19 abril 2022
Semitons diatônicos e cromáticos
16 abril 2022
Braços empenados e tensores
13 abril 2022
Trocando as cordas da guitarra
Se você ainda não ficou convencido faça esse teste: afine uma corda da guitarra e memorize bem o jeito que a tarraxa ficou posicionada. Agora, solte a corda dando umas três ou quatro voltas na tarraxa. Volte a apertar a corda de modo que a tarracha fique na posição que você tinha memorizado e verifique a afinação da corda. Nove entre dez vezes a corda não vai estar afinada.
Se for possível, evite também ficar variando de marca de encordoamento .Procure escolher o tipo que mais lhe agrada, leve seu instrumento para uma regulagem em um Luthier de confiança e não mude mais de marca e modelo. Por exemplo: se você prefere usar cordas D Addario XL140, toda vez que for trocá-las compre sempre D Addario XL140. Se você colocar outra marca, aquela regulagem que você pagou uma grana pra fazer, pode não valer mais nada.
Então quando for trocar as cordas da sua guitarra faça a troca uma corda de cada vez e certifique-se que a corda esteja afinada corretamente antes de trocar a próxima.
Guitarras com ponte tipo Floyd Rose são problemáticas para trocar as cordas porque o sistema é flutuante. Isso quer dizer que a alavanca não tem um ponto de descanso como nas pontes tipo Fender onde a alavanca fica apoiada na madeira do instrumento quando não está sendo usada. As Floyd tanto podem ser apertadas como puxadas. Quando você solta uma corda, as outras cordas restantes tem que aguentar o esforço a mais gerado pelas molas da alavanca. Então você corre o risco de estourar uma corda durante a troca e dar prejuízo ao seu bolso.
Uma solução interessante é você colocar um calço na alavanca antes de soltar a corda. Pode ser um pedaço de plástico fino e resistente ou um papelão duro ou então pode fazer como eu fiz: usei uma cartolina dobrada e colada com fita adesiva.
09 abril 2022
Cuide bem do seu violão - Dicas
* Não derramar líquidos em cima do violão
* Não molhar o violão
* Não bater o violão ou deixá-lo cair
* Não deixar o violão à exposição do sol ou umidade
* Proteger o violão de temperaturas muito altas ou muito baixas
* Manter o violão dentro de um estojo ou em uma capa
* Transporte-o sempre com bastante cuidado
* Guarde-o deitado e com as cordas para cima e em local seguro
Para limpar o seu violão, tenha os seguintes cuidados:
Seguindo estas recomendações você será capaz de manter o seu violão em ótimo estado por muito tempo.
29 março 2022
Como construir escalas musicais
Mas o nosso interesse aqui não são estas escalas citadas acima e sim a Escala Natural a partir da qual são construídos os acordes.
A Escala Natural é formada de dois tetracordes (acordes de 4 notas) separados por um intervalo de um tom. Cada tetracorde possui os intervalos tom, tom, semiton.
Exemplo:
Usaremos a escala de C (lê-se dó). Assim temos C D E F G A B C (lê-se dó ré mi fá sol la si do) que é a escala natural de C. Vejamos porque.
I II III IV V VI VII VIII --> graus
C D E F G A B C --> notas
1 1 1/2 1 1 1 1/2 --> intervalos
as cifras acima não representam acordes e sim notas.
Assim temos o C (lê-se dó) como o primeiro grau da escala e entre C e D (lê-se dó e ré) temos um intervalo de 1 tom (C C# D). Entre D e E, segundo e terceiro graus da escala, temos um intervalo de 1 tom (D D# E). Entre E e F, terceiro e quarto graus da escala temos um intervalo de 1/2 tom (1 semitom) (E F), pois E não possui # (sustenido)
Entre o quarto e quinto graus da escala, de F para G, temos um intervalo de 1 tom separando o primeiro tetracorde do segundo.
Entre o quinto e sexto graus temos um intervalo de 1 tom (G G# A). Entre o sexto e sétimo grau temos um intervalo de 1 tom (A A# B).
E finalmente entre o sétimo e o oitavo graus temos o intervalo de 1/2 tom (1 semitom) (B C) pois o B não possui sustenido. Observação: Mi (E) e Si (B), ou seja, as notas terminadas em "i" não possuem sustenido.
Com isto temos que a formula para se construir uma Escala Natural é dois tetracordes de tom, tom, semitom separados por um intervalo de 1 tom.
É por isto que a escala de C não possui acidentes (sustenidos ou bemóis), o que não acontece com outras escalas, que possuem os seus acidentes específicos.
Vejamos a escala de D:
I II III IV V VI VII VIII
D E F# G A B C# D
1 1 1/2 1 1 1 1/2
Entre E e F existe apenas 1 semitom, já que E não possui sustenido, por isso foi necessário acrescentar um sustenido em F para que a nossa fórmula se cumpra, ou seja o intervalo deve ser de 1 tom entre o segundo e terceiro graus da escala natural, portanto no caso desta escala específica temos ( E F F#) entre o segundo e terceiro graus da escala.
Entre o terceiro e quarto graus temos um intervalo de 1 semitom, (F# G).
Entre o sexto e sétimo graus da escala temos um intervalo de 1 tom, por isto fomos obrigados a acrescentar um sustenido em C, assim temos (B C C#) entre o sexto e sétimo graus da escala de D.
Entre o sétimo grau e o oitavo temos apenas um semitom, ou seja, (C# D). Nota-se que o primeiro e o oitavo graus são a mesma nota, a diferença entre elas dá-se na altura do som, o oitavo grau está uma oitava acima do primeiro grau portanto mais aguda.
Descobrimos que a escala de D possui dois acidentes, um em F e outro em C e neste caso específico ambos são sustenidos.
Com estas informações você será capaz de construir todas as escalas naturais dos respectivos tons, prossiga, como exercício construindo as escalas de E F G A e B (e não se esqueça, lê-se, mi fá sol lá e sí). Descubra por você mesmo quantos acidentes existem em cada tonalidade, quais são (se bemóis ou sustenidos), etc. Lembre-se que os acidentes são característicos das suas respectivas tonalidades, pode-se reconhecer uma escala pelo seu número de acidentes e quais são.
É importante lembrar também que o primeiro grau é que dá nome a escala.
Os tetracordes da escala maior
Semitom - Tom - Tom
Cromático, com intervalos de:
Semitom - Semitom - Tom e meio
Enarmônico, com intervalos de:
Quarto de tom - Quarto de Tom - 2 tons
Tetracorde de Fá:
Fá - Sol - Lá - Sib
Tetracorde de Dó:
Tetracorde de Sol:
Sol - Lá - Si - Dó
Tetracorde de Ré:
Ré - Mi - Fá - Sol
Tetracorde de Lá:
Lá - Si - Dó# - Ré
A escala maior é formada por dois tetracordes separados entre si por um tom, sendo o primeiro tetracorde da nota de I grau e o segundo tetracorde da nota de V grau.
Exemplos: Escala de Dó Maior
Para a construção do tetracorde seguimos as mesmas regras utilizadas na construção das escalas diatônicas, não havendo repetição do nome da nota e nem saltos para outra nota que seja a próxima da ordem gradual (exemplo: dó ré mi fá sol lá si dó ...)
Veja abaixo o quadro com os tetracordes:
Tetracorde de Dó Do Ré Mi Fá
Tetracorde de Sol Sol Lá Si Dó
Tetracorde de Ré Ré Mi Fá# Sol
Tetracorde de Lá Lá Si Dó# Ré
Tetracorde de Mi Mi Fá# Sol# Lá
Tetracorde de Si Si Dó# Ré# Mi
Tetracorde de Fá # Fá# Sol# Lá# Si
Tetracorde de Dó # Dó# Ré# Mi# Fá#
Tetracorde de Sol # Sol# Lá# Si# Dó#
Tetracorde de Ré # Ré# Mi# Fá # Sol#
Tetracorde de Fá Fá Sol Lá Sib
Tetracorde de Si b Sib Dó Ré Mib
Tetracorde de Mi b Mib Fá Sol Láb
Tetracorde de Lá b Láb Sib Dó Réb
Tetracorde de Ré b Réb Mib Fá Solb
Tetracorde de Sol b Solb Láb Sib Dób
Tetracorde de Dó b Dób Réb Mib Fáb
Tetracorde de Fá b Fáb Solb Láb Sibb
Tetracorde de Si bb Sibb Dób Réb Mibb
É importante a compreensão dos tetracordes, que consistem em um fragmento da escala maior, para que possamos entender as relações entre as tonalidades e as progressões de intervalos que veremos em breve.
O Violão
Desde sua aparição na Renascença, ele se tornou cada vez mais usado na Europa. A Espanha foi o berço do violão moderno no século 19, e nesse meio tempo foram desenvolvidos os de corda de aço, os flat top e archtop nos Estados Unidos. Os modelos elétricos surgiram por volta dos anos 30, como resultado de experiências de amplificação do som. Hoje o violão pode e é usado em inúmeros estilos musicais, desde eruditos até pop, rock. Contudo alguns estilos já estão diretamente relacionados ao violão, como a música flamenca, a caipira (country), o blues tradicional, a bossa nova e o rock, utilizando a guitarra. O violão é dos instrumentos o que mais exprime o sentimento do músico.
25 março 2022
Dicas para a mão direita
22 março 2022
Estudo básico sobre escalas
- Pentatônica
- Maior
- Menor
- Harmônica
- Melódica
Escala é uma sucessão de sons que se distribuem em tons e semitons. É muito importante o estudo das escalas, pois ele contribui para o desenvolvimento auditivo, o desenvolvimento mecânico das mãos e a compreensão das posições das notas em todo o braço. Devemos ter em mente que toda melodia está baseada sempre em algum tipo de escala.
O que é Pentatônica?
Pentatônica é o nome de uma escala formada por cinco notas, original do blues que, por ser formada de cinco notas leva esse nome.
Para que é usada? Por que estuda-la?
É usada na criação de solos e riffs nos mais diversos campos do rock, desde o blues até o metal. É interessante você estudar a escala pentatônica pois ela é muito usado hoje em dia, compreendendo essa escala você saberá de onde famosos guitarristas criam os solos e poderá criar seus próprios solos e licks.
Iniciação
Vamos começar a chamar as escalas pentatônicas de "pentas", pois é um termo abreviado e bastante usado, bem para começarmos é necessário saber que existem penta menor e penta maior, porém a mais conhecida e praticada é a menor. Isso já é o necessário para que você comece a estudar a escala pentatônica, é importante salientar que para que esse estudo comece o ideal é o praticante já ter alguma iniciação no instrumento.
Pentatônica Menor
Escalas Pentatônicas Menores
Formação das Pentatônicas Menores:
Tonica, 3ªm, 4ªjusta, 5ª e 7ªm.
Vejamos o exemplo da Penta Menor de A(lá):
Tonica: A(lá)
3ªm: C(dó)
4ªjusta: D(ré)
5ª: E(mí)
7ªm: G(sol)
Ficando no braço do instrumento da seguinte forma:
B---------------------5-8------
G----------------5-7-----------
D-----------5-7----------------
A------5-7---------------------
E-5-8--------------------------
A C D E G A C D E G A C
Repare que as notas se repetem até acabar as cordas.
Para achar a penta de outra nota basta repetir o processo.
Vejamos o exemplo da pentatônica de E (mí):
Tonica: E(mí)
3ªm: G(sol)
4ªjusta: A(lá)
5ª: B(sí)
7ªm: D(ré)
Ficando no braço do instrumento da seguinte forma:
e--------------------------0-3-
B---------------------0-2------
G----------------0-2-----------
D-----------0-2----------------
A------0-2---------------------
E-0-3--------------------------
E G A B D E G A B D E G
Repare que, novamente, as notas se repetem até acabar as cordas.
As pentatônicas maiores nada mais são do que as pentas menores um tom e meio mais graves, vejamos o exemplo da penta maior de A(lá):
e--------------------------2-5-
B---------------------2-5------
G----------------2-4-----------
D-----------2-4----------------
A------2-4---------------------
E-2-5--------------------------
F# A B C# E F# A B C# E F# A
Neste caso muda a formação:
Tonica: A(lá)
6ªM: F#(fá sustenido)
2ªM: B (sí)
3ªM: C# (dó sustenido)
5ª: E (mí)
Desenhos da Pentatônica
Mas a pentatônica não retém-se apenas a 1 desenho no braço do instrumento, você pode obter ainda mais quatro formações da mesma penta, basta alterar a sequência das notas de sua formação, vamos tomar por exemplo novamente a pentatônica de Am(lá), cuja a formação é A(lá), C(dó), D(ré), E(mí), G(sol). Para obter o segundo desenho basta alterar a sequência das notas, dessa maneira: C(dó), D(ré), E(mí), G(sol), A(lá), fazendo isso você alterá a posição da escala, porém, continuará exercendo a escala de Lá ,só que em outro desenho, vejamos no braço do instrumento:
Segundo desenho Penta Menor de A(lá)
e------------------------------8-10-
B------------------------8-10-------
G-------------------7-9-------------
D-------------7-10------------------
A-------7-10------------------------
E-8-10------------------------------
C D E G A C D E G A C D
Repare que onde começa o segundo desenho é exatamente onde acaba o primeiro.
Para obter o 3º, 4º e 5º desenhos basta continuar alterando a formação das notas, vejamos:
Repare que em todos eles onde acaba um começa o outro.
Terceiro desenho Penta Menor de A(lá)D(ré), E(mí), G(sol), A(lá) e C(dó)
e-----------------------------------10-12-
B----------------------------10-13--------
G----------------------9-12---------------
D---------------10-12---------------------
A--------10-12----------------------------
E-10-12-----------------------------------
Quarto desenho Penta Menor de A(lá) E(mí), G(sol), A(lá) e C(dó) e D(ré)
e------------------------------------12-15-
B-----------------------------13-15--------
G----------------------12-14---------------
D---------------12-14----------------------
A--------12-15-----------------------------
E-12-15------------------------------------
Quinto desenho Penta Menor de A(lá) G(sol), A(lál), C(dó), D(ré) e E(mí)
e------------------------------------15-17-
B-----------------------------15-17--------
G----------------------14-17---------------
D---------------14-17----------------------
A--------15-17-----------------------------
E-15-17------------------------------------
Escala Maior
Maior natural de A
E-----------------------------------4-5-7--
B------------------------------5-7---------
G-----------------------4-6-7--------------
D----------------4-6-7---------------------
A---------4-5-7----------------------------
E--4-5-7-----------------------------------
Fórmula da escala: Tônica, 2ªM, 3ªM, 4ªJ, 5ªJ, 6ªM e 7ªM
Escala Menor
Menor Natural de A(lá):
E------------------------------------------5-7-8--
B----------------------------------5-6-8----------
G--------------------------5-7-9------------------
D------------------5-7-9--------------------------
A----------5-7-8----------------------------------
E--5-7-8------------------------------------------
Fórmula da Escala: Tônica, 2ªM, 3ªm, 4ªJ, 5ªJ, 6ªm e 7ªm
Escala Menor harmônica
Menor Harmônica de A(lá):
E------------------------------------------5-7-8--
B----------------------------------5-6-9----------
G--------------------------5-7-9------------------
D------------------6-7-9--------------------------
A----------5-7-8----------------------------------
E--5-7-8------------------------------------------
Fórmula da Escala: Tônica, 2ª, 3ªm, 4ªJ, 5ªJ, 6ªm e 7ªM
Escala Menor Melódica
Menor Melódica de A(lá):
E------------------------------------------5-7-8--
B----------------------------------5-7-9----------
G--------------------------5-7-9------------------
D------------------6-7-9--------------------------
A----------5-7-9----------------------------------
E--5-7-8------------------------------------------
Fórmula da Escala: Tônica, 2ªM, 3ªm, 4ªJ, 5ªJ, 6ªM e 7ªM
21 março 2022
Curso de Violão e Guitarra - Nível Zero Para Leigos
Conheça o curso que vai lhe ensinar a tocar de modo
rápido, prático e sem teorias
cansativas!
Se você é iniciante e quer aprender a tocar violão e guitarra começando a partir do ABSOLUTO ZERO, sem teorias cansativas, utilizando o instrumento já nas primeiras aulas e conseguindo resultados imediatos, você precisa conhecer o nosso método revolucionário de ensino através do Curso de Violão e Guitarra - Nível Zero Para Leigos, que é um guia digital completo (E-book), com 500 páginas de profundo ensino musical acompanhado de 63 aulas gravadas, com explicações passo a passo, 8 bônus exclusivos e vídeos de exercícios. As aulas são todas em sequencias, com exercícios práticos e teóricos, para você acompanhar sua evolução nos estudos. Esse curso contém tudo que você precisa para tocar no dia a dia, sendo indicado para iniciantes. Todas as lições são explicadas detalhadamente pelo professor, com exemplos, músicas, ritmos e muito mais. Com o nosso método, você terá em mãos um material de estudos objetivo e de fácil entendimento.
16 março 2022
Exercícios com palheta
Exercícios com palheta
• Palhete de cima a baixo todas as cordas, tocando com a palheta só pra baixo.
• Palhete de cima a baixo todas as cordas, tocando com a palheta só para cima.
• Palhete de cima a baixo todas as cordas, tocando com a palheta uma vez para baixo uma vez para cima, se preferir você pode tocar duas vezes por corda.
07 março 2022
Aprenda a cuidar bem do seu violão
03 março 2022
Saiba mais sobre o violão
Conhecido como Torres, ele foi sem dúvida a figura mais importante na história do violão, e muitos instrumentos da atualidade são fabricados com base nos instrumentos de Torres.
Ao contrário do que muitos pensam, o instrumento acústico é muito mais difícil de ser tocado do que o elétrico(guitarra, teclado, etc..) pois não conta com a ajuda e efeitos que só a eletrônica possui, a maior parte do "show" que você vê em um concerto de rock é pura eletrônica e é claro com algumas técnicas
Já no instrumento acústico, todos arranjos e efeitos são executados pelo talento do músico, mas você poderá usar um pouquinho da eletrônica para dar um brilho na música, usando um pedal ou um efeito, nada de exagero, só para dar um brilho especial na música!
Classificação quanto ao instrumento
O violão pode ser:
Violão nylon são aqueles que usam cordas de nylon, possuem um número reduzido de modelos e são usados em estilos leves como toda MPB e as músicas Clássicas.
Violão aço são aqueles que usam cordas de aço, possuem um universo de modelos, o mais versátil é o folk, pois ele aceita ser tocado em vários estilos principalmente o POP e ROCK.
Classificação quanto ao estilo
Violão harmonia: faz apenas o fundo da música para dar um brilho, nelas são valorizadas as 3as e 5as arpejando as cordas e acordes.
Violão Melodia: é o método em que seguimos a música, tocamos todos os acordes valorizando as notas reais da música. Violão Solo é o estilo onde tocamos apenas as notas principais da melodia.
Violão Base: É o estilo que dá mais peso à música, ele é tocado com palhetas e batidas.
24 fevereiro 2022
Dicas para o uso da palheta
Metacarbonato - Têm boa durabilidade, muito semelhantes com as de plástico comum;
Nylon - Normalmente são finas, produzem um "clique" peculiar ao tocar;
Delrin - Geralmente são mais porosas e desta forma aderem mais aos dedos;
Materiais exóticos - metal, prata, ágata, osso, madeira ,etc.
Não se esqueça que desde a escolha da palheta até a forma de tocar deve ser um processo totalmente pessoal, fazendo com que você alcance seu próprio estilo desde os primeiros estágios.
21 janeiro 2022
Curso de Violão e Guitarra Para Iniciantes
Se você não sabe tocar, ou sabe muito pouco e quer aprender de verdade, este curso é para você. O curso abrange o nível básico completo do estudo do violão e guitarra e começa á partir do zero, e você não precisa ter nenhum conhecimento musical para começar a estudar e aprender com as lições que são explicadas passo a passo e que permitem um aprendizado, rápido e sem complicações. O curso é composto de 7 E-books contendo explicações e informações importantes, ritmos, exercícios de técnicas, dicas, curiosidades, músicas e questionários, para que você possa acompanhar a sua evolução e desenvolver todo o seu potencial. Os assuntos são explicados através de textos descomplicados e objetivos, onde são utilizados exemplos com fotos, imagens, desenhos e gráficos, o que torna o estudo interessante e agradável. Este curso é extremamente prático, e o aluno começa a praticar no instrumento á partir da primeira aula, mesmo que nunca tenha estudado nada sobre violão ou guitarra em sua vida.
19 janeiro 2022
Exercícios para deixar os dedos com mais agilidade
---------------------------------------------------------3-----5-----
---------------------------------2------4----2----5----4-----5---
----------2------3---2---5---3-------5---------------------------
---3---------5-------------------------------------------------------
-----------------------------------------------------------------------
11 janeiro 2022
Dicas para a mão direita e mão esquerda
O controle da mão direita é dado por uma combinação de senso rítmico e precisão. Quanto mais você praticar, mais depressa sua mão direita será uma extensão de seu senso rítmico. No começo você precisará de apoio para sua mão direita. Seu antebraço deve descansar ligeiramente sobre a parte superior do violão, de forma que a mão fique livre na posição apropriada para tocar. A mão deve movimentar-se o mínimo possível, deixando esse trabalho para os dedos. Estes devem estar bem relaxados para que possam movimentar-se com independência. A regra fundamental para qualquer técnica de mão direita é "o máximo de efeito com o mínimo de movimento". No violão, a mão deve mover-se apenas o suficiente para selecionar as cordas e controlar os dedos. Considera-se como área para tocar o espaço entre o rastilho e o começo da escala. O som varia de acordo com o ponto exato de contato. É mais agudo e penetrante perto do rastilho e se torna mais suave à medida que você toca mais perto do meio da corda. Tocar com os dedos ou com uma palheta é uma decisão pessoal, baseada no tipo de som que você quer obter. A maioria dos que usam os dedos deixam as unhas crescerem para tocar as cordas com mais volume, isso é uma decisão pessoal.
A função da mão esquerda é pressionar as cordas junto as trastes, para que produzam as notas desejadas. Antes que sua mão direita toque as cordas, a mão esquerda já deve estar em posição, demarcando uma série determinada de notas. A mão esquerda pode ser usada também para abafar determinadas notas que não combinam com o acorde que está sendo tocado. A técnica clássica é manter o polegar sempre no meio da largura do braço. Com isso, fica sempre um espaço livre entre o braço do violão e a palma da mão. O punho fica ligeiramente dobrado, deixando os dedos descansar confortavelmente sobre as cordas. O polegar, oposto aos demais dedos, funciona então como apoio para que as ponta dos dedos apliquem a pressão exata sobre as cordas. Essa posição permite o máximo de precisão, fidelidade e rapidez. Muitos instrumentistas colocam o polegar bem mais alto nas costa do braço, encaixando a palma da mão. É um hábito tentador, pois dá mais apoio para as técnicas de rock. Para tocar uma única nota com clareza, sem encostar em nenhuma outra corda, seus dedos devem estar arqueados, com a ponta formando quase uma perpendicular com o braço do instrumento. Por isso, o comprimento das unhas não pode ultrapassar o do dedo. Com unhas muito compridas fica mais difícil pressionar a corda com firmeza. O dedo acaba então saindo da perpendicular e pode abafar a corda vizinha. Ao pressionar uma corda, coloque o dedo um pouco antes do traste (nunca em cima, imediatamente após ou a meio caminho entre dois trastes). O comprimento de vibração da corda será a distância entre o último traste e o cavalete. Use apenas a pressão necessária para que a nota soe com clareza. Pressão demais cansa os dedos e cria tensão na mão, dificultando a passagem de uma posição a outra.






















