06 março 2020

Dicas para tocar com palheta


Qual palheta devo comprar?

  Existem vários tipos de palhetas, que variam de tamanho e espessura. Geralmente, os iniciantes acham mais fácil usar palhetas com pouca espessura para fazer ritmos e palhetas com espessura média para solos.  Isso não é uma regra, quando você estiver se sentindo um pouco mais confortável no violão seus dedos vão te dizer qual é o melhor tipo de palheta para você.

Usar ou não a palheta

   Observando vários casos ao longo dos anos, vários músicos e como tocam, vejo que não há uma regra obrigatória de usar ou não a palheta. Mas, podemos partir de um princípio comum. Geralmente, é isso que vemos: a palheta é utilizada em gêneros de música popular e a mão pura (sem palheta) no violão erudito. Apesar de que, alguns gêneros populares também usam a mão sem palheta, como por exemplo a MPB, a Bossa Nova, etc. A diferença é o esmero técnico. Os gêneros populares são mais livres. O posicionamento da mão que dedilha nesses casos é mais a gosto do executante. O que não ocorre no violão erudito, pois a mão que dedilha é posicionada seguindo-se uma escola acadêmica tradicional. O aluno que for estudar violão erudito provavelmente terá sua mão reposicionada pelo professor de acordo com os padrões acadêmicos que ele segue.

Os tipos de palhetas

   Um pequeno equipamento, mas de grande relevância. As palhetas têm formatos dos mais variados, materiais que vão desde celulóide a casco de tartaruga e ainda diferentes espessuras. Essas são as três principais características na hora de escolher a palheta correta para o que você toca. Esse último elemento – a espessura – é o mais importante de todos.

Espessuras das Palhetas

   A espessura da palheta influencia muito na “pegada” do músico. As palhetas proporcionam um maior contraste sonoro de acordo com os diferentes locais de onde se dá a palhetada. Existem 5 tipos. Lembrando que a espessura varia um pouco entre diferentes marcas, mas em geral são assim: XL – Extrafina (Extra Thin ou Extra Light) T – Fina (Thin) M – Média (Medium) H – Pesada (Heavy) XH – Extrapesada (Extra Heavy).



UM POUCO SOBRE A APLICAÇÃO DE CADA ESPESSURA DE PALHETA

Extrafina (abaixo de 0,40 mm) – A menos popular de todas. São usadas para casos bem específicos. Ex: acordes mais suaves. A palheta extrafina produz um som de click, já que são mais moles. Tem muito guitarrista que não curte esse “barulhinho”.
Leve (0,40 mm – 0,63 mm) – As palhetas leves (ou finas) são bastantes flexíveis e muito confortáveis e, por isso, também são boas para fazer acompanhamentos. Produzem um efeito percussivo interessante e um som mais turvo. Por ter uma maior elasticidade e conforto são usadas para fazer base.
   As leves também produzem o ruído de palheta, o tal click que falamos no tópico acima, mas menos perceptível. Um problema das palhetas mais finas é que elas tendem a quebrar ou rachar com mais facilidade.
Médias (0.63 mm – 0.85 mm) – Um excelente meio termo. As médias surgem por uma boa pedida para quem quer fazer licks e bends. Essas palhetas são as mais usadas entre as leves, médias e pesadas. O motivo é que o guitarrista tem uma adaptação mais fácil, já que elas têm uma flexibilidade menor que as leves, mas conseguem imprimir mais força nas cordas.
   Quem ainda não tem as manhas de tocar com palhetas mais espessas, as médias são bastante usadas como treino de transição.
   Pesada (0.85 mm – 1.22 mm) – Em inglês: heavy! Essas palhetas são ideais para solos.  São mais rígidas e produzem um som mais nítido, claro e limpo. Sem falar que o som fica mais definido e fácil de controlar.
   A ideia aqui é tirar um som mais agressivo nas notas. As palhetas mais espessas tendem a se desgastar menos e duram mais.
Extrapesadas (1.2 mm para mais) – Essa é a praia dos baixistas. Palhetas tornam o som mais forte e ajudam na sincronia com o batera! Os jazzistas também curtem tocar com esse tipo de palheta.
   Mas vale deixar um esclarecimento aqui. Experimentar é o melhor caminho. Só assim você vai escolher sua preferida.



MATERIAL DAS PALHETAS

   Haja variedade! As palhetas mais comuns são feitas de PLÁSTICO e é possível encontrar de vários tipos. Mas mesmo falando de plástico, existem muitas variações!

Veja as principais:

Celuloide: A grande maioria das palhetas é deste material. Foi o primeiro plástico usado para produzir palhetas. Gera uma alta qualidade de som. São bem populares, porém não são tão resistentes.
Nylon: Por ser um material bastante flexível podem ser feitas palhetas bem finas. Um problema é que o nylon perde a flexibilidade depois de 1 ou 2 meses de uso intenso. Assim, a possibilidade de quebrar é mais alta.
Acrílico: Material de grande resistência ao impacto. O acrílico é rígido e leve. Não é quebradiço, é um polímero sem ranhuras e normalmente não trinca. Outra vantagem é que pode ser cortada em quase várias formas, tamanhos e espessuras.
Metal: Palhetas feitas de aço geram um som muito mais limpo que palhetas de plástico. Entretanto gastam as cordas mais rapidamente e desafinam mais facilmente o instrumento, principalmente os acústicos.
Madeira: As palhetas de madeira produzem um som mais abafado se comparadas com as palhetas de plástico. O motivo desse som único são as diferenças de densidade, estrutura das células e ainda a dureza de cada madeira. Somente madeira mais dura é usada na fabricação de palhetas, do contrário, elas não suportariam a “força do rock”.
Casco de Tartaruga: Crime ambiental? Tortura animal? Os questionamentos são muitos e as opiniões polêmicas a respeito de usar casco de tartaruga. Na verdade, esse tipo de material praticamente não é mais usado para fabricar palhetas – já que a prática foi PROIBIDA.
Vidro: Não sei se vocês já tocaram com palhetas de vidro, mas elas existem. É um material relativamente mais duro e pesado se comparado com metal ou plástico.

FORMATOS

   As clássicas palhetas triangulares (Padrão ou Standard): as mais usadas e as melhores para palhetadas. Outro formato bastante comum são as que têm forma de gota – boas para mandar um som mais suave. Tem ainda as elípticas que são geralmente usadas por baixistas, já que são maiores e fortes. As palhetas chamadas de barbatana de tubarão têm um formato que lembram, de fato, barbatanas. São, geralmente, do tamanho das palhetas padrão.
   Os formatos são infinitos. Aqui reina a criatividade e o gosto depende de cada um.
A palheta para violão e guitarra também é conhecida como plectro. O certo é segurá-la entre seu polegar e seu indicador firme o suficiente só para fazê-la raspar nas cordas. Não segure a palheta com muita força, como se você quisesse arrancar as cordas com ela. Deixe-a raspar suavemente. Tal é válido tanto para violão quanto para guitarra. Pratique o jeito certo de palhetar até conseguir tirar um som limpo e claro. Escolha um tamanho de palheta bom para você e mãos à obra!

   Segure a palheta entre o polegar e o indicador. Quase metade da palheta ficará encoberta pelos seus dedos – algumas palhetas possuem um sulco no corpo, que indica a posição de segurá-la. A pegada deve ser firme, mas não tanto que a ponta não consiga se mexer. Não a deixe muito frouxa também, pois ela pode escapar da sua mão.
   Decida o seu som. A maioria das marcas pode ser comprada por espessura. Elas vêm rotuladas como "thin" (fina), "medium" (média), ou "thick" (grossa), acompanhadas pela espessura em milímetros. A maioria das palhetas varia de espessura entre 0.4 mm e 3 mm. Comece experimentando uma média, entre 0.60 e 0.80 mm.[4]
   As palhetas finas variam de 0.40 a 0.60 mm. Quando você toca violão ou quer um som de guitarra carregado no agudo, essas palhetas são as melhores. Elas são usadas normalmente para preencher a base e fazer um meio termo em músicas de rock, pop e country. Mas elas não têm peso suficiente para fazer base e solo sozinhas no rock.
   As palhetas médias vão de 0.60 a 0.80 mm. Em questão de espessura, essas são as mais populares. Elas são uma boa combinação de rigidez e flexibilidade que funciona bem para base de violão e para solos de guitarra. Elas não são ideais para solos mais poderosos e nem para batidas mais agitadas, mas não deixam de ser versáteis.
   Acima de 0.80 mm, a palheta pode ser considerada grossa. Com as menores espessuras dessa categoria você ainda vai ter um pouco de flexibilidade para fazer alguma batida, mas também vai ter firmeza suficiente para fazer arpejos e solos. Acima de 1.5 mm, você começa a ter tons cada vez mais limpos, macios e quentes. Seu som vai começar a ficar mais profundo com as palhetas mais grossas: de 1,5 a 3 mm. Essas são usadas por músicos de jazz e metal.
   Os materiais da palheta. As mais baratas são feitas de plástico e são suficientemente boas para principiantes. E não tem problema se ela desgastar rapidamente, basta adquirir outra.[5]
   Também existem palhetas feitas de borracha pesada ou metal. Elas são desenvolvidas para a prática de alguns estilos específicos. As de metal dão um som bem agudo enquanto que as de borracha, produzem um som grave e profundo.
Teste alguns tipos de palheta antes de se decidir por um. Você vai achar palhetas em lojas de música, algumas lojas de rock e, certamente, online. Teste as palhetas dos seus amigos e preste atenção na grossura, marca e material. Encontre o seu gosto pessoal.



DICAS

   Não deixe o dedo médio esticado, ele vai prejudicar a clareza de sua palhetada. Nem tente segurar a palheta com três dedos, use apenas o polegar e o indicador. Ela foi desenhada para funcionar com esses dois dedos.
   Não esconda muito a palheta dentro dos dedos, porque eles vão entrar na frente e atrapalhar. E deixe espaço suficiente para fazer o pluck sem que ela escape.


25 setembro 2019

Aprenda a afinar o violão de modo prático e rápido!



Como você já deve saber, o violão possui 6 cordas e elas são contadas de baixo para cima, sendo:

1ª corda – MI

2ª corda – Si

3ª corda – Sol

4ª corda – Ré

5ª corda – Lá

6ª corda – Mi

  Existem duas formas práticas de afinar o violão, utilizando um afinador ou afinar de ouvido. Para iniciantes, o mais indicado é utilizar um afinador, porém, é interessante que você saiba como afinar o violão sem um afinador de violão.

   Para afinar utilizando um afinador de violão é bem mais simples, basta tocar a corda que o afinador irá mostrar se você deve apertar ou folgar, até a luz do meio do afinador ficar verde.

   As cordas são materiais elásticos que mudam de comprimento com o calor, frio e também pelo uso. Por isso, é importante sempre afinar antes de tocar e depois de algum tempo de uso, para não acostumarmos o ouvido de forma errada e não danificarmos o violão



AFINAÇÃO PADRÃO

  Essa forma de afinar violão já começa a desenvolver mais o seu ouvido e é muito importante que se aprenda.

O que você vai precisar fazer é afinar a 5ª corda do violão (lá) usando um diapasão (instrumento que gera uma ou mais notas e que era e é usado para afinação de instrumentos), assim que essa corda estiver devidamente afinada, então você vai afinar a corda seguinte por ela, funciona assim: 

– A 5º corda foi afinada usando um diapasão, então agora você deve pressionar essa corda na 5 casa e será gerada a nota Ré, que é a nota da próxima corda, então compare tocando essa nota e depois a corda Ré solta para ver se está afinada;

– Agora é a vez da próxima corda (sempre contando de cima para baixo), pressione a corda Ré na 5ª casa e será gerada a nota Sol, que é a nota da corda seguinte, agora compare tocando a corda Ré e depois a corda seguinte para ver se está afinada;

– Dessa vez vamos fazer uma mudança, em vez de continuar pressionando a corda na 5ª casa, agora você terá que pressionar na 4ª corda para gerar a nota Si que é a nota da próxima corda, compare e veja se os sons estão iguais;

– Agora é a vez da segunda corda, que segue o mesmo padrão de afinação explicado para as cordas 5, 4, pressionando na 5ª casa e comparando com a corda solta de baixo que é a nota Mi.

– Por últimos vamos afinar a 6ª corda, basta pressioná-la na 5ª casa, ela deve gerar o som de Lá da 5ª corda solta que foi afinada com o diapasão, que é a corda seguinte.





AFINAÇÃO COM AFINADOR DIGITAL

  Nesse método de afinação, você pode tanto usar o afinador que já vem no seu violão ou, caso ele não possua, você pode usar um afinador digital a parte.

  Você toca a corda solta e o afinador para violão mostra se ele está afinada ou perto disso, então, a depender de como está, você vai apertando ou folgando a corda até que ela fique afinada, fazendo o mesmo para todas as demais cordas.

  Um afinador digital não costuma ser caro e ele é imprescindível para quem vai fazer uma apresentação ou gravação e necessita de precisão no som do instrumento.

  Um dos pontos negativos de se usar um afinador digital externo (aquele que não está embutido no violão) é que você vai precisar de um local silencioso ou então de um microfone que você possa inserir dentro do violão, por exemplo, fora que a bateria dele pode acabar. E um ponto negativo do afinador de violão digital embutido é que quando a bateria acaba você fica impossibilitado de tocar violão plugado. Por isso, é bom fazer uso desse método, mas também é essencial contar com alternativas, como por exemplo o diapasão de sopro.

Afinador eletrônico

  Existem 2 tipos, o digital e o analógico. O digital que consiste em ter um visor LCD, e o analógico medido por um ponteiro. Ambos já são embutidos um captador de áudio, assim é preciso apenas colocar o violão perto, e tocar corda por corda, ele indicará o quanto precisa apertar ou folgar a corda.

Afinador de violão online

  O afinador online, ele é um software que imita os afinadores eletrônicos, e você pode baixar em seu computador no site Baixaki, o que será preciso é apenas uma entrada de áudio em seu computador (microfone), ou um adaptador de cabo P10. Funciona basicamente como no afinador eletrônico, basta apenas você tocar a corda e ele indicará o quanto você precisa para esticar ou folgar,, e quando  a luz do afinador ficar no verde é porque sua corda está corretamente afinada.

Tipos de afinadores

  Existem vários tipos de afinadores no mercado, e aqui vamos falar sobre os principais e entender a diferença entre eles.

Afinador Diatônico:

  Neste afinador, quando tocamos uma corda, o sistema automaticamente identifica qual corda e qual instrumento está sendo tocado e mostra se você deve apertar ou folgar a corda. Porém, se o seu violão estiver muito desafinado ou você esteja buscando uma afinação fora do padrão, este sistema pode não ser o ideal, pois você pode acabar apertando demais uma corda a ponto de quebrá-la. Em alguns modelos deste afinador você terá de selecionar qual instrumento você estará afinando, por exemplo, violão, baixo, ukulele, entre outros.

Afinador Cromático:

  Diferente do afinador diatônico, o cromático identificará a nota independente do instrumento que você estiver tocando. Este afinador é o mais completo, pois ele identifica todas as notas de nosso sistema musical, porém, para utilizá-lo corretamente você terá de saber qual nota você deseja para cada corda.

22 agosto 2019

Manual dos Acordes de Violão e Guitarra - Guia Completo



  Este manual é um guia completo de estudos com mais de 1000 acordes essenciais para quem toca rock, folk, pop, blues, country, bossa nova, jazz e clássico. Os mais importantes e mais utilizados acordes para violão e guitarra, estão reunidos neste manual e explicados em diagramas, fotos e dicas complementares para facilitar o estudo. Ideal para iniciantes e também para alunos e instrumentistas mais experientes, conta também com seções adicionais para que você possa entender com facilidade como são montados e representados graficamente os acordes nos diagramas. Todas as explicações teóricas e práticas são objetivas, para que o aprendizado seja rápido e sem complicações.
     Se você está começando a estudar agora ou simplesmente precisa relembrar ou aumentar o seu vocabulário de acordes essenciais, com certeza este manual é um excelente recurso.
     


16 agosto 2019

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14 agosto 2019

Como escolher as cordas certas para o seu instrumento musical


O tipo do violão ou guitarra que eu tenho influencia na escolha?

 Em primeiro lugar, dê uma olhada no violão e determine qual tipo de cordas você precisa. Aço ou nylon? Na maioria das vezes, esses problemas não são intercambiáveis. Você não pode usar cordas de aço em um violão de cordas de nylon, por exemplo. Isso pode danificar seu instrumento, verifique a sua ponte e veja se sua guitarra usa cordas com bolas na extremidade inferior ou precisa de cordas que amarram no final. Normalmente, todos os violões de cordas de aço são ajustados para usar cordas de extremidade esféricas.

Qual calibre eu devo escolher?

  As cordas vêm em uma grande variedade de diferentes faixas de medição. O diâmetro da corda pode mudar a forma como você se sente quando toca o seu violão, e o som também. Normalmente, as cordas de diâmetros mais leves são mais fáceis de tocar, mas podem quebrar mais facilmente. As cordas com o diâmetro mais elevado podem ter um tom mais completo, podem ser mais altas e são mais difíceis de quebrar. Aqui está uma visão geral dos conjuntos de cordas:

Extra light: .010 .014 .023 .030 .039 .047
Custom light: .011 .015 .023 .032 .042 .052
Light: .012 .016 .025 .032 .042 .054
Medium: .013 .017 .026 .035 .045 .056
Heavy: .014 .018 .027 .039 .049 .059


 Então, como saber qual calibre irá ser o certo para você? Aqui estão algumas noções gerais sobre as quais deve-se pensar.

Tamanho do corpo: Você está tocando um violão de corpo pequeno ou um jumbo? Normalmente, uma guitarra de corpo menor soará e se sentirá melhor com cordas de calibre mais leves. Enquanto você pode tentar um diâmetro médio ou pesado em um corpo maior ou jumbo para tirar o máximo proveito da sonoridade do instrumento.

Tom: Cordas mais pesadas tendem a enfatizar os tons mais graves do violão, enquanto as cordas mais claras são mais agudas.

Estilo de tocar: Você é toca com os dedos, ou prefere palhetadas? Normalmente, as cordas de diâmetro mais leves são mais fáceis na ponta dos dedos. Se você for alguém que gosta de um som mais pesado, você vai querer cordas mais pesadas. Se você gostar dos dois, experimente um conjunto médio, que tenha uma pontuação mais pesada na parte inferior e mais clara no topo.

Qual material escolher?

 Existem vários tipos diferentes de materiais que as cordas são feitas, e podem afetar o tom da corda e a sua longevidade.

Bronze: normalmente são construídos com 80% de cobre e 20% de zinco e são usados para todos os estilos. Com um tom de toque claro e brilhante, essas cordas podem envelhecer rapidamente devido à tendência do bronze de oxidar.

Bronze de fósforo: são cordas de bronze com fósforo adicionado. Ainda brilhante, mas mais quente e mais escuras que as cordas de bronze. O fósforo amplia a vida dessas cordas.

Latão: uma corda de som brilhante e metálica.

Cordas de seda e aço: produzem um som macio e suave. Eles oferecem menos tensão e vêm em indicadores mais leves, então elas são boas para violões vintage que exigem cordas especiais. Eles são mais silenciosos e menos duráveis, mas são mais fáceis de tocar.

E as cordas de Nylon?

Tensão: as cordas de violão clássicos são feitas em diferentes tensões. Estas geralmente consistem em baixa tensão também referida como tensão moderada ou leve, normal ou média, e tensão rígida ou alta. A tensão baixa ou leve é mais fácil de tocar, mas você pode obter um pouco de zumbido. As cordas de tensão normais ou médias são tipicamente consistentes no tom.

Com qual regularidade você deve trocar a corda?

 É sempre impressionante o som que uma  guitarra tem com novas cordas. Se você estiver tocando muito regularmente, você pode querer mudar a cada semana. Se você tocar ocasionalmente, experimente uma vez a cada dois meses. Se você limpar seu violão e lavar as mãos antes de tocar, suas cordas podem durar um pouco mais.

Quanto devo pagar em minhas cordas?

 Como praticamente qualquer coisa, as cordas vêm em todas as diferentes gamas de preços. Normalmente, as cordas de bronze são as cordas mais baratas. As cordas médias geralmente custam um pouco mais, mas você também pode obter melhores negócios se comprar em grande quantidades.

Continue testando!

 Eu sei que é confortável ficar com as mesmas cordas, mas é bom alternar as cordas que você coloca em sua guitarra, especialmente se você não tentou nada novo por um tempo. Existem algumas opções de cordas novas realmente excelentes que você deve verificar e testar.


09 agosto 2019

Dicas para violão - Cordas de nylon ou aço, qual é a melhor?


  Os violões são os instrumentos musicais mais populares do Brasil, fáceis de se tocar, aprender e também apresentam preços, cores e formatos muito variados. Adquirir um violão adequado é o primeiro passo para quem está iniciando, não errar na escolha facilita o aprendizado e evita que o instrumento fique de lado após alguns dias de treino.

   Existem duas opções, o violão com cordas de aço e o violão com cordas de nylon. O ideal é que a escolha pelo tipo de encordoamento coincida com as intenções do músico, pois não adianta pagar mais por um violão elétrico-acústico com encordoamento de aço quando a intenção do músico é apenas aprender para tocar com alguns amigos em casa.

Cordas de Nylon

  Os violões com encordoamento de nylon são bem mais macios e apresentam volume mais moderado e timbre mais aveludado do que os violões com encordoamento de aço. Nylon é a escolha mais indicada para quem está iniciando o aprendizado Encordoamento de aço é mais duro o que faz com que o músico se canse mais rápido e resulta em dedos doloridos com maior facilidade

Cordas de Aço ou Nylon?

  A primeira coisa que se deve ter em mente é que apesar de ambos serem violões, o fato de terem tipos de cordas diferentes fazem com que sejam dois instrumentos diferentes. Os violões com cordas de aço são produzidos de forma diferente dos violões de cordas de nylon. Possuem diferenças nas suas estruturas e na forma como são fabricados, portanto não são o mesmo instrumento.

  Um violão com cordas de aço, ou violão de aço como é chamado, possui um tensor em seu braço para sustentar o peso das cordas de aço. É possível ver o tensor através da boca do violão, uma espécie de parafuso. Ele pode ser ajustado de acordo com o tipo da corda, mas a recomendação é não mexer nesse tensor se você não for um luthier.

Vantagens de um violão com cordas de aço:

Possuem um volume mais alto: As cordas de aço possuem um brilho a mais no som, emitem um som mais metálico e mais alto se comparado a um violão que não é de aço.
Afinadas por mais tempo: As cordas tendem a desafinar de acordo com a mudança de temperatura, umidade ou tempo. As cordas de aço são mais resistentes à essas mudanças e garante uma afinação por mais tempo.

Próprias para os hits do momento: São as mais apropriadas para tocar os hits do momento, nos ritmos pop, rock, reggae, sertanejo, sertanejo universitário e moda de viola.

Flexibilidade para tocar: Cordas de aço podem ser tocadas tanto com as mãos quanto com a palheta, ela sustenta a palhetada.

Desvantagens de um violão com cordas de aço:

Cansam mais os dedos no início: Para um iniciante a corda de aço é menos confortável, e vai doer mais os dedos até que eles calejem. Entretanto é curto o tempo de adaptação. Em duas semanas a dor passa, dependendo da sua dedicação.

Manutenção: As cordas de aço precisam ser trocadas com mais frequência, pois com a umidade natural do tempo, suor e acidez da mão podem enferrujar e prejudicar a sonoridade emitida. O ideal é trocá-las a cada 3 meses no máximo, mas isso varia de acordo com a frequência de uso
.
São maiores: Os violões de aço tendem a ser maiores, portanto se a sua estrutura física é pequena, isso pode ser uma desvantagem.

Cordas novas desafinam: As cordas novas desafinam com muita frequência. Ao trocar de cordas é importante afiná-las, tocar alguns minutos e afiná-las novamente. Repetir essa ação por um tempo até que sustentem a afinação
.
  Violões de cordas de nylon, ou violões de nylon como são chamados, não possuem tensor ou cutway. São menores e portanto mais leves.

Vantagens de um violão com cordas de nylon:

Violão mais leve: Como mencionado ele é mais leve e tende a ser menor, portanto se você tiver uma estatura física pequena, essa é uma vantagem
.
Cansa menos os dedos no início: Para um iniciante este tipo de corda dói menos os dedos, pois são mais macias. Portanto no início será mais fácil tocar com este tipo de corda.

Apropriados para músicas mais clássicas: Cordas de nylon possuem um som mais suave, portanto são as mais indicadas para as músicas clássicas, samba, MPB e dedilhados. Tocar esses ritmos com esse tipo de corda faz com que o som fique mais agradável.

Desvantagens de um violão com cordas de nylon:

Desafinam com frequência: Todo o tipo de corda tende a desafinar de acordo com as mudanças climáticas e com o tempo. Este tipo de corda é mais sensível às mudanças climáticas, portanto desafinam com mais frequência.

Não suportam a palheta: Este tipo de corda é mais suave e portanto é ideal tocá-las com as mãos. Portanto se você preferir utilizar a palheta, essa é uma desvantagem.

  Cordas de nylon e aço tem suas vantagens e desvantagens. Listamos algumas acima, mas afinal qual é a melhor?
   Na verdade não há melhor ou pior. Os dois tipos de violão tem vantagens e desvantagens e não há um melhor que o outro, há o ideal para cada ritmo apenas.

   Se você tem o desejo de tocar os hits do momento, pop rock ou sertanejo que não saem das paradas de sucesso, sugiro que opte pelo violão de aço, mesmo que sinta mais dificuldades no início, não desista, logo os dedos calejam e tudo fica mais fácil e prático.

  Se você prefere tocar as músicas MPB, samba, dedilhados, opte pelo violão de nylon. Mas, saiba que o som é mais baixo, mono, e não se decepcione com isso. Lembre-se que é uma característica deste tipo de corda e não um defeito.



05 agosto 2019

Violão e Guitarra - Dicas para afinar seu instrumento


Para afinar mais facilmente e corretamente o instrumento siga os seguintes passos:

a) Caso você possua micro-afinação (guitarras com ponte flutuante tipo floyd rose ou similares) coloque a micro afinação de cada corda na posição intermediária e solte as travas de afinação do braço.

b) Estando o instrumento totalmente desafinado, ao afinar uma corda, as outras normalmente desafinam, em virtude do aumento de tensão da primeira. Sendo assim inicialmente afine grosseiramente todas as cordas.

c) Se o encordoamento tiver sido recém colocado estique cada corda puxando com os dedos (não muito pouco que não surta efeito e nem tanto que quebre a corda) a fim de eliminar as folgas iniciais nas tarraxas. Não fazendo isto a afinação irá se perder rapidamente (até que afinando diversas vezes as cordas tenham se ajustado).

d) Faça a afinação cuidadosa em todas as cordas tantas vezes quantas necessárias até que todas estejam perfeitamente afinadas (normalmente uma ou duas vezes são necessárias).

e) Caso você possua travas de afinação, use-as e faça a micro-afinação.




02 julho 2019

Conheça as técnicas mais utilizadas no violão


1. Pestana com o Dedo Indicador

  As pestanas são o terror dos iniciantes, mas é uma técnica muito importante que consiste em pressionar várias cordas no braço do violão com apenas um dedo para obter a sonoridade desejada  As pestanas não são necessariamente feitas até a sexta corda, por isso, sempre tenha o cuidado de tocar as cordas que fazem parte da formação dos acordes. Pode-se usar qualquer dedo para fazer uma pestana, porém é aconselhável que os iniciantes comecem pelo dedo indicador para aprender a apertar as cordas corretamente.

2. Técnica de Dedilhado

   Nesta técnica é tocado cada corda do violão com um dedo específico, portanto é necessário aprender o posicionamento correto do polegar nas cordas mais graves e dos demais dedos para tocar as cordas mais agudas. O segredo para dedilhar bem no violão é desenvolver independência dos movimentos entre o polegar e os demais dedos da mão direita (destros) do corpo do instrumento. O dedilhado permite uma infinidade de sutilezas e variações, mas para você que está iniciando treine primeiramente as formas básicas, em que o polegar toca as cordas graves.

3. Palhetada Alternada

  Esta é uma técnica que muitos acham fácil, mas que engana muita gente, pois consiste em segurar a palheta e tocar em ambos os sentidos alternadamente, ou seja, palhetar uma corda para baixo e outra palhetada na corda para cima, executando assim uma batida de violão ou solo. É preciso sincronia entre as duas mãos. Elas precisam trabalhar em conjunto! Treine lentamente inicialmente, para alcançar precisão.

4. Técnica de Harmônico

  Os harmônicos são uma técnica que chama a atenção de todos os que apreciam os solos do violão e podem ser naturais ou artificiais. Veja abaixo:

Harmônico Natural

  Consiste em tocar qualquer corda solta e em seguida posicionar levemente o dedo indicador da mão direita sobre um determinado traste do violão, sem pressionar a corda.

Harmônico Artificial

  É necessário palhetar a corda e imediatamente depois colocar a borda do dedo polegar da mesma mão sobre a posição desejada. Pode ser feito em qualquer corda e em qualquer casa do braço do violão.

5. Técnica de Bend

  Bend é uma técnica muito utilizada em solos, no qual você levanta ou abaixa a corda do instrumento para chegar à outra nota. Quando curvamos a corda, a nota que era tocada tem sua afinação mudada, elevada a uma nota mais aguda.

6. Técnica de Vibrato

  Vibrato é o efeito onde o tom da nota é variado rapidamente, então ele aumenta e cai repetidamente. Pode ser usado para destacar ou alterar a sonoridade de uma nota, dando maior interesse à interpretação.

7. Técnica de Hammer-on

  Toca uma nota e enquanto o som está saindo, coloca-se um dedo em uma casa mais aguda daquela mesma corda, provocando uma espécie de martelada na corda.

8. Técnica de Pull-off

  Coloca-se dois dedos na mesma corda em casas diferentes e um dos dedos irá beliscar a corda para provocar a sonoridade desejada.

9. Técnica de Abafamento

  A técnica de abafamento consiste em utilizar a parte lateral da mão para abafar as cordas e pode ser feito tanto com a mão direita como com a mão direita. Veja sobre cada uma abaixo:

Abafamento com a Mão Direita

  Esta técnica é realizada encostando a mão que faz o ritmo nas cordas do violão próxima à região do cavalete, assim ao tocar as cordas abafadas você terá um som diferente, com um timbre mais grave e com menor duração.

Abafamento com a Mão Esquerda

  É feito aliviando a pressão dos dedos da mão que faz os acordes em determinada corda em qualquer casa do braço do violão, ou seja, apenas encostando na corda sem pressioná-la. Ao fazer isso irá produzir um abafamento temporário do som. A mão esquerda pode ser usada também para abafar determinadas notas que não combinam com o acorde que está sendo tocado.

10. Técnicas de Ligado ou Ligadura

  A técnica de ligado ou ligadura consiste em tocar uma determinada corda em qualquer casa do braço do violão e logo em seguida já pressionar outra corda em outra casa, sem tocar a corda novamente. O ligado ou ligadura transmite a sensação de um som continuo, tocando as notas como se fosse uma só. É uma técnica muito utilizada em arranjos e solos que demonstram o que deve acontecer com as notas musicais dentro de um compasso.
Melhorar sua técnica para o violão é criar automatismos, reflexos. Sabendo algumas técnicas de cor, você ficará mais focado nos detalhes que farão toda a diferença. Para desenvolver sua técnica no violão, não importa qual técnica, você tem que estar à vontade na hora de tocar. Ache uma cadeira confortável em que você poderá ter a postura certa para tocar violão ou guitarra corretamente.

Fonte: Violão para Iniciantes


01 julho 2019

Os Acordes Básicos


  Muitas vezes, o que mexe com a gente e nos faz querer tocar guitarra é aquele solo ou riff do guitarrista da nossa banda favorita, mas devemos saber que tudo isso está totalmente ligado ao conhecimento dos acordes. É muito importante para o futuro guitarrista, conhecer os acordes básicos. Para isso, é necessário habituar a mão esquerda à “lembrar” as diferentes posições. Quanto mais você emprega um acorde mais fácil será encontrá-lo e mais limpo será o som que você conseguirá, mas isso leva tempo. Para iniciarmos nosso estudo sobre acordes, devemos saber o que são e como são formados.
Um acorde é a combinação de três ou mais notas. Os acordes simples de três notas são chamados tríades. Quando temos apenas duas notas, elas formam um intervalo. Podemos ter no nosso instrumento acordes de até 6 notas, sendo uma nota para cada corda, mas os que veremos a seguir, compõem-se de apenas três ou quatro notas, algumas das quais são repetidas ou dobradas.
 Um acorde isoladamente fornece duas informações importantes. A primeira é o tom, dado pela nota principal do acorde, chamada tônica ou fundamental, com base nela é que construiremos o acorde. A segunda informação importante é a harmonia, que é o efeito produzido entre a tônica e as outras notas do acorde. É o som do próprio acorde determinado pelos intervalos entre a tônica e as demais notas. Apresentaremos agora os 15 acordes básicos no vocabulário do estudante de guitarra. Com ele você poderá tocar várias músicas.Cuidado na formação desses acordes procure sempre a clareza do som, para isso toque individualmente cada corda. Se o som de alguma corda estiver “estranho”, provavelmente a pressão que você está exercendo sobre a corda não é suficiente, seu dedo está apenas mal colocado ou o dedo que prende a corda de cima está abafando a debaixo.Veja os acordes que tem a nota fundamental em comum, por exemplo, E, E7 e Em e perceba as diferenças nas “cores” dos acordes. O E soa mais estável e alegre, já o Em nos dá uma impressão de tristeza e melancolia. Isso acontece pela diferença de uma nota, a nota G# no maior e que no menor é trocada pela nota G. Este intervalo que é diferente entre os dois acordes é a terça, é o que determina se um acorde é maior ou menor. 
    Vejamos então os acordes, lembrando que o X indica cordas que não devem ser tocadas.



12 junho 2019

Dicas para Violão


Tocar o violão desafinado é pura perda de tempo. Saiba como afinar seu violão.

Cordas velhas fazem com que o som do violão fique fraco, sem brilho. E tornam a afinação difícil. Você deve trocar as cordas periodicamente.

Antes de tocar uma música, estude os acordes e o ritmo separadamente.

Para um iniciante é mais importante aprender a tocar os primeiros acordes do que aprender teoria.

Após aprender as primeiras músicas, é necessário aprender teoria.

Tutoriais para músicas isoladas são bons. Mas você deve aprender teoria, para poder tocar qualquer música.

Treinar meia hora por dia é melhor que treinar muitas horas num dia só e depois ficar muitos dias sem treinar.

Transporte de tonalidade é muito importante. É quase impossível tocar todas as músicas em suas tonalidades originais
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Uma música que tem mais acordes não é necessariamente melhor do que outra que tem menos acordes. E vice-versa.

Você não precisa saber todos os acordes. Quase ninguém sabe todos os acordes. Mas precisa saber como se formam os acordes, para tocar violão conscientemente.

Uma música não fica melhor porque tem acordes complicados.

Pestana é difícil no começo, mas é necessário aprender e treinar.

Aprender a tocar violão em sete dias é quase impossível. Só se você for um gênio.

Desistir de aprender a tocar violão antes de um ano é bobagem. Fique firme estudando e treinando por um ano e eu garanto que vai tocar direito.

Para iniciar, escolha músicas bem fáceis, com acordes simples (e poucos também). Não se meta com ritmos e acordes complicados.

Acordes menores não são mais difíceis que maiores.

Com um pouco de empenho, você pode aprender a tirar músicas por si só (de ouvido).

Para iniciantes é melhor aprender a tocar sem palheta, só com os dedos. A marcação de ritmo é facilitada desta maneira.

Se você é iniciante absoluto, está começando do zero, deveria fazer um curso.