tempo até que sustentem a afinação
.
  Violões de cordas de nylon, ou violões de nylon como são chamados, não possuem tensor ou cutway. São menores e portanto mais leves.

Vantagens de um violão com cordas de nylon:

Violão mais leve: Como mencionado ele é mais leve e tende a ser menor, portanto se você tiver uma estatura física pequena, essa é uma vantagem
.
Cansa menos os dedos no início: Para um iniciante este tipo de corda dói menos os dedos, pois são mais macias. Portanto no início será mais fácil tocar com este tipo de corda.

Apropriados para músicas mais clássicas: Cordas de nylon possuem um som mais suave, portanto são as mais indicadas para as músicas clássicas, samba, MPB e dedilhados. Tocar esses ritmos com esse tipo de corda faz com que o som fique mais agradável.

Desvantagens de um violão com cordas de nylon:

Desafinam com frequência: Todo o tipo de corda tende a desafinar de acordo com as mudanças climáticas e com o tempo. Este tipo de corda é mais sensível às mudanças climáticas, portanto desafinam com mais frequência.

Não suportam a palheta: Este tipo de corda é mais suave e portanto é ideal tocá-las com as mãos. Portanto se você preferir utilizar a palheta, essa é uma desvantagem.

  Cordas de nylon e aço tem suas vantagens e desvantagens. Listamos algumas acima, mas afinal qual é a melhor?
   Na verdade não há melhor ou pior. Os dois tipos de violão tem vantagens e desvantagens e não há um melhor que o outro, há o ideal para cada ritmo apenas.

   Se você tem o desejo de tocar os hits do momento, pop rock ou sertanejo que não saem das paradas de sucesso, sugiro que opte pelo violão de aço, mesmo que sinta mais dificuldades no início, não desista, logo os dedos calejam e tudo fica mais fácil e prático.

  Se você prefere tocar as músicas MPB, samba, dedilhados, opte pelo violão de nylon. Mas, saiba que o som é mais baixo, mono, e não se decepcione com isso. Lembre-se que é uma característica deste tipo de corda e não um defeito.



02 julho 2019

Conheça as técnicas mais utilizadas no violão


1. Pestana com o Dedo Indicador

  As pestanas são o terror dos iniciantes, mas é uma técnica muito importante que consiste em pressionar várias cordas no braço do violão com apenas um dedo para obter a sonoridade desejada  As pestanas não são necessariamente feitas até a sexta corda, por isso, sempre tenha o cuidado de tocar as cordas que fazem parte da formação dos acordes. Pode-se usar qualquer dedo para fazer uma pestana, porém é aconselhável que os iniciantes comecem pelo dedo indicador para aprender a apertar as cordas corretamente.

2. Técnica de Dedilhado

   Nesta técnica é tocado cada corda do violão com um dedo específico, portanto é necessário aprender o posicionamento correto do polegar nas cordas mais graves e dos demais dedos para tocar as cordas mais agudas. O segredo para dedilhar bem no violão é desenvolver independência dos movimentos entre o polegar e os demais dedos da mão direita (destros) do corpo do instrumento. O dedilhado permite uma infinidade de sutilezas e variações, mas para você que está iniciando treine primeiramente as formas básicas, em que o polegar toca as cordas graves.

3. Palhetada Alternada

  Esta é uma técnica que muitos acham fácil, mas que engana muita gente, pois consiste em segurar a palheta e tocar em ambos os sentidos alternadamente, ou seja, palhetar uma corda para baixo e outra palhetada na corda para cima, executando assim uma batida de violão ou solo. É preciso sincronia entre as duas mãos. Elas precisam trabalhar em conjunto! Treine lentamente inicialmente, para alcançar precisão.

4. Técnica de Harmônico

  Os harmônicos são uma técnica que chama a atenção de todos os que apreciam os solos do violão e podem ser naturais ou artificiais. Veja abaixo:

Harmônico Natural

  Consiste em tocar qualquer corda solta e em seguida posicionar levemente o dedo indicador da mão direita sobre um determinado traste do violão, sem pressionar a corda.

Harmônico Artificial

  É necessário palhetar a corda e imediatamente depois colocar a borda do dedo polegar da mesma mão sobre a posição desejada. Pode ser feito em qualquer corda e em qualquer casa do braço do violão.

5. Técnica de Bend

  Bend é uma técnica muito utilizada em solos, no qual você levanta ou abaixa a corda do instrumento para chegar à outra nota. Quando curvamos a corda, a nota que era tocada tem sua afinação mudada, elevada a uma nota mais aguda.

6. Técnica de Vibrato

  Vibrato é o efeito onde o tom da nota é variado rapidamente, então ele aumenta e cai repetidamente. Pode ser usado para destacar ou alterar a sonoridade de uma nota, dando maior interesse à interpretação.

7. Técnica de Hammer-on

  Toca uma nota e enquanto o som está saindo, coloca-se um dedo em uma casa mais aguda daquela mesma corda, provocando uma espécie de martelada na corda.

8. Técnica de Pull-off

  Coloca-se dois dedos na mesma corda em casas diferentes e um dos dedos irá beliscar a corda para provocar a sonoridade desejada.

9. Técnica de Abafamento

  A técnica de abafamento consiste em utilizar a parte lateral da mão para abafar as cordas e pode ser feito tanto com a mão direita como com a mão direita. Veja sobre cada uma abaixo:

Abafamento com a Mão Direita

  Esta técnica é realizada encostando a mão que faz o ritmo nas cordas do violão próxima à região do cavalete, assim ao tocar as cordas abafadas você terá um som diferente, com um timbre mais grave e com menor duração.

Abafamento com a Mão Esquerda

  É feito aliviando a pressão dos dedos da mão que faz os acordes em determinada corda em qualquer casa do braço do violão, ou seja, apenas encostando na corda sem pressioná-la. Ao fazer isso irá produzir um abafamento temporário do som. A mão esquerda pode ser usada também para abafar determinadas notas que não combinam com o acorde que está sendo tocado.

10. Técnicas de Ligado ou Ligadura

  A técnica de ligado ou ligadura consiste em tocar uma determinada corda em qualquer casa do braço do violão e logo em seguida já pressionar outra corda em outra casa, sem tocar a corda novamente. O ligado ou ligadura transmite a sensação de um som continuo, tocando as notas como se fosse uma só. É uma técnica muito utilizada em arranjos e solos que demonstram o que deve acontecer com as notas musicais dentro de um compasso.
Melhorar sua técnica para o violão é criar automatismos, reflexos. Sabendo algumas técnicas de cor, você ficará mais focado nos detalhes que farão toda a diferença. Para desenvolver sua técnica no violão, não importa qual técnica, você tem que estar à vontade na hora de tocar. Ache uma cadeira confortável em que você poderá ter a postura certa para tocar violão ou guitarra corretamente.

Fonte: Violão para Iniciantes


01 julho 2019

Os Acordes Básicos


  Muitas vezes, o que mexe com a gente e nos faz querer tocar guitarra é aquele solo ou riff do guitarrista da nossa banda favorita, mas devemos saber que tudo isso está totalmente ligado ao conhecimento dos acordes. É muito importante para o futuro guitarrista, conhecer os acordes básicos. Para isso, é necessário habituar a mão esquerda à “lembrar” as diferentes posições. Quanto mais você emprega um acorde mais fácil será encontrá-lo e mais limpo será o som que você conseguirá, mas isso leva tempo. Para iniciarmos nosso estudo sobre acordes, devemos saber o que são e como são formados.
Um acorde é a combinação de três ou mais notas. Os acordes simples de três notas são chamados tríades. Quando temos apenas duas notas, elas formam um intervalo. Podemos ter no nosso instrumento acordes de até 6 notas, sendo uma nota para cada corda, mas os que veremos a seguir, compõem-se de apenas três ou quatro notas, algumas das quais são repetidas ou dobradas.
 Um acorde isoladamente fornece duas informações importantes. A primeira é o tom, dado pela nota principal do acorde, chamada tônica ou fundamental, com base nela é que construiremos o acorde. A segunda informação importante é a harmonia, que é o efeito produzido entre a tônica e as outras notas do acorde. É o som do próprio acorde determinado pelos intervalos entre a tônica e as demais notas. Apresentaremos agora os 15 acordes básicos no vocabulário do estudante de guitarra. Com ele você poderá tocar várias músicas.Cuidado na formação desses acordes procure sempre a clareza do som, para isso toque individualmente cada corda. Se o som de alguma corda estiver “estranho”, provavelmente a pressão que você está exercendo sobre a corda não é suficiente, seu dedo está apenas mal colocado ou o dedo que prende a corda de cima está abafando a debaixo.Veja os acordes que tem a nota fundamental em comum, por exemplo, E, E7 e Em e perceba as diferenças nas “cores” dos acordes. O E soa mais estável e alegre, já o Em nos dá uma impressão de tristeza e melancolia. Isso acontece pela diferença de uma nota, a nota G# no maior e que no menor é trocada pela nota G. Este intervalo que é diferente entre os dois acordes é a terça, é o que determina se um acorde é maior ou menor. 
    Vejamos então os acordes, lembrando que o X indica cordas que não devem ser tocadas.



07 junho 2019

Dicas Para Estudar Violão



 Lembre-se sempre de que todo e qualquer contato que possa ter com o instrumento será válido, a intimidade que se ganha a cada dia é fundamental para um bom desenvolvimento.  Escolha um dia para dar uma geral em grande parte do que aprendeu e estudou. Como numa sequência, revise escalas, arpejos, acordes, padrões, etc...

 Estude sempre com o metrônomo, para ter a segurança do tempo de forma linear, trabalhando intensidade, duração, dinâmica, etc...

  Dessa forma, será mais fácil avaliar a evolução no instrumento e, com isso, reconhecer os pontos que precisam ser fortalecidos.

Duração

 Quando houver um novo assunto, deve ser dada uma maior atenção para ele. Meia hora por dia com concentração será mais rico e proveitoso do que duas ou três horas dispersas. Como e quanto será absorvido do assunto vai sempre variar de pessoa para pessoa, mas a questão é a forma como é feito o estudo.

  Outro ponto importante a citar é a história de que "fulano estuda oito horas por dia!" Esse tipo de estudo, de longa duração, deve ser muito bem organizado. O cuidado com o corpo humano, a nossa máquina, é de suma importância. A atividade repetitiva pode gerar lesões graves, como a tão famosa inflamação nos tendões (tendinite).

Portanto:

1) Alongamentos nos braços e nos dedos antes, durante e depois dos estudos, são essenciais para o condicionamento e, assim, para um melhor aproveitamento do tempo. Caso contrário, você terá de interromper o aprendizado por causa do cansaço. Lembre-se: você é um atleta dos braços e dos dedos.

2) Planejar é importante. Alterne seus objetivos: rapidez, agilidade, tudo o que se refere a solos (escalas, arpejos, técnicas em geral), parte harmônica (acordes), ritmo e teoria.
3) Ouça de tudo. Escute tudo aquilo que possa contribuir para a sua formação como músico. É uma das melhores coisas a se fazer!

  Com esses cuidados, você irá planejar seu tempo e criar um ritmo próprio de estudo.

Amadurecimento

  Acredito que no equilíbrio entre os objetivos por você desejado e o tempo dedicado para a conquista deles está a maturidade. Cada nota dada deve refletir a mais pura expressão da nossa vida, não apenas o resultado final de uma escala, mas sim ela toda em construção, da primeira à última nota. Por isso, o convívio diário com a música é fundamental
.
  "Você nunca recebe um desejo sem também receber a capacidade de torná-lo realidade" 
   R. Bach

  O estudo com o metrônomo, de modo gradativo, é a essência para uma segurança rítmica. Aos poucos, força e limpeza estarão juntas para fazer com que as famosas palavras pegada e clareza façam parte de seu currículo!

Sinta Equilíbrio

  Procure sempre estabelecer relações na música, atrás de um grande solo (melodia) existem grandes acordes (harmonia).

 Estes dois itens têm de caminhar lado a lado, pois um age diretamente no desenvolvimento do outro. Quero chamar a atenção diretamente para a harmonia. Estudá-la e conhecê-la é fundamental. Não deixe escapar nada neste assunto.


04 junho 2019

Os acordes relativos no estudo do violão e guitarra


 Popularmente diremos que são acordes que possuem o som parecido com o de outro acorde.
Existem alguns acordes que são bem difíceis de serem feitos, alguns usam pestana outros exigem uma abertura de dedo muito grande, ou seja, tudo que os iniciantes fogem! Este acordes podem ser substituídos pelos seus relativos.
Como os acordes maiores são formados pela PRIMEIRA, TERÇA e a QUINTA (notas da escala maior), os que possuam a terça e a quinta iguais sãs chamados de relativos. Note que a primeira nota nunca será igual, pois seria o mesmo acorde.
Abaixo temos os acordes maiores e seus acordes relativos menores:

A  F#m
B  G#m
C  Am
D  Bm
E  C#m
F  Dm
G  Em

 Em termos práticos podemos variar uma progressão de acordes, trocando alguns dos acordes maiores por seus relativos menores.
Não só os acordes, as escalas maiores também tem suas relativas menores, como exemplo: A escala de Lá Menor é relativa da escala de Dó Maior.





15 janeiro 2019

Violão e Guitarra - Dicas


  Ao comprar um instrumento nunca compre apenas pela cor, ou pelo visual, verifique o acabamento, a sonoridade e a qualidade do material usado em sua construção. No caso de instrumentos de cordas verifique a distância que existe entre as cordas e o braço do instrumento. Pois instrumentos com cordas altas dificultam a execução, principalmente no caso de quem ainda está aprendendo. Se você não tem nenhum conhecimento é sempre bom pedir a ajuda de um músico qualificado na hora de comprar seu instrumento.

  No caso do violão, se você ainda é iniciante e tem pouca prática, não use cordas de aço, elas são mais duras que as de nylon e cansam bem mais os dedos; uma vez que, não se deve mudar de cordas do violão de nylon para aço e vice-versa, pois cada instrumento é fabricado para cada tipo de cordas e geralmente nunca fica bom mudar a especificação de cada um.

  Ao trocar as cordas de seu instrumento, nunca troque pela metade, ou seja, umas e outras não. Se você trocar apenas algumas cordas, seu instrumento continuará com a mesma sonoridade ruim como se não tivesse trocado. Por outro lado, cordas devem ser trocadas a cada 4 ou 6 meses, conforme o uso. 



30 novembro 2018

Alterando tons: o capotraste


  O Capotraste é um dispositivo para mudar a tonalidade que você prende no braço de sua guitarra ou seu violão, próximo ao traste, da mesma forma com que você pressiona uma nota. Isso tem o efeito de deslocar a pestana (ou "traste zero") mais para cima no braço da guitarra ou violão. Alguns guitarristas pensam que usar um capotraste é roubar no jogo, mas não se pode ignorar que músicas muito boas foram gravadas com essa "pequena grande" ferramenta. Capotrastes são utilizados com mais frequência por guitarristas solistas para mudar sequências de acordes abertos para um tom mais alto, tanto para o benefício de um vocalista, como para simplesmente fazer a guitarra ou violão soar com mais clareza e com menos peso quando se toca alternando acompanhamentos de base. 


  Muitos músicos de bluegrass, country e música popular tocam sempre com um capotraste, cantores e compositores como Bob Dylan e James Taylor também o usaram em muitas músicas famosas. Capotrastes estão disponíveis para violões e guitarras acústicas e elétricas, por isso vale a pena pedir um conselho na sua loja de instrumentos local, para ter certeza de qual é o tipo certo para o seu instrumento antes de comprá-lo.

23 abril 2018

Curso de Violão e Guitarra - O Violão de 12 Cordas


  É um instrumento acústico com 12 cordas em 6 pares, o que produz tom e toque mais rico do que um violão de seis cordas padrão.Essencialmente, é um tipo de violão com um natural efeito de coro devido às sutis diferenças nas freqüencias produzidas por cada uma das duas cordas de cada par.
  Um violão de 12 cordas é um violão comum como todos os outros. Porém ele tem uma construção mais detalhada, mais difícil e pesada. É feito para suportar 12 cordas ao invés de 6, então tudo é mais reforçado: cavalete, corpo, braço e Headstock. Ele possui 12 cordas, como o nome já diz. As cordas são agrupadas de duas em duas, formando assim 6 pares. Essas cordas são semelhantes ao violão de 6 cordas, ou seja, as cordas que ficam agrupadas são iguais. Sendo assim ele terá as mesmas cordas de um violão comum, mas terá essas cordas em um número dobrado.  As cordas que ficam agrupadas possuem a mesma afinação, ficando assim: E E B B G G D D A A E E . Então para afinar um violão de 12 cordas basta ter um afinador comum para violão ou afinar normalmente de ouvido. Agora veremos a técnica e a execução no violão de 12 cordas.
  Sempre ou quase sempre há aquela dúvida: Dá pra fazer bend em violão de 12 cordas? Tem como fazer solos em violão de 12 cordas? Como é palhetar em um violão de 12 cordas? Como são executados os acordes? Dúvidas e mais dúvidas se repetem, afinal nada sabemos de um Instrumento que não conhecemos não é mesmo? Vamos então para a explicação: Para você executar acordes comuns no violão de 12 cordas é exigido uma alta praticidade em fazer pestanas. Isso mesmo, pestanas em acordes comuns! Como as cordas são agrupadas de duas em duas, para fazer um acorde que você apertava uma corda no violão comum, você irá apertar duas cordas no violão de 12 Cordas. E se já é difícil fazer um acorde comum, imagine um acorde com pestana? É dificuldade dobrada comparada ao violão comum. A pressão que você tem que fazer é maior, já que o braço do violão tem 12 cordas para pressionar. Mas embora a pressão seja maior, o truque certo é o mesmo, depois de um tempo treinando, a força não será tão necessária já que o que irá contar mesmo é a prática. Quanto aos bends a resposta é: quase Impossível! As cordas são próximas demais, então para você fazer um bend é necessário muita força, além de muita prática. Solos são possíveis, mas solos rápidos podem não ser executados nunca. O melhor mesmo é usar o violão de 12 Cordas como violão base. Outras técnicas são possíveis, mas somente depois de muita prática no instrumento.

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Design
  As cordas são colocadas aos pares, que geralmente são tocadas juntas. Nos 4 pares mais graves as cordas são normalmente afinadas em oitava, enquanto os 2 pares agudos estão afinados em uníssono. A afinação da segunda corda no terceiro par (G) varia: alguns músicos usam o par oitavado o que é mais comum, outros usam o par em uníssono. Alguns violonistas,  sejam em busca de tom distintivo ou para a facilidade de tocar, removem algumas das cordas duplas. Por exemplo, ao remover a oitava superior dos três pares de baixo executa-se linhas de baixo, mais limpas, mas mantém as cordas extras agudas. As cordas geralmente são organizadas de tal forma, que a primeira corda de cada par a ser atingido em um movimento para baixo é a seqüência de oitava mais aguda, no entanto, esta ordem foi revertida pela Rickenbacker em sua guitarra elétrica modelo 360/12 popularizada por George Harrison na época dos Beatles. A tensão colocada sobre o instrumento pelas cordas é alta, e por isso, violão de 12 cordas tem uma reputação de deformação após alguns anos de uso, principalmente em alguns modelos que não possuem os tradicionais suportes estruturais para prevenir ou adiar esse destino, em detrimento da aparência e tom. Até a invenção do tensor de 1921, violões de doze cordas foram quase universalmente ajustados, inferior ao E A D G B E tradicional, para reduzir as tensões sobre o instrumento. O violonista de blues Leadbelly usava freqüentemente a afinação em C, mas em algumas gravações podem ser reconhecível B ou A. Alguns artistas preferem a riqueza de uma afinação aberta, devido ao seu quase som orquestral. A mais usada é a afinação aberta em D, do grave para o agudo D A D F# A D ou também em G. Uma gama habitual de afinações de guitarra também estão disponíveis.
   O violão de doze cordas é mais usado para acompanhamento do canto seja no rock ou música popular. Isso acontece porque tocar individualmente os pares do violão de doze cordas requer muito mais habilidade e força do que em um violão. Alguns músicos de hard rock e rock progressivo usam violões ou guitarras com dois braços, que têm ambos seis cordas e de doze cordas, permitindo a transição rápida entre diferentes sons. O maior número de cordas torna a vida do violonista árdua. A diferença entre os pares de corda é geralmente mais estreita do que entre os cursos de cordas de violão comum de seis cordas convencional, de modo que é necessária mais precisão com a palheta ou dedo quando se arpeja. Geralmente não é um instrumento dado a frases de alta velocidade. O grande barato do violão de doze cordas é o uso constante de notas pedais que transformam o som do instrumento em algo muito grande. Os violões de doze cordas são feitos em ambas as formas: acústicos e elétricos. No entanto, o acústico é mais comum.

Efeito Chorus
  As fileiras duplas de cordas do violão de doze cordas produzem um efeito de coro, porque a seqüência de sons individuais com aproximadamente o mesmo timbre e quase (mas nunca exatamente) o mesmo tom convergem e são percebidos como um só. Quando o efeito é produzido com sucesso, nenhum dos sons constituintes é percebida como sendo fora de sintonia. A interferência entre as freqüências ligeiramente diferente  produz um fenômeno que resulta em uma sonoridade de ascensão e queda de intensidade, muitas vezes considerado agradável ao ouvido. O efeito é mais aparente quando se ouve as notas que sustentam por longos períodos de tempo e é bastante conhecido pelo nome de chorus.