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03 novembro 2021

Saiba um pouco mais sobre o violão


  Um dos instrumentos musicais mais populares do mundo, o violão é uma excelente forma de se iniciar na música. Existem violões feitos especialmente para os mais diversos estilos, do rock ao clássico. Na hora de escolher é bom estar atento à madeira utilizada e ao acabamento do instrumento, pois eles são fundamentais para definir a qualidade sonora do violão. No caso do violão elétrico, um bom captador, com opções de ajustes de som, como agudos, médios graves, é imprescindível.Conheça melhor alguns termos utilizados na descrição do instrumento:  
Captação
  Instrumentos de captação passiva são aqueles em que a vibração captada das cordas pelos captadores é enviada diretamente ao amplificador praticamente sem tratamento eletrônico.
  Instrumentos de captação ativa possuem um circuito (alimentado por uma bateria de 9 volts colocada geralmente na parte posterior do instrumento) que submete o som a tratamento antes de o enviar para o amplificador. Desta forma instrumentos com captação ativa possuem mais possibilidades de tratamento e variação dos timbres. O som resultante é mais limpo.
  Embora haja hoje uma preferência por instrumentos de captação ativa, existem ainda correntes de músicos que preferem o som mais natural da captação passiva.


Equalizador
  O equalizador permite a regulagem do som nos violões elétricos ou eletros-acústicos. Quanto mais bandas ou opções de equalização de agudos, médios e graves, melhor.

Violão Clássico
  O violão clássico é feito de madeiras mais nobres e possui excelente sonoridade, normalmente é feito por luthiers.

Violão Acústico
  O violão acústico ou "tradicional" é o modelo de violão simples, sem nenhum tipo de captação interna.

Violão Elétrico
  Este modelo possui um captador e uma saída onde é encaixado um cabo que conduz o som ao amplificador, mesa ou caixa de som. O violão elétrico dispensa o uso de microfones.

Eletro-acústico
  Este modelo possui captador e caixa acústica, ou seja, produz som tanto em seu estado natural quanto ligado à um amplificador.

Cordas Nylon / Aço
  O encordoamento, como é chamado o conjunto de cordas do violão, também merece destaque. Pode ser de dois tipos: Nylon ou Aço. A sua escolha depende basicamente do estilo de música que você irá tocar em seu violão. Para MPB ou pagode, por exemplo, muitos músicos preferem o encordoamento de nylon, já para o Rock o mais comum é utilizar cordas de aço. Um jogo de cordas de guitarra ou violão, seja de aço ou nylon, tem sua durabilidade proporcional à qualidade, ao tempo de uso e a manutenção destas cordas. Limpar as cordas com um pano de algodão sempre que você acabar de tocar ajuda, pois evita o acúmulo de sujeira, suor e gordura que, com o tempo, danifica as cordas e, conseqüentemente, o timbre e a afinação de seu instrumento.

  Cutaway
  Diz respeito ao formato do violão. O formato Cutaway facilita o acesso às notas mais agudas do violão porque possui um pequeno corte. O contraponto é que existe uma pequena perda de volume, e na resposta dos graves.
Acabamento envernizado
  O acabamento envernizado garante a proteção da madeira do violão, mantendo a qualidade sonora do instrumento.

Tampo / Lado / Braço
  São as partes que compõem o violão. Deve-se ficar atento à madeira utilizada, pois ela é importante na definição das características e da qualidade do instrumento.

Formato
  Existem diversos formatos diferentes; o violão flat possui caixa fina, têm menos volume desplugado, mas são mais leves e confortáveis de se usar, principalmente de pé. O violão folk, também conhecido como dreadnought possui um som mais versátil, pesado e metálico. Ele é muito utilizado nas baladas pop/rock, na música folk em si, e no rock em geral (como as canções de Neil Young, por exemplo). Esses violões possuem mais peso, mais médios e agudos. Os violões jumbo são grandões, largos e arredondados. Possuem um grave poderosíssimo, e uma boa separação entre médios e agudos, ideal para baladas blues, dedilhados e canções no estilo James Taylor, por exemplo, pois sua definição de timbre é bem presente.

Melhores Fabricantes
  Procurem sempre adquirir violões de boa qualidade; listarei abaixo alguns fabricantes que recomendo e que você pode confiar:
Phoenix, Takamine, Fender, Crafter, Gibson, Tagima, Eagle, Yamaha, Condor, Marquês, Ibanez, Di Giorgio e Giannini.


Importante

  Nunca se esqueça de alongar bem antes de tocar para evitar lesões. Não estale os dedos; apenas alongue.


  Trabalho e pesquisa realizados por Ludilan Tavares Marzano com o objetivo de orientar os iniciantes na música e os que estão interessados em adquirir um violão.

 

17 março 2021

Cordas de Violão - Dicas importantes

 


 Há dois tipos de acordoamentos:  

1. Nylon

2. Aço 

Atenção, há uma regra a ser respeitada! 

   Se o violão foi confeccionado para cordas de nylon, não devemos trocar para aço pois mudaria totalmente o timbre e vice-versa, não colocar nylon em violões de aço. 

DICAS IMPORTANTES PARA SE COMPRAR CORDAS: 

- Quanto maior tensão mais grossa é a corda, ganha-se no volume mas a corda fica mais dura para se tocar. 

- Quanto menor a tensão, mais fina é a corda, porém se perde no volume, a vantagem é que fica mais leve para se tocar. 

MARCAS:

   Se você é iniciante, e se o seu violão acústico ou elétrico e as cordas são de nylon, eu aconselho cordas da Gianinni. Essas cordas tem para violão clássico e para MPB. Para quem toca violão para acompanhamento das vozes, o indicado é o encordoamento Gianinni MPB. Também as cordas importadas D'Addario nylon de tensão normal são boas e não são tão caras. O melhor é ter um encordoamento de maior tensão possível, mas que não seja tão grossa pois ficaria dura.

   Para violões elétricos de aço, eu aconselho as cordas importadas da D'Addario, mas preste atenção nas tensões e na medida, 0.9 é muito fina, de baixo volume e desafina com mais facilidade, porém é muito mais leve e indicado para quem toca solo.

   A medida 0.10 e 0.11 são mais grossas, de maior volume e segura melhor afinação, mas quanto mais grossa, mais dura de tocar, são indicadas para quem toca harmonia, ou seja, acordes e batidas.

CUIDADOS:

- Muito calor e muito frio alteram as cordas e podem arrebentar facilmente.

- Nunca toque com as mãos sujas, oleosas ou suadas.

- Ao limpar as cordas use pano seco e não passe produtos químicos.

- Não deixe seu instrumento encostado em uma parede que tem acesso ao frio e calor, isto pode afetar.

- Não deixe seu instrumento deitado, e não coloque nada em cima dele, no braço e muito menos nas cordas.


27 outubro 2020

Kit de Estudos Para Violão e Guitarra - Método Rápido

 


KIT DE ESTUDOS PARA VIOLÃO E GUITARRA

EXPLICAÇÕES SOBRE O CURSO E O MATERIAL DE ESTUDOS

   Tudo que você precisa saber para aprender a tocar violão e guitarra de modo rápido e sem complicações, está reunido neste kit de estudos, especialmente preparado por nossos professores. O kit foi elaborado visando oferecer todas as informações necessárias, passo a passo, para quem está iniciando, ou mesmo para quem já toca um pouco e quer aprimorar os seus conhecimentos. O aluno poderá estudar nas horas vagas, e contar com o suporte do professor online para esclarecer todas as suas dúvidas.


CONTEÚDO DO KIT DE ESTUDOS:

CURSO COMPLETO DE VIOLÃO E GUITARRA

CURSO INTERMEDIÁRIO DE VIOLÃO E GUITARRA

MANUAL DOS ACORDES ESSENCIAIS PARA VIOLÃO E GUITARRA

MANUAL DO ESTUDANTE 



O kit  conta também com o seguinte material de estudos:

57 AULAS GRAVADAS COM EXPLICAÇÕES PASSO A PASSO DAS LIÇÕES DO CURSO

VÍDEOS COM EXERCÍCIOS DE TÉCNICAS

CURSO DE TEORIA MUSICAL

CURSO BÁSICO DE HARMONIZAÇÃO

ESCALAS E MODOS GREGOS

DICIONÁRIO DE ACORDES PARA VIOLÃO E GUITARRA

PÁGINAS PARA EXERCÍCIOS E ANOTAÇÕES MUSICAIS 

2000 TABLATURAS PARA EXERCÍCIOS

EXERCÍCIOS, LICKS E RIFFS SELECIONADOS 

COMO TIRAR MÚSICAS DE OUVIDO

LIVRO DE REPERTÓRIO

CIFRAS COM RITMOS EXPLICADOS

AFINADORES 

METRÔNOMO VIRTUAL

DICIONÁRIO DE ACORDES

EDITOR DE TABLATURAS

EXERCÍCIOS MUSICAIS CIFRADOS

SENHA DO SUPORTE PROFESSOR ONLINE

AVALIAÇÕES E TESTES TEÓRICOS

CARTEIRA DE ESTUDANTE

CERTIFICADO DE CONCLUSÃO


   Se você não sabe tocar violão ou guitarra, ou sabe muito pouco e quer aprender de verdade, venha estudar conosco. A empresa ArtMaia - Ensino Musical, tem 16 anos de existência, com mais de 32 mil alunos cadastrados. Entre hoje mesmo para o maravilhoso mundo da música.






09 setembro 2020

Campo Harmônico - Explicações Básicas

 


  Sem dúvida este é um dos assuntos mais importantes para quem quer realmente se tornar músico, pois o campo harmônico nos dá a completa visão das possibilidades harmônicas que temos assim como toda a visualização de escalas, tornando assim o estudo puramente matemático e claro. Primeiramente temos que entender para quê serve o campo harmônico, qual sua finalidade.

Campo harmônico é um conjunto de acordes formados a partir de uma determinada escala. Tome como exemplo a escala de dó maior: C, D, E, F, G, A, B.

Como formar um campo harmônico

  Para cada nota dessa escala, iremos montar um acorde. Vamos ter, portanto, sete acordes, que serão os acordes do campo harmônico de dó maior. Para cada nota da escala, o acorde respectivo será formado utilizando o primeiro, o terceiro e o quinto graus (contados a partir dessa nota, em cima dessa mesma escala). Vamos começar com a nota C. O primeiro grau é o próprio C. O terceiro grau, contando a partir de C, é E. O quinto grau, contando a partir de C, é G.

Acordes do campo harmônico de dó maior

   O primeiro acorde do campo harmônico de dó maior é formado então pelas notas C, E, G (repare que esse é o acorde de dó maior, pois E é a terça maior de Dó). Agora vamos montar o acorde da próxima nota da escala, que é D. O primeiro grau é o próprio D. O terceiro grau, contando a partir de D, nessa escala, é F. O quinto grau, contando a partir de D, é A. Portanto, o segundo acorde do nosso campo harmônico é formado pelas notas D, F e A (repare que esse é o acorde de Ré menor, pois a nota F é a terça menor de D).Você deve estar percebendo até aqui que estamos montando os acordes do campo harmônico pensando nas tríades e utilizando somente as notas que aparecem na escala em questão (escala de dó maior). Depois de montar a tríade, observamos se a terça de cada acorde ficou maior ou menor. Você pode também conferir a quinta de cada acorde, mas vai notar que ela sempre vai acabar sendo a quinta justa, exceto no último acorde, que vai ter a quinta bemol. É um bom exercício você tentar montar os acordes restantes desse campo harmônico. Confira depois com a tabela abaixo:


   O campo harmônico traduz na verdade algo que nós sabemos por instinto, por exemplo, quando você esta compondo uma musica, instintivamente você tenta achar uma seqüência melódica que te agrade, e nas tentativas, é claro que as vezes tocamos seqüências de acordes que parecem não combinar entre si, isso se deve ao fato de que existe uma seqüência de acordes que se combinam, existe portanto uma seqüência melódica, por exemplo, seria a diferença de tocar em seqüência um acorde maior/ menor/ menor/ menor/ menor/ maior temos uma progressão, que quando tocada soa estranho, isso porque existe uma regra para combinação de acordes, isso não pode ser feito aleatoriamente, você terá um efeito horrível se você tocar uma seqüência :

Cm Dm Em Fm Gm Am Bm

   Isso não pode ser feito, então o campo harmônico serve para nos mostrar a sequência de acordes que irá soar perfeitamente e aonde estariam as escalas para aplicação. Vendo o campo, perceba que ele é composto por 7 graus, a escala musical é composta por sete notas, portanto uma seqüência melódica de acordes está relacionado com a escala musical que é a base de tudo. Na segunda aula analisaremos como é o vínculo entre as escalas e os acordes. Veja no campo harmônico a seqüência de acordes com suas respectivas sétimas:

C7M Dm7 Em7 F7M G7 Am7 Bm7(b5)

   Pois bem aqui temos o campo harmônico natural, ele servirá de base para criarmos os outros. Agora feito o primeiro campo temos uma definição sobre os graus.

I7M IIm7 IIIm7 IV7M V7 VIm7 VIIm7(b5)

   Antes de seguir adiante vou explicar porque o sétimo grau é chamado de meio diminuto. A explicação básica do campo harmônico natural é que você tem uma seqüência de acordes que casam com as escalas, e que nenhum dos acordes e escalas nesse posicionamento tem sustenidos ou bemóis, pois bem faça um acorde de B, tanto faz ser maior ou menor, veja que notas fazem parte do acorde.... você irá achar o F#! Ele é a quinta justa de B!  Quinta justa seria o seguinte, quando você monta, por exemplo, o modelo maior ou menor da corda E ou A, existe um modelo para o acorde certo? Note que onde está o dedo 3 no acorde corresponde a quinta do acorde, a quinta justa então seria sempre onde está seu dedo 3, é chamado quinta justa porque a quinta de B é na verdade, vamos contar juntos B/C/D/E/F 1/2/3/4/5, é a nota F, mas montando um acorde, a quinta é F#, baseado que no campo harmônico natural não pode haver sustenidos, temos que tirar esse sustenido do acorde! Temos dois modelos para esse grau o meio diminuto e o quinta aumentada, ora a quinta justa de B é F# ,a quinta aumentada é G! Tiramos o sustenido que não pode ter!

Agora como faremos para entender e criar os outros campos?

   Agora você sabe quais acordes se casam, mas veja bem, existe sempre as exceções, muitas musicas são criadas com 2 campos diferentes, ou até 3, mas agora tudo têm uma explicação lógica e matemática, 2 casos comuns é em uma determinada música, ela se progredir para um outro campo harmônico. Então o campo harmônico além de facilitar o seu trabalho de composição, já te mostra onde estão as escalas para solar, já lhe dá opções de acordes e facilita e muito para tirar músicas de ouvido, ache dois, três acordes e tente identificar em que campo está, você poderá tirar o resto vendo quais os acordes que fazem parte do campo, e para solos ficará muito mais fácil tirá-lo, sabendo onde estão as escalas.  Se uma música contém os acordes do campo harmônico maior de dó, significa que a música está em dó maior. Com isso, sabemos que a escala a ser utilizada para fazer um solo, improvisar, criar riffs, etc. em cima da música é a escala de dó maior. Portanto, conhecer os campos harmônicos tem uma grande utilidade: esse conhecimento permite que saibamos as notas que podemos usar para fazer arranjos em cima de uma determinada música. Conhecendo bem os desenhos das escalas, nada impede que possamos criar solos e arranjos automaticamente (habilidade conhecida como improviso).

04 junho 2019

Os acordes relativos no estudo do violão e guitarra


 Popularmente diremos que são acordes que possuem o som parecido com o de outro acorde.
Existem alguns acordes que são bem difíceis de serem feitos, alguns usam pestana outros exigem uma abertura de dedo muito grande, ou seja, tudo que os iniciantes fogem! Este acordes podem ser substituídos pelos seus relativos.
Como os acordes maiores são formados pela PRIMEIRA, TERÇA e a QUINTA (notas da escala maior), os que possuam a terça e a quinta iguais sãs chamados de relativos. Note que a primeira nota nunca será igual, pois seria o mesmo acorde.
Abaixo temos os acordes maiores e seus acordes relativos menores:

A  F#m
B  G#m
C  Am
D  Bm
E  C#m
F  Dm
G  Em

 Em termos práticos podemos variar uma progressão de acordes, trocando alguns dos acordes maiores por seus relativos menores.
Não só os acordes, as escalas maiores também tem suas relativas menores, como exemplo: A escala de Lá Menor é relativa da escala de Dó Maior.





30 novembro 2018

Alterando tons: o capotraste


  O Capotraste é um dispositivo para mudar a tonalidade que você prende no braço de sua guitarra ou seu violão, próximo ao traste, da mesma forma com que você pressiona uma nota. Isso tem o efeito de deslocar a pestana (ou "traste zero") mais para cima no braço da guitarra ou violão. Alguns guitarristas pensam que usar um capotraste é roubar no jogo, mas não se pode ignorar que músicas muito boas foram gravadas com essa "pequena grande" ferramenta. Capotrastes são utilizados com mais frequência por guitarristas solistas para mudar sequências de acordes abertos para um tom mais alto, tanto para o benefício de um vocalista, como para simplesmente fazer a guitarra ou violão soar com mais clareza e com menos peso quando se toca alternando acompanhamentos de base. 


  Muitos músicos de bluegrass, country e música popular tocam sempre com um capotraste, cantores e compositores como Bob Dylan e James Taylor também o usaram em muitas músicas famosas. Capotrastes estão disponíveis para violões e guitarras acústicas e elétricas, por isso vale a pena pedir um conselho na sua loja de instrumentos local, para ter certeza de qual é o tipo certo para o seu instrumento antes de comprá-lo.

23 abril 2018

Curso de Violão e Guitarra - O Violão de 12 Cordas


  É um instrumento acústico com 12 cordas em 6 pares, o que produz tom e toque mais rico do que um violão de seis cordas padrão.Essencialmente, é um tipo de violão com um natural efeito de coro devido às sutis diferenças nas freqüencias produzidas por cada uma das duas cordas de cada par.
  Um violão de 12 cordas é um violão comum como todos os outros. Porém ele tem uma construção mais detalhada, mais difícil e pesada. É feito para suportar 12 cordas ao invés de 6, então tudo é mais reforçado: cavalete, corpo, braço e Headstock. Ele possui 12 cordas, como o nome já diz. As cordas são agrupadas de duas em duas, formando assim 6 pares. Essas cordas são semelhantes ao violão de 6 cordas, ou seja, as cordas que ficam agrupadas são iguais. Sendo assim ele terá as mesmas cordas de um violão comum, mas terá essas cordas em um número dobrado.  As cordas que ficam agrupadas possuem a mesma afinação, ficando assim: E E B B G G D D A A E E . Então para afinar um violão de 12 cordas basta ter um afinador comum para violão ou afinar normalmente de ouvido. Agora veremos a técnica e a execução no violão de 12 cordas.
  Sempre ou quase sempre há aquela dúvida: Dá pra fazer bend em violão de 12 cordas? Tem como fazer solos em violão de 12 cordas? Como é palhetar em um violão de 12 cordas? Como são executados os acordes? Dúvidas e mais dúvidas se repetem, afinal nada sabemos de um Instrumento que não conhecemos não é mesmo? Vamos então para a explicação: Para você executar acordes comuns no violão de 12 cordas é exigido uma alta praticidade em fazer pestanas. Isso mesmo, pestanas em acordes comuns! Como as cordas são agrupadas de duas em duas, para fazer um acorde que você apertava uma corda no violão comum, você irá apertar duas cordas no violão de 12 Cordas. E se já é difícil fazer um acorde comum, imagine um acorde com pestana? É dificuldade dobrada comparada ao violão comum. A pressão que você tem que fazer é maior, já que o braço do violão tem 12 cordas para pressionar. Mas embora a pressão seja maior, o truque certo é o mesmo, depois de um tempo treinando, a força não será tão necessária já que o que irá contar mesmo é a prática. Quanto aos bends a resposta é: quase Impossível! As cordas são próximas demais, então para você fazer um bend é necessário muita força, além de muita prática. Solos são possíveis, mas solos rápidos podem não ser executados nunca. O melhor mesmo é usar o violão de 12 Cordas como violão base. Outras técnicas são possíveis, mas somente depois de muita prática no instrumento.

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Design
  As cordas são colocadas aos pares, que geralmente são tocadas juntas. Nos 4 pares mais graves as cordas são normalmente afinadas em oitava, enquanto os 2 pares agudos estão afinados em uníssono. A afinação da segunda corda no terceiro par (G) varia: alguns músicos usam o par oitavado o que é mais comum, outros usam o par em uníssono. Alguns violonistas,  sejam em busca de tom distintivo ou para a facilidade de tocar, removem algumas das cordas duplas. Por exemplo, ao remover a oitava superior dos três pares de baixo executa-se linhas de baixo, mais limpas, mas mantém as cordas extras agudas. As cordas geralmente são organizadas de tal forma, que a primeira corda de cada par a ser atingido em um movimento para baixo é a seqüência de oitava mais aguda, no entanto, esta ordem foi revertida pela Rickenbacker em sua guitarra elétrica modelo 360/12 popularizada por George Harrison na época dos Beatles. A tensão colocada sobre o instrumento pelas cordas é alta, e por isso, violão de 12 cordas tem uma reputação de deformação após alguns anos de uso, principalmente em alguns modelos que não possuem os tradicionais suportes estruturais para prevenir ou adiar esse destino, em detrimento da aparência e tom. Até a invenção do tensor de 1921, violões de doze cordas foram quase universalmente ajustados, inferior ao E A D G B E tradicional, para reduzir as tensões sobre o instrumento. O violonista de blues Leadbelly usava freqüentemente a afinação em C, mas em algumas gravações podem ser reconhecível B ou A. Alguns artistas preferem a riqueza de uma afinação aberta, devido ao seu quase som orquestral. A mais usada é a afinação aberta em D, do grave para o agudo D A D F# A D ou também em G. Uma gama habitual de afinações de guitarra também estão disponíveis.
   O violão de doze cordas é mais usado para acompanhamento do canto seja no rock ou música popular. Isso acontece porque tocar individualmente os pares do violão de doze cordas requer muito mais habilidade e força do que em um violão. Alguns músicos de hard rock e rock progressivo usam violões ou guitarras com dois braços, que têm ambos seis cordas e de doze cordas, permitindo a transição rápida entre diferentes sons. O maior número de cordas torna a vida do violonista árdua. A diferença entre os pares de corda é geralmente mais estreita do que entre os cursos de cordas de violão comum de seis cordas convencional, de modo que é necessária mais precisão com a palheta ou dedo quando se arpeja. Geralmente não é um instrumento dado a frases de alta velocidade. O grande barato do violão de doze cordas é o uso constante de notas pedais que transformam o som do instrumento em algo muito grande. Os violões de doze cordas são feitos em ambas as formas: acústicos e elétricos. No entanto, o acústico é mais comum.

Efeito Chorus
  As fileiras duplas de cordas do violão de doze cordas produzem um efeito de coro, porque a seqüência de sons individuais com aproximadamente o mesmo timbre e quase (mas nunca exatamente) o mesmo tom convergem e são percebidos como um só. Quando o efeito é produzido com sucesso, nenhum dos sons constituintes é percebida como sendo fora de sintonia. A interferência entre as freqüências ligeiramente diferente  produz um fenômeno que resulta em uma sonoridade de ascensão e queda de intensidade, muitas vezes considerado agradável ao ouvido. O efeito é mais aparente quando se ouve as notas que sustentam por longos períodos de tempo e é bastante conhecido pelo nome de chorus.
 


13 março 2017

Localização das notas no braço do violão e da guitarra

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  A agilidade em achar as notas no braço do violão e da guitarra é muito importante para montarmos escalas e acordes. Para isso, é extremamente necessário conhecer onde estão as notas no seu instrumento. De nada adiantaria saber a teoria, se na prática você não for capaz de localizá-las.

O primeiro passo, para isso é conhecer o nome das cordas soltas.
As cordas soltas na guitarra são contadas de baixo para cima, sendo assim a primeira a mais aguda e a 6ª a mais grave. 

1ª corda solta – Mi ( E )
2ª corda solta – Si ( B )
3ª corda solta – Sol ( G )
4ª corda solta – Ré ( D )
5ª corda solta – Lá ( A )
6ª corda solta – Mi ( E )

  A partir das cordas soltas, cada vez que pressionamos uma nova casa, subimos 1 semitom, ou seja, ½ tom. Vejamos o que acontece no braço da guitarra até a quinta casa.
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  Para acharmos as notas da sexta casa em diante, continuaremos a seguir meio a meio, até a nota desejada.


22 setembro 2015

Como são formados os acordes (Parte 01)


  A música tocada no violão e na guitarra é amplamente baseada em acordes e progressões de acordes. Enquanto existem muitos acordes diferentes, alguns com nomes extremamente exóticos, a definição exata de acorde é simples: são três ou mais notas diferentes tocadas juntas. Mas, você às vezes irá encontrar “acordes” reduzidos, em que uma das três notas é omitida, essas combinações de duas notas podem manter a maior parte das características do acorde.
  Os acordes são derivados das escalas utilizando o princípio de “amontoar as terças”. Isso significa que o acorde é feito escolhendo a escala maior e selecionando quaisquer três notas alternadas daquela escala. Os acordes derivados de qualquer escala são chamados de campo harmônico: os acordes resultantes, que podem ser maiores (felizes) ou menores (melancólicos), irão parecer “certos” quando tocados juntos em progressão. 



28 maio 2014

As notas da música ocidental


  Notas são os elementos estruturais da música. Sem elas não haveria melodia, harmonia ou ritmo e é a forma pela qual as notas são unidas, que gera a diversidade musical. Apesar de sua gama fenomenal, abrangendo o clássico, jazz, rock e pop, toda a música ocidental é composta de apenas 12 notas diferentes derivadas de um sistema acordado no começo do século XVIII, chamado de afinação de temperamento igual (sistema temperado). Essa é a afinação “média” usada por todos os instrumentos, incluindo o violão e a guitarra. Juntas essas 12 notas constituem o que é conhecido como escala “cromática”, em homenagem a palavra grega “chroma”, que significa cor. Todas as escalas e acordes tocados são essencialmente derivados da escala cromática, dando a ela um lugar central na teoria musical.


A ESCALA CROMÁTICA

  As 12 notas da escala cromática são representadas por letras  (A - B – C – D - E – F - G) ou letras seguidas por um “acidente musical”, um sustenido (#) ou um bemol (b), que eleva ou diminui o tom da nota executada. Todas as notas da escala cromática são mostradas abaixo. O espaço entre quaisquer duas notas é chamado de intervalo e as notas sucessivas na escala cromática são separadas por intervalos iguais, chamados semitons. Então, a distância de A para A# (ou Bb) é um semitom, da mesma forma que a distância de B para C. Após  G# (Ab), aparece de novo o A (Lá). A distância entre um A e o próximo A é conhecida como oitava. 



26 março 2014

Os Acordes

  A música na guitarra e no violão é amplamente baseada em acordes e progressões de acordes. Enquanto existem muitos acordes diferentes, alguns com nomes extremamente exóticos, a definição exata de acorde é simples: são três ou mais notas diferentes tocadas juntas. Mas, você ás vezes, irá encontrar “acordes” reduzidos em que uma das três notas é omitida, essas combinações de duas notas podem manter a maior parte das características do acorde. Os acordes são derivados das escalas utilizando o principio de “amontoar as terças”, isso significa que o acorde é feito escolhendo a escala maior e selecionando quaisquer três notas alternadas daquela escala. Os acordes derivados de qualquer escala são chamados de campo harmônico; os acordes resultantes, que podem ser maiores (felizes) ou menores (melancólicos), irão parecer “certos” quando tocados juntos em progressão.

Acordes básicos em tons maiores 


Acordes básicos em tons menores


 

05 novembro 2013

O instrumento certo


  Compre o instrumento certo para o estilo de música que pretende tocar. Os tipos de guitarras e violões usados com mais frequência em cada gênero musical são:
  • Rock, pop, metal: guitarra elétrica.
  • Rock acústico: violão de cordas de aço.
  • Blues: guitarras semi-acústica e elétrica.
  • Country: guitarra, violão de cordas de aço.
  • Folk: violão com cordas de nylon ou aço.
  • Jazz: violão de cordas de aço e guitarra semi-acústica.
  • MPB e Bossa Nova: violão com cordas de nylon.

29 outubro 2013

Violões

   Os violões de hoje descendem dos pequenos instrumentos com cordas de tripas, construídos na Europa no século XIX.  Neste meio tempo, houve alguns saltos evolutivos. Em 1918, a empresa de guitarras Martin, nos EUA, desenvolveu um novo modelo, chamado Dreadnought, que foi pioneiro no formato de grande porte com ombros mais quadrados que continua até hoje. Enquanto isso, alguns fabricantes simplesmente aumentaram o formato ampulheta dos modelos antigos para aumentar assim o volume.


  O Super Jumbo 200 da Gibson, como o usado por Elvis Presley, é um exemplo clássico. Os violões Archtop (fundo abaulado) conseguiram melhor sonoridade com seus topos convexos e sua construção revisada, enquanto os violões ressoadores usaram partes metálicas para obter o mesmo efeito. Hoje, muitos violões apresentam captadores acoplados, o que significa que eles podem ser mais facilmente ouvidos por um número maior de pessoas. 

22 julho 2013

Acústico versus elétrico


   A guitarra elétrica é bem diferente de um violão ou guitarra acústica. Com uma variedade mais ampla de sons possíveis, ela é muito mais versátil. Contudo passar de um instrumento a outro não será muito difícil. Os maiores problemas são físicos. Por exemplo, a guitarra elétrica pode ser muito pesada e desconfortável para os ombros e pescoço.
   Embora os dois tipos de instrumento tenham tamanhos aproximados, a largura da escala da guitarra é bem mais estreita: as cordas ficam mais próximas. Se você está habituado a apertar as cordas de um violão, será necessário unir mais os dedos na guitarra. A menos que tenha as mãos muito grandes, todavia, logo se acostumará com a adaptação. 

20 fevereiro 2013

A técnica do fingerpicking


   Quem deseja se aprofundar no estudo do violão folk americano deve se dedicar a uma análise mais detalhada do fingerpicking. Este estilo nasceu e se desenvolveu com o blues. Entre as décadas de 20 e 30 o fingerpicking foi adotado por músicos brancos e se tornou, uma das técnicas fundamentais do violão country americano.
   Fingerpicking, literalmente significa “beliscar com os dedos”, entendendo-se, com esta expressão, a técnica de dedilhar cada corda com determinados dedos da mão direita; ele se contrapõe ao strumming, em que as cordas são tocadas todas juntas, com movimentos do alto para baixo (ou vice-versa) de toda a mão, e com eventual auxílio de uma palheta comum. Com o fingerpicking, o violão pode desempenhar ao mesmo tempo a parte de instrumento solista e a de acompanhamento. As notas graves, tocadas com o polegar, constituem, de fato, uma sólida base rítmica sobre a qual é possível desenvolver a melodia, que se desenrola sobre as cordas dedilhadas. 



05 fevereiro 2013

Manutenção de cordas e escala do instrumento


   Enxugar as cordas e a escala do violão é a primeira condição para conservá-las em perfeito estado. Mas, antes disso, lembre-se de tocar com as mãos limpas para que não fiquem no violão, resíduos de sujeira ou mesmo de gordura, e sim apenas a umidade natural das mãos. Quando tiver terminado de tocar, esfregue vigorosamente um pano seco sobre as cordas, desde o cavalete até a pestana (capotraste). Enxugue também a parte de trás do braço do violão. E todo o instrumento deve ser limpo com um pano seco. Principalmente para os principiantes há posições (as mais fáceis) que são utilizadas com mais frequência do que outras, e se descuidarem da limpeza, vão notar que na escala, nas cordas e na parte de trás do braço do instrumento irão se acumular resíduos. Quem primeiro se ressente disso são as cordas, que se oxidam e envelhecem antes do tempo. Manter as cordas limpas significar ter de trocá-las com menos frequência. 


06 novembro 2012

Intervalos e formação de acordes


  Como já mencionado em lições anteriores, intervalo é a distância que separa duas notas musicais. Os intervalos recebem denominações diversas, como abaixo especificado na seguinte ordem:

Nome do intervalo
Distâncias
Exemplo

Segunda menor
1/2 tom (1 traste)
C para Db

Segunda maior
1 tom (2 trastes)
C para D

Terça menor
1 1/2 tons (3 trastes)
C para Eb

Terça maior
2 tons (4 trastes)
C para E

Quarta perfeita (ou justa)
2 1/2 tons (5 trastes)
C para F

Quarta aumentada ou Quinta diminuta
3 tons (6 trastes)
C para F#

Quinta perfeita (ou justa)
3 1/2 tons (7 trastes)
C para G

Quinta aumentada ou Sexta menor
4 tons (8 trastes)
C para G#

Sexta maior ou Sétima diminuta
4 1/2 tons (9 trastes)
C para A

Sétima menor
5 tons (10 trastes)
C para Bb

Sétima maior
5 1/2 tons (11 trastes)
C para B

Oitava
6 tons (12 trastes)
C para C


Usamos também as seguintes abreviaturas:

M = maior
m = menor
J = justa (perfeita)
+ ou Aum = aumentada
o = diminuta


  Agora é mais fácil entender. Com 5 regrinhas básicas é possível formar os principais acordes, ou seja, aqueles com os quais você deve ser capaz de harmonizar a grande maioria das melodias. Os acordes principais são formados por tríades, ou seja, três notas encontradas na escala a que o mesmo pertence e, a posição relativa destas notas é sempre a mesma, qualquer que seja a escala em questão. Vamos as regras explicadas na seguinte ordem:

Acorde
Notas que Compõem
Exemplo
Acorde

Maior
I + IIIM + VJ
C + E + G
C

Menor
I + IIIm + VJ
C + Eb + G
Cm

Aumentado
I + IIIM + VAum
C + E + G#
CAum (C5+)

Diminuto
I + IIIm + VO
C + Eb + Gb
CO

Sétimo
I + IIIM + VJ + VIIm
C + E + G + Bb
C7


  Agora basta aplicar esta sequência de regras à qualquer uma das escalas e montar os acordes correspondentes.

02 outubro 2012

Os violões fabricados no Brasil


  O Brasil já possui longa tradição na fabricação de violões (guitarra acústica). Os interessados em adquirir um bom violão não necessitam recorrer a marcas estrangeiras. Pelo contrário, dada a qualidade dos violões nacionais, o Brasil vem exportando atualmente cerca de 1/4 de sua produção para os mais exigentes mercados europeus. 
  Entre nós, a fabricação do violão se dá, sobretudo em moldes artesanais. Noventa por cento de um violão é feito manualmente. Apenas a serragem da madeira é executada por máquinas especializadas. E aqui são produzidos os mais variados modelos, que atendem a todos os gostos e bolsos. Desde os mais simples violões, destinado aos estudantes, até os mais sofisticados, procurados pelos violonistas profissionais e concertistas, construídos com materiais de excelente qualidade e submetidos a rigorosos testes especiais.

24 agosto 2012

Violão e Guitarra - As técnicas mais utilizadas

•Slide
O slide consiste, basicamente, em tocar uma nota e "escorregar" o dedo para outra(s) casa(s)/nota(s).

Exemplo

E|--------------------
B|--------------------
G|------------7------
D|-----5-7/9---9----
A|-3/5---------------
E|--------------------



•Bend
Consiste em tocar uma nota e move-la (a corda,para cima ou para baixo)junto ao braço fazendo com que a nota suba para uma região mais alta(agúda), transformando-a em outra nota. O bend pode ser de 1/4 de tom, 1/2 tom, 1 tom, 1 tom e 1/2, 2 tons, 2 tons e 1/2 ou 3 tons.
Nas cordas agudas puxa-se a corda pra cima, nas graves para baixo.

Exemplo

E|--------------------
B|--------------------
G|-----5b----5b-------
D|--5b----5b----7-----
A|--------------------
E|--------------------

Neste caso o "b" representa um bend de 1/2 tom, a nota do(C) da casa 5 ao sofrer o bend soou como um do(C#) sustenido.



•Pre-Bend
Consiste em puxar uma nota para alcançar o som que se queira e após isso executar a nota, a diferença do pre-bend pro bend e que no bend primeiro você toca a nota do traste que esta marcando e depois ergue a corda e no pre-bend você primeiro ergue a corda e depois toca, omitindo a nota de origem. Tambem vai de 1/4 de tom a 3 tons.

Exemplo

E|--------------------
B|--------------------
G|-----b5----b5-------
D|--b5----b5----7-----
A|--------------------
E|--------------------

Neste caso, um pre-bend de 1/2 tom, a nota de origem, o do(C), nao soa, apenas o do(C#) sustenido.



•Release
Consiste em "baixar" a corda apos um bend ou de um pre-bend.

Exemplo

E|--------------------
B|--------------------
G|--------5br5--------
D|--5br5--------7-----
A|--------------------
E|--------------------



•Ligado
O ligado nada mais e do que tocar uma e "martelar" uma casa mais agúda, ou "desmarcar" a nota que foi tocada para uma outra casa mais grave soar. Esse recurso e muito utilizado para licks velozes, pois dispensa o uso de palheta.

O ligado ascendente quando você "martela" uma casa mais agúda também e chamado de hammer on.
O liga descendente quando você "desmarca" a nota atual para soar uma mais grave também e chamado de pull off.

Exemplo

E|--------------------
B|--------------------
G|--------5h7p5-------
D|--5h7p5-------7-----
A|--------------------
E|--------------------



•Vibrato
Consiste em fazer leves bends para baixo e para cima em sequencia.

Exemplo

E|--------------------
B|--------------------
G|--------5~~~~-------
D|--5~~~~-------7-----
A|--------------------
E|--------------------


•Tapping
É usar um dos lados da palheta(o que lhe for mais confortável, ou o próprio dedo) para "martelar" uma casa(nota). Esse recurso é usado para alcançar rapidamente regiões mais agudas do braço do instrumento.

Exemplo

E|--------------------
B|--------------------
G|--------5-t17-------
D|--5-t17------7------
A|--------------------
E|--------------------