13 abril 2021

Violão e Guitarra - Dicas

 


  O que muitos músicos não sabem é que os melhores guitarristas do mundo praticam seus exercícios de velocidade, em um violão comum, acústico, sem amplificadores. Isso porque o peso das cordas é perfeito para um rápido desenvolvimento muscular dos dedos. Em uma guitarra elétrica, por causa das cordas macias e da amplificação, leva-se mais tempo até se atingir o mesmo progresso. Porque os músculos não são forçados, não se exercitam e não se desenvolvem tão bem.

17 março 2021

Cordas de Violão - Dicas importantes

 


 Há dois tipos de acordoamentos:  

1. Nylon

2. Aço 

Atenção, há uma regra a ser respeitada! 

   Se o violão foi confeccionado para cordas de nylon, não devemos trocar para aço pois mudaria totalmente o timbre e vice-versa, não colocar nylon em violões de aço. 

DICAS IMPORTANTES PARA SE COMPRAR CORDAS: 

- Quanto maior tensão mais grossa é a corda, ganha-se no volume mas a corda fica mais dura para se tocar. 

- Quanto menor a tensão, mais fina é a corda, porém se perde no volume, a vantagem é que fica mais leve para se tocar. 

MARCAS:

   Se você é iniciante, e se o seu violão acústico ou elétrico e as cordas são de nylon, eu aconselho cordas da Gianinni. Essas cordas tem para violão clássico e para MPB. Para quem toca violão para acompanhamento das vozes, o indicado é o encordoamento Gianinni MPB. Também as cordas importadas D'Addario nylon de tensão normal são boas e não são tão caras. O melhor é ter um encordoamento de maior tensão possível, mas que não seja tão grossa pois ficaria dura.

   Para violões elétricos de aço, eu aconselho as cordas importadas da D'Addario, mas preste atenção nas tensões e na medida, 0.9 é muito fina, de baixo volume e desafina com mais facilidade, porém é muito mais leve e indicado para quem toca solo.

   A medida 0.10 e 0.11 são mais grossas, de maior volume e segura melhor afinação, mas quanto mais grossa, mais dura de tocar, são indicadas para quem toca harmonia, ou seja, acordes e batidas.

CUIDADOS:

- Muito calor e muito frio alteram as cordas e podem arrebentar facilmente.

- Nunca toque com as mãos sujas, oleosas ou suadas.

- Ao limpar as cordas use pano seco e não passe produtos químicos.

- Não deixe seu instrumento encostado em uma parede que tem acesso ao frio e calor, isto pode afetar.

- Não deixe seu instrumento deitado, e não coloque nada em cima dele, no braço e muito menos nas cordas.


16 março 2021

Violão e Guitarra - Dicas infalíveis para aprender a tocar

 


ORGANIZE E MELHORE SEUS ESTUDOS

Organize os seus estudos da melhor maneira em seu tempo livre. Estudar bastante é fundamental, mas um estudo confuso e desorganizado não vai contribuir tanto para a sua evolução quanto um estudo mais organizado. Ainda mais se o seu tempo for curto, organize um tempo para treinar tudo o que você já sabe, e outro para praticar coisas novas.


TENHA UM BOM INSTRUMENTO

Não precisa ser o melhor instrumento, ou o mais caro, mas um bom instrumento é fundamental para manter sua motivação e auxiliar no seu aprendizado. Um instrumento bem regulado, com cordas novas, e com um bom som é de extrema importância. Hoje no mercado, você pode encontrar bons instrumentos para começar a praticar por preços bastante acessíveis.


FAÇA DA PRÁTICA UMA ROTINA

Você já ouviu a frase “A prática leva à perfeição?” Mesmo que a perfeição não exista, a prática pelo menos nos levará próximo a ela. A repetição é muito importante, principalmente quando se está aprendendo algo novo. Mesmo que o seu tempo seja apertado, procure alguma hora de seu dia para praticar pelo menos por alguns minutos o seu instrumento. É essencial que você goste, pratique sempre que possível. Se você gosta do que pratica, o seu estudo será muito mais interessante. Procure sempre se manter motivado.

27 outubro 2020

Kit de Estudos Para Violão e Guitarra - Método Rápido

 


KIT DE ESTUDOS PARA VIOLÃO E GUITARRA

EXPLICAÇÕES SOBRE O CURSO E O MATERIAL DE ESTUDOS

   Tudo que você precisa saber para aprender a tocar violão e guitarra de modo rápido e sem complicações, está reunido neste kit de estudos, especialmente preparado por nossos professores. O kit foi elaborado visando oferecer todas as informações necessárias, passo a passo, para quem está iniciando, ou mesmo para quem já toca um pouco e quer aprimorar os seus conhecimentos. O aluno poderá estudar nas horas vagas, e contar com o suporte do professor online para esclarecer todas as suas dúvidas.


CONTEÚDO DO KIT DE ESTUDOS:

CURSO COMPLETO DE VIOLÃO E GUITARRA

CURSO INTERMEDIÁRIO DE VIOLÃO E GUITARRA

MANUAL DOS ACORDES ESSENCIAIS PARA VIOLÃO E GUITARRA

MANUAL DO ESTUDANTE 



O kit  conta também com o seguinte material de estudos:

57 AULAS GRAVADAS COM EXPLICAÇÕES PASSO A PASSO DAS LIÇÕES DO CURSO

VÍDEOS COM EXERCÍCIOS DE TÉCNICAS

CURSO DE TEORIA MUSICAL

CURSO BÁSICO DE HARMONIZAÇÃO

ESCALAS E MODOS GREGOS

DICIONÁRIO DE ACORDES PARA VIOLÃO E GUITARRA

PÁGINAS PARA EXERCÍCIOS E ANOTAÇÕES MUSICAIS 

2000 TABLATURAS PARA EXERCÍCIOS

EXERCÍCIOS, LICKS E RIFFS SELECIONADOS 

COMO TIRAR MÚSICAS DE OUVIDO

LIVRO DE REPERTÓRIO

CIFRAS COM RITMOS EXPLICADOS

AFINADORES 

METRÔNOMO VIRTUAL

DICIONÁRIO DE ACORDES

EDITOR DE TABLATURAS

EXERCÍCIOS MUSICAIS CIFRADOS

SENHA DO SUPORTE PROFESSOR ONLINE

AVALIAÇÕES E TESTES TEÓRICOS

CARTEIRA DE ESTUDANTE

CERTIFICADO DE CONCLUSÃO


   Se você não sabe tocar violão ou guitarra, ou sabe muito pouco e quer aprender de verdade, venha estudar conosco. A empresa ArtMaia - Ensino Musical, tem 16 anos de existência, com mais de 32 mil alunos cadastrados. Entre hoje mesmo para o maravilhoso mundo da música.






09 setembro 2020

Campo Harmônico - Explicações Básicas

 


  Sem dúvida este é um dos assuntos mais importantes para quem quer realmente se tornar músico, pois o campo harmônico nos dá a completa visão das possibilidades harmônicas que temos assim como toda a visualização de escalas, tornando assim o estudo puramente matemático e claro. Primeiramente temos que entender para quê serve o campo harmônico, qual sua finalidade.

Campo harmônico é um conjunto de acordes formados a partir de uma determinada escala. Tome como exemplo a escala de dó maior: C, D, E, F, G, A, B.

Como formar um campo harmônico

  Para cada nota dessa escala, iremos montar um acorde. Vamos ter, portanto, sete acordes, que serão os acordes do campo harmônico de dó maior. Para cada nota da escala, o acorde respectivo será formado utilizando o primeiro, o terceiro e o quinto graus (contados a partir dessa nota, em cima dessa mesma escala). Vamos começar com a nota C. O primeiro grau é o próprio C. O terceiro grau, contando a partir de C, é E. O quinto grau, contando a partir de C, é G.

Acordes do campo harmônico de dó maior

   O primeiro acorde do campo harmônico de dó maior é formado então pelas notas C, E, G (repare que esse é o acorde de dó maior, pois E é a terça maior de Dó). Agora vamos montar o acorde da próxima nota da escala, que é D. O primeiro grau é o próprio D. O terceiro grau, contando a partir de D, nessa escala, é F. O quinto grau, contando a partir de D, é A. Portanto, o segundo acorde do nosso campo harmônico é formado pelas notas D, F e A (repare que esse é o acorde de Ré menor, pois a nota F é a terça menor de D).Você deve estar percebendo até aqui que estamos montando os acordes do campo harmônico pensando nas tríades e utilizando somente as notas que aparecem na escala em questão (escala de dó maior). Depois de montar a tríade, observamos se a terça de cada acorde ficou maior ou menor. Você pode também conferir a quinta de cada acorde, mas vai notar que ela sempre vai acabar sendo a quinta justa, exceto no último acorde, que vai ter a quinta bemol. É um bom exercício você tentar montar os acordes restantes desse campo harmônico. Confira depois com a tabela abaixo:


   O campo harmônico traduz na verdade algo que nós sabemos por instinto, por exemplo, quando você esta compondo uma musica, instintivamente você tenta achar uma seqüência melódica que te agrade, e nas tentativas, é claro que as vezes tocamos seqüências de acordes que parecem não combinar entre si, isso se deve ao fato de que existe uma seqüência de acordes que se combinam, existe portanto uma seqüência melódica, por exemplo, seria a diferença de tocar em seqüência um acorde maior/ menor/ menor/ menor/ menor/ maior temos uma progressão, que quando tocada soa estranho, isso porque existe uma regra para combinação de acordes, isso não pode ser feito aleatoriamente, você terá um efeito horrível se você tocar uma seqüência :

Cm Dm Em Fm Gm Am Bm

   Isso não pode ser feito, então o campo harmônico serve para nos mostrar a sequência de acordes que irá soar perfeitamente e aonde estariam as escalas para aplicação. Vendo o campo, perceba que ele é composto por 7 graus, a escala musical é composta por sete notas, portanto uma seqüência melódica de acordes está relacionado com a escala musical que é a base de tudo. Na segunda aula analisaremos como é o vínculo entre as escalas e os acordes. Veja no campo harmônico a seqüência de acordes com suas respectivas sétimas:

C7M Dm7 Em7 F7M G7 Am7 Bm7(b5)

   Pois bem aqui temos o campo harmônico natural, ele servirá de base para criarmos os outros. Agora feito o primeiro campo temos uma definição sobre os graus.

I7M IIm7 IIIm7 IV7M V7 VIm7 VIIm7(b5)

   Antes de seguir adiante vou explicar porque o sétimo grau é chamado de meio diminuto. A explicação básica do campo harmônico natural é que você tem uma seqüência de acordes que casam com as escalas, e que nenhum dos acordes e escalas nesse posicionamento tem sustenidos ou bemóis, pois bem faça um acorde de B, tanto faz ser maior ou menor, veja que notas fazem parte do acorde.... você irá achar o F#! Ele é a quinta justa de B!  Quinta justa seria o seguinte, quando você monta, por exemplo, o modelo maior ou menor da corda E ou A, existe um modelo para o acorde certo? Note que onde está o dedo 3 no acorde corresponde a quinta do acorde, a quinta justa então seria sempre onde está seu dedo 3, é chamado quinta justa porque a quinta de B é na verdade, vamos contar juntos B/C/D/E/F 1/2/3/4/5, é a nota F, mas montando um acorde, a quinta é F#, baseado que no campo harmônico natural não pode haver sustenidos, temos que tirar esse sustenido do acorde! Temos dois modelos para esse grau o meio diminuto e o quinta aumentada, ora a quinta justa de B é F# ,a quinta aumentada é G! Tiramos o sustenido que não pode ter!

Agora como faremos para entender e criar os outros campos?

   Agora você sabe quais acordes se casam, mas veja bem, existe sempre as exceções, muitas musicas são criadas com 2 campos diferentes, ou até 3, mas agora tudo têm uma explicação lógica e matemática, 2 casos comuns é em uma determinada música, ela se progredir para um outro campo harmônico. Então o campo harmônico além de facilitar o seu trabalho de composição, já te mostra onde estão as escalas para solar, já lhe dá opções de acordes e facilita e muito para tirar músicas de ouvido, ache dois, três acordes e tente identificar em que campo está, você poderá tirar o resto vendo quais os acordes que fazem parte do campo, e para solos ficará muito mais fácil tirá-lo, sabendo onde estão as escalas.  Se uma música contém os acordes do campo harmônico maior de dó, significa que a música está em dó maior. Com isso, sabemos que a escala a ser utilizada para fazer um solo, improvisar, criar riffs, etc. em cima da música é a escala de dó maior. Portanto, conhecer os campos harmônicos tem uma grande utilidade: esse conhecimento permite que saibamos as notas que podemos usar para fazer arranjos em cima de uma determinada música. Conhecendo bem os desenhos das escalas, nada impede que possamos criar solos e arranjos automaticamente (habilidade conhecida como improviso).

23 julho 2020

Dicas para violão e guitarra - Acordes com pestana


   Os acordes com pestana têm esse nome devido à função do dedo indicador, que atua como uma barra sobre as seis cordas, fazendo o papel da pestana do braço do violão (o material branco logo no início do braço do violão).  Dessa maneira, qualquer acorde que utilize cordas soltas pode ser tocado nas demais casas. A principal vantagem dos acordes com pestana é que eles são móveis. A  mesma posição pode ser tocada em diferentes casas ao longo do braço, sem  alterar a posição relativa dos dedos, formando doze acordes diferentes nas doze primeiras casas. A nota da casa em que a posição é montada determina  o acorde.
   Existem quatro posições básicas com pestana. Cada uma delas deriva de um acorde sem pestana. A "posição de E" é baseada num acorde de E maior sem pestana, assim como a "posição de A" deriva do A maior, a "posição de C" de C maior e a "posição de G" de G maior. As "posições de E e de A" podem ser facilmente "adaptadas" para acordes menores, com sétima, com sétima maior ou menor.

ACORDES DERIVADOS DA POSIÇÃO E



ACORDES DERIVADOS DA POSIÇÃO A



   

06 março 2020

Dicas para tocar com palheta


Qual palheta devo comprar?

  Existem vários tipos de palhetas, que variam de tamanho e espessura. Geralmente, os iniciantes acham mais fácil usar palhetas com pouca espessura para fazer ritmos e palhetas com espessura média para solos.  Isso não é uma regra, quando você estiver se sentindo um pouco mais confortável no violão seus dedos vão te dizer qual é o melhor tipo de palheta para você.

Usar ou não a palheta

   Observando vários casos ao longo dos anos, vários músicos e como tocam, vejo que não há uma regra obrigatória de usar ou não a palheta. Mas, podemos partir de um princípio comum. Geralmente, é isso que vemos: a palheta é utilizada em gêneros de música popular e a mão pura (sem palheta) no violão erudito. Apesar de que, alguns gêneros populares também usam a mão sem palheta, como por exemplo a MPB, a Bossa Nova, etc. A diferença é o esmero técnico. Os gêneros populares são mais livres. O posicionamento da mão que dedilha nesses casos é mais a gosto do executante. O que não ocorre no violão erudito, pois a mão que dedilha é posicionada seguindo-se uma escola acadêmica tradicional. O aluno que for estudar violão erudito provavelmente terá sua mão reposicionada pelo professor de acordo com os padrões acadêmicos que ele segue.

Os tipos de palhetas

   Um pequeno equipamento, mas de grande relevância. As palhetas têm formatos dos mais variados, materiais que vão desde celulóide a casco de tartaruga e ainda diferentes espessuras. Essas são as três principais características na hora de escolher a palheta correta para o que você toca. Esse último elemento – a espessura – é o mais importante de todos.

Espessuras das Palhetas

   A espessura da palheta influencia muito na “pegada” do músico. As palhetas proporcionam um maior contraste sonoro de acordo com os diferentes locais de onde se dá a palhetada. Existem 5 tipos. Lembrando que a espessura varia um pouco entre diferentes marcas, mas em geral são assim: XL – Extrafina (Extra Thin ou Extra Light) T – Fina (Thin) M – Média (Medium) H – Pesada (Heavy) XH – Extrapesada (Extra Heavy).



UM POUCO SOBRE A APLICAÇÃO DE CADA ESPESSURA DE PALHETA

Extrafina (abaixo de 0,40 mm) – A menos popular de todas. São usadas para casos bem específicos. Ex: acordes mais suaves. A palheta extrafina produz um som de click, já que são mais moles. Tem muito guitarrista que não curte esse “barulhinho”.
Leve (0,40 mm – 0,63 mm) – As palhetas leves (ou finas) são bastantes flexíveis e muito confortáveis e, por isso, também são boas para fazer acompanhamentos. Produzem um efeito percussivo interessante e um som mais turvo. Por ter uma maior elasticidade e conforto são usadas para fazer base.
   As leves também produzem o ruído de palheta, o tal click que falamos no tópico acima, mas menos perceptível. Um problema das palhetas mais finas é que elas tendem a quebrar ou rachar com mais facilidade.
Médias (0.63 mm – 0.85 mm) – Um excelente meio termo. As médias surgem por uma boa pedida para quem quer fazer licks e bends. Essas palhetas são as mais usadas entre as leves, médias e pesadas. O motivo é que o guitarrista tem uma adaptação mais fácil, já que elas têm uma flexibilidade menor que as leves, mas conseguem imprimir mais força nas cordas.
   Quem ainda não tem as manhas de tocar com palhetas mais espessas, as médias são bastante usadas como treino de transição.
   Pesada (0.85 mm – 1.22 mm) – Em inglês: heavy! Essas palhetas são ideais para solos.  São mais rígidas e produzem um som mais nítido, claro e limpo. Sem falar que o som fica mais definido e fácil de controlar.
   A ideia aqui é tirar um som mais agressivo nas notas. As palhetas mais espessas tendem a se desgastar menos e duram mais.
Extrapesadas (1.2 mm para mais) – Essa é a praia dos baixistas. Palhetas tornam o som mais forte e ajudam na sincronia com o batera! Os jazzistas também curtem tocar com esse tipo de palheta.
   Mas vale deixar um esclarecimento aqui. Experimentar é o melhor caminho. Só assim você vai escolher sua preferida.



MATERIAL DAS PALHETAS

   Haja variedade! As palhetas mais comuns são feitas de PLÁSTICO e é possível encontrar de vários tipos. Mas mesmo falando de plástico, existem muitas variações!

Veja as principais:

Celuloide: A grande maioria das palhetas é deste material. Foi o primeiro plástico usado para produzir palhetas. Gera uma alta qualidade de som. São bem populares, porém não são tão resistentes.
Nylon: Por ser um material bastante flexível podem ser feitas palhetas bem finas. Um problema é que o nylon perde a flexibilidade depois de 1 ou 2 meses de uso intenso. Assim, a possibilidade de quebrar é mais alta.
Acrílico: Material de grande resistência ao impacto. O acrílico é rígido e leve. Não é quebradiço, é um polímero sem ranhuras e normalmente não trinca. Outra vantagem é que pode ser cortada em quase várias formas, tamanhos e espessuras.
Metal: Palhetas feitas de aço geram um som muito mais limpo que palhetas de plástico. Entretanto gastam as cordas mais rapidamente e desafinam mais facilmente o instrumento, principalmente os acústicos.
Madeira: As palhetas de madeira produzem um som mais abafado se comparadas com as palhetas de plástico. O motivo desse som único são as diferenças de densidade, estrutura das células e ainda a dureza de cada madeira. Somente madeira mais dura é usada na fabricação de palhetas, do contrário, elas não suportariam a “força do rock”.
Casco de Tartaruga: Crime ambiental? Tortura animal? Os questionamentos são muitos e as opiniões polêmicas a respeito de usar casco de tartaruga. Na verdade, esse tipo de material praticamente não é mais usado para fabricar palhetas – já que a prática foi PROIBIDA.
Vidro: Não sei se vocês já tocaram com palhetas de vidro, mas elas existem. É um material relativamente mais duro e pesado se comparado com metal ou plástico.

FORMATOS

   As clássicas palhetas triangulares (Padrão ou Standard): as mais usadas e as melhores para palhetadas. Outro formato bastante comum são as que têm forma de gota – boas para mandar um som mais suave. Tem ainda as elípticas que são geralmente usadas por baixistas, já que são maiores e fortes. As palhetas chamadas de barbatana de tubarão têm um formato que lembram, de fato, barbatanas. São, geralmente, do tamanho das palhetas padrão.
   Os formatos são infinitos. Aqui reina a criatividade e o gosto depende de cada um.
A palheta para violão e guitarra também é conhecida como plectro. O certo é segurá-la entre seu polegar e seu indicador firme o suficiente só para fazê-la raspar nas cordas. Não segure a palheta com muita força, como se você quisesse arrancar as cordas com ela. Deixe-a raspar suavemente. Tal é válido tanto para violão quanto para guitarra. Pratique o jeito certo de palhetar até conseguir tirar um som limpo e claro. Escolha um tamanho de palheta bom para você e mãos à obra!

   Segure a palheta entre o polegar e o indicador. Quase metade da palheta ficará encoberta pelos seus dedos – algumas palhetas possuem um sulco no corpo, que indica a posição de segurá-la. A pegada deve ser firme, mas não tanto que a ponta não consiga se mexer. Não a deixe muito frouxa também, pois ela pode escapar da sua mão.
   Decida o seu som. A maioria das marcas pode ser comprada por espessura. Elas vêm rotuladas como "thin" (fina), "medium" (média), ou "thick" (grossa), acompanhadas pela espessura em milímetros. A maioria das palhetas varia de espessura entre 0.4 mm e 3 mm. Comece experimentando uma média, entre 0.60 e 0.80 mm.[4]
   As palhetas finas variam de 0.40 a 0.60 mm. Quando você toca violão ou quer um som de guitarra carregado no agudo, essas palhetas são as melhores. Elas são usadas normalmente para preencher a base e fazer um meio termo em músicas de rock, pop e country. Mas elas não têm peso suficiente para fazer base e solo sozinhas no rock.
   As palhetas médias vão de 0.60 a 0.80 mm. Em questão de espessura, essas são as mais populares. Elas são uma boa combinação de rigidez e flexibilidade que funciona bem para base de violão e para solos de guitarra. Elas não são ideais para solos mais poderosos e nem para batidas mais agitadas, mas não deixam de ser versáteis.
   Acima de 0.80 mm, a palheta pode ser considerada grossa. Com as menores espessuras dessa categoria você ainda vai ter um pouco de flexibilidade para fazer alguma batida, mas também vai ter firmeza suficiente para fazer arpejos e solos. Acima de 1.5 mm, você começa a ter tons cada vez mais limpos, macios e quentes. Seu som vai começar a ficar mais profundo com as palhetas mais grossas: de 1,5 a 3 mm. Essas são usadas por músicos de jazz e metal.
   Os materiais da palheta. As mais baratas são feitas de plástico e são suficientemente boas para principiantes. E não tem problema se ela desgastar rapidamente, basta adquirir outra.[5]
   Também existem palhetas feitas de borracha pesada ou metal. Elas são desenvolvidas para a prática de alguns estilos específicos. As de metal dão um som bem agudo enquanto que as de borracha, produzem um som grave e profundo.
Teste alguns tipos de palheta antes de se decidir por um. Você vai achar palhetas em lojas de música, algumas lojas de rock e, certamente, online. Teste as palhetas dos seus amigos e preste atenção na grossura, marca e material. Encontre o seu gosto pessoal.



DICAS

   Não deixe o dedo médio esticado, ele vai prejudicar a clareza de sua palhetada. Nem tente segurar a palheta com três dedos, use apenas o polegar e o indicador. Ela foi desenhada para funcionar com esses dois dedos.
   Não esconda muito a palheta dentro dos dedos, porque eles vão entrar na frente e atrapalhar. E deixe espaço suficiente para fazer o pluck sem que ela escape.


25 setembro 2019

Aprenda a afinar o violão de modo prático e rápido!



Como você já deve saber, o violão possui 6 cordas e elas são contadas de baixo para cima, sendo:

1ª corda – MI

2ª corda – Si

3ª corda – Sol

4ª corda – Ré

5ª corda – Lá

6ª corda – Mi

  Existem duas formas práticas de afinar o violão, utilizando um afinador ou afinar de ouvido. Para iniciantes, o mais indicado é utilizar um afinador, porém, é interessante que você saiba como afinar o violão sem um afinador de violão.

   Para afinar utilizando um afinador de violão é bem mais simples, basta tocar a corda que o afinador irá mostrar se você deve apertar ou folgar, até a luz do meio do afinador ficar verde.

   As cordas são materiais elásticos que mudam de comprimento com o calor, frio e também pelo uso. Por isso, é importante sempre afinar antes de tocar e depois de algum tempo de uso, para não acostumarmos o ouvido de forma errada e não danificarmos o violão



AFINAÇÃO PADRÃO

  Essa forma de afinar violão já começa a desenvolver mais o seu ouvido e é muito importante que se aprenda.

O que você vai precisar fazer é afinar a 5ª corda do violão (lá) usando um diapasão (instrumento que gera uma ou mais notas e que era e é usado para afinação de instrumentos), assim que essa corda estiver devidamente afinada, então você vai afinar a corda seguinte por ela, funciona assim: 

– A 5º corda foi afinada usando um diapasão, então agora você deve pressionar essa corda na 5 casa e será gerada a nota Ré, que é a nota da próxima corda, então compare tocando essa nota e depois a corda Ré solta para ver se está afinada;

– Agora é a vez da próxima corda (sempre contando de cima para baixo), pressione a corda Ré na 5ª casa e será gerada a nota Sol, que é a nota da corda seguinte, agora compare tocando a corda Ré e depois a corda seguinte para ver se está afinada;

– Dessa vez vamos fazer uma mudança, em vez de continuar pressionando a corda na 5ª casa, agora você terá que pressionar na 4ª corda para gerar a nota Si que é a nota da próxima corda, compare e veja se os sons estão iguais;

– Agora é a vez da segunda corda, que segue o mesmo padrão de afinação explicado para as cordas 5, 4, pressionando na 5ª casa e comparando com a corda solta de baixo que é a nota Mi.

– Por últimos vamos afinar a 6ª corda, basta pressioná-la na 5ª casa, ela deve gerar o som de Lá da 5ª corda solta que foi afinada com o diapasão, que é a corda seguinte.





AFINAÇÃO COM AFINADOR DIGITAL

  Nesse método de afinação, você pode tanto usar o afinador que já vem no seu violão ou, caso ele não possua, você pode usar um afinador digital a parte.

  Você toca a corda solta e o afinador para violão mostra se ele está afinada ou perto disso, então, a depender de como está, você vai apertando ou folgando a corda até que ela fique afinada, fazendo o mesmo para todas as demais cordas.

  Um afinador digital não costuma ser caro e ele é imprescindível para quem vai fazer uma apresentação ou gravação e necessita de precisão no som do instrumento.

  Um dos pontos negativos de se usar um afinador digital externo (aquele que não está embutido no violão) é que você vai precisar de um local silencioso ou então de um microfone que você possa inserir dentro do violão, por exemplo, fora que a bateria dele pode acabar. E um ponto negativo do afinador de violão digital embutido é que quando a bateria acaba você fica impossibilitado de tocar violão plugado. Por isso, é bom fazer uso desse método, mas também é essencial contar com alternativas, como por exemplo o diapasão de sopro.

Afinador eletrônico

  Existem 2 tipos, o digital e o analógico. O digital que consiste em ter um visor LCD, e o analógico medido por um ponteiro. Ambos já são embutidos um captador de áudio, assim é preciso apenas colocar o violão perto, e tocar corda por corda, ele indicará o quanto precisa apertar ou folgar a corda.

Afinador de violão online

  O afinador online, ele é um software que imita os afinadores eletrônicos, e você pode baixar em seu computador no site Baixaki, o que será preciso é apenas uma entrada de áudio em seu computador (microfone), ou um adaptador de cabo P10. Funciona basicamente como no afinador eletrônico, basta apenas você tocar a corda e ele indicará o quanto você precisa para esticar ou folgar,, e quando  a luz do afinador ficar no verde é porque sua corda está corretamente afinada.

Tipos de afinadores

  Existem vários tipos de afinadores no mercado, e aqui vamos falar sobre os principais e entender a diferença entre eles.

Afinador Diatônico:

  Neste afinador, quando tocamos uma corda, o sistema automaticamente identifica qual corda e qual instrumento está sendo tocado e mostra se você deve apertar ou folgar a corda. Porém, se o seu violão estiver muito desafinado ou você esteja buscando uma afinação fora do padrão, este sistema pode não ser o ideal, pois você pode acabar apertando demais uma corda a ponto de quebrá-la. Em alguns modelos deste afinador você terá de selecionar qual instrumento você estará afinando, por exemplo, violão, baixo, ukulele, entre outros.

Afinador Cromático:

  Diferente do afinador diatônico, o cromático identificará a nota independente do instrumento que você estiver tocando. Este afinador é o mais completo, pois ele identifica todas as notas de nosso sistema musical, porém, para utilizá-lo corretamente você terá de saber qual nota você deseja para cada corda.

22 agosto 2019

Manual dos Acordes de Violão e Guitarra - Guia Completo



  Este manual é um guia completo de estudos com mais de 1000 acordes essenciais para quem toca rock, folk, pop, blues, country, bossa nova, jazz e clássico. Os mais importantes e mais utilizados acordes para violão e guitarra, estão reunidos neste manual e explicados em diagramas, fotos e dicas complementares para facilitar o estudo. Ideal para iniciantes e também para alunos e instrumentistas mais experientes, conta também com seções adicionais para que você possa entender com facilidade como são montados e representados graficamente os acordes nos diagramas. Todas as explicações teóricas e práticas são objetivas, para que o aprendizado seja rápido e sem complicações.
     Se você está começando a estudar agora ou simplesmente precisa relembrar ou aumentar o seu vocabulário de acordes essenciais, com certeza este manual é um excelente recurso.
     


16 agosto 2019

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14 agosto 2019

Como escolher as cordas certas para o seu instrumento musical


O tipo do violão ou guitarra que eu tenho influencia na escolha?

 Em primeiro lugar, dê uma olhada no violão e determine qual tipo de cordas você precisa. Aço ou nylon? Na maioria das vezes, esses problemas não são intercambiáveis. Você não pode usar cordas de aço em um violão de cordas de nylon, por exemplo. Isso pode danificar seu instrumento, verifique a sua ponte e veja se sua guitarra usa cordas com bolas na extremidade inferior ou precisa de cordas que amarram no final. Normalmente, todos os violões de cordas de aço são ajustados para usar cordas de extremidade esféricas.

Qual calibre eu devo escolher?

  As cordas vêm em uma grande variedade de diferentes faixas de medição. O diâmetro da corda pode mudar a forma como você se sente quando toca o seu violão, e o som também. Normalmente, as cordas de diâmetros mais leves são mais fáceis de tocar, mas podem quebrar mais facilmente. As cordas com o diâmetro mais elevado podem ter um tom mais completo, podem ser mais altas e são mais difíceis de quebrar. Aqui está uma visão geral dos conjuntos de cordas:

Extra light: .010 .014 .023 .030 .039 .047
Custom light: .011 .015 .023 .032 .042 .052
Light: .012 .016 .025 .032 .042 .054
Medium: .013 .017 .026 .035 .045 .056
Heavy: .014 .018 .027 .039 .049 .059


 Então, como saber qual calibre irá ser o certo para você? Aqui estão algumas noções gerais sobre as quais deve-se pensar.

Tamanho do corpo: Você está tocando um violão de corpo pequeno ou um jumbo? Normalmente, uma guitarra de corpo menor soará e se sentirá melhor com cordas de calibre mais leves. Enquanto você pode tentar um diâmetro médio ou pesado em um corpo maior ou jumbo para tirar o máximo proveito da sonoridade do instrumento.

Tom: Cordas mais pesadas tendem a enfatizar os tons mais graves do violão, enquanto as cordas mais claras são mais agudas.

Estilo de tocar: Você é toca com os dedos, ou prefere palhetadas? Normalmente, as cordas de diâmetro mais leves são mais fáceis na ponta dos dedos. Se você for alguém que gosta de um som mais pesado, você vai querer cordas mais pesadas. Se você gostar dos dois, experimente um conjunto médio, que tenha uma pontuação mais pesada na parte inferior e mais clara no topo.

Qual material escolher?

 Existem vários tipos diferentes de materiais que as cordas são feitas, e podem afetar o tom da corda e a sua longevidade.

Bronze: normalmente são construídos com 80% de cobre e 20% de zinco e são usados para todos os estilos. Com um tom de toque claro e brilhante, essas cordas podem envelhecer rapidamente devido à tendência do bronze de oxidar.

Bronze de fósforo: são cordas de bronze com fósforo adicionado. Ainda brilhante, mas mais quente e mais escuras que as cordas de bronze. O fósforo amplia a vida dessas cordas.

Latão: uma corda de som brilhante e metálica.

Cordas de seda e aço: produzem um som macio e suave. Eles oferecem menos tensão e vêm em indicadores mais leves, então elas são boas para violões vintage que exigem cordas especiais. Eles são mais silenciosos e menos duráveis, mas são mais fáceis de tocar.

E as cordas de Nylon?

Tensão: as cordas de violão clássicos são feitas em diferentes tensões. Estas geralmente consistem em baixa tensão também referida como tensão moderada ou leve, normal ou média, e tensão rígida ou alta. A tensão baixa ou leve é mais fácil de tocar, mas você pode obter um pouco de zumbido. As cordas de tensão normais ou médias são tipicamente consistentes no tom.

Com qual regularidade você deve trocar a corda?

 É sempre impressionante o som que uma  guitarra tem com novas cordas. Se você estiver tocando muito regularmente, você pode querer mudar a cada semana. Se você tocar ocasionalmente, experimente uma vez a cada dois meses. Se você limpar seu violão e lavar as mãos antes de tocar, suas cordas podem durar um pouco mais.

Quanto devo pagar em minhas cordas?

 Como praticamente qualquer coisa, as cordas vêm em todas as diferentes gamas de preços. Normalmente, as cordas de bronze são as cordas mais baratas. As cordas médias geralmente custam um pouco mais, mas você também pode obter melhores negócios se comprar em grande quantidades.

Continue testando!

 Eu sei que é confortável ficar com as mesmas cordas, mas é bom alternar as cordas que você coloca em sua guitarra, especialmente se você não tentou nada novo por um tempo. Existem algumas opções de cordas novas realmente excelentes que você deve verificar e testar.