28 outubro 2026
Comece a Tocar Ainda Hoje!
20 outubro 2026
O Segredo das Notas Musicais no Violão

O violão é um dos
instrumentos mais populares do mundo, mas por trás de sua aparente simplicidade
existe uma lógica fascinante: a organização das notas musicais ao longo do
braço. Cada casa do braço corresponde a um semitom (meio tom). Ao pressionar
uma corda em uma casa, o músico eleva sua afinação em meio tom em relação à
casa anterior. Como a música ocidental divide a oitava em doze semitons, o
braço nada mais é do que essa sequência de doze sons repetida ao longo de todas
as cordas.
A sequência de referência é:
Dó – Dó#/Réb – Ré – Ré#/Mib
– Mi – Fá – Fá#/Solb – Sol – Sol#/Láb – Lá – Lá#/Sib – Si — e então volta ao
Dó.
Note que entre Mi–Fá e Si–Dó
não existe casa intermediária: são notas vizinhas, separadas por apenas um
semitom. Essa pequena irregularidade é justamente o que dá identidade às
escalas e aos acordes.
As cordas soltas: o mapa de
partida
Na afinação padrão, da mais
grave para a mais aguda, as cordas soltas são:
Mi – Lá – Ré – Sol – Si – Mi
A partir de cada uma delas, basta
"subir" a sequência de semitons casa por casa para localizar qualquer
nota. Por exemplo, na 5ª corda (Lá): casa 1 = Lá#, casa 2 = Si, casa 3 = Dó, e
assim por diante.
O segredo principal é
simples: entre cordas adjacentes, a mesma nota aparece quatro casas acima e uma
corda abaixo (ou seja, na 5ª casa de uma corda está a nota da corda seguinte
solta). Por exemplo, a nota da casa 5 da 6ª corda (Lá) é a própria 5ª corda
solta. Isso vale para quase todos os pares de cordas. A exceção é o par Sol–Si
(3ª e 2ª cordas): por causa do intervalo menor entre elas, o deslocamento é de
três casas, e não quatro. Essa pequena diferença explica por que tantas formas
de acordes e escalas precisam de um ajuste justamente nesse ponto do braço. A
casa 12 reproduz as cordas soltas uma oitava acima, servindo para dividir o
braço em blocos de doze casas. A partir daí, os padrões se repetem.
Entender essas relações
permite localizar qualquer nota em qualquer corda por raciocínio, em vez de
apenas decorar. O grande salto de aprendizado acontece quando o músico percebe
que as notas se organizam em formas geométricas no braço. Escalas, arpejos e
acordes desenham padrões visuais que se deslocam horizontalmente (mudando o
tom) e verticalmente (mudando a corda). Memorizar essas formas é muito mais
eficiente do que decorar notas soltas — e é por isso que guitarristas e
violonistas conseguem improvisar em qualquer região do instrumento.
14 outubro 2026
Os Hábitos de Quem Toca Bem!
Você já reparou que alguns
músicos parecem ter um "dom natural"? Tocam com fluidez, sentem o
ritmo, acertam os acordes sem esforço aparente. A verdade, é que por trás de
todo músico que toca bem existe um conjunto de hábitos e qualquer pessoa pode desenvolver todos
eles, independentemente do nível atual. Veja os cinco mais importantes:
Hábito 1 — Tocar Todos os
Dias (Mesmo Pouco)
Quem toca bem não espera ter
tempo livre — ele cria o tempo. Pode ser 15 ou 30 minutos, mas é todos os dias.
O cérebro e os dedos aprendem com repetição frequente.
Hábito 2 — Cuidar da postura e da tensão
Quem toca bem sabe relaxar.
Ombros soltos, coluna ereta, pulsos sem rigidez e pressão na medida certa nas
cordas.
Hábito 3 — Estudar com
Objetivo Definido
Quem toca bem antes de pegar
o instrumento, já sabe o que vai treinar naquele dia: um acorde, uma batida, um
lick, uma música.
Hábito 4 — Estudar com
metrônomo
Tocar no tempo certo é o que
separa o amador do bom músico. O metrônomo parece chato no início, mas é o que
desenvolve ritmo sólido e segurança para tocar com outras pessoas.
Hábito 5 — Aprender a ouvir
Antes de tocar, ouça. Escute a música, o
instrumento, o próprio som. Quem desenvolve ouvido ativo percebe desafinações,
erros de tempo e evolui muito mais rápido.
09 outubro 2026
O Manual Completo Para Dominar os Acordes
08 outubro 2026
Como Estudar Violão 15 Minutos Por Dia
Muita gente acredita que só
consegue aprender violão quem tem horas livres todos os dias. Mas a verdade é
que 15 minutos diários bem aproveitados valem mais do que 3 horas de estudo uma
vez por semana.
Por que 15 Minutos
Funcionam?
O cérebro aprende melhor com
repetições curtas e frequentes. Quando você estuda todos os dias, mesmo por
pouco tempo:
- Os movimentos ficam na
memória muscular mais rápido
- Você mantém o hábito vivo
(e hábito é tudo)
- Evita a fadiga e a
frustração
- Cria progresso visível
semana após semana
Divida os 15 Minutos em
Blocos
Não tente fazer tudo de uma
vez. Uma boa estrutura é dividir assim:
3 minutos — Aquecimento
- Alongue os dedos e os
pulsos
- Faça exercícios cromáticos
lentos (1-2-3-4 nas cordas)
- Toque acordes que você já
domina, só pra "acordar" a mão
5 minutos — Técnica ou
Acorde Novo
- Escolha um único objetivo
do dia: um acorde, uma troca, uma batida (ritmo) ou um lick
- Estude devagar, com
metrônomo em velocidade baixa
- Repita até o movimento
começar a ficar automático
5 minutos — Música (a parte
divertida!)
- Toque uma música que você
ama
- Termine sempre com prazer
— isso mantém a motivação
2 minutos — Revisão
- Revise o que estudou no
dia anterior.
Dicas Práticas Para
Aproveitar Cada Minuto
1. Tenha o violão à vista,
pronto pra pegar
2. Um objetivo por dia, não
tente aprender 5 coisas ao mesmo tempo
3. Toque devagar primeiro,
velocidade vem depois da precisão
4. Grave-se tocando, o vídeo
revela erros que você não percebe
Com 15 minutos por dia, bem organizados, você evolui mais rápido do que imagina. Em um mês, você não vai acreditar no quanto avançou.
Se você quer aprender a tocar com resultados imediatos praticando
apenas 15 minutos por dia acesse: https://tinyurl.com/42t2nxmv
09 setembro 2026
Violão - Erros Que Você Deve Evitar
1. Apertar as cordas com força exagerada
Muitos iniciantes acham que
precisam apertar muito as cordas contra o braço para fazer o som sair limpo.
Resultado: dedos doloridos, mãos cansadas e som abafado.
O certo: Coloque o dedo
perto do traste (do lado direito, bem rente à casa de metal) e use a pressão
mínima necessária. Com o tempo, seus dedos acostumam e a pressão adequada vira
instinto.
2. Ignorar a postura e a
posição do corpo
Tocar com as costas curvadas,
o ombro tenso ou o violão mal posicionado não só atrapalha o som como pode
causar dores nas costas, ombros e punhos.
O certo: Sente-se ereto, com
o violão apoiado na perna. O braço da mão que faz os acordes deve ficar
relaxado e o pulso reto. Postura é a base de tudo.
3. Não prestar atenção ao
ritmo
Tocar as notas certas no
tempo errado é um erro clássico. Muitos iniciantes focam só nos dedos e
esquecem que a música é feita de pulso e compasso.
O certo: Use um metrônomo ou
um app de ritmo desde o início. Comece devagar — 60 BPM é um ótimo começo — e
só aumente a velocidade quando o trecho sair limpo e no tempo. O ritmo é a alma
da música.
4. Deixar o violão desregulado
ou com cordas velhas
Um violão com cordas
enferrujadas, braço empenado ou altura de cordas muito alta (ação alta) exige
esforço redobrado e desafina com facilidade
O certo: Troque as cordas a
cada 3 ou 4 meses (ou quando perderem o brilho). Leve o violão a um luthier
para ajustar a altura das cordas e o tensor do braço pelo menos uma vez por ano.
Lembre-se: Praticar 15
minutos por dia, todos os dias, rendem mais do que 3 horas de estudo no fim de
semana. Agora, pegue seu violão e evite esses 4 erros!
26 agosto 2026
Cordas de Aço X Nylon - Entenda a Diferença!
Cordas de aço
Som: Brilhante, metálico,
encorpado e com mais sustain (o som dura mais tempo).
Toque: Mais duras e ásperas.
Podem cansar os dedos no início (é normal!).
- Indicado para: Rock, pop,
folk, sertanejo, blues e músicas com batida mais forte.
Cordas de nylon
Som: Macio, aveludado,
quente e com menos brilho metálico.
Toque: Mais macias e fáceis
de pressionar — ideais para quem está começando.
Indicado para: Música
clássica, bossa nova, MPB, samba e estilos mais suaves.
Dica para iniciantes:
Se você está começando o
nylon pode ser mais amigável. Mas se o seu sonho é tocar rock ou sertanejo, não
tenha medo do aço — com alguns dias de prática, seus dedos se acostumam. O mais
importante: experimente os dois quando puder. O som certo é aquele que faz seu
coração vibrar!
13 agosto 2026
Dicas Para Quem Toca Violão e Guitarra
1. Afine o instrumento antes
de cada estudo
Um instrumento desafinado prejudica seu ouvido
e sua evolução. Use um afinador digital ou aplicativo.
2. Treine devagar e com
ritmo
Use um metrônomo e comece num andamento
confortável. Só aumente a velocidade quando conseguir tocar sem erros no ritmo
lento.
3. Mantenha a postura
correta
Costas retas, ombros relaxados e braço solto.
Tensão desnecessária causa cansaço e pode até gerar lesões.
4. Dê atenção à mão da
palheta/ritmo
Muitos focam só nos acordes e esquecem a mão
que faz o ritmo. Ela dá vida à música. Pratique ritmos separadamente, sem a
outra mão.
5. Cuidado com a pressão dos
dedos
Aperte a corda apenas o suficiente para soar
limpa. Força excessiva cansa a mão e atrasa passagens rápidas.
6. Toque todos os dias
(mesmo que pouco)
15 minutos diários valem mais que 3 horas uma
vez por semana. A regularidade cria memória muscular e mantém seu progresso
constante.
03 agosto 2026
Os Tons Relativos
Os tons relativos são duas
tonalidades diferentes que possuem exatamente a mesma armadura de clave (os
mesmos sustenidos ou bemóis), porém têm tônicas diferentes. Em teoria musical,
cada tonalidade maior possui uma tonalidade menor relativa, e cada tonalidade
menor possui uma tonalidade maior relativa.
A relação entre elas é muito
simples:
A relativa menor encontra-se no 6º grau da
escala maior.
A relativa maior encontra-se no 3º grau da
escala menor.
Exemplo 1
A escala de Dó Maior (C) é
formada pelas notas:
C – D – E – F – G – A – B –
C
O seu 6º grau é a nota Lá
(A).
Assim, Lá Menor (Am) é a
relativa menor de Dó Maior.
Observe que ambas utilizam
exatamente as mesmas notas:
Dó Maior: C – D – E – F – G
– A – B
Lá Menor: A – B – C – D – E
– F – G
A diferença está apenas na
nota que funciona como centro tonal.
Exemplo 2
A escala de Sol Maior (G)
possui um sustenido (F#):
G – A – B – C – D – E – F# – G
Seu 6º grau é Mi (E).
Portanto, Mi Menor (Em) é a relativa menor de Sol Maior. Ambas compartilham a mesma armadura de clave, contendo apenas o F#.
Como encontrar o tom relativo?
Existem duas maneiras
práticas:
1) Da escala maior para a
menor relativa:
Conte seis graus na escala
maior.
A nota encontrada será a
tônica da relativa menor.
2) Da escala menor para a
maior relativa:
Conte três graus acima da
tônica da escala menor.
A nota encontrada será a
tônica da relativa maior.
Por que os tons relativos são importantes?
O estudo dos tons relativos
facilita a compreensão da teoria musical e auxilia em diversas situações
práticas, como:
Identificar rapidamente
tonalidades.
Improvisar sobre progressões
harmônicas.
Criar arranjos e
composições.
Compreender melhor a
formação das escalas maiores e menores.
25 julho 2026
Método Completo de Violão e Guitarra
24 julho 2026
O Que São Escalas Musicais?
Escala musical é uma
sequência organizada de notas musicais que soam bem em conjunto. Ela funciona
como a "receita" que define quais notas combinam para criar uma
melodia ou um solo.
Pense em uma escada de
degraus:
- Cada degrau representa uma
nota (Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá, Si).
- Subir a escada = tocar as
notas do som mais grave para o mais agudo.
- Descer a escada = tocar do
som mais agudo para o mais grave.
O Exemplo Mais Básico
A escala mais famosa e
fundamental é a Escala Maior:
Dó – Ré – Mi – Fá – Sol – Lá
– Si – Dó
Perceba que são 8 notas,
sendo que a primeira e a última têm o mesmo nome (Dó), mas a última é uma
oitava (8 notas) acima, ou seja, mais aguda.
Quais São os Tipos de
Escala?
Existem diversos tipos, mas
os principais são:
Escala Maior: Som alegre,
vibrante e "feliz".
Escala Menor: Som mais
triste, melancólico e suave.
Escala Pentatônica: Possui
apenas 5 notas (em vez de 7). Muito usada no rock, blues e improvisação.
Para Que Servem as Escalas?
As escalas têm funções muito
claras na prática do violão e guitarra:
1. Base para solos e
improvisação – Ao saber a escala de uma música, você sabe exatamente quais
notas pode usar para criar um solo sem errar.
2. Localização no braço do
instrumento – A escala funciona como um mapa mental. Você para de procurar
notas e passa a saber exatamente onde colocar os dedos.
3. Desenvolvimento técnico –
Praticar escalas diariamente aumenta a velocidade, a precisão e a independência
dos dedos.
4. Compreensão da música –
Entender escalas ajuda a montar acordes, encontrar o tom da música e tocar de
ouvido.
O Que o Iniciante Precisa
Saber, de Verdade?
-Você não precisa decorar dezenas de escalas
para começar.
- Aprender 2 ou 3 escalas
básicas (como a Escala Maior e a Pentatônica) já é suficiente para tocar a
maioria das músicas populares.
- O foco inicial deve ser na
prática visual: enxergar o formato da escala no braço do instrumento é mais
importante do que decorar nomes de notas.
Agora
que você entendeu o conceito, o próximo passo é praticar!
13 julho 2026
Dicas Rápidas Para Músicos Iniciantes
1. Pratique Todo Dia
15 minutos por dia é melhor
do que 2 horas uma vez por semana. O cérebro aprende melhor com pequenas doses
diárias do que com longas maratonas.
Dica: Deixe o instrumento
sempre à vista. Se estiver guardado, você toca menos.
2. Afinação é Sagrada
Nunca toque com o
instrumento desafinado. Use um afinador digital ou aplicativo.
Dica: Afine antes de cada
treino. A afinação muda com a temperatura e umidade.
3. Postura e Relaxamento
Costas retas, ombros soltos.
Tensão é inimiga da técnica.
Dica: Não aperte demais as
cordas – use a força mínima necessária.
4. Use o Metrônomo
O metrônomo é seu melhor
amigo. 10 minutos por dia com ele melhora seu ritmo mais do que horas de treino
sem referência.
Dica: Comece devagar (40
BPM) e aumente gradualmente. Velocidade é consequência, não objetivo.
5. Aprenda Músicas de Verdade
Não fique só em exercícios. Toque
músicas que você ama – isso mantém a motivação e ensina música de verdade
(ritmo, harmonia, estrutura).
Dica: Comece com músicas de
3 acordes (ex: Dó, Sol, Lá menor). Depois aumente o nível de dificuldade.
6. Entenda o Que Está
Tocando
Não decore apenas os
formatos – entenda a lógica por trás deles. O que é um acorde? Por que essa
nota está aqui? Isso acelera seu aprendizado futuro.
Dica: Aprenda o campo
harmônico de uma tonalidade (ex: Dó maior). Com isso, você toca centenas de
músicas sem decorar.
7. Tenha um Material de
Estudo
Ter um guia prático (como um
e-book ou curso) organiza seu aprendizado e evita que você se perca no meio do
caminho.
Dica: Prefira materiais com
exercícios práticos, não só teoria.
8. Tenha Paciência
Todo mundo já foi iniciante. Os profissionais são apenas os que não desistiram.
Dica: Para aprender a tocar de verdade, com resultados rápidos, clique no botão abaixo:
25 junho 2026
Curso de Violão e Guitarra Para Iniciantes
O Curso Prático de Violão e Guitarra para Iniciantes foi criado especialmente para quem está dando os primeiros passos na música. Você não precisa ter nenhum conhecimento musical para aprender com as lições que são explicadas passo a passo em 7 livros digitais, com aulas práticas, ritmos, técnicas, dicas, músicas e avaliações. E para turbinar seu aprendizado você vai ganhar 6 bônus de conteúdo exclusivo.
O curso conta com certificado de conclusão grátis. Aproveite a promoção especial e receba o curso agora. Para saber mais, clique no botão abaixo:
20 junho 2026
Capa ou Case: O Que é Melhor?
A escolha entre uma capa
(geralmente de nylon ou poliéster acolchoado) e um case (rígido, de madeira,
plástico injetado ou fibra de vidro) é um equilíbrio constante entre proteção,
portabilidade, praticidade e durabilidade. Não existe um “melhor” absoluto, mas
sim o mais adequado para cada situação, estilo de vida e orçamento.
Vamos analisar as duas
opções:
1. A Capa – A aliada da mobilidade
A capa é essencialmente uma
mochila estilizada para o instrumento. Sua estrutura é flexível, com camadas de
espuma e forro interno macio.
Vantagens:
Peso e portabilidade: É
leve e fácil de carregar. Muitas possuem alças de mochila, permitindo que você
leve o violão ou guitarra nas costas e mantenha as mãos livres.
Praticidade no dia a dia:
Abrir e fechar um zíper é muito rápido. Ideal para quem vive entrando e saindo
de ensaios, estúdios e aulas.
Armazenamento: Possui
bolsos externos espaçosos para partituras, tablete, afinador, cabos e pequenos
acessórios.
Preço: São significativamente mais baratas que cases
rígidos de qualidade.
Desvantagens:
Proteção limitada: Protege
contra poeira, arranhões superficiais e pequenos impactos. No entanto, não
oferece resistência contra quedas ou mudanças bruscas de temperatura e umidade.
2. O Case – O cofre do
instrumento
O case é uma estrutura
rígida e moldada, feita sob medida para o modelo exato do instrumento. Pode ser
de madeira revestida, plástico ABS (o mais comum) ou fibra de vidro/carbono
(super resistentes).
Vantagens:
Proteção máxima: É a única
opção que realmente protege o instrumento contra quedas, tombos e
impactos de equipamentos pesados.
Controle climático: Cases de
boa qualidade oferecem isolamento térmico, diminuindo o choque térmico quando o
instrumento sai do ar-condicionado para o calor externo.
Desvantagens:
Peso e volume: São
pesados, incômodos de carregar por longas distâncias e, na maioria das vezes,
não possuem alças de mochila (apenas alça de mão ou transversal).
Preço: Um case rígido de
qualidade custa de 3 a 5 vezes mais que uma capa acolchoada simples.
Espaço físico: Ocupam
muito espaço no carro, no palco e em casa.
Qual escolher?
A melhor estratégia não é
escolher um, mas sim, se possível, ter os dois:
1. A capa para o dia a dia: Use-a para ensaios,
aulas e pequenos eventos onde você mesmo dirige e tem cuidado redobrado com o
instrumento.
2. O case para ocasiões especiais: Guarde o
instrumento no case em casa (protegido da poeira e da umidade) e use-o sempre
que for viajar, participar de festivais ou tocar em locais com muito trânsito
de pessoas e equipamentos.
Em resumo: a capa é para o músico urbano e
ágil; o case é para o músico cauteloso e profissional. Avalie seu patrimônio,
seu bolso e sua rotina, e a resposta virá naturalmente.
09 junho 2026
12 Acordes Para Iniciantes no Violão e Guitarra
Com apenas 12 acordes bem
escolhidos, você já consegue tocar muitas músicas de diferentes estilos (pop,
rock, MPB, gospel, sertanejo, etc.). Veja aqui os 12 acordes
essenciais que todo iniciante precisa dominar.
Ordem recomendada de estudo
(por dificuldade)
Não tente aprender todos os
12 acordes de uma vez. Siga esta sequência:
Fase 1 – Os mais fáceis (1ª
semana)
Em – Am – E – A – E7 – A7
Esses acordes usam poucos
dedos e não exigem posições estranhas.
Fase 2 – Expandindo o
repertório (2ª semana)
C – G – D – Dm – D7 – C7
Erros comuns ao aprender os
primeiros acordes
Erro: Apertar as cordas com
muita força.
Correção: Aperte o suficiente
para o som sair limpo.
Erro: Dedos "deitados" encostando nas cordas vizinhas.
Correção: Mantenha os
dedos curvados (na ponta).
Erro: Trocar de acorde muito
rápido no começo.
Correção: Devagar e sempre.
Velocidade vem com o tempo,
Erro: Ignorar a mão direita
(ritmo).
Correção: Treine a troca de acordes com ritmo simples.
Agora a parte mais
importante: pegue seu instrumento e pratique. Comece com 10 minutos por dia.
Treine um acorde de cada vez. Depois, tente a transição entre dois acordes. Aos
poucos, você vai perceber que os dedos obedecem melhor e o som fica limpo. Se
você quiser aprender mais de 1000 acordes para dominar o violão e a guitarra de
modo rápido e prático Clique Aqui.
Bons estudos!
01 junho 2026
Mão Direita X Mão Esquerda: Qual Treinar Primeiro?
Se você está começando no
violão ou na guitarra, provavelmente já passou por isso: a mão esquerda não
aperta os acordes direito e a mão direita não pega o ritmo. E aí, qual treinar
primeiro? A resposta surpreende: a mão direita (a que toca as cordas).
Por quê?
Porque é a mão direita que
comanda o ritmo, o tempo e a dinâmica da música. Sem ela, os acordes até
existem, mas a música não "anda".
Mão direita = locomotiva
(define o ritmo)
Mão esquerda = vagão (faz os
formatos dos acordes)
Sem a locomotiva, o trem não sai do lugar.
O erro mais comum
O iniciante tenta aprender
todos os acordes primeiro e só depois "pensa no ritmo". Resultado:
aperta os acordes, mas o som não flui, a música não sai e a frustração aparece.
O plano de estudos ideal
(primeiras 2 semanas)
Se você está começando do
zero, siga esta sequência:
Semana 1 – Foco na mão
direita (80% do tempo)
- Aprenda 2 ou 3 ritmos
básicos (ex: batida simples, dedilhado de 4 tempos)
- Toque com as cordas soltas
(sem se preocupar com a mão esquerda)
- Use metrônomo desde o dia
1 (comece devagar, em 60 bpm)
Semana 2 – Introdução da mão
esquerda (50/50)
- Escolha 2 acordes fáceis
(ex: Em e Am)
- Pratique a troca entre
eles em um ritmo lento (não importa a velocidade, importa a precisão)
- Mantenha 50% do tempo só
com ritmo (mão direita) e 50% combinando as duas
A partir da semana 3 –
Equilíbrio
- Continue dedicando tempo
exclusivo para ritmo (mão direita) em toda sessão de estudo.
- Aos poucos, adicione mais
acordes (D, C, G)
- Nunca treine a mão
esquerda sem ter um ritmo básico para aplicar
Resumo para você guardar
Pergunta: Qual mão treinar
primeiro?
Resposta: A mão direita
(ritmo) merece atenção especial no início
Pergunta: Por quê?
Resposta: Porque sem ritmo, os acordes não viram música
Pergunta: A mão esquerda é
menos importante?
Resposta: Não. Ela é
essencial, mas depende do ritmo para funcionar.
28 maio 2026
Os Acessórios Essenciais Para Quem Toca Violão
Alguns acessórios podem facilitar
seus estudos, proteger seu violão e melhorar seu som. Você não precisa de
equipamento caro para começar. Neste guia, você vai conhecer os acessórios
indispensáveis para quem toca violão.
1. Afinador clip
Tocar desafinado atrapalha
seu ouvido. O afinador clip mostra a nota exata de cada corda.
2. Jogo de cordas reserva
Cordas quebram na pior hora.
Tenha um jogo extra em casa para nunca ficar sem tocar.
3. Capa ou Case
Protege seu violão contra
quedas, poeira, sol e umidade. Essencial para quem transporta ou guarda o
instrumento.
4. Capotraste
Prende as cordas em uma casa
e sobe o tom do violão sem você mudar os acordes.
5. Suporte de chão
Mantém o violão sempre à mão
e seguro. Quanto mais fácil pegar, mais você vai praticar.
6. Flanela de microfibra
Limpa as cordas depois de
tocar. Isso dobra a vida útil delas e mantém o violão bonito.
Conclusão
Com estes acessórios você já
tem o essencial para estudar e tocar bem. O resto você compra conforme sentir
necessidade.





































