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04 junho 2019

Os acordes relativos no estudo do violão e guitarra


 Popularmente diremos que são acordes que possuem o som parecido com o de outro acorde.
Existem alguns acordes que são bem difíceis de serem feitos, alguns usam pestana outros exigem uma abertura de dedo muito grande, ou seja, tudo que os iniciantes fogem! Este acordes podem ser substituídos pelos seus relativos.
Como os acordes maiores são formados pela PRIMEIRA, TERÇA e a QUINTA (notas da escala maior), os que possuam a terça e a quinta iguais sãs chamados de relativos. Note que a primeira nota nunca será igual, pois seria o mesmo acorde.
Abaixo temos os acordes maiores e seus acordes relativos menores:

A  F#m
B  G#m
C  Am
D  Bm
E  C#m
F  Dm
G  Em

 Em termos práticos podemos variar uma progressão de acordes, trocando alguns dos acordes maiores por seus relativos menores.
Não só os acordes, as escalas maiores também tem suas relativas menores, como exemplo: A escala de Lá Menor é relativa da escala de Dó Maior.





14 julho 2017

Como é bom saber tocar um instrumento!


  O violão é um instrumento muito popular. Não custa muito, não é necessário ligar em amplificadores como acontece com as guitarras, não necessita de pedais de efeito e é fácil transportá-lo.

  Cursos de violão popular e violão clássico são as duas formas para se aprender a tocar este instrumento fascinante.

  Tanto se pode tocar harmonias simples e com agradáveis dissonantes e ritmos populares para acompanhar vozes, como também é possível estudar melodias complexas em partituras específicas para o violão clássico.

  Se você quer aprender a tocar violão ou guitarra, sem sair de casa, com material didático exclusivo, professor online, carteira de estudante e certificado de conclusão, acesse nosso site e conheça todos os nossos cursos.



16 maio 2017

Como aprender dedilhados rapidamente



  Com certeza, você já viu, ou até mesmo já tocou com palheta em um violão, ou o contrário dedilhou em uma guitarra. Pela semelhança de afinação, acordes, técnicas, etc, entre esses dois instrumentos, é muito comum à troca de idéias desse dois universos. Talvez um pouco disso venha da lenda de que para aprender guitarra, antes você tem que aprender violão, assim, muitos guitarristas acabam transpondo certos conceitos utilizados no violão para a guitarra.
  Mesmo que você não tenha sido iludido pela tal lenda, é essencial que você como guitarrista, saiba dedilhar. Muitas músicas clássicas foram concebidas através de um dedilhado, como, por exemplo, Stairway to Heaven, do Led Zeppelin e Nothing Else Matters, do Metallica (top dos dedilhados), assim como outras que usam os dedos não para dedilhar, mas sim para criar uma levada diferente, para isso  podemos citar More Than Words, do Extreme, ou então qualquer tema de Bossa Nova, MPB, etc...
  A base de todo dedilhado é o desenvolvimento de independência de movimentos entre o polegar e os demais dedos da mão direita. Existem vários tipos avançados de dedilhado, mas aqui estarei explicando apenas um dos mais simples e mais usados, que consiste em tocar os bordões, as cordas E, A e D com o polegar e cada um dos dedos restantes, (com exceção do dedo mínimo, que é raramente usado) tocar uma corda, o indicador toca a 3ª corda (G), o médio a 2ª corda (B) e o anular a 1ª corda (E), Dependendo da situação, se houver necessidade o indicador pode a tocar a 4ª corda (D), o médio a 3ª corda (G), o anular a 2ª corda (B).
  A posição da mão deve ser sempre confortável, sendo uma das mais indicadas à mão em posição de concha, deixando os dedos apoiados sobres às cordas de maneira que os dedos não entrem muito entre elas. 
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Assim como a mão esquerda, os dedos da mão direita também recebem siglas:
Polegar = P
Indicador = I
Médio = M
Anular = A


Essa nomenclatura nos ajuda a escrever um dedilhado, por exemplo:
P
I
M
A
M
I


  Ele indica que devemos tocar o polegar, depois o indicador, o médio, o anular, o médio e o indicador. E como se fosse uma batida, fecha-se um ciclo, mudando para outro acorde ou repetindo o anterior.

  Quando por exemplo, vermos duas ou mais letras juntas, devemos tocar as cordas respectivamente de cada dedo simultaneamente.

P
I - M - A
P
I
M - A
I


  Abaixo nós teremos alguns exercícios utilizando alguns dedilhados bem básicos. Eu simbolizei a nota que o polegar deve tocar com um circulo negro e as 3 cordas para os dedos restantes com um semi-circulo. 

 EX.01
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EX. 02
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EX. 03 
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27 março 2017

Exercícios para melhorar a técnica

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  Nesta aula, passarei alguns exercícios para melhorar a palhetada e a digitação da mão esquerda, são aqueles bons, básicos e velhos exercícios psico-motores, mas que dão um resultado bem legal, se você estudá-los.

  Os primeiros quatro exercícios são apenas palhetadas em corda solta subindo e descendo, primeiro com 4 notas por corda, depois 3, 2 e finalmente 1. Como são exercícios de técnica e que se repetem continuamente, preferi não deixar específico nenhuma fórmula de compasso. O 5º exercício é um padrão de cordas soltas bem legal para treinarmos palhetada.

  Os próximos três exercícios têm como objetivo conseguir uma melhor digitação com a mão esquerda. O primeiro é o conhecidíssimo 1,2,3,4, depois temos uma variação desse tocando um na corda cima e um na corda de baixo e o terceiro é tocado na diagonal. São todos exercícios muito bons se tratando de palhetada e digitação, você pode se quiser, montar padrões diferentes para seus estudos.
 
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Ex. 08
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13 março 2017

Localização das notas no braço do violão e da guitarra

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  A agilidade em achar as notas no braço do violão e da guitarra é muito importante para montarmos escalas e acordes. Para isso, é extremamente necessário conhecer onde estão as notas no seu instrumento. De nada adiantaria saber a teoria, se na prática você não for capaz de localizá-las.

O primeiro passo, para isso é conhecer o nome das cordas soltas.
As cordas soltas na guitarra são contadas de baixo para cima, sendo assim a primeira a mais aguda e a 6ª a mais grave. 

1ª corda solta – Mi ( E )
2ª corda solta – Si ( B )
3ª corda solta – Sol ( G )
4ª corda solta – Ré ( D )
5ª corda solta – Lá ( A )
6ª corda solta – Mi ( E )

  A partir das cordas soltas, cada vez que pressionamos uma nova casa, subimos 1 semitom, ou seja, ½ tom. Vejamos o que acontece no braço da guitarra até a quinta casa.
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  Para acharmos as notas da sexta casa em diante, continuaremos a seguir meio a meio, até a nota desejada.


07 junho 2016

Os acordes tétrades


 Definição de tétrades: são acordes de 4 sons ou uma extensão das tríades adicionadas de uma 7, podem ser tanto maiores como menores.

Assim temos: 

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Alguns desenhos de acordes tétrades

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   Acordes consonantes são acordes de fácil compreensão, que transmitem uma sensação de repouso e perfeita harmonia. Os acordes formados por tríades e tétrades são de posições bem fáceis de aprender no violão e na guitarra, portanto é muito importante praticar e memorizar esses acordes no instrumento.



16 fevereiro 2016

O estudo das escalas e modos gregos

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Introdução

  Para completo entendimento desse assunto é necessário que os desenhos dos Modos Gregos e Pentatônicas, estejam bem decorados, por isso, treine bastante as escalas até que estejam perfeitamente memorizadas. Nessa seção iremos abordar sobre vários assuntos relacionados às escalas, tentarei descomplicar o estudo, você aprenderá a entender as escalas e aplica-las baseando-se no campo harmônico. Darei varias dicas importantes, assim como explicações esclarecedoras, mas vale salientar que é muito importante a completa memorização dos desenhos, pois agora estamos entrando em um estudo mais avançado.

Explicação

  É muito importante antes de nos aprofundarmos no assunto, esclarecermos certos pontos relacionados às escalas. Os Modos Gregos são compostos de 5 desenhos, mas na verdade são 7 escalas, pois Lócrio /Jônio e Frígio /Lídio na verdade são 2 escalas "embutidas" em 1 desenho.

  As escalas estão escritas no que eu chamo de posição natural, onde você estará tocando somente notas naturais, ou seja, sem “Sustenidos’ e “Bemóis”, essa vai ser nossa área de estudo”. Cada escala corresponde a uma nota tônica, vamos a elas:

MIXOLÍDIO: G
EÓLIA: A
LÓCRIO: B
JÔNIO: C
DÓRICO: D
FRÍGIO: E
LÍDIO: F

  Veja porquê Lócrio / Jônio e Frígio / Lídio são formados por um desenho mas na verdade são, na teoria, escalas diferentes, Lócrio /Jônio são correspondentes as escalas de B / C, notas que você anda ½ tom, assim como o Frígio / Lídio correspondem a E / F notas que também andam ½ tom. Agora vamos descomplicar o pensamento em relação as escalas! Todos os modos são formados pelas mesmas notas, sendo, por exemplo, a escala Mixolídio formada pelas notas:

G/A/B/C/D/E/F/G/

  E a Eólia formada pelas notas:

A/B/C/D/E/F/G/A

  E assim por diante, as únicas coisas que mudam de uma escala para outra são: o desenho, e a nota de saída da escala, sendo o desenvolvimento dela igual em todas as outras escalas. Se todas as escalas têm as mesmas notas, elas seriam iguais então? Na teoria não, mas na pratica sim! Todas elas têm a mesma importância, em um solo todas elas podem ser encaixadas perfeitamente, porque como vimos, em matéria de notas, não há diferença entre elas.

 É muito importante deixar isso bem claro, porque muitos alunos tinham uma visão burocrática da escala, por exemplo, sobre escala maior e escala menor. Na verdade, na pratica não existe escala maior ou menor, ora todas as escalas são iguais, porque haveria de existir escala maior ou menor, o quê na verdade seria correto dizer é que existe escala com desenho maior e desenho menor.
Note que todas os desenhos se encaixam entre si, a ideia seria; onde termina uma escala já é o começo da outra, então elas têm uma sequencia lógica, o que é claro, facilita o estudo de visualização. No assunto campo harmônico foi dito que escalas e acordes estão juntos, embutidos em uma coisa só, por exemplo, a escala Eólia começa em A; que acorde, maior ou menor casaria com a escala?

  A ou Am? Visualizando, você verá que é o Am porque não há "sustenidos" nesse acorde, portanto a Eólia têm um desenho menor, mas isso não quer dizer que é uma escala menor porque na Jônio por exemplo, se encaixa um acorde de C, então ela seria uma escala com desenho maior, mas na Eólia, assim como na Jônio, nós temos as mesmas notas, então não há diferença em nenhuma das duas, você poderá usar qualquer escala, em qualquer base, é claro com certos critérios que serão citados aqui. No campo harmônico os graus são relacionados às escalas sendo:

Primeiro grau: Jônio
Segundo grau: Dórico
Terceiro grau: Frígio
Quarto grau: Lídio
Quinto grau: Mixolidio
Sexto grau: Eólia
Sétimo grau: Lôcrio

  Para que você possa entender melhor o assunto explicado procure estudar mais sobre Campo Harmônico. Agora você tem que sempre pensar nas escalas como uma unidade, temos os desenhos, mas todo o bloco é importante. O que vai acontecer muito com escalas é a mudança de região, mas tudo é feito matematicamente. Temos o campo harmônico original, onde seria a área de estudo e onde você não encontrará sustenidos, mas veja por exemplo, o campo harmônico de G.

  G é claro está no primeiro grau que é da escala Jônio, então faça a escala Jônio sair da nota G na 6ª corda, e pronto você fez a transposição correta! E as outras escalas vão andar proporcionalmente. No campo já estarão escritas as posições, mas você pode fazer isso usando a lógica, onde termina uma, começa a outra e assim por diante! As escalas não mudam de ordem, elas mudam de região, tudo matematicamente. Sempre depois da Jônio virá a Dórico e depois da Dórico, Frígio e assim por diante! Por isso é muito importante decorar as escalas muito bem, para ter opções de vários desenhos. As trilhas, por exemplo, são nada mais nada menos que formas prontas de duas ou mais escalas juntas e são importantes para conhecer novas formas.

  As Pentatônicas são um resumo dos Modos Gregos, "Penta" significa 5, elas são as 5 tônicas dos Modos Gregos, e cada Modo Grego têm a sua Pentatônica correspondente, e só dar uma olhada nos desenhos, e para usá-las é a mesma coisa, elas acompanham os Modos. Existe um truque para solar em "Blues", que seria o seguinte: o "Blues" tem uma sonoridade muito característica, para seguir adiante temos que entender a sonoridade, o quê torna o "Blues" tão peculiar.

  O "Blues" basicamente é construído por acordes maiores, mais especificamente é só pegar os acordes do Primeiro/Quarto/Quinto graus, esses graus são todos maiores, e em qualquer campo harmônico tocando essa sequencia você terá uma "cadência Blues"!

  A particularidade do "Blues" vem de um efeito harmônico muito interessante, o "Blues" então é criado basicamente por acordes maiores, o quê caracteriza se um acorde é maior ou menor (consulte formação de acordes) seria o intervalo de terça, e temos a terça maior para acordes maiores e a terça menor para acordes menores, para ter um efeito "Blues", é tocado junto com o acorde maior a terça menor desse acorde, por exemplo, vamos pegar a tônica de um "Blues" em um campo harmônico natural, o de estudo, a tônica do "Blues" estaria no primeiro grau, C, o acorde de C (Dó maior) é formado pela terça maior que é a nota E, toque junto a nota Eb, que é a terça menor, pronto esse é o efeito "Blues"( Blue Note). Note que na Penta Blues, a nota a mais que ela tem é exatamente o Eb!!

  Mas ainda não é só isso, o que os guitarristas de "Blues" fazem é mais radical; por exemplo: um "Blues" no campo harmônico natural seria basicamente C/F/G, você de cara pode solar em, Modos gregos, Pentatônicas e Penta blues na posição original sem problemas, vai ficar bem legal.

  Mas para ter o efeito "Blues" realmente, pegue somente a Pentâtonica e a Penta blues e faça andarem 1 tom e ½ à frente da posição original! Agora sim você estará solando com a sonoridade "Blues"! Mas o quê foi feito na verdade?

  A ideia "Blues" é você tocar em cima de acordes maiores a terça menor da tônica do "Blues" certo? Agora vejamos, o tom do "Blues" natural é C, que escala faz parte desse tom? A escala Jônio, que é claro uma escala com desenho maior, andando todos os desenhos 1 tom e ½ a frente, que escala está agora em C? Seria a Eólia que é uma escala com desenho menor.Ou seja a ideia básica, que era tocar em cima de um acorde maior a terça menor, se estendeu para onde havia uma escala com desenho maior para agora uma com desenho menor,  não é demais?

  O quê é muito importante dizer é que quando você desloca as escalas 1 tom e ½ à frente, só use Pentas e Penta blues e esse efeito é só para "Blues", ou para músicas que usem o primeiro, quarto e quinto graus do campo harmônico. Então veja que linha de raciocínio simples que você pode seguir agora! Imagine um "Blues" em E. A tônica de um "Blues" é sempre um acorde do primeiro grau. ENTÃO ESTE SERIA O CAMPO HARMÔNICO DE E. Um Blues nessa tonalidade seria formado basicamente por, E/A/B, (primeiro grau/quarto e quinto) a tônica do "Blues" é sempre o acorde do primeiro grau.

  Você poderia usar a Jônio saindo de E, Modos gregos, Pentatônicas, e poderia também usar a Penta da Eólia em E, o que daria o efeito "Blues"! É o mesmo raciocínio para todos os campos. LEMBRANDO QUE, QUANDO VOCÊ PEGA A PENTA DA EÓLIA E ANDA 1 TOM E ½  A FRENTE, TODOS OS OUTROS DESENHOS ANDARAM PROPORCIONALMENTE. 

Conclusão

  Todos os desenhos de escalas são importantes. As escalas são formadas pelas mesmas notas, sendo a Jônio, Lídio e Mixolídio, desenhos "maiores" e, a Eólia, Dórico, Frígio, desenhos "menores". Lócrio desenho meio diminuto ou 5+. Efeito "Blues" é conseguido pelo deslocamento das Pentatônicas, Penta blues 1 tom e ½ a frente. Faça um estudo para decorar sequencias de acordes de diversos campos harmônicos, assim você poderá identificar mais rapidamente que campo está sendo usado por determinada musica.


25 novembro 2015

A técnica do dedilhado

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  Com certeza, você já viu, ou até mesmo já tocou com palheta em um violão, ou o contrário dedilhou em uma guitarra. Pela semelhança de afinação, acordes, técnicas, etc, entre esses dois instrumentos, é muito comum à troca de idéias desse dois universos. Talvez um pouco disso venha da lenda de que para aprender guitarra primeiro você tem que aprender violão, assim, muitos guitarristas acabam transpondo certos conceitos utilizados no violão para a guitarra. 
  Mesmo que você não tenha sido iludido pela tal lenda, é essencial que você como guitarrista, saiba dedilhar. Muitas músicas clássicas foram concebidas através de um dedilhado, como, por exemplo, Stairway to Heaven, do Led Zeppelin e Nothing Else Matters, do Metallica (top dos dedilhados), assim como outras que usam os dedos não para dedilhar, mas sim para criar uma levada diferente, para isso podemos citar More Than Words do Extreme ou então qualquer tema de Bossa Nova, MPB, etc.
  A base de todo dedilhado é o desenvolvimento de independência de movimentos entre o polegar e os demais dedos da mão direita. Existem vários tipos avançados de dedilhados, mas aqui irei explicar apenas um dos mais simples e mais usados, que consiste em tocar os bordões, as cordas E, A e D com o polegar, e cada um dos dedos restantes, (com exceção do dedo mínimo, que é raramente usado) tocar uma corda, o indicador toca a 3ª corda (G), o médio a 2ª corda (B) e o anular a 1ª corda (E).
  Dependendo da situação, se houver necessidade o indicador pode a tocar a 4ª corda (D), o médio a 3ª corda (G), o anular a 2ª corda (B). 
A posição da mão deve ser sempre confortável, sendo uma das mais indicadas à mão em posição de concha, deixando os dedos apoiados sobres às cordas de maneira que os dedos não entrem muito entre elas.
  Assim como a mão esquerda, os dedos da mão direita também recebem siglas: 

Polegar = P 
Indicador = I 
Médio = M 
Anular = A 


  Essa nomenclatura nos ajuda a escrever um dedilhado, por exemplo: 

P 
I 
M 
A 
M 
I 
  Ele indica que devemos tocar o polegar, depois o indicador, o médio, o anular, o médio e o indicador. E como se fosse uma batida, fecha-se um ciclo, mudando para outro acorde ou repetindo o anterior. 


  Quando por exemplo, vermos duas ou mais letras juntas, devemos tocar as cordas respectivamente de cada dedo simultaneamente. 

P 
I - M - A 
P 
I 
M - A 
I 

  Abaixo nós teremos alguns exercícios utilizando alguns dedilhados bem básicos.  Simbolizei a nota que o polegar deve tocar com um circulo negro e as 3 cordas para os dedos restantes com um semicírculo.


Exemplo 01


 Exemplo 02


Exemplo 03 




22 setembro 2015

Como são formados os acordes (Parte 01)


  A música tocada no violão e na guitarra é amplamente baseada em acordes e progressões de acordes. Enquanto existem muitos acordes diferentes, alguns com nomes extremamente exóticos, a definição exata de acorde é simples: são três ou mais notas diferentes tocadas juntas. Mas, você às vezes irá encontrar “acordes” reduzidos, em que uma das três notas é omitida, essas combinações de duas notas podem manter a maior parte das características do acorde.
  Os acordes são derivados das escalas utilizando o princípio de “amontoar as terças”. Isso significa que o acorde é feito escolhendo a escala maior e selecionando quaisquer três notas alternadas daquela escala. Os acordes derivados de qualquer escala são chamados de campo harmônico: os acordes resultantes, que podem ser maiores (felizes) ou menores (melancólicos), irão parecer “certos” quando tocados juntos em progressão. 



16 setembro 2015

Acordes com pestana


   Acordes com pestana são formas móveis, não contém cordas soltas, e podem ser tocados em qualquer lugar no braço do instrumento. Eles também são mais difíceis de tocar, pois o dedo indicador aplica uma pressão constante sobre cinco ou seis cordas. No entanto, uma vez que você domine essas posições, vai se sentir um guitarrista ou violonista profissional, e acordes como Bb e F# não vão mais derrotar você.
 Acordes com pestana são geralmente mais fáceis de executar mais acima no braço; pratique-os onde seus dedos se sentirem mais confortáveis no início (a quinta casa é um bom ponto para começar). Por fim, não desanime se esses acordes não funcionarem imediatamente. Todo mundo acha essas posições complicadas, mas vai ser difícil conseguir que todas as cordas soem limpas e corretas antes que você adquira força nos dedos de sua mão esquerda.


DICA

 Praticar com frequência em períodos curtos é a melhor maneira de construir a sua técnica. Então, enquanto você estiver assistindo TV, você pode praticar alguns acordes com pestana durante os intervalos comerciais, por exemplo.



04 agosto 2015

Tablaturas

  A tablatura é uma forma alternativa de ler e escrever música muito usada em instrumentos de traste, como por exemplo, guitarra, violão, contra-baixo, etc. Ela é representa por linhas onde cada linha representa uma corda do instrumento. No caso de uma guitarra com seis cordas, teremos seis linhas cada um representando uma corda, sendo que a linha superior é a 1ª corda “Mizinha” e a linha inferior a 6ª corda “Mizão”.

  Ao contrário da partitura, que nos dá toda as informações necessárias para tocarmos uma música, a tablatura só nos mostra a casa onde a nota deve ser tocada. Para trabalharmos com esse tipo de notação, devemos conhecer a música para saber a estrutura rítmica e duração de cada nota.


  Para resolver essas limitações, é comum encontrarmos tablaturas que nos dão vários elementos da notação musical padrão. Como ritmo, Formula de Compasso, etc. Um bom exemplo que utiliza essa linguagem de tablatura alternativa está na imagem abaixo retirada do programa Guitar Pro.

   

  O ideal é unir a facilidade de leitura da tablatura com todo o resto que é utilizado na notação padrão. 

Smoke on the Water - Deep Purple

              

  Nessa escrita temos na parte superior: a partitura, nos dando ritmo, formula de compasso, altura da nota, tonalidade da peça, etc... e na parte inferior: a tablatura nos informando exatamente a casa onde devemos tocar a nota dada na partitura.



14 julho 2015

Acordes Simples


   Acorde é o conjunto de 3 notas, tocadas ao mesmo tempo ou dedilhadas. Os acordes simples de três notas são chamados tríades. Cada acorde fornece duas informações musicais importantes. A primeira informação é o tom, dado pela nota principal do acorde, identificado no dedilhado pelo “polegar no baixo”. É com base nela que o acorde é constituído. Em um acorde, essa nota é chamada tônica ou nota fundamental. A segunda informação é a harmonia, ou seja, o efeito produzido pela relação das outras notas do acorde com a tônica. É o próprio som do acorde, determinado pelos intervalos entre a tônica e as demais notas. Os acordes de 3 notas são classificados em:

- Perfeito Maior  = I, IIIM, VJ ( 1º grau, 3º grau maior, 5º justa )

- Perfeito Menor = I, IIIm, VJ( 1º grau, 3º grau menor, 5º justa )




27 abril 2015

Dicas de Estudos


  Procure sempre um lugar calmo e quieto para estudar, e não use nenhum tipo de efeito em seu violão, durante seus aprendizados iniciais, pois, os efeitos podem mascarar seus erros.

  Execute tudo bem devagar até que você decore as digitações, depois, vá aumentando a velocidade gradativamente até o seu limite. Se possível, utilize um metrônomo durante o estudo. Quando você errar, não continue do ponto onde parou, recomece o exercício desde o inicio sempre, isto garante que você supere o erro e fixe melhor todo o movimento. Nunca desanime, lembre-se, ninguém nasceu sabendo.