13 maio 2021

Curso Prático de Violão e Guitarra Para Iniciantes



   Se você não sabe tocar, ou sabe muito pouco e quer aprender de verdade, este curso é para você. O curso abrange o nível básico completo do estudo do violão e guitarra e começa á partir do zero, e você não precisa ter nenhum conhecimento musical para começar a estudar e aprender com as lições que são explicadas passo a passo e que permitem um aprendizado, rápido e sem complicações. O curso é composto de 7 E-books contendo explicações e informações importantes, ritmos, exercícios de técnicas, dicas, curiosidades, músicas e questionários, para que você possa acompanhar a sua evolução e desenvolver todo o seu potencial. Os assuntos são explicados através de textos descomplicados e objetivos, onde são utilizados exemplos com fotos, imagens, desenhos e gráficos, o que torna o estudo interessante e agradável. Este curso é extremamente prático, e o aluno começa a praticar no instrumento á partir da primeira aula, mesmo que nunca tenha estudado nada sobre violão ou guitarra em sua vida.

O Curso Prático de Violão e Guitarra é indicado para alunos iniciantes.

O método utilizado permite o aprendizado rápido e sem teorias cansativas.

Todo o conteúdo do curso foi 100% revisado e aprovado.

05 maio 2021

Dicas para violão - Saiba como trocar as cordas

 


Solte as cordas de suas tarraxas


   As tarraxas são aquelas pequenas pecinhas que se encontram na mão do violão. Elas são responsáveis por prender ou soltar as cordas. Na hora de trocar as cordas, basta desenrolá-las até o final, girando as tarraxas, para então soltá-las.  Você precisa prestar bastante atenção na posição em que as cordas estavam antes de serem desenroladas para que consiga enrolar as novas da mesma forma e evitar problemas. Uma dica para evitar confusão é sempre trocar uma corda por vez.

Solte as cordas do cavalete do violão


   Esse passo exige um pouco mais de cuidado, já que cada violão tem um modelo diferente de cavalete. Se o cavalete do seu violão for de pino, será preciso puxá-lo e soltá-lo com ajuda de um alicate pequeno, com muito cuidado para não estragar o pino (ou o violão). Feito isso, é preciso retirar a corda que estará por baixo do pino.  Se o instrumento for do tipo que as cordas ficam amarradas, você terá que desamarrá-las e, de preferência, trocar por modelo que tenha alguma bolinha na ponta da corda, algo que possa ser usado para prendê-la sem que seja preciso dar nó depois. Após retirar as cordas por completo, já é possível colocar as novas cordas.

Prenda as novas cordas no rastilho do violão


   A dica de dar preferência a cordas que tenham alguma bolinha ou outro tipo de ponta para ajudar a prendê-las no rastilho vai te ajudar muito a ter menos trabalho, sem que você precise dar nós.  Agora, se você já tem um jogo de cordas sem bolinhas, em que será preciso dar nós, certifique-se de que tais nós estejam muito bem dados e as cordas não se soltarão, pois se isso acontecer todo seu esforço será perdido, e você terá que refazer o trabalho de colocar as cordas (caso contrário, o instrumento irá desafinar conforme a corda for se soltando). Enrole as novas cordas nas tarraxas Essa é uma das partes mais simples, porém é preciso prestar atenção para não cometer erros. As cordas precisam ser presas exatamente nas mesmas tarraxas das quais as antigas foram soltas.  Além disso, é preciso que cada uma seja amarrada de maneira bem firme e rente, sempre apertando no sentido anti-horário.  Por isso batemos na tecla de que é preciso prestar muita atenção para saber em que posição as cordas velhas estavam quando foram retiradas. Outra possibilidade é a de trocar uma por vez para não errar.

26 abril 2021

Curso Completo de Violão e Guitarra - Versão 2021

 

Curso Completo de Violão e Guitarra

  Receba todo o material de estudos em 24 horas e comece a praticar imediatamente. Módulos de estudos com aulas gravadas e explicadas passo a passo, vídeos de exercícios, suporte online, carteira de estudante e certificado.

Para maiores informações acesse: 

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13 abril 2021

Curso de Violão e Guitarra - Dicas

 


  O que muitos músicos não sabem é que os melhores guitarristas do mundo praticam seus exercícios de velocidade, em um violão comum, acústico, sem amplificadores. Isso porque o peso das cordas é perfeito para um rápido desenvolvimento muscular dos dedos. Em uma guitarra elétrica, por causa das cordas macias e da amplificação, leva-se mais tempo até se atingir o mesmo progresso. Porque os músculos não são forçados, não se exercitam e não se desenvolvem tão bem.

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17 março 2021

Cordas de Violão - Dicas importantes

 


 Há dois tipos de acordoamentos:  

1. Nylon

2. Aço 

Atenção, há uma regra a ser respeitada! 

   Se o violão foi confeccionado para cordas de nylon, não devemos trocar para aço pois mudaria totalmente o timbre e vice-versa, não colocar nylon em violões de aço. 

DICAS IMPORTANTES PARA SE COMPRAR CORDAS: 

- Quanto maior tensão mais grossa é a corda, ganha-se no volume mas a corda fica mais dura para se tocar. 

- Quanto menor a tensão, mais fina é a corda, porém se perde no volume, a vantagem é que fica mais leve para se tocar. 

MARCAS:

   Se você é iniciante, e se o seu violão acústico ou elétrico e as cordas são de nylon, eu aconselho cordas da Gianinni. Essas cordas tem para violão clássico e para MPB. Para quem toca violão para acompanhamento das vozes, o indicado é o encordoamento Gianinni MPB. Também as cordas importadas D'Addario nylon de tensão normal são boas e não são tão caras. O melhor é ter um encordoamento de maior tensão possível, mas que não seja tão grossa pois ficaria dura.

   Para violões elétricos de aço, eu aconselho as cordas importadas da D'Addario, mas preste atenção nas tensões e na medida, 0.9 é muito fina, de baixo volume e desafina com mais facilidade, porém é muito mais leve e indicado para quem toca solo.

   A medida 0.10 e 0.11 são mais grossas, de maior volume e segura melhor afinação, mas quanto mais grossa, mais dura de tocar, são indicadas para quem toca harmonia, ou seja, acordes e batidas.

CUIDADOS:

- Muito calor e muito frio alteram as cordas e podem arrebentar facilmente.

- Nunca toque com as mãos sujas, oleosas ou suadas.

- Ao limpar as cordas use pano seco e não passe produtos químicos.

- Não deixe seu instrumento encostado em uma parede que tem acesso ao frio e calor, isto pode afetar.

- Não deixe seu instrumento deitado, e não coloque nada em cima dele, no braço e muito menos nas cordas.

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16 março 2021

Violão e Guitarra - Dicas infalíveis para aprender a tocar

 



ORGANIZE E MELHORE SEUS ESTUDOS

Organize os seus estudos da melhor maneira em seu tempo livre. Estudar bastante é fundamental, mas um estudo confuso e desorganizado não vai contribuir tanto para a sua evolução quanto um estudo mais organizado. Ainda mais se o seu tempo for curto, organize um tempo para treinar tudo o que você já sabe, e outro para praticar coisas novas.


TENHA UM BOM INSTRUMENTO

Não precisa ser o melhor instrumento, ou o mais caro, mas um bom instrumento é fundamental para manter sua motivação e auxiliar no seu aprendizado. Um instrumento bem regulado, com cordas novas, e com um bom som é de extrema importância. Hoje no mercado, você pode encontrar bons instrumentos para começar a praticar por preços bastante acessíveis.


FAÇA DA PRÁTICA UMA ROTINA

Você já ouviu a frase “A prática leva à perfeição?” Mesmo que a perfeição não exista, a prática pelo menos nos levará próximo a ela. A repetição é muito importante, principalmente quando se está aprendendo algo novo. Mesmo que o seu tempo seja apertado, procure alguma hora de seu dia para praticar pelo menos por alguns minutos o seu instrumento. É essencial que você goste, pratique sempre que possível. Se você gosta do que pratica, o seu estudo será muito mais interessante. Procure sempre se manter motivado.

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27 outubro 2020

Tudo que você precisa saber para aprender a tocar violão e guitarra - Kit de Estudos

 



KIT DE ESTUDOS PARA VIOLÃO E GUITARRA
Nível Básico e Intermediário


EXPLICAÇÕES SOBRE O CURSO E O MATERIAL DE ESTUDOS

   Tudo que você precisa saber para aprender a tocar violão e guitarra de modo rápido e sem complicações, está reunido neste kit de estudos, especialmente preparado por nossos professores. O kit foi elaborado visando oferecer todas as informações necessárias, passo a passo, para quem está iniciando, ou mesmo para quem já toca um pouco e quer aprimorar os seus conhecimentos. O aluno poderá estudar nas horas vagas, e contar com o suporte do Professor Online para esclarecer todas as suas dúvidas.




CONTEÚDO DO KIT DE ESTUDOS:

CURSO COMPLETO DE VIOLÃO E GUITARRA

CURSO INTERMEDIÁRIO DE VIOLÃO E GUITARRA

MANUAL DOS ACORDES ESSENCIAIS PARA VIOLÃO E GUITARRA

MANUAL DO ESTUDANTE - IMPRESSO E ENCADERNADO

O kit de estudos conta ainda no CD didático com o seguinte material de estudos:

57 AULAS GRAVADAS COM EXPLICAÇÕES PASSO A PASSO DAS LIÇÕES DO CURSO

VÍDEOS COM EXERCÍCIOS DE TÉCNICAS PARA GANHAR AGILIDADE NO INSTRUMENTO

CURSO DE TEORIA MUSICAL

CURSO BÁSICO DE HARMONIZAÇÃO

ESCALAS E MODOS GREGOS

DICIONÁRIO DE ACORDES PARA VIOLÃO E GUITARRA

PÁGINAS PARA EXERCÍCIOS E ANOTAÇÕES MUSICAIS (Vários modelos com tablaturas, partituras e acordes em branco para o aluno imprimir e utilizar em exercicios e anotações)

2000 TABLATURAS PARA EXERCICIOS

EXERCÍCIOS, LICKS E RIFFS SELECIONADOS (Pratique com exercícios de blues, country, funk, jazz, rock, swing, exercícios de cromatismo, tapping licks, escalas, etc...)

EXERCìCIOS EM FORMATO GUITAR PRO (Milhares de tablaturas com exercicios musicais variados)

COMO TIRAR MÚSICAS DE OUVIDO

LIVRO DE REPERTÓRIO

CIFRAS COM RITMOS EXPLICADOS PARA VIOLÃO E GUITARRA

AFINADORES (2 Afinadores virtuais para você afinar o seu instrumento rapidamente, utilizando o seu PC)

METRÔNOMO VIRTUAL

DICIONÁRIO DE ACORDES

EDITOR DE TABLATURAS

EXERCÍCIOS MUSICAIS CIFRADOS

SENHA DO SUPORTE PROFESSOR ONLINE

SENHA DA ÁREA VIP ARTMAIA

AVALIAÇÕES E TESTES TEÓRICOS

CARTEIRA DE ESTUDANTE


   Se você não sabe tocar violão ou guitarra, ou sabe muito pouco e quer aprender de verdade, venha estudar conosco. O GRUPO ARTMAIA MUSIC, tem 15 anos de existência, com mais de 25 mil alunos cadastrados! Entre hoje mesmo para o maravilhoso mundo da música.

LEIA COM ATENÇÃO

Este kit de estudos é enviado via correios com frete grátis para todo o Brasil




09 setembro 2020

Dicas e Aulas para Violão e Guitarra - Campo Harmônico - Explicações Básicas

 


  Sem dúvida este é um dos assuntos mais importantes para quem quer realmente se tornar músico, pois o campo harmônico nos dá a completa visão das possibilidades harmônicas que temos assim como toda a visualização de escalas, tornando assim o estudo puramente matemático e claro. Primeiramente temos que entender para quê serve o campo harmônico, qual sua finalidade.

Campo harmônico é um conjunto de acordes formados a partir de uma determinada escala. Tome como exemplo a escala de dó maior: C, D, E, F, G, A, B.

Como formar um campo harmônico

  Para cada nota dessa escala, iremos montar um acorde. Vamos ter, portanto, sete acordes, que serão os acordes do campo harmônico de dó maior. Para cada nota da escala, o acorde respectivo será formado utilizando o primeiro, o terceiro e o quinto graus (contados a partir dessa nota, em cima dessa mesma escala). Vamos começar com a nota C. O primeiro grau é o próprio C. O terceiro grau, contando a partir de C, é E. O quinto grau, contando a partir de C, é G.

Acordes do campo harmônico de dó maior

   O primeiro acorde do campo harmônico de dó maior é formado então pelas notas C, E, G (repare que esse é o acorde de dó maior, pois E é a terça maior de Dó). Agora vamos montar o acorde da próxima nota da escala, que é D. O primeiro grau é o próprio D. O terceiro grau, contando a partir de D, nessa escala, é F. O quinto grau, contando a partir de D, é A. Portanto, o segundo acorde do nosso campo harmônico é formado pelas notas D, F e A (repare que esse é o acorde de Ré menor, pois a nota F é a terça menor de D).Você deve estar percebendo até aqui que estamos montando os acordes do campo harmônico pensando nas tríades e utilizando somente as notas que aparecem na escala em questão (escala de dó maior). Depois de montar a tríade, observamos se a terça de cada acorde ficou maior ou menor. Você pode também conferir a quinta de cada acorde, mas vai notar que ela sempre vai acabar sendo a quinta justa, exceto no último acorde, que vai ter a quinta bemol. É um bom exercício você tentar montar os acordes restantes desse campo harmônico. Confira depois com a tabela abaixo:


   O campo harmônico traduz na verdade algo que nós sabemos por instinto, por exemplo, quando você esta compondo uma musica, instintivamente você tenta achar uma seqüência melódica que te agrade, e nas tentativas, é claro que as vezes tocamos seqüências de acordes que parecem não combinar entre si, isso se deve ao fato de que existe uma seqüência de acordes que se combinam, existe portanto uma seqüência melódica, por exemplo, seria a diferença de tocar em seqüência um acorde maior/ menor/ menor/ menor/ menor/ maior temos uma progressão, que quando tocada soa estranho, isso porque existe uma regra para combinação de acordes, isso não pode ser feito aleatoriamente, você terá um efeito horrível se você tocar uma seqüência :

Cm Dm Em Fm Gm Am Bm

   Isso não pode ser feito, então o campo harmônico serve para nos mostrar a sequência de acordes que irá soar perfeitamente e aonde estariam as escalas para aplicação. Vendo o campo, perceba que ele é composto por 7 graus, a escala musical é composta por sete notas, portanto uma seqüência melódica de acordes está relacionado com a escala musical que é a base de tudo. Na segunda aula analisaremos como é o vínculo entre as escalas e os acordes. Veja no campo harmônico a seqüência de acordes com suas respectivas sétimas:

C7M Dm7 Em7 F7M G7 Am7 Bm7(b5)

   Pois bem aqui temos o campo harmônico natural, ele servirá de base para criarmos os outros. Agora feito o primeiro campo temos uma definição sobre os graus.

I7M IIm7 IIIm7 IV7M V7 VIm7 VIIm7(b5)

   Antes de seguir adiante vou explicar porque o sétimo grau é chamado de meio diminuto. A explicação básica do campo harmônico natural é que você tem uma seqüência de acordes que casam com as escalas, e que nenhum dos acordes e escalas nesse posicionamento tem sustenidos ou bemóis, pois bem faça um acorde de B, tanto faz ser maior ou menor, veja que notas fazem parte do acorde.... você irá achar o F#! Ele é a quinta justa de B!  Quinta justa seria o seguinte, quando você monta, por exemplo, o modelo maior ou menor da corda E ou A, existe um modelo para o acorde certo? Note que onde está o dedo 3 no acorde corresponde a quinta do acorde, a quinta justa então seria sempre onde está seu dedo 3, é chamado quinta justa porque a quinta de B é na verdade, vamos contar juntos B/C/D/E/F 1/2/3/4/5, é a nota F, mas montando um acorde, a quinta é F#, baseado que no campo harmônico natural não pode haver sustenidos, temos que tirar esse sustenido do acorde! Temos dois modelos para esse grau o meio diminuto e o quinta aumentada, ora a quinta justa de B é F# ,a quinta aumentada é G! Tiramos o sustenido que não pode ter!

Agora como faremos para entender e criar os outros campos?

   Agora você sabe quais acordes se casam, mas veja bem, existe sempre as exceções, muitas musicas são criadas com 2 campos diferentes, ou até 3, mas agora tudo têm uma explicação lógica e matemática, 2 casos comuns é em uma determinada música, ela se progredir para um outro campo harmônico. Então o campo harmônico além de facilitar o seu trabalho de composição, já te mostra onde estão as escalas para solar, já lhe dá opções de acordes e facilita e muito para tirar músicas de ouvido, ache dois, três acordes e tente identificar em que campo está, você poderá tirar o resto vendo quais os acordes que fazem parte do campo, e para solos ficará muito mais fácil tirá-lo, sabendo onde estão as escalas.  Se uma música contém os acordes do campo harmônico maior de dó, significa que a música está em dó maior. Com isso, sabemos que a escala a ser utilizada para fazer um solo, improvisar, criar riffs, etc. em cima da música é a escala de dó maior. Portanto, conhecer os campos harmônicos tem uma grande utilidade: esse conhecimento permite que saibamos as notas que podemos usar para fazer arranjos em cima de uma determinada música. Conhecendo bem os desenhos das escalas, nada impede que possamos criar solos e arranjos automaticamente (habilidade conhecida como improviso).


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23 julho 2020

Dicas para violão e guitarra - Acordes com pestana


   Os acordes com pestana têm esse nome devido à função do dedo indicador, que atua como uma barra sobre as seis cordas, fazendo o papel da pestana do braço do violão (o material branco logo no início do braço do violão).  Dessa maneira, qualquer acorde que utilize cordas soltas pode ser tocado nas demais casas. A principal vantagem dos acordes com pestana é que eles são móveis. A  mesma posição pode ser tocada em diferentes casas ao longo do braço, sem  alterar a posição relativa dos dedos, formando doze acordes diferentes nas doze primeiras casas. A nota da casa em que a posição é montada determina  o acorde.
   Existem quatro posições básicas com pestana. Cada uma delas deriva de um acorde sem pestana. A "posição de E" é baseada num acorde de E maior sem pestana, assim como a "posição de A" deriva do A maior, a "posição de C" de C maior e a "posição de G" de G maior. As "posições de E e de A" podem ser facilmente "adaptadas" para acordes menores, com sétima, com sétima maior ou menor.

ACORDES DERIVADOS DA POSIÇÃO E



ACORDES DERIVADOS DA POSIÇÃO A



      Nas próximas aulas, falarei mais sobre a formação das pestanas.


06 março 2020

Curso de Violão e Guitarra - Dicas para tocar com palheta


Qual palheta devo comprar?

  Existem vários tipos de palhetas, que variam de tamanho e espessura. Geralmente, os iniciantes acham mais fácil usar palhetas com pouca espessura para fazer ritmos e palhetas com espessura média para solos.  Isso não é uma regra, quando você estiver se sentindo um pouco mais confortável no violão seus dedos vão te dizer qual é o melhor tipo de palheta para você.

Usar ou não a palheta

   Observando vários casos ao longo dos anos, vários músicos e como tocam, vejo que não há uma regra obrigatória de usar ou não a palheta. Mas, podemos partir de um princípio comum. Geralmente, é isso que vemos: a palheta é utilizada em gêneros de música popular e a mão pura (sem palheta) no violão erudito. Apesar de que, alguns gêneros populares também usam a mão sem palheta, como por exemplo a MPB, a Bossa Nova, etc. A diferença é o esmero técnico. Os gêneros populares são mais livres. O posicionamento da mão que dedilha nesses casos é mais a gosto do executante. O que não ocorre no violão erudito, pois a mão que dedilha é posicionada seguindo-se uma escola acadêmica tradicional. O aluno que for estudar violão erudito provavelmente terá sua mão reposicionada pelo professor de acordo com os padrões acadêmicos que ele segue.

Os tipos de palhetas

   Um pequeno equipamento, mas de grande relevância. As palhetas têm formatos dos mais variados, materiais que vão desde celulóide a casco de tartaruga e ainda diferentes espessuras. Essas são as três principais características na hora de escolher a palheta correta para o que você toca. Esse último elemento – a espessura – é o mais importante de todos.

Espessuras das Palhetas

   A espessura da palheta influencia muito na “pegada” do músico. As palhetas proporcionam um maior contraste sonoro de acordo com os diferentes locais de onde se dá a palhetada. Existem 5 tipos. Lembrando que a espessura varia um pouco entre diferentes marcas, mas em geral são assim: XL – Extrafina (Extra Thin ou Extra Light) T – Fina (Thin) M – Média (Medium) H – Pesada (Heavy) XH – Extrapesada (Extra Heavy).



UM POUCO SOBRE A APLICAÇÃO DE CADA ESPESSURA DE PALHETA

Extrafina (abaixo de 0,40 mm) – A menos popular de todas. São usadas para casos bem específicos. Ex: acordes mais suaves. A palheta extrafina produz um som de click, já que são mais moles. Tem muito guitarrista que não curte esse “barulhinho”.
Leve (0,40 mm – 0,63 mm) – As palhetas leves (ou finas) são bastantes flexíveis e muito confortáveis e, por isso, também são boas para fazer acompanhamentos. Produzem um efeito percussivo interessante e um som mais turvo. Por ter uma maior elasticidade e conforto são usadas para fazer base.
   As leves também produzem o ruído de palheta, o tal click que falamos no tópico acima, mas menos perceptível. Um problema das palhetas mais finas é que elas tendem a quebrar ou rachar com mais facilidade.
Médias (0.63 mm – 0.85 mm) – Um excelente meio termo. As médias surgem por uma boa pedida para quem quer fazer licks e bends. Essas palhetas são as mais usadas entre as leves, médias e pesadas. O motivo é que o guitarrista tem uma adaptação mais fácil, já que elas têm uma flexibilidade menor que as leves, mas conseguem imprimir mais força nas cordas.
   Quem ainda não tem as manhas de tocar com palhetas mais espessas, as médias são bastante usadas como treino de transição.
   Pesada (0.85 mm – 1.22 mm) – Em inglês: heavy! Essas palhetas são ideais para solos.  São mais rígidas e produzem um som mais nítido, claro e limpo. Sem falar que o som fica mais definido e fácil de controlar.
   A ideia aqui é tirar um som mais agressivo nas notas. As palhetas mais espessas tendem a se desgastar menos e duram mais.
Extrapesadas (1.2 mm para mais) – Essa é a praia dos baixistas. Palhetas tornam o som mais forte e ajudam na sincronia com o batera! Os jazzistas também curtem tocar com esse tipo de palheta.
   Mas vale deixar um esclarecimento aqui. Experimentar é o melhor caminho. Só assim você vai escolher sua preferida.



MATERIAL DAS PALHETAS

   Haja variedade! As palhetas mais comuns são feitas de PLÁSTICO e é possível encontrar de vários tipos. Mas mesmo falando de plástico, existem muitas variações!

Veja as principais:

Celuloide: A grande maioria das palhetas é deste material. Foi o primeiro plástico usado para produzir palhetas. Gera uma alta qualidade de som. São bem populares, porém não são tão resistentes.
Nylon: Por ser um material bastante flexível podem ser feitas palhetas bem finas. Um problema é que o nylon perde a flexibilidade depois de 1 ou 2 meses de uso intenso. Assim, a possibilidade de quebrar é mais alta.
Acrílico: Material de grande resistência ao impacto. O acrílico é rígido e leve. Não é quebradiço, é um polímero sem ranhuras e normalmente não trinca. Outra vantagem é que pode ser cortada em quase várias formas, tamanhos e espessuras.
Metal: Palhetas feitas de aço geram um som muito mais limpo que palhetas de plástico. Entretanto gastam as cordas mais rapidamente e desafinam mais facilmente o instrumento, principalmente os acústicos.
Madeira: As palhetas de madeira produzem um som mais abafado se comparadas com as palhetas de plástico. O motivo desse som único são as diferenças de densidade, estrutura das células e ainda a dureza de cada madeira. Somente madeira mais dura é usada na fabricação de palhetas, do contrário, elas não suportariam a “força do rock”.
Casco de Tartaruga: Crime ambiental? Tortura animal? Os questionamentos são muitos e as opiniões polêmicas a respeito de usar casco de tartaruga. Na verdade, esse tipo de material praticamente não é mais usado para fabricar palhetas – já que a prática foi PROIBIDA.
Vidro: Não sei se vocês já tocaram com palhetas de vidro, mas elas existem. É um material relativamente mais duro e pesado se comparado com metal ou plástico.

FORMATOS

   As clássicas palhetas triangulares (Padrão ou Standard): as mais usadas e as melhores para palhetadas. Outro formato bastante comum são as que têm forma de gota – boas para mandar um som mais suave. Tem ainda as elípticas que são geralmente usadas por baixistas, já que são maiores e fortes. As palhetas chamadas de barbatana de tubarão têm um formato que lembram, de fato, barbatanas. São, geralmente, do tamanho das palhetas padrão.
   Os formatos são infinitos. Aqui reina a criatividade e o gosto depende de cada um.
A palheta para violão e guitarra também é conhecida como plectro. O certo é segurá-la entre seu polegar e seu indicador firme o suficiente só para fazê-la raspar nas cordas. Não segure a palheta com muita força, como se você quisesse arrancar as cordas com ela. Deixe-a raspar suavemente. Tal é válido tanto para violão quanto para guitarra. Pratique o jeito certo de palhetar até conseguir tirar um som limpo e claro. Escolha um tamanho de palheta bom para você e mãos à obra!

   Segure a palheta entre o polegar e o indicador. Quase metade da palheta ficará encoberta pelos seus dedos – algumas palhetas possuem um sulco no corpo, que indica a posição de segurá-la. A pegada deve ser firme, mas não tanto que a ponta não consiga se mexer. Não a deixe muito frouxa também, pois ela pode escapar da sua mão.
   Decida o seu som. A maioria das marcas pode ser comprada por espessura. Elas vêm rotuladas como "thin" (fina), "medium" (média), ou "thick" (grossa), acompanhadas pela espessura em milímetros. A maioria das palhetas varia de espessura entre 0.4 mm e 3 mm. Comece experimentando uma média, entre 0.60 e 0.80 mm.[4]
   As palhetas finas variam de 0.40 a 0.60 mm. Quando você toca violão ou quer um som de guitarra carregado no agudo, essas palhetas são as melhores. Elas são usadas normalmente para preencher a base e fazer um meio termo em músicas de rock, pop e country. Mas elas não têm peso suficiente para fazer base e solo sozinhas no rock.
   As palhetas médias vão de 0.60 a 0.80 mm. Em questão de espessura, essas são as mais populares. Elas são uma boa combinação de rigidez e flexibilidade que funciona bem para base de violão e para solos de guitarra. Elas não são ideais para solos mais poderosos e nem para batidas mais agitadas, mas não deixam de ser versáteis.
   Acima de 0.80 mm, a palheta pode ser considerada grossa. Com as menores espessuras dessa categoria você ainda vai ter um pouco de flexibilidade para fazer alguma batida, mas também vai ter firmeza suficiente para fazer arpejos e solos. Acima de 1.5 mm, você começa a ter tons cada vez mais limpos, macios e quentes. Seu som vai começar a ficar mais profundo com as palhetas mais grossas: de 1,5 a 3 mm. Essas são usadas por músicos de jazz e metal.
   Os materiais da palheta. As mais baratas são feitas de plástico e são suficientemente boas para principiantes. E não tem problema se ela desgastar rapidamente, basta adquirir outra.[5]
   Também existem palhetas feitas de borracha pesada ou metal. Elas são desenvolvidas para a prática de alguns estilos específicos. As de metal dão um som bem agudo enquanto que as de borracha, produzem um som grave e profundo.
Teste alguns tipos de palheta antes de se decidir por um. Você vai achar palhetas em lojas de música, algumas lojas de rock e, certamente, online. Teste as palhetas dos seus amigos e preste atenção na grossura, marca e material. Encontre o seu gosto pessoal.



DICAS

   Não deixe o dedo médio esticado, ele vai prejudicar a clareza de sua palhetada. Nem tente segurar a palheta com três dedos, use apenas o polegar e o indicador. Ela foi desenhada para funcionar com esses dois dedos.
   Não esconda muito a palheta dentro dos dedos, porque eles vão entrar na frente e atrapalhar. E deixe espaço suficiente para fazer o pluck sem que ela escape.