27 outubro 2020

Tudo que você precisa saber para aprender a tocar violão e guitarra - Kit de Estudos

 



KIT DE ESTUDOS PARA VIOLÃO E GUITARRA
Nível Básico e Intermediário


EXPLICAÇÕES SOBRE O CURSO E O MATERIAL DE ESTUDOS

   Tudo que você precisa saber para aprender a tocar violão e guitarra de modo rápido e sem complicações, está reunido neste kit de estudos, especialmente preparado por nossos professores. O kit foi elaborado visando oferecer todas as informações necessárias, passo a passo, para quem está iniciando, ou mesmo para quem já toca um pouco e quer aprimorar os seus conhecimentos. O aluno poderá estudar nas horas vagas, e contar com o suporte do Professor Online para esclarecer todas as suas dúvidas.




CONTEÚDO DO KIT DE ESTUDOS:

CURSO COMPLETO DE VIOLÃO E GUITARRA

CURSO INTERMEDIÁRIO DE VIOLÃO E GUITARRA

MANUAL DOS ACORDES ESSENCIAIS PARA VIOLÃO E GUITARRA

MANUAL DO ESTUDANTE - IMPRESSO E ENCADERNADO

O kit de estudos conta ainda no CD didático com o seguinte material de estudos:

57 AULAS GRAVADAS COM EXPLICAÇÕES PASSO A PASSO DAS LIÇÕES DO CURSO

VÍDEOS COM EXERCÍCIOS DE TÉCNICAS PARA GANHAR AGILIDADE NO INSTRUMENTO

CURSO DE TEORIA MUSICAL

CURSO BÁSICO DE HARMONIZAÇÃO

ESCALAS E MODOS GREGOS

DICIONÁRIO DE ACORDES PARA VIOLÃO E GUITARRA

PÁGINAS PARA EXERCÍCIOS E ANOTAÇÕES MUSICAIS (Vários modelos com tablaturas, partituras e acordes em branco para o aluno imprimir e utilizar em exercicios e anotações)

2000 TABLATURAS PARA EXERCICIOS

EXERCÍCIOS, LICKS E RIFFS SELECIONADOS (Pratique com exercícios de blues, country, funk, jazz, rock, swing, exercícios de cromatismo, tapping licks, escalas, etc...)

EXERCìCIOS EM FORMATO GUITAR PRO (Milhares de tablaturas com exercicios musicais variados)

COMO TIRAR MÚSICAS DE OUVIDO

LIVRO DE REPERTÓRIO

CIFRAS COM RITMOS EXPLICADOS PARA VIOLÃO E GUITARRA

AFINADORES (2 Afinadores virtuais para você afinar o seu instrumento rapidamente, utilizando o seu PC)

METRÔNOMO VIRTUAL

DICIONÁRIO DE ACORDES

EDITOR DE TABLATURAS

EXERCÍCIOS MUSICAIS CIFRADOS

SENHA DO SUPORTE PROFESSOR ONLINE

SENHA DA ÁREA VIP ARTMAIA

AVALIAÇÕES E TESTES TEÓRICOS

CARTEIRA DE ESTUDANTE


   Se você não sabe tocar violão ou guitarra, ou sabe muito pouco e quer aprender de verdade, venha estudar conosco. O GRUPO ARTMAIA MUSIC, tem 15 anos de existência, com mais de 25 mil alunos cadastrados! Entre hoje mesmo para o maravilhoso mundo da música.

LEIA COM ATENÇÃO

Este kit de estudos é enviado via correios com frete grátis para todo o Brasil




28 setembro 2020

Curso Prático de Violão e Guitarra para Iniciantes - Versão 2020

 



   Se você não sabe tocar, ou sabe muito pouco e quer aprender de verdade, este curso é para você. O curso abrange o nível básico completo do estudo do violão e guitarra e começa á partir do zero, e você não precisa ter nenhum conhecimento musical para começar a estudar e aprender com as lições que são explicadas passo a passo e que permitem um aprendizado, rápido e sem complicações. O curso é composto de 7 E-books contendo explicações e informações importantes, ritmos, exercícios de técnicas, dicas, curiosidades, músicas e questionários, para que você possa acompanhar a sua evolução e desenvolver todo o seu potencial. Os assuntos são explicados através de textos descomplicados e objetivos, onde são utilizados exemplos com fotos, imagens, desenhos e gráficos, o que torna o estudo interessante e agradável. Este curso é extremamente prático, e o aluno começa a praticar no instrumento á partir da primeira aula, mesmo que nunca tenha estudado nada sobre violão ou guitarra em sua vida.



09 setembro 2020

Dicas e Aulas para Violão e Guitarra - Campo Harmônico - Explicações Básicas

 


  Sem dúvida este é um dos assuntos mais importantes para quem quer realmente se tornar músico, pois o campo harmônico nos dá a completa visão das possibilidades harmônicas que temos assim como toda a visualização de escalas, tornando assim o estudo puramente matemático e claro. Primeiramente temos que entender para quê serve o campo harmônico, qual sua finalidade.

Campo harmônico é um conjunto de acordes formados a partir de uma determinada escala. Tome como exemplo a escala de dó maior: C, D, E, F, G, A, B.

Como formar um campo harmônico

  Para cada nota dessa escala, iremos montar um acorde. Vamos ter, portanto, sete acordes, que serão os acordes do campo harmônico de dó maior. Para cada nota da escala, o acorde respectivo será formado utilizando o primeiro, o terceiro e o quinto graus (contados a partir dessa nota, em cima dessa mesma escala). Vamos começar com a nota C. O primeiro grau é o próprio C. O terceiro grau, contando a partir de C, é E. O quinto grau, contando a partir de C, é G.

Acordes do campo harmônico de dó maior

   O primeiro acorde do campo harmônico de dó maior é formado então pelas notas C, E, G (repare que esse é o acorde de dó maior, pois E é a terça maior de Dó). Agora vamos montar o acorde da próxima nota da escala, que é D. O primeiro grau é o próprio D. O terceiro grau, contando a partir de D, nessa escala, é F. O quinto grau, contando a partir de D, é A. Portanto, o segundo acorde do nosso campo harmônico é formado pelas notas D, F e A (repare que esse é o acorde de Ré menor, pois a nota F é a terça menor de D).Você deve estar percebendo até aqui que estamos montando os acordes do campo harmônico pensando nas tríades e utilizando somente as notas que aparecem na escala em questão (escala de dó maior). Depois de montar a tríade, observamos se a terça de cada acorde ficou maior ou menor. Você pode também conferir a quinta de cada acorde, mas vai notar que ela sempre vai acabar sendo a quinta justa, exceto no último acorde, que vai ter a quinta bemol. É um bom exercício você tentar montar os acordes restantes desse campo harmônico. Confira depois com a tabela abaixo:


   O campo harmônico traduz na verdade algo que nós sabemos por instinto, por exemplo, quando você esta compondo uma musica, instintivamente você tenta achar uma seqüência melódica que te agrade, e nas tentativas, é claro que as vezes tocamos seqüências de acordes que parecem não combinar entre si, isso se deve ao fato de que existe uma seqüência de acordes que se combinam, existe portanto uma seqüência melódica, por exemplo, seria a diferença de tocar em seqüência um acorde maior/ menor/ menor/ menor/ menor/ maior temos uma progressão, que quando tocada soa estranho, isso porque existe uma regra para combinação de acordes, isso não pode ser feito aleatoriamente, você terá um efeito horrível se você tocar uma seqüência :

Cm Dm Em Fm Gm Am Bm

   Isso não pode ser feito, então o campo harmônico serve para nos mostrar a sequência de acordes que irá soar perfeitamente e aonde estariam as escalas para aplicação. Vendo o campo, perceba que ele é composto por 7 graus, a escala musical é composta por sete notas, portanto uma seqüência melódica de acordes está relacionado com a escala musical que é a base de tudo. Na segunda aula analisaremos como é o vínculo entre as escalas e os acordes. Veja no campo harmônico a seqüência de acordes com suas respectivas sétimas:

C7M Dm7 Em7 F7M G7 Am7 Bm7(b5)

   Pois bem aqui temos o campo harmônico natural, ele servirá de base para criarmos os outros. Agora feito o primeiro campo temos uma definição sobre os graus.

I7M IIm7 IIIm7 IV7M V7 VIm7 VIIm7(b5)

   Antes de seguir adiante vou explicar porque o sétimo grau é chamado de meio diminuto. A explicação básica do campo harmônico natural é que você tem uma seqüência de acordes que casam com as escalas, e que nenhum dos acordes e escalas nesse posicionamento tem sustenidos ou bemóis, pois bem faça um acorde de B, tanto faz ser maior ou menor, veja que notas fazem parte do acorde.... você irá achar o F#! Ele é a quinta justa de B!  Quinta justa seria o seguinte, quando você monta, por exemplo, o modelo maior ou menor da corda E ou A, existe um modelo para o acorde certo? Note que onde está o dedo 3 no acorde corresponde a quinta do acorde, a quinta justa então seria sempre onde está seu dedo 3, é chamado quinta justa porque a quinta de B é na verdade, vamos contar juntos B/C/D/E/F 1/2/3/4/5, é a nota F, mas montando um acorde, a quinta é F#, baseado que no campo harmônico natural não pode haver sustenidos, temos que tirar esse sustenido do acorde! Temos dois modelos para esse grau o meio diminuto e o quinta aumentada, ora a quinta justa de B é F# ,a quinta aumentada é G! Tiramos o sustenido que não pode ter!

Agora como faremos para entender e criar os outros campos?

   Agora você sabe quais acordes se casam, mas veja bem, existe sempre as exceções, muitas musicas são criadas com 2 campos diferentes, ou até 3, mas agora tudo têm uma explicação lógica e matemática, 2 casos comuns é em uma determinada música, ela se progredir para um outro campo harmônico. Então o campo harmônico além de facilitar o seu trabalho de composição, já te mostra onde estão as escalas para solar, já lhe dá opções de acordes e facilita e muito para tirar músicas de ouvido, ache dois, três acordes e tente identificar em que campo está, você poderá tirar o resto vendo quais os acordes que fazem parte do campo, e para solos ficará muito mais fácil tirá-lo, sabendo onde estão as escalas.  Se uma música contém os acordes do campo harmônico maior de dó, significa que a música está em dó maior. Com isso, sabemos que a escala a ser utilizada para fazer um solo, improvisar, criar riffs, etc. em cima da música é a escala de dó maior. Portanto, conhecer os campos harmônicos tem uma grande utilidade: esse conhecimento permite que saibamos as notas que podemos usar para fazer arranjos em cima de uma determinada música. Conhecendo bem os desenhos das escalas, nada impede que possamos criar solos e arranjos automaticamente (habilidade conhecida como improviso).


https://artmaiashop.com/


23 julho 2020

Curso de Violão e Guitarra - Kit de Estudos



KIT DE ESTUDOS PARA VIOLÃO E GUITARRA
Nível Básico e Intermediário


ATENÇÃO:

Curso enviado via correios com frete grátis para todo o Brasil


EXPLICAÇÕES SOBRE O CURSO E O MATERIAL DE ESTUDOS

   Tudo que você precisa saber para aprender a tocar violão e guitarra de modo rápido e sem complicações, está reunido neste kit de estudos, especialmente preparado por nossos professores. O kit foi elaborado visando oferecer todas as informações necessárias, passo a passo, para quem está iniciando, ou mesmo para quem já toca um pouco e quer aprimorar os seus conhecimentos. O aluno poderá estudar nas horas vagas, e contar com o suporte do Professor Online para esclarecer todas as suas dúvidas.

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CURSO COMPLETO DE VIOLÃO E GUITARRA

CURSO INTERMEDIÁRIO DE VIOLÃO E GUITARRA

MANUAL DOS ACORDES ESSENCIAIS PARA VIOLÃO E GUITARRA

MANUAL DO ESTUDANTE - IMPRESSO E ENCADERNADO

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57 AULAS GRAVADAS COM EXPLICAÇÕES PASSO A PASSO DAS LIÇÕES DO CURSO

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PÁGINAS PARA EXERCÍCIOS E ANOTAÇÕES MUSICAIS (Vários modelos com tablaturas, partituras e acordes em branco para o aluno imprimir e utilizar em exercicios e anotações)

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EXERCÍCIOS, LICKS E RIFFS SELECIONADOS (Pratique com exercícios de blues, country, funk, jazz, rock, swing, exercícios de cromatismo, tapping licks, escalas, etc...)

EXERCìCIOS EM FORMATO GUITAR PRO (Milhares de tablaturas com exercicios musicais variados)

COMO TIRAR MÚSICAS DE OUVIDO

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AVALIAÇÕES E TESTES TEÓRICOS

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   O aluno também poderá acessar vídeo aulas com dicas e explicações teóricas e práticas disponibilizadas na área Vip do nosso site com senha exclusiva e permanente, mesmo após a conclusão do curso.

   Se você não sabe tocar violão ou guitarra, ou sabe muito pouco e quer aprender de verdade, venha estudar conosco. O GRUPO ARTMAIA MUSIC, tem 15 anos de existência, com mais de 25 mil alunos cadastrados! Entre hoje mesmo para o maravilhoso mundo da música.

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Dicas para violão e guitarra - Acordes com pestana


   Os acordes com pestana têm esse nome devido à função do dedo indicador, que atua como uma barra sobre as seis cordas, fazendo o papel da pestana do braço do violão (o material branco logo no início do braço do violão).  Dessa maneira, qualquer acorde que utilize cordas soltas pode ser tocado nas demais casas. A principal vantagem dos acordes com pestana é que eles são móveis. A  mesma posição pode ser tocada em diferentes casas ao longo do braço, sem  alterar a posição relativa dos dedos, formando doze acordes diferentes nas doze primeiras casas. A nota da casa em que a posição é montada determina  o acorde.
   Existem quatro posições básicas com pestana. Cada uma delas deriva de um acorde sem pestana. A "posição de E" é baseada num acorde de E maior sem pestana, assim como a "posição de A" deriva do A maior, a "posição de C" de C maior e a "posição de G" de G maior. As "posições de E e de A" podem ser facilmente "adaptadas" para acordes menores, com sétima, com sétima maior ou menor.

ACORDES DERIVADOS DA POSIÇÃO E



ACORDES DERIVADOS DA POSIÇÃO A



      Nas próximas aulas, falarei mais sobre a formação das pestanas.


06 março 2020

Curso de Violão e Guitarra - Dicas para tocar com palheta


Qual palheta devo comprar?

  Existem vários tipos de palhetas, que variam de tamanho e espessura. Geralmente, os iniciantes acham mais fácil usar palhetas com pouca espessura para fazer ritmos e palhetas com espessura média para solos.  Isso não é uma regra, quando você estiver se sentindo um pouco mais confortável no violão seus dedos vão te dizer qual é o melhor tipo de palheta para você.

Usar ou não a palheta

   Observando vários casos ao longo dos anos, vários músicos e como tocam, vejo que não há uma regra obrigatória de usar ou não a palheta. Mas, podemos partir de um princípio comum. Geralmente, é isso que vemos: a palheta é utilizada em gêneros de música popular e a mão pura (sem palheta) no violão erudito. Apesar de que, alguns gêneros populares também usam a mão sem palheta, como por exemplo a MPB, a Bossa Nova, etc. A diferença é o esmero técnico. Os gêneros populares são mais livres. O posicionamento da mão que dedilha nesses casos é mais a gosto do executante. O que não ocorre no violão erudito, pois a mão que dedilha é posicionada seguindo-se uma escola acadêmica tradicional. O aluno que for estudar violão erudito provavelmente terá sua mão reposicionada pelo professor de acordo com os padrões acadêmicos que ele segue.

Os tipos de palhetas

   Um pequeno equipamento, mas de grande relevância. As palhetas têm formatos dos mais variados, materiais que vão desde celulóide a casco de tartaruga e ainda diferentes espessuras. Essas são as três principais características na hora de escolher a palheta correta para o que você toca. Esse último elemento – a espessura – é o mais importante de todos.

Espessuras das Palhetas

   A espessura da palheta influencia muito na “pegada” do músico. As palhetas proporcionam um maior contraste sonoro de acordo com os diferentes locais de onde se dá a palhetada. Existem 5 tipos. Lembrando que a espessura varia um pouco entre diferentes marcas, mas em geral são assim: XL – Extrafina (Extra Thin ou Extra Light) T – Fina (Thin) M – Média (Medium) H – Pesada (Heavy) XH – Extrapesada (Extra Heavy).



UM POUCO SOBRE A APLICAÇÃO DE CADA ESPESSURA DE PALHETA

Extrafina (abaixo de 0,40 mm) – A menos popular de todas. São usadas para casos bem específicos. Ex: acordes mais suaves. A palheta extrafina produz um som de click, já que são mais moles. Tem muito guitarrista que não curte esse “barulhinho”.
Leve (0,40 mm – 0,63 mm) – As palhetas leves (ou finas) são bastantes flexíveis e muito confortáveis e, por isso, também são boas para fazer acompanhamentos. Produzem um efeito percussivo interessante e um som mais turvo. Por ter uma maior elasticidade e conforto são usadas para fazer base.
   As leves também produzem o ruído de palheta, o tal click que falamos no tópico acima, mas menos perceptível. Um problema das palhetas mais finas é que elas tendem a quebrar ou rachar com mais facilidade.
Médias (0.63 mm – 0.85 mm) – Um excelente meio termo. As médias surgem por uma boa pedida para quem quer fazer licks e bends. Essas palhetas são as mais usadas entre as leves, médias e pesadas. O motivo é que o guitarrista tem uma adaptação mais fácil, já que elas têm uma flexibilidade menor que as leves, mas conseguem imprimir mais força nas cordas.
   Quem ainda não tem as manhas de tocar com palhetas mais espessas, as médias são bastante usadas como treino de transição.
   Pesada (0.85 mm – 1.22 mm) – Em inglês: heavy! Essas palhetas são ideais para solos.  São mais rígidas e produzem um som mais nítido, claro e limpo. Sem falar que o som fica mais definido e fácil de controlar.
   A ideia aqui é tirar um som mais agressivo nas notas. As palhetas mais espessas tendem a se desgastar menos e duram mais.
Extrapesadas (1.2 mm para mais) – Essa é a praia dos baixistas. Palhetas tornam o som mais forte e ajudam na sincronia com o batera! Os jazzistas também curtem tocar com esse tipo de palheta.
   Mas vale deixar um esclarecimento aqui. Experimentar é o melhor caminho. Só assim você vai escolher sua preferida.



MATERIAL DAS PALHETAS

   Haja variedade! As palhetas mais comuns são feitas de PLÁSTICO e é possível encontrar de vários tipos. Mas mesmo falando de plástico, existem muitas variações!

Veja as principais:

Celuloide: A grande maioria das palhetas é deste material. Foi o primeiro plástico usado para produzir palhetas. Gera uma alta qualidade de som. São bem populares, porém não são tão resistentes.
Nylon: Por ser um material bastante flexível podem ser feitas palhetas bem finas. Um problema é que o nylon perde a flexibilidade depois de 1 ou 2 meses de uso intenso. Assim, a possibilidade de quebrar é mais alta.
Acrílico: Material de grande resistência ao impacto. O acrílico é rígido e leve. Não é quebradiço, é um polímero sem ranhuras e normalmente não trinca. Outra vantagem é que pode ser cortada em quase várias formas, tamanhos e espessuras.
Metal: Palhetas feitas de aço geram um som muito mais limpo que palhetas de plástico. Entretanto gastam as cordas mais rapidamente e desafinam mais facilmente o instrumento, principalmente os acústicos.
Madeira: As palhetas de madeira produzem um som mais abafado se comparadas com as palhetas de plástico. O motivo desse som único são as diferenças de densidade, estrutura das células e ainda a dureza de cada madeira. Somente madeira mais dura é usada na fabricação de palhetas, do contrário, elas não suportariam a “força do rock”.
Casco de Tartaruga: Crime ambiental? Tortura animal? Os questionamentos são muitos e as opiniões polêmicas a respeito de usar casco de tartaruga. Na verdade, esse tipo de material praticamente não é mais usado para fabricar palhetas – já que a prática foi PROIBIDA.
Vidro: Não sei se vocês já tocaram com palhetas de vidro, mas elas existem. É um material relativamente mais duro e pesado se comparado com metal ou plástico.

FORMATOS

   As clássicas palhetas triangulares (Padrão ou Standard): as mais usadas e as melhores para palhetadas. Outro formato bastante comum são as que têm forma de gota – boas para mandar um som mais suave. Tem ainda as elípticas que são geralmente usadas por baixistas, já que são maiores e fortes. As palhetas chamadas de barbatana de tubarão têm um formato que lembram, de fato, barbatanas. São, geralmente, do tamanho das palhetas padrão.
   Os formatos são infinitos. Aqui reina a criatividade e o gosto depende de cada um.
A palheta para violão e guitarra também é conhecida como plectro. O certo é segurá-la entre seu polegar e seu indicador firme o suficiente só para fazê-la raspar nas cordas. Não segure a palheta com muita força, como se você quisesse arrancar as cordas com ela. Deixe-a raspar suavemente. Tal é válido tanto para violão quanto para guitarra. Pratique o jeito certo de palhetar até conseguir tirar um som limpo e claro. Escolha um tamanho de palheta bom para você e mãos à obra!

   Segure a palheta entre o polegar e o indicador. Quase metade da palheta ficará encoberta pelos seus dedos – algumas palhetas possuem um sulco no corpo, que indica a posição de segurá-la. A pegada deve ser firme, mas não tanto que a ponta não consiga se mexer. Não a deixe muito frouxa também, pois ela pode escapar da sua mão.
   Decida o seu som. A maioria das marcas pode ser comprada por espessura. Elas vêm rotuladas como "thin" (fina), "medium" (média), ou "thick" (grossa), acompanhadas pela espessura em milímetros. A maioria das palhetas varia de espessura entre 0.4 mm e 3 mm. Comece experimentando uma média, entre 0.60 e 0.80 mm.[4]
   As palhetas finas variam de 0.40 a 0.60 mm. Quando você toca violão ou quer um som de guitarra carregado no agudo, essas palhetas são as melhores. Elas são usadas normalmente para preencher a base e fazer um meio termo em músicas de rock, pop e country. Mas elas não têm peso suficiente para fazer base e solo sozinhas no rock.
   As palhetas médias vão de 0.60 a 0.80 mm. Em questão de espessura, essas são as mais populares. Elas são uma boa combinação de rigidez e flexibilidade que funciona bem para base de violão e para solos de guitarra. Elas não são ideais para solos mais poderosos e nem para batidas mais agitadas, mas não deixam de ser versáteis.
   Acima de 0.80 mm, a palheta pode ser considerada grossa. Com as menores espessuras dessa categoria você ainda vai ter um pouco de flexibilidade para fazer alguma batida, mas também vai ter firmeza suficiente para fazer arpejos e solos. Acima de 1.5 mm, você começa a ter tons cada vez mais limpos, macios e quentes. Seu som vai começar a ficar mais profundo com as palhetas mais grossas: de 1,5 a 3 mm. Essas são usadas por músicos de jazz e metal.
   Os materiais da palheta. As mais baratas são feitas de plástico e são suficientemente boas para principiantes. E não tem problema se ela desgastar rapidamente, basta adquirir outra.[5]
   Também existem palhetas feitas de borracha pesada ou metal. Elas são desenvolvidas para a prática de alguns estilos específicos. As de metal dão um som bem agudo enquanto que as de borracha, produzem um som grave e profundo.
Teste alguns tipos de palheta antes de se decidir por um. Você vai achar palhetas em lojas de música, algumas lojas de rock e, certamente, online. Teste as palhetas dos seus amigos e preste atenção na grossura, marca e material. Encontre o seu gosto pessoal.



DICAS

   Não deixe o dedo médio esticado, ele vai prejudicar a clareza de sua palhetada. Nem tente segurar a palheta com três dedos, use apenas o polegar e o indicador. Ela foi desenhada para funcionar com esses dois dedos.
   Não esconda muito a palheta dentro dos dedos, porque eles vão entrar na frente e atrapalhar. E deixe espaço suficiente para fazer o pluck sem que ela escape.


08 janeiro 2020

Curso Completo de Violão e Guitarra e Curso Intermediário de Violão e Guitarra - Promoção


   Aprenda definitivamente a tocar violão e guitarra, de modo rápido, fácil e sem teorias cansativas!
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Para maiores informações acesse:

Curso de Violão e Guitarra - Aprenda a dedilhar com palheta

    
    Vamos dar algumas dicas para você que deseja dedilhar com palhetas.

    Vamos para o princípio básico que é segurar a palheta corretamente! Com a palma da mão virada para o seu corpo, dobre todos os dedos, na direção do centro da palma. Coloque a palheta entre o polegar e o indicador, com a ponta dela diretamente para o seu peito. Agarre-a de maneira firme, deixando apenas alguns centímetros de espaço livre. Muitos problemas com as palhetas acontecem pelo fato do músico segurar perto demais da base, deixando-a frouxa. Então fique atento.
   É fundamental entender que o segredo de um bom dedilhado está no pulso. Para dar firmeza, mantenha o seu cotovelo junto ao instrumento, usando somente a mão para dedilhar. O braço tem que ficar parado.
   Um ponto importante no dedilhado é a percepção nos vários tipos de sonoridade. Dedilhar as cordas em vários pontos diferentes do violão irá garantir um som mais bonito e com a “intenção musical” correta. Próximo a boca  da caixa de ressonância, você irá perceber como o som soa mais grave. Já perto do cavalete, a sonoridade é mais aguda e metalizada.
   O padrão rítmico mais básico no dedilhado é alternar o movimento da palheta fazendo de baixo pra cima em cada corda (BCBCBCBC) Baixo, Cima, Baixo, Cima, Baixo ,Cima, Baixo, Cima.
   Faça esse exercício de maneira devagar, trocando os acordes com a mão esquerda, e dedilhando com a mão direita, todas as cordas que fazem parte do acorde. Utilize um metrônomo! Ele irá ajudá-lo a manter o ritmo! Com o tempo aumente a velocidade e verá que com o tempo terá melhor controle dos dedilhados.

   Até a próxima e bons estudos!