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18 agosto 2021

Como classificar os intervalos

 

  Chama-se intervalo a diferença em altura entre duas notas musicais. O intervalo é o mesmo tanto quando as notas soam juntas (intervalo harmônico) como quando soam uma após outra (intervalo melódico). Os intervalos no caso de duas notas com a mesma altura são chamados de uníssonos. No caso de duas notas com uma oitava de distancia são chamados de oitavas. Os intervalos podem ser identificados por sua posição na escala diatônica. O mais fundamental de todos os intervalos é o de oitava; ele determina a primeira e a ultima nota da escala.

  Todos os outros intervalos são então, nomeados de acordo com sua distancia da primeira nota da escala. São chamados então, de segundas, terças, quartas, quintas, sextas e sétimas.  Esse sistema cobre as oito notas da escala maior diatônica (incluindo a oitava). A oitava é dividida em doze semitons produzindo treze notas diferentes incluindo a oitava. Há um sistema que define cada intervalo como sendo justo, maior, menor, aumentado e diminuto.

  Entre os intervalos diatônicos o termo justo aplica-se á quarta, á quinta e a oitava. Os intervalos de segunda, terça, sexta e sétima podem ser tanto maiores como menores. O intervalo formado entre a tônica e a nota situada entre a quarta e a quinta pode ser chamado tanto de quarta aumentada como de quinta diminuta.


CLASSIFICAÇÃO DOS INTERVALOS

Os intervalos são assim classificados:

Quando abaixado em um semitom (1 casa), um intervalo maior torna-se menor.

Quando elevado em um semitom (1 casa), um intervalo menor torna-se maior.

Quando elevado em um semitom (1 casa), um intervalo maior torna-se aumentado.

Quando abaixado em um semitom (1 casa), um intervalo menor torna-se diminuto.

Quando elevado em um semitom (1 casa), um intervalo justo torna-se aumentado.

Quando abaixado em um semitom (1 casa), um intervalo justo torna-se diminuto.


13 abril 2021

Violão e Guitarra - Dicas

 


  O que muitos músicos não sabem é que os melhores guitarristas do mundo praticam seus exercícios de velocidade, em um violão comum, acústico, sem amplificadores. Isso porque o peso das cordas é perfeito para um rápido desenvolvimento muscular dos dedos. Em uma guitarra elétrica, por causa das cordas macias e da amplificação, leva-se mais tempo até se atingir o mesmo progresso. Porque os músculos não são forçados, não se exercitam e não se desenvolvem tão bem.

16 março 2021

Violão e Guitarra - Dicas infalíveis para aprender a tocar

 


ORGANIZE E MELHORE SEUS ESTUDOS

Organize os seus estudos da melhor maneira em seu tempo livre. Estudar bastante é fundamental, mas um estudo confuso e desorganizado não vai contribuir tanto para a sua evolução quanto um estudo mais organizado. Ainda mais se o seu tempo for curto, organize um tempo para treinar tudo o que você já sabe, e outro para praticar coisas novas.


TENHA UM BOM INSTRUMENTO

Não precisa ser o melhor instrumento, ou o mais caro, mas um bom instrumento é fundamental para manter sua motivação e auxiliar no seu aprendizado. Um instrumento bem regulado, com cordas novas, e com um bom som é de extrema importância. Hoje no mercado, você pode encontrar bons instrumentos para começar a praticar por preços bastante acessíveis.


FAÇA DA PRÁTICA UMA ROTINA

Você já ouviu a frase “A prática leva à perfeição?” Mesmo que a perfeição não exista, a prática pelo menos nos levará próximo a ela. A repetição é muito importante, principalmente quando se está aprendendo algo novo. Mesmo que o seu tempo seja apertado, procure alguma hora de seu dia para praticar pelo menos por alguns minutos o seu instrumento. É essencial que você goste, pratique sempre que possível. Se você gosta do que pratica, o seu estudo será muito mais interessante. Procure sempre se manter motivado.

09 setembro 2020

Campo Harmônico - Explicações Básicas

 


  Sem dúvida este é um dos assuntos mais importantes para quem quer realmente se tornar músico, pois o campo harmônico nos dá a completa visão das possibilidades harmônicas que temos assim como toda a visualização de escalas, tornando assim o estudo puramente matemático e claro. Primeiramente temos que entender para quê serve o campo harmônico, qual sua finalidade.

Campo harmônico é um conjunto de acordes formados a partir de uma determinada escala. Tome como exemplo a escala de dó maior: C, D, E, F, G, A, B.

Como formar um campo harmônico

  Para cada nota dessa escala, iremos montar um acorde. Vamos ter, portanto, sete acordes, que serão os acordes do campo harmônico de dó maior. Para cada nota da escala, o acorde respectivo será formado utilizando o primeiro, o terceiro e o quinto graus (contados a partir dessa nota, em cima dessa mesma escala). Vamos começar com a nota C. O primeiro grau é o próprio C. O terceiro grau, contando a partir de C, é E. O quinto grau, contando a partir de C, é G.

Acordes do campo harmônico de dó maior

   O primeiro acorde do campo harmônico de dó maior é formado então pelas notas C, E, G (repare que esse é o acorde de dó maior, pois E é a terça maior de Dó). Agora vamos montar o acorde da próxima nota da escala, que é D. O primeiro grau é o próprio D. O terceiro grau, contando a partir de D, nessa escala, é F. O quinto grau, contando a partir de D, é A. Portanto, o segundo acorde do nosso campo harmônico é formado pelas notas D, F e A (repare que esse é o acorde de Ré menor, pois a nota F é a terça menor de D).Você deve estar percebendo até aqui que estamos montando os acordes do campo harmônico pensando nas tríades e utilizando somente as notas que aparecem na escala em questão (escala de dó maior). Depois de montar a tríade, observamos se a terça de cada acorde ficou maior ou menor. Você pode também conferir a quinta de cada acorde, mas vai notar que ela sempre vai acabar sendo a quinta justa, exceto no último acorde, que vai ter a quinta bemol. É um bom exercício você tentar montar os acordes restantes desse campo harmônico. Confira depois com a tabela abaixo:


   O campo harmônico traduz na verdade algo que nós sabemos por instinto, por exemplo, quando você esta compondo uma musica, instintivamente você tenta achar uma seqüência melódica que te agrade, e nas tentativas, é claro que as vezes tocamos seqüências de acordes que parecem não combinar entre si, isso se deve ao fato de que existe uma seqüência de acordes que se combinam, existe portanto uma seqüência melódica, por exemplo, seria a diferença de tocar em seqüência um acorde maior/ menor/ menor/ menor/ menor/ maior temos uma progressão, que quando tocada soa estranho, isso porque existe uma regra para combinação de acordes, isso não pode ser feito aleatoriamente, você terá um efeito horrível se você tocar uma seqüência :

Cm Dm Em Fm Gm Am Bm

   Isso não pode ser feito, então o campo harmônico serve para nos mostrar a sequência de acordes que irá soar perfeitamente e aonde estariam as escalas para aplicação. Vendo o campo, perceba que ele é composto por 7 graus, a escala musical é composta por sete notas, portanto uma seqüência melódica de acordes está relacionado com a escala musical que é a base de tudo. Na segunda aula analisaremos como é o vínculo entre as escalas e os acordes. Veja no campo harmônico a seqüência de acordes com suas respectivas sétimas:

C7M Dm7 Em7 F7M G7 Am7 Bm7(b5)

   Pois bem aqui temos o campo harmônico natural, ele servirá de base para criarmos os outros. Agora feito o primeiro campo temos uma definição sobre os graus.

I7M IIm7 IIIm7 IV7M V7 VIm7 VIIm7(b5)

   Antes de seguir adiante vou explicar porque o sétimo grau é chamado de meio diminuto. A explicação básica do campo harmônico natural é que você tem uma seqüência de acordes que casam com as escalas, e que nenhum dos acordes e escalas nesse posicionamento tem sustenidos ou bemóis, pois bem faça um acorde de B, tanto faz ser maior ou menor, veja que notas fazem parte do acorde.... você irá achar o F#! Ele é a quinta justa de B!  Quinta justa seria o seguinte, quando você monta, por exemplo, o modelo maior ou menor da corda E ou A, existe um modelo para o acorde certo? Note que onde está o dedo 3 no acorde corresponde a quinta do acorde, a quinta justa então seria sempre onde está seu dedo 3, é chamado quinta justa porque a quinta de B é na verdade, vamos contar juntos B/C/D/E/F 1/2/3/4/5, é a nota F, mas montando um acorde, a quinta é F#, baseado que no campo harmônico natural não pode haver sustenidos, temos que tirar esse sustenido do acorde! Temos dois modelos para esse grau o meio diminuto e o quinta aumentada, ora a quinta justa de B é F# ,a quinta aumentada é G! Tiramos o sustenido que não pode ter!

Agora como faremos para entender e criar os outros campos?

   Agora você sabe quais acordes se casam, mas veja bem, existe sempre as exceções, muitas musicas são criadas com 2 campos diferentes, ou até 3, mas agora tudo têm uma explicação lógica e matemática, 2 casos comuns é em uma determinada música, ela se progredir para um outro campo harmônico. Então o campo harmônico além de facilitar o seu trabalho de composição, já te mostra onde estão as escalas para solar, já lhe dá opções de acordes e facilita e muito para tirar músicas de ouvido, ache dois, três acordes e tente identificar em que campo está, você poderá tirar o resto vendo quais os acordes que fazem parte do campo, e para solos ficará muito mais fácil tirá-lo, sabendo onde estão as escalas.  Se uma música contém os acordes do campo harmônico maior de dó, significa que a música está em dó maior. Com isso, sabemos que a escala a ser utilizada para fazer um solo, improvisar, criar riffs, etc. em cima da música é a escala de dó maior. Portanto, conhecer os campos harmônicos tem uma grande utilidade: esse conhecimento permite que saibamos as notas que podemos usar para fazer arranjos em cima de uma determinada música. Conhecendo bem os desenhos das escalas, nada impede que possamos criar solos e arranjos automaticamente (habilidade conhecida como improviso).

23 julho 2020

Dicas para violão e guitarra - Acordes com pestana


   Os acordes com pestana têm esse nome devido à função do dedo indicador, que atua como uma barra sobre as seis cordas, fazendo o papel da pestana do braço do violão (o material branco logo no início do braço do violão).  Dessa maneira, qualquer acorde que utilize cordas soltas pode ser tocado nas demais casas. A principal vantagem dos acordes com pestana é que eles são móveis. A  mesma posição pode ser tocada em diferentes casas ao longo do braço, sem  alterar a posição relativa dos dedos, formando doze acordes diferentes nas doze primeiras casas. A nota da casa em que a posição é montada determina  o acorde.
   Existem quatro posições básicas com pestana. Cada uma delas deriva de um acorde sem pestana. A "posição de E" é baseada num acorde de E maior sem pestana, assim como a "posição de A" deriva do A maior, a "posição de C" de C maior e a "posição de G" de G maior. As "posições de E e de A" podem ser facilmente "adaptadas" para acordes menores, com sétima, com sétima maior ou menor.

ACORDES DERIVADOS DA POSIÇÃO E



ACORDES DERIVADOS DA POSIÇÃO A



   

06 março 2020

Dicas para tocar com palheta


Qual palheta devo comprar?

  Existem vários tipos de palhetas, que variam de tamanho e espessura. Geralmente, os iniciantes acham mais fácil usar palhetas com pouca espessura para fazer ritmos e palhetas com espessura média para solos.  Isso não é uma regra, quando você estiver se sentindo um pouco mais confortável no violão seus dedos vão te dizer qual é o melhor tipo de palheta para você.

Usar ou não a palheta

   Observando vários casos ao longo dos anos, vários músicos e como tocam, vejo que não há uma regra obrigatória de usar ou não a palheta. Mas, podemos partir de um princípio comum. Geralmente, é isso que vemos: a palheta é utilizada em gêneros de música popular e a mão pura (sem palheta) no violão erudito. Apesar de que, alguns gêneros populares também usam a mão sem palheta, como por exemplo a MPB, a Bossa Nova, etc. A diferença é o esmero técnico. Os gêneros populares são mais livres. O posicionamento da mão que dedilha nesses casos é mais a gosto do executante. O que não ocorre no violão erudito, pois a mão que dedilha é posicionada seguindo-se uma escola acadêmica tradicional. O aluno que for estudar violão erudito provavelmente terá sua mão reposicionada pelo professor de acordo com os padrões acadêmicos que ele segue.

Os tipos de palhetas

   Um pequeno equipamento, mas de grande relevância. As palhetas têm formatos dos mais variados, materiais que vão desde celulóide a casco de tartaruga e ainda diferentes espessuras. Essas são as três principais características na hora de escolher a palheta correta para o que você toca. Esse último elemento – a espessura – é o mais importante de todos.

Espessuras das Palhetas

   A espessura da palheta influencia muito na “pegada” do músico. As palhetas proporcionam um maior contraste sonoro de acordo com os diferentes locais de onde se dá a palhetada. Existem 5 tipos. Lembrando que a espessura varia um pouco entre diferentes marcas, mas em geral são assim: XL – Extrafina (Extra Thin ou Extra Light) T – Fina (Thin) M – Média (Medium) H – Pesada (Heavy) XH – Extrapesada (Extra Heavy).



UM POUCO SOBRE A APLICAÇÃO DE CADA ESPESSURA DE PALHETA

Extrafina (abaixo de 0,40 mm) – A menos popular de todas. São usadas para casos bem específicos. Ex: acordes mais suaves. A palheta extrafina produz um som de click, já que são mais moles. Tem muito guitarrista que não curte esse “barulhinho”.
Leve (0,40 mm – 0,63 mm) – As palhetas leves (ou finas) são bastantes flexíveis e muito confortáveis e, por isso, também são boas para fazer acompanhamentos. Produzem um efeito percussivo interessante e um som mais turvo. Por ter uma maior elasticidade e conforto são usadas para fazer base.
   As leves também produzem o ruído de palheta, o tal click que falamos no tópico acima, mas menos perceptível. Um problema das palhetas mais finas é que elas tendem a quebrar ou rachar com mais facilidade.
Médias (0.63 mm – 0.85 mm) – Um excelente meio termo. As médias surgem por uma boa pedida para quem quer fazer licks e bends. Essas palhetas são as mais usadas entre as leves, médias e pesadas. O motivo é que o guitarrista tem uma adaptação mais fácil, já que elas têm uma flexibilidade menor que as leves, mas conseguem imprimir mais força nas cordas.
   Quem ainda não tem as manhas de tocar com palhetas mais espessas, as médias são bastante usadas como treino de transição.
   Pesada (0.85 mm – 1.22 mm) – Em inglês: heavy! Essas palhetas são ideais para solos.  São mais rígidas e produzem um som mais nítido, claro e limpo. Sem falar que o som fica mais definido e fácil de controlar.
   A ideia aqui é tirar um som mais agressivo nas notas. As palhetas mais espessas tendem a se desgastar menos e duram mais.
Extrapesadas (1.2 mm para mais) – Essa é a praia dos baixistas. Palhetas tornam o som mais forte e ajudam na sincronia com o batera! Os jazzistas também curtem tocar com esse tipo de palheta.
   Mas vale deixar um esclarecimento aqui. Experimentar é o melhor caminho. Só assim você vai escolher sua preferida.



MATERIAL DAS PALHETAS

   Haja variedade! As palhetas mais comuns são feitas de PLÁSTICO e é possível encontrar de vários tipos. Mas mesmo falando de plástico, existem muitas variações!

Veja as principais:

Celuloide: A grande maioria das palhetas é deste material. Foi o primeiro plástico usado para produzir palhetas. Gera uma alta qualidade de som. São bem populares, porém não são tão resistentes.
Nylon: Por ser um material bastante flexível podem ser feitas palhetas bem finas. Um problema é que o nylon perde a flexibilidade depois de 1 ou 2 meses de uso intenso. Assim, a possibilidade de quebrar é mais alta.
Acrílico: Material de grande resistência ao impacto. O acrílico é rígido e leve. Não é quebradiço, é um polímero sem ranhuras e normalmente não trinca. Outra vantagem é que pode ser cortada em quase várias formas, tamanhos e espessuras.
Metal: Palhetas feitas de aço geram um som muito mais limpo que palhetas de plástico. Entretanto gastam as cordas mais rapidamente e desafinam mais facilmente o instrumento, principalmente os acústicos.
Madeira: As palhetas de madeira produzem um som mais abafado se comparadas com as palhetas de plástico. O motivo desse som único são as diferenças de densidade, estrutura das células e ainda a dureza de cada madeira. Somente madeira mais dura é usada na fabricação de palhetas, do contrário, elas não suportariam a “força do rock”.
Casco de Tartaruga: Crime ambiental? Tortura animal? Os questionamentos são muitos e as opiniões polêmicas a respeito de usar casco de tartaruga. Na verdade, esse tipo de material praticamente não é mais usado para fabricar palhetas – já que a prática foi PROIBIDA.
Vidro: Não sei se vocês já tocaram com palhetas de vidro, mas elas existem. É um material relativamente mais duro e pesado se comparado com metal ou plástico.

FORMATOS

   As clássicas palhetas triangulares (Padrão ou Standard): as mais usadas e as melhores para palhetadas. Outro formato bastante comum são as que têm forma de gota – boas para mandar um som mais suave. Tem ainda as elípticas que são geralmente usadas por baixistas, já que são maiores e fortes. As palhetas chamadas de barbatana de tubarão têm um formato que lembram, de fato, barbatanas. São, geralmente, do tamanho das palhetas padrão.
   Os formatos são infinitos. Aqui reina a criatividade e o gosto depende de cada um.
A palheta para violão e guitarra também é conhecida como plectro. O certo é segurá-la entre seu polegar e seu indicador firme o suficiente só para fazê-la raspar nas cordas. Não segure a palheta com muita força, como se você quisesse arrancar as cordas com ela. Deixe-a raspar suavemente. Tal é válido tanto para violão quanto para guitarra. Pratique o jeito certo de palhetar até conseguir tirar um som limpo e claro. Escolha um tamanho de palheta bom para você e mãos à obra!

   Segure a palheta entre o polegar e o indicador. Quase metade da palheta ficará encoberta pelos seus dedos – algumas palhetas possuem um sulco no corpo, que indica a posição de segurá-la. A pegada deve ser firme, mas não tanto que a ponta não consiga se mexer. Não a deixe muito frouxa também, pois ela pode escapar da sua mão.
   Decida o seu som. A maioria das marcas pode ser comprada por espessura. Elas vêm rotuladas como "thin" (fina), "medium" (média), ou "thick" (grossa), acompanhadas pela espessura em milímetros. A maioria das palhetas varia de espessura entre 0.4 mm e 3 mm. Comece experimentando uma média, entre 0.60 e 0.80 mm.[4]
   As palhetas finas variam de 0.40 a 0.60 mm. Quando você toca violão ou quer um som de guitarra carregado no agudo, essas palhetas são as melhores. Elas são usadas normalmente para preencher a base e fazer um meio termo em músicas de rock, pop e country. Mas elas não têm peso suficiente para fazer base e solo sozinhas no rock.
   As palhetas médias vão de 0.60 a 0.80 mm. Em questão de espessura, essas são as mais populares. Elas são uma boa combinação de rigidez e flexibilidade que funciona bem para base de violão e para solos de guitarra. Elas não são ideais para solos mais poderosos e nem para batidas mais agitadas, mas não deixam de ser versáteis.
   Acima de 0.80 mm, a palheta pode ser considerada grossa. Com as menores espessuras dessa categoria você ainda vai ter um pouco de flexibilidade para fazer alguma batida, mas também vai ter firmeza suficiente para fazer arpejos e solos. Acima de 1.5 mm, você começa a ter tons cada vez mais limpos, macios e quentes. Seu som vai começar a ficar mais profundo com as palhetas mais grossas: de 1,5 a 3 mm. Essas são usadas por músicos de jazz e metal.
   Os materiais da palheta. As mais baratas são feitas de plástico e são suficientemente boas para principiantes. E não tem problema se ela desgastar rapidamente, basta adquirir outra.[5]
   Também existem palhetas feitas de borracha pesada ou metal. Elas são desenvolvidas para a prática de alguns estilos específicos. As de metal dão um som bem agudo enquanto que as de borracha, produzem um som grave e profundo.
Teste alguns tipos de palheta antes de se decidir por um. Você vai achar palhetas em lojas de música, algumas lojas de rock e, certamente, online. Teste as palhetas dos seus amigos e preste atenção na grossura, marca e material. Encontre o seu gosto pessoal.



DICAS

   Não deixe o dedo médio esticado, ele vai prejudicar a clareza de sua palhetada. Nem tente segurar a palheta com três dedos, use apenas o polegar e o indicador. Ela foi desenhada para funcionar com esses dois dedos.
   Não esconda muito a palheta dentro dos dedos, porque eles vão entrar na frente e atrapalhar. E deixe espaço suficiente para fazer o pluck sem que ela escape.


22 agosto 2019

Manual dos Acordes de Violão e Guitarra - Guia Completo



  Este manual é um guia completo de estudos com mais de 1000 acordes essenciais para quem toca rock, folk, pop, blues, country, bossa nova, jazz e clássico. Os mais importantes e mais utilizados acordes para violão e guitarra, estão reunidos neste manual e explicados em diagramas, fotos e dicas complementares para facilitar o estudo. Ideal para iniciantes e também para alunos e instrumentistas mais experientes, conta também com seções adicionais para que você possa entender com facilidade como são montados e representados graficamente os acordes nos diagramas. Todas as explicações teóricas e práticas são objetivas, para que o aprendizado seja rápido e sem complicações.
     Se você está começando a estudar agora ou simplesmente precisa relembrar ou aumentar o seu vocabulário de acordes essenciais, com certeza este manual é um excelente recurso.
     


16 agosto 2019

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05 agosto 2019

Violão e Guitarra - Dicas para afinar seu instrumento


Para afinar mais facilmente e corretamente o instrumento siga os seguintes passos:

a) Caso você possua micro-afinação (guitarras com ponte flutuante tipo floyd rose ou similares) coloque a micro afinação de cada corda na posição intermediária e solte as travas de afinação do braço.

b) Estando o instrumento totalmente desafinado, ao afinar uma corda, as outras normalmente desafinam, em virtude do aumento de tensão da primeira. Sendo assim inicialmente afine grosseiramente todas as cordas.

c) Se o encordoamento tiver sido recém colocado estique cada corda puxando com os dedos (não muito pouco que não surta efeito e nem tanto que quebre a corda) a fim de eliminar as folgas iniciais nas tarraxas. Não fazendo isto a afinação irá se perder rapidamente (até que afinando diversas vezes as cordas tenham se ajustado).

d) Faça a afinação cuidadosa em todas as cordas tantas vezes quantas necessárias até que todas estejam perfeitamente afinadas (normalmente uma ou duas vezes são necessárias).

e) Caso você possua travas de afinação, use-as e faça a micro-afinação.




02 julho 2019

Conheça as técnicas mais utilizadas no violão


1. Pestana com o Dedo Indicador

  As pestanas são o terror dos iniciantes, mas é uma técnica muito importante que consiste em pressionar várias cordas no braço do violão com apenas um dedo para obter a sonoridade desejada  As pestanas não são necessariamente feitas até a sexta corda, por isso, sempre tenha o cuidado de tocar as cordas que fazem parte da formação dos acordes. Pode-se usar qualquer dedo para fazer uma pestana, porém é aconselhável que os iniciantes comecem pelo dedo indicador para aprender a apertar as cordas corretamente.

2. Técnica de Dedilhado

   Nesta técnica é tocado cada corda do violão com um dedo específico, portanto é necessário aprender o posicionamento correto do polegar nas cordas mais graves e dos demais dedos para tocar as cordas mais agudas. O segredo para dedilhar bem no violão é desenvolver independência dos movimentos entre o polegar e os demais dedos da mão direita (destros) do corpo do instrumento. O dedilhado permite uma infinidade de sutilezas e variações, mas para você que está iniciando treine primeiramente as formas básicas, em que o polegar toca as cordas graves.

3. Palhetada Alternada

  Esta é uma técnica que muitos acham fácil, mas que engana muita gente, pois consiste em segurar a palheta e tocar em ambos os sentidos alternadamente, ou seja, palhetar uma corda para baixo e outra palhetada na corda para cima, executando assim uma batida de violão ou solo. É preciso sincronia entre as duas mãos. Elas precisam trabalhar em conjunto! Treine lentamente inicialmente, para alcançar precisão.

4. Técnica de Harmônico

  Os harmônicos são uma técnica que chama a atenção de todos os que apreciam os solos do violão e podem ser naturais ou artificiais. Veja abaixo:

Harmônico Natural

  Consiste em tocar qualquer corda solta e em seguida posicionar levemente o dedo indicador da mão direita sobre um determinado traste do violão, sem pressionar a corda.

Harmônico Artificial

  É necessário palhetar a corda e imediatamente depois colocar a borda do dedo polegar da mesma mão sobre a posição desejada. Pode ser feito em qualquer corda e em qualquer casa do braço do violão.

5. Técnica de Bend

  Bend é uma técnica muito utilizada em solos, no qual você levanta ou abaixa a corda do instrumento para chegar à outra nota. Quando curvamos a corda, a nota que era tocada tem sua afinação mudada, elevada a uma nota mais aguda.

6. Técnica de Vibrato

  Vibrato é o efeito onde o tom da nota é variado rapidamente, então ele aumenta e cai repetidamente. Pode ser usado para destacar ou alterar a sonoridade de uma nota, dando maior interesse à interpretação.

7. Técnica de Hammer-on

  Toca uma nota e enquanto o som está saindo, coloca-se um dedo em uma casa mais aguda daquela mesma corda, provocando uma espécie de martelada na corda.

8. Técnica de Pull-off

  Coloca-se dois dedos na mesma corda em casas diferentes e um dos dedos irá beliscar a corda para provocar a sonoridade desejada.

9. Técnica de Abafamento

  A técnica de abafamento consiste em utilizar a parte lateral da mão para abafar as cordas e pode ser feito tanto com a mão direita como com a mão direita. Veja sobre cada uma abaixo:

Abafamento com a Mão Direita

  Esta técnica é realizada encostando a mão que faz o ritmo nas cordas do violão próxima à região do cavalete, assim ao tocar as cordas abafadas você terá um som diferente, com um timbre mais grave e com menor duração.

Abafamento com a Mão Esquerda

  É feito aliviando a pressão dos dedos da mão que faz os acordes em determinada corda em qualquer casa do braço do violão, ou seja, apenas encostando na corda sem pressioná-la. Ao fazer isso irá produzir um abafamento temporário do som. A mão esquerda pode ser usada também para abafar determinadas notas que não combinam com o acorde que está sendo tocado.

10. Técnicas de Ligado ou Ligadura

  A técnica de ligado ou ligadura consiste em tocar uma determinada corda em qualquer casa do braço do violão e logo em seguida já pressionar outra corda em outra casa, sem tocar a corda novamente. O ligado ou ligadura transmite a sensação de um som continuo, tocando as notas como se fosse uma só. É uma técnica muito utilizada em arranjos e solos que demonstram o que deve acontecer com as notas musicais dentro de um compasso.
Melhorar sua técnica para o violão é criar automatismos, reflexos. Sabendo algumas técnicas de cor, você ficará mais focado nos detalhes que farão toda a diferença. Para desenvolver sua técnica no violão, não importa qual técnica, você tem que estar à vontade na hora de tocar. Ache uma cadeira confortável em que você poderá ter a postura certa para tocar violão ou guitarra corretamente.

Fonte: Violão para Iniciantes


01 julho 2019

Os Acordes Básicos


  Muitas vezes, o que mexe com a gente e nos faz querer tocar guitarra é aquele solo ou riff do guitarrista da nossa banda favorita, mas devemos saber que tudo isso está totalmente ligado ao conhecimento dos acordes. É muito importante para o futuro guitarrista, conhecer os acordes básicos. Para isso, é necessário habituar a mão esquerda à “lembrar” as diferentes posições. Quanto mais você emprega um acorde mais fácil será encontrá-lo e mais limpo será o som que você conseguirá, mas isso leva tempo. Para iniciarmos nosso estudo sobre acordes, devemos saber o que são e como são formados.
Um acorde é a combinação de três ou mais notas. Os acordes simples de três notas são chamados tríades. Quando temos apenas duas notas, elas formam um intervalo. Podemos ter no nosso instrumento acordes de até 6 notas, sendo uma nota para cada corda, mas os que veremos a seguir, compõem-se de apenas três ou quatro notas, algumas das quais são repetidas ou dobradas.
 Um acorde isoladamente fornece duas informações importantes. A primeira é o tom, dado pela nota principal do acorde, chamada tônica ou fundamental, com base nela é que construiremos o acorde. A segunda informação importante é a harmonia, que é o efeito produzido entre a tônica e as outras notas do acorde. É o som do próprio acorde determinado pelos intervalos entre a tônica e as demais notas. Apresentaremos agora os 15 acordes básicos no vocabulário do estudante de guitarra. Com ele você poderá tocar várias músicas.Cuidado na formação desses acordes procure sempre a clareza do som, para isso toque individualmente cada corda. Se o som de alguma corda estiver “estranho”, provavelmente a pressão que você está exercendo sobre a corda não é suficiente, seu dedo está apenas mal colocado ou o dedo que prende a corda de cima está abafando a debaixo.Veja os acordes que tem a nota fundamental em comum, por exemplo, E, E7 e Em e perceba as diferenças nas “cores” dos acordes. O E soa mais estável e alegre, já o Em nos dá uma impressão de tristeza e melancolia. Isso acontece pela diferença de uma nota, a nota G# no maior e que no menor é trocada pela nota G. Este intervalo que é diferente entre os dois acordes é a terça, é o que determina se um acorde é maior ou menor. 
    Vejamos então os acordes, lembrando que o X indica cordas que não devem ser tocadas.



07 junho 2019

Dicas Para Estudar Violão



 Lembre-se sempre de que todo e qualquer contato que possa ter com o instrumento será válido, a intimidade que se ganha a cada dia é fundamental para um bom desenvolvimento.  Escolha um dia para dar uma geral em grande parte do que aprendeu e estudou. Como numa sequência, revise escalas, arpejos, acordes, padrões, etc...

 Estude sempre com o metrônomo, para ter a segurança do tempo de forma linear, trabalhando intensidade, duração, dinâmica, etc...

  Dessa forma, será mais fácil avaliar a evolução no instrumento e, com isso, reconhecer os pontos que precisam ser fortalecidos.

Duração

 Quando houver um novo assunto, deve ser dada uma maior atenção para ele. Meia hora por dia com concentração será mais rico e proveitoso do que duas ou três horas dispersas. Como e quanto será absorvido do assunto vai sempre variar de pessoa para pessoa, mas a questão é a forma como é feito o estudo.

  Outro ponto importante a citar é a história de que "fulano estuda oito horas por dia!" Esse tipo de estudo, de longa duração, deve ser muito bem organizado. O cuidado com o corpo humano, a nossa máquina, é de suma importância. A atividade repetitiva pode gerar lesões graves, como a tão famosa inflamação nos tendões (tendinite).

Portanto:

1) Alongamentos nos braços e nos dedos antes, durante e depois dos estudos, são essenciais para o condicionamento e, assim, para um melhor aproveitamento do tempo. Caso contrário, você terá de interromper o aprendizado por causa do cansaço. Lembre-se: você é um atleta dos braços e dos dedos.

2) Planejar é importante. Alterne seus objetivos: rapidez, agilidade, tudo o que se refere a solos (escalas, arpejos, técnicas em geral), parte harmônica (acordes), ritmo e teoria.
3) Ouça de tudo. Escute tudo aquilo que possa contribuir para a sua formação como músico. É uma das melhores coisas a se fazer!

  Com esses cuidados, você irá planejar seu tempo e criar um ritmo próprio de estudo.

Amadurecimento

  Acredito que no equilíbrio entre os objetivos por você desejado e o tempo dedicado para a conquista deles está a maturidade. Cada nota dada deve refletir a mais pura expressão da nossa vida, não apenas o resultado final de uma escala, mas sim ela toda em construção, da primeira à última nota. Por isso, o convívio diário com a música é fundamental
.
  "Você nunca recebe um desejo sem também receber a capacidade de torná-lo realidade" 
   R. Bach

  O estudo com o metrônomo, de modo gradativo, é a essência para uma segurança rítmica. Aos poucos, força e limpeza estarão juntas para fazer com que as famosas palavras pegada e clareza façam parte de seu currículo!

Sinta Equilíbrio

  Procure sempre estabelecer relações na música, atrás de um grande solo (melodia) existem grandes acordes (harmonia).

 Estes dois itens têm de caminhar lado a lado, pois um age diretamente no desenvolvimento do outro. Quero chamar a atenção diretamente para a harmonia. Estudá-la e conhecê-la é fundamental. Não deixe escapar nada neste assunto.


05 junho 2019

O básico do campo harmônico


  Sem dúvida este é um dos assuntos mais importantes para quem quer realmente se tornar músico, pois o campo harmônico nos dá a completa visão das possibilidades harmônicas que temos assim como toda a visualização de escalas, tornando assim o estudo puramente matemático e claro. Primeiramente temos que entender para quê serve o campo harmônico, qual sua finalidade.

   O campo harmônico traduz na verdade algo que nós sabemos por instinto, por exemplo, quando você esta compondo uma musica, instintivamente você tenta achar uma seqüência melódica que te agrade, e nas tentativas, é claro que as vezes tocamos seqüências de acordes que parecem não combinar entre si, isso se deve ao fato de que existe uma seqüência de acordes que se combinam, existe portanto uma seqüência melódica, por exemplo, seria a diferença de tocar em seqüência um acorde maior/ menor/ menor/ menor/ menor/ maior temos uma progressão, que quando tocada soa estranho, isso porque existe uma regra para combinação de acordes, isso não pode ser feito aleatoriamente, você terá um efeito horrível se você tocar uma seqüência :

Cm Dm Em Fm Gm Am Bm

   Isso não pode ser feito, então o campo harmônico serve para nos mostrar a sequência de acordes que irá soar perfeitamente e aonde estariam as escalas para aplicação. Vendo o campo, perceba que ele é composto por 7 graus, a escala musical é composta por sete notas, portanto uma seqüência melódica de acordes está relacionado com a escala musical que é a base de tudo. Na segunda aula analisaremos como é o vínculo entre as escalas e os acordes.
Veja no campo harmônico a seqüência de acordes com suas respectivas sétimas:

C7M Dm7 Em7 F7M G7 Am7 Bm7(b5)

   Pois bem aqui temos o campo harmônico natural, ele servirá de base para criarmos os outros. Agora feito o primeiro campo temos uma definição sobre os graus:

I7M IIm7 IIIm7 IV7M V7 VIm7 VIIm7(b5)

   Antes de seguir adiante vou explicar porque o sétimo grau é chamado de meio diminuto. A explicação básica do campo harmônico natural é que você tem uma seqüência de acordes que casam com as escalas, e que nenhum dos acordes e escalas nesse posicionamento tem sustenidos ou bemóis, pois bem faça um acorde de B, tanto faz ser maior ou menor, veja que notas fazem parte do acorde.... você irá achar o F#. Ele é a quinta justa de B.

  Quinta justa seria o seguinte, quando você monta, por exemplo, o modelo maior ou menor do acorde E ou A, existe um modelo para o acorde, certo? Note que onde está o dedo 3 no acorde corresponde a quinta do acorde, a quinta justa então seria sempre onde está seu dedo 3, vamos contar juntos: B/C/D/E/F 1/2/3/4/5, é a nota F, mas montando um acorde, a quinta é F#, baseado que no campo harmônico natural não pode haver sustenidos, temos que tirar esse sustenido do acorde.

   Temos dois modelos para esse grau o meio diminuto e o quinta aumentada, ora a quinta justa de B é F# ,a quinta aumentada é G. Tiramos o sustenido que não pode ter. Agora como faremos para entender e criar os outros campos?

   Agora você sabe quais acordes se casam, mas veja bem, existe sempre as exceções, muitas musicas são criadas com 2 campos diferentes, ou até 3, mas agora tudo têm uma explicação lógica e matemática, 2 casos comuns é em uma determinada música, ela progredir para um outro campo harmônico. Então o campo harmônico além de facilitar o seu trabalho de composição, já te mostra onde estão as escalas para solar, já lhe dá opções de acordes e facilita e muito para tirar músicas de ouvido; encontre dois, três acordes e tente identificar em que campo está, você poderá tirar o resto vendo quais os acordes que fazem parte do campo, e para solos ficará muito mais fácil tirá-lo, sabendo onde estão as escalas.



25 fevereiro 2019

Dicas para cuidar bem do seu violão


  Enxugar as cordas e a escala do violão é a primeira condição para conservá-las em perfeito estado. Mas, antes disso, lembre-se de tocar com as mãos limpas para que não fiquem no violão, resíduos de sujeira ou mesmo de gordura, e sim apenas a umidade natural das mãos. Quando tiver terminado de tocar, esfregue vigorosamente um pano seco sobre as cordas, desde o cavalete até a pestana (capotraste). Enxugue também a parte de trás do braço do violão. E todo o instrumento deve ser limpo com um pano seco. Principalmente para os principiantes há posições (as mais fáceis) que são utilizadas com mais frequência do que outras; e, se descuidarem da limpeza, vão notar que na escala, nas cordas e na parte de trás do braço do instrumento irão se acumular resíduos. Quem primeiro se ressente disso são as cordas, que se oxidam e envelhecem antes do tempo. Manter as cordas limpas significar ter de trocá-las com menos frequência.

 Veja abaixo algumas dicas para conservar o seu violão em perfeito estado:

  * Não colocar nenhum peso ou objeto em cima do violão
    * Não derramar líquidos em cima do violão
    * Não molhar o violão
    * Não bater o violão ou deixá-lo cair
    * Não deixar o violão à exposição do sol ou umidade
    * Proteger o violão de temperaturas muito altas ou muito baixas
    * Manter o violão dentro de um estojo ou em uma capa
    * Transporte-o sempre com bastante cuidado
    * Guarde-o deitado e com as cordas para cima e em local seguro

Com o passar do tempo, as cordas do violão perdem um pouco da qualidade do som. É necessário trocá-las de acordo com um princípio simples: uma (corda velha) por uma (corda nova). Nunca retire todo o encordoamento do instrumento, isso fará a caixa acústica do violão sofrer com a falta de pressão antes exercida pelas cordas. Este fato é observado, quando são colocadas novas cordas. A afinação ira demorar mais do que o normal para se manter inalterada. O tempo útil de cada encordoamento vária de acordo com a qualidade da corda, uso, limpeza, clima favorável, além de outros fatores.