19 dezembro 2010

Curso de Violão e Guitarra - Tomando cuidado com as mãos

  Amplificadores queimados e guitarras com braços danificados são (apesar de causarem pesadelos na maioria dos mortais) situações que podem ser facilmente remediadas. Ao passo que o veículo máximo de sua expressão ( suas mãos ) pode sofrer danos causados por exageros e mal uso, o que lhe trará "pesadelos" ainda maiores.

  Os tendões e ligamentos das mãos que são submetidos a movimentos regulares e contínuos podem sofrer problemas denominados como Síndromes de Movimentos Repetitivos. Na realidade, tais problemas são causados por uma somatória de fatores : esforço contínuo num mesmo movimento, má postura, tensão nervosa, entre outros.

   O ato de estudar diariamente seu instrumento exige também uma postura e preparação corretas, tanto no intuito de obter melhor desempenho como também pensando em prevenir os problemas acima citados. Para tal, leve em conta a regulagem de sua guitarra ou do seu violão no que diz respeito à ação ( altura ) das cordas pois estas, estando mais próximas da escala, demandam menos pressão dos dedos ( embora percam bastante a sustentação do som ). Além disso pense em pequenos exercícios que irão ativar sua circulação sangüínea e " pré aquecer " seus músculos e tendões:

  Estenda seu braço direito como se os seus dedos estivessem sendo empurrados contra uma parede. Então, puxe os dedos com sua mão esquerda gentilmente para trás. Pare ao sentir seus tendões forçados. Depois repita o processo com sua mão e braço virados ao contrário. Você deve fazer isso por no mínimo de 20 a 30 segundos 3 vezes em cada forma.

13 dezembro 2010

Curso de Violão e Guitarra - O Violão

   
  O violão adquiriu a fama no século vinte de ser o instrumento musical mais popular do mundo. Dos instrumentos de corda é o mais fácil de juntar melodia e harmonia numa música por ser de fácil adaptação, portátil, versátil, atraente e que nos propiciam uma enorme gama de possibilidades. Ele pode ser ouvido em todo o globo, em todo tipo de composição, das mais eruditas às mais populares, em diversos modos. Foram nos últimos 150 anos que o violão sofreu as maiores mudanças, partindo de um instrumento pequeno e delicado, de baixo volume, para o que conhecemos hoje.Tornou-se um ícone na música atual, e com a aparição de novas marcas, modelos, e sua extensão, a guitarra, só ajudaram a aumentar sua fama.
    Desde sua aparicão na Renascença, ele se tornou cada vez mais usado na Europa. A Espanha foi o berço do violão moderno no século 19, e nesse meio tempo foram desenvolvidos os de corda de aço, os flap-top e archtop nos Estados Unidos. Os modelos elétricos surgiram por volta dos anos 30, como resultado de experiências de amplificação do som. Hoje o violão pode e é usado em inúmeros estilos musicais, desde eruditos até pop, rock. Contudo alguns estilos já estão diretamente relacionados ao violão, como a música flamenca, a caipira (country), o blues tradicional, a bossa nova e o rock, utilizando a guitarra. O violão é dos instrumentos o que mais exprime o sentimento do músico.

02 dezembro 2010

Curso de Violão e Guitarra - Os Tetracordes da Escala Maior

    Tetracorde é uma escala de quatro notas contidas no limite do quarto grau.  Os tetracordes eram usados para construir melodias na música grega antiga.  Existiam três tipos de tetracordes gregos:
        Diatônico, com intervalos de:
        Semitom - Tom - Tom
        Cromático, com intervalos de:
        Semitom - Semitom - Tom e meio
        Enarmônico, com intervalos de:
        Quarto de tom - Quarto de Tom - 2 tons

      O tetracorde da escala maior é diferente daqueles usados na Grécia antiga  e consiste nos seguintes intervalos:
      TOM - TOM - SEMITOM
        Exemplos:
        Tetracorde de Fá:
        Fá - Sol - Lá - Sib
        Tetracorde de Dó:
        Do - Ré - Mi - Fá
        Tetracorde de Sol:
        Sol - Lá - Si - Dó
        Tetracorde de Ré:
        Ré - Mi - Fá - Sol
        Tetracorde de Lá:
        Lá - Si - Dó# - Ré
      A escala maior é formada por dois tetracordes separados entre si por um tom, sendo o primeiro tetracorde da nota de I grau e o segundo tetracorde  da nota de V grau.
     Exemplos: Escala de Dó Maior

      Para a construção do tetracorde seguimos as mesmas regras utilizadas na construção das escalas diatônicas, não havendo repetição do nome da nota e nem saltos para outra nota que seja a próxima da ordem gradual (exemplo: dó ré mi fá sol lá si dó ...)
            Veja abaixo o quadro com os tetracordes:
            Tetracorde de Dó Do     Ré     Mi     Fá
            Tetracorde de Sol Sol     Lá     Si     Dó
            Tetracorde de Ré Ré     Mi     Fá#     Sol
            Tetracorde de Lá Lá     Si     Dó#     Ré
            Tetracorde de Mi Mi     Fá#     Sol#     Lá
            Tetracorde de Si Si     Dó#     Ré#     Mi
            Tetracorde de Fá # Fá#     Sol#     Lá#     Si
            Tetracorde de Dó # Dó#     Ré#     Mi#     Fá#
            Tetracorde de Sol # Sol#     Lá#     Si#     Dó#
            Tetracorde de Ré # Ré#     Mi#     Fá #     Sol#
            Tetracorde de Fá Fá     Sol     Lá     Sib
            Tetracorde de Si b Sib     Dó     Ré     Mib
            Tetracorde de Mi b Mib     Fá     Sol     Láb
            Tetracorde de Lá b Láb     Sib     Dó     Réb
            Tetracorde de Ré b Réb     Mib     Fá     Solb
            Tetracorde de Sol b Solb     Láb     Sib     Dób
            Tetracorde de Dó b Dób     Réb     Mib     Fáb
            Tetracorde de Fá b Fáb     Solb     Láb     Sibb
            Tetracorde de Si bb Sibb     Dób     Réb     Mibb

      É importante a compreensão dos tetracordes, que consistem em um fragmento da escala maior, para  que possamos entender as relações entre as tonalidades e as progressões interválicas que veremos em breve.

01 dezembro 2010

Curso de Violão e Guitarra - Como Construir Escalas

Escala Musical: Ordenação sucessiva de sons a intervalos não maiores que uma segunda. Existem diversos tipos de escala, cada uma se prestando a um determinado estilo musical, assim temos escalas de Jazz, de Blues, de música barroca, etc.

Mas o nosso interesse aqui não são estas escalas citadas acima e sim a Escala Natural a partir da qual são construídos os acordes.

A Escala Natural é formada de dois tetracordes (acordes de 4 notas) separados por um intervalo de um tom. Cada tetracorde possui os intervalos tom, tom, semiton.

Exemplo:

Usaremos a escala de C (lê-se dó). Assim temos C D E F G A B C (lê-se dó ré mi fa sol la si do) que é a escala natural de C. Vejamos porque.

I II III IV V VI VII VIII --> graus
C D E F G A B C --> notas
1 1 1/2 1 1 1 1/2 --> intervalos

obs: as cifras acima não representam acordes e sim notas.

Assim temos o C (lê-se dó) como o primeiro grau da escala e entre C e D (lê-se dó e ré) temos um intervalo de 1 tom (C C# D). Entre D e E, segundo e terceiro graus da escala, temos um intervalo de 1 tom (D D# E). Entre E e F, terceiro e quarto graus da escala temos um intervalo de 1/2 tom (1 semiton) (E F), pois E não possui # (sustenido)

Entre o quarto e quinto graus da escala, de F para G, temos um intervalo de 1 tom separando o primeiro tetracorde do segundo.

Entre o quinto e sexto graus temos um intervalo de 1 tom (G G# A). Entre o sexto e sétimo grau temos um intervalo de 1 tom (A A# B).

E finalmente entre o sétimo e o oitavo graus temos o intervalo de 1/2 tom (1 semiton) (B C) pois o B não possui sustenido. Obs: Mi (E) e Si (B), ou seja, as notas terminadas em "i" não possuem sustenido.

Com isto temos que a formula para se construir uma Escala Natural é dois tetracordes de tom, tom, semiton separados por um intervalo de 1 tom.

É por isto que a escala de C não possui acidentes (sustenidos ou bemois), o que não acontece com outras escalas, que possuem os seus acidentes específicos.

Vejamos a escala de D:

I II III IV V VI VII VIII
D E F# G A B C# D
1 1 1/2 1 1 1 1/2


Entre E e F existe apenas 1 semiton, já que E não possui sustenido, por isso foi necessário acrescentar um sustenido em F para que a nossa fórmula se cumpra, ou seja o intervalo deve ser de 1 tom entre o segundo e terceiro graus da escala natural, portanto no caso desta escala específica temos ( E F F#) entre o segundo e terceiro graus da escala.

Entre o terceiro e quarto graus temos um intervalo de 1 semiton, (F# G).

Entre o sexto e sétimo graus da escala temos um intervalo de 1 tom, por isto fomos obrigados a acrescentar um sustenido em C, assim temos (B C C#) entre o sexto e sétimo graus da escala de D.

Entre o sétimo grau e o oitavo temos apenas um semiton, ou seja, (C# D). Nota-se que o primeiro e o oitavo graus são a mesma nota, a diferença entre elas dá-se na altura do som, o oitavo grau está uma oitava acima do primeiro grau portanto mais aguda.

Descobrimos que a escala de D possui dois acidentes, um em F e outro em C e neste caso específico ambos são sustenidos.

Com estas informações você será capaz de construir todas as escalas naturais dos respectivos tons, prossiga, como exercício construindo as escalas de E F G A e B (e não se esqueça, lê-se, mi fa sol lá e sí). Descubra por você mesmo quantos acidentes existem em cada tonalidade, quais são (se bemois ou sustenidos), etc. Lembre-se que os acidentes são característicos das suas respectivas tonalidades, pode-se reconhecer uma escala pelo seu número de acidentes e quais são.

É importante frisar também que o primeiro grau é que dá nome a escala.

29 novembro 2010

Curso de Violão - Dicas para conservar o seu violão

  Veja abaixo algumas dicas para conservar o seu violão em perfeito estado:

  * Não colocar nenhum peso ou objeto em cima do violão
    * Não derramar líquidos em cima do violão
    * Não molhar o violão
    * Não bater o violão ou deixá-lo cair
    * Não deixar o violão à exposição do sol ou umidade
    * Proteger o violão de temperaturas muito altas ou muito baixas
    * Manter o violão dentro de um estojo ou em uma capa
    * Transporte-o sempre com bastante cuidado
    * Guarde-o deitado e com as cordas para cima e em local seguro

Para limpar o seu violão, tenha os seguintes cuidados:

    * Utilize uma flanela seca e limpa.
    * Ao trocar as cordas, a limpeza pode ser realizada com uma quantidade pequena de lustra móveis.

Seguindo estas recomendações você será capaz de manter o seu violão em ótimo estado por muito tempo.



28 novembro 2010

Curso de Violão - O Violão no Brasil


Origem
As origens do violão são incertas e desconhecidas no Brasil, mas acredita-se que veio pelas mãos dos europeus e foi, durante todo o período colonial, marginalizado pelas elites e adorado pelo povo.

Início

Em meados do século XIX o violão acompanha os instrumentistas nas rodas de choro e os cantores nas serestas, que se estendiam por toda a noite.De história recente, seus primeiros personagens conhecidos são de inícios do século XX: Sátiro Bilhar, Quincas Laranjeiras, João Pernambuco, Canhoto, Heitor Villa-Lobos, autores das primeiras obras do repertório brasileiro.
Em 1938 Attilio Bernardini publica Lições Preparatórias, baseado na escola desenvolvida por Tarrega e até hoje utilizado como importante método de iniciação para o instrumento.

Desenvolvimento

Na era do rádio, destacam-se as atuações de Garoto, virtuose que integrava a orquestra da Rádio Nacional, dirigida pelo maestro Radamés Gnatalli – que compôs muitas obras importantes para o violão –; e Dilermando Reis, o famoso violonista, que acompanhava o cantor Francisco Alves e deu aula de violão para o Presidente da República.
Em inícios dos anos de 1940, Ronoel Simões começa seu trabalho de coleta, divulgação e pesquisa de material sobre o violão, que tornou-se com o passar dos tempos um dos mais importantes e completos acervos do mundo.
Tendo sua importância cada vez mais reconhecida na vida brasileira, em 1947 é fundada a primeira cadeira de violão num conservatório do Brasil, a cargo de Isaías Sávio, o uruguaio que se tornou figura central nessa história, de onde derivam as gerações seguintes de grandes violonistas brasileiros.

Consolidação

Logo aparecem virtuoses adaptando e ampliando a técnica do instrumento para retratar as sonoridades do país: o universo rural revelado por Paulinho Nogueira, o vigor da música negra em Baden Powell.
Na geração seguinte surge o incrível Raphael Rabello, destacando-se tanto como solista quanto como acompanhante.
Importante também lembrar a atuação feminina nos meios violonísticos: Josefina Robledo, Maria Lívia São Marcos, concertistas de carreira internacional, ou a compositora Lina Pires de Campos, que dedicou ao violão o premiado “Ponteio e Tocatina”. Rosinha de Valença destaca-se com uma produção mais voltada à música popular.
Em constante crescimento, o violão passa a ser ensinado nas universidades, surgem os primeiros trabalhos científicos dedicados ao instrumento. Giacomo Bartoloni, professor de violão da Unesp, vira doutor em história com tese sobre o violão na cidade de São Paulo.

Contemporâneo

O país conta hoje com um grande número de violonistas importantes no cenário mundial do instrumento. Dois nomes que se destacam pela amplitude de seus trabalhos são os do Fábio Zanon, intérprete premiado de obra de Villa-Lobos e do repertório contemporâneo, que realizou uma série de importantes programas sobre violão veiculados pela rádio Cultura FM de São Paulo, e Paulo Bellinati, que tem uma extensa obra composicional publicada e gravou e transcreveu em partituras a obra do violonista Garoto, num trabalho de muita repercussão.
Três grandes expoentes do violão brasileiro têm se destacado como virtuoses do instrumento: Alessandro Penezzi, Marcel Powell e Yamandu Costa.
Hoje, violonistas brasileiros são reconhecidos em todo o mundo: atuam nas salas de concerto tradicionais da música erudita, na música popular e nas antigas festas e ritos do folclore. A escola de violão brasileira é considerada já uma das mais ricas do mundo.
Fonte: http://www.violao.mus.br

27 novembro 2010

Curso de Violão e Guitarra - Acordes Dissonantes

Um acorde dissonante seria, como o próprio nome diz, um acorde que dissona ou não soa bem. Acontece que muitas vezes acontece o contrario, ele soa extremamente bem.
Formação e notação de acordes dissonantes.
  Quando falamos de notação de acordes, dissemos que uma acorde maior é formado por 3 notas, 1a., 3a e 5a e os menores com a 3b .Os acordes dissonantes são formados de 4 ou mais notas. Tomamos as notas normais do acorde, maior ou menor e adicionamos uma nota da escala cromática. Assim, existe por exemplo, um acorde de G com as notas normais mais um A. Ou um C com A#. Existem milhares de acordes dissonantes e se formos contar todas as inversões ainda mais. Para identificar um acorde dissonante, usamos a mesma notação dos acordes convencionais, mas adicionando à frente o número da nota da escala diatônica desse acorde. Um G com A escreveríamos G9 e leríamos sol com nona. Podemos também adicionar mais de um nota dissonante em um acorde, nesse caso separamos os números por uma barra. 
Ex.: Am com G e B à Am7/9. 
Se o acorde original for do tipo com arranjo no baixo escrevemos o acorde dissonante seguido de outra barra e o baixo. 
Ex.: Am7/9/G. (pouquíssimo uso)
Quando queremos usar notas acidentadas fora da escala diatônica do acorde usamos na cifra os sinais de + e - para indicar que devemos aumentar (+) ou abaixar (-) meio tom na nota dissonante.
Ex.: C/-5 lemos C com 5a menor. A 5a de C seria G menos 1/2 tom temos F#.
Ex.: Bm5-/7, C7+
Podemos colocar os sinais à frente ou atrás do número. Atenção para um detalhe importante. Não existem os acordes dissonantes com 1a 3a e 5a já que eles formam o acorde normal.
OBS. Como a barra (/) é usado tanto no arranjo no baixo como em dissonantes o que diferencia o acorde é uso de número ou letra após a barra.
 

25 novembro 2010

GUITAR BASIC - Curso de Violão e Guitarra em CDs Didáticos

APRENDA DEFINITIVAMENTE A TOCAR VIOLÃO E GUITARRA!
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Versão Atualizada 2010

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23 novembro 2010

Curso de Violão e Guitarra - Trocando Cordas

   Quando você for trocar as cordas da sua guitarra tenha em mente o seguinte: as cordas esticadas aplicam um certo esforço no instrumento que forçam o braço a se curvar. Para compensar isso, existe uma barra de metal dentro do instrumento chamado TENSOR que permite que se ajuste a curvatura do braço para mais ou para menos. Esse tipo de ajuste é delicado e o ideal é que esse serviço seja feito por um Luthier especializado. Você deve evitar tirar todas as cordas do instrumento ao mesmo tempo. Se você fizer isso, a curvatura do braço vai se alterar, afetando a regulagem do instrumento. Você pode estar imaginando: mas na hora que eu colocar as cordas de novo, o braço volta para a sua curvatura anterior, certo? Infelizmente não funciona desse jeito. A guitarra é feita basicamente de madeira, que é um material bastante "temperamental " e pode ser afetado por diversos fatores diferentes, como temperatura e umidade por exemplo.
    Se você ainda não ficou convencido faça esse teste: afine uma corda da guitarra e memorize bem o jeito que a tarracha ficou posicionada. Agora, solte a corda dando umas três ou quatro voltas na tarracha. Volte a apertar a corda de modo que a tarracha fique na posição que você tinha memorizado e verifique a afinação da corda. Nove entre dez vezes a corda não vai estar afinada.
    Se for possível, evite também ficar variando de marca de encordoamento .Procure escolher o tipo que mais lhe agrada, leve seu instrumento para uma regulagem em um Luthier de confiança e não mude mais de marca e modelo. Por exemplo: se você prefere usar cordas D Addario XL140, toda vez que for trocá-las compre sempre D Addario XL140. Se você colocar outra marca, aquela regulagem que você pagou uma grana pra fazer, pode não valer mais nada.
     Então quando for trocar as cordas da sua guitarra faça a troca uma corda de cada vez e certifique-se que a corda esteja afinada corretamente antes de trocar a próxima.
    Guitarras com ponte tipo Floyd Rose são problemáticas para trocar as cordas porque o sistema é flutuante. Isso quer dizer que a alavanca não tem um ponto de descanso como nas pontes tipo Fender onde a alavanca fica apoiada na madeira do instrumento quando não está sendo usada. As Floyd tanto podem ser apertadas como puxadas. Quando você solta uma corda, as outras cordas restantes tem que agüentar o esforço a mais gerado pelas molas da alavanca. Então você corre o risco de estourar uma corda durante a troca e dar prejuízo ao seu bolso.
     Uma solução interessante é você colocar um calço na alavanca antes de soltar a corda. Pode ser um pedaço de plástico fino e resistente ou um papelão duro ou então pode fazer como eu fiz: usei uma cartolina dobrada e colada com fita adesiva.

06 novembro 2010

Curso de Violão e Guitarra - Pequeno dicionário de termos usados no estudo da guitarra e música

A

Ação - Distância entre as cordas e os trastes.
Acento - Nota ou acorde realçado ou tocado em maior volume.
Acidente -Um símbolo usado nos acordes ou notas, que indica se a nota é aumentada em meio tom (#) ou diminuída em meio tom (b).
Acorde - Efeito de duas ou mais notas tocadas ao mesmo tempo.
Acústica, guitarra - Guitarra para execução sem amplificação eletrônica.
ADT - Automatic Double Tracking ("Pista Dupla Automática"). Efeito eletrônico que consiste em reproduzir uma repetição única muito rápida, dando a impressão de que dois instrumentos tocam a mesma parte.
Amplificador - Aparelho eletrônico que majora o som produzido pela guitarra, e captado pelos captadores.
Archtop - Instrumentos que tem o tampo em forma de curva.

B

Bigsby - Fabricante de guitarras, conhecido por um modelo de tremolo.
Blues - Termo dado a um estilo musical, predominantemente negro, dos EEUU.
Bottleneck - Literalmente, "gargalo". Técnica de execução de acordes ou notas isoladas pelo deslizamento (sliding) de um tubo demetal ou vidro pelas cordas. O mesmo que Slide.
Bridge - Ponte. Mecanismo onde as cordas da guitarra se fixam no tampo do intrumento.
Bypass - Muitas unidades de efeito, tem um botão que acionado, permite que o sinal, passe direto (o som não é processado), sem sofrer nenhuma alteração.

C

Capo - Dispositivo em forma de garra fixado sobre a escala do braço para possibilitar o uso de acordes de corda solta nos diversos tons ou chaves.
Captador - Transdutor eletromagnético que converte as vibrações das cordas em impulsos elétricos, amplificanso-os.
Cavalete - (Bridge) Dispositivo ajustado ao corpo da guitarra para suportar e conduzir as cordas a seus lugares.
Chorus - Efeito baseado em delay que simula eletronicamente dois ou mais instrumentos tocando o mesmo trecho. As variações na altura ou no tempo são usadas para dar um efeito mais realista.
Clássico - Um clássico, é algo que se perpetua por si só. Como a Les Paul ou a Stratocaster são guitarras clássicas.
Compressão - Efeito eletrônico que reduz o volume das notas agudas e amplia o das mais suaves e graves.
Cravelha - Dispositivo mecânico para controlar a tensão e, por conseguinte, a altura de uma corda.
Cromática - Uma escla cromática, é uma escala completa, incluindo todos as doze notas.

D

Damping - (Abafamento) Técnica usada para silenciar uma corda ou várias. Pode ser usada para impedir que uma nota ou acorde ressoe de modo indesejável, ou como efeito.
Dedeira - Ver Palheta.
Dedilhado - Técnica de execução com a mão direita onde as cordas cão sendo feridas pelos dedos um de cada vez.
Delay - Quando um som se reflete, ouve-se uma repetição atrasada, ou eco. Este efeito costuma ser produzido pela unidade eletrônica digital de delay.
Diatônica - Uma escala diatônica, é aquela composta por 7 notas (maior ou menor).
Distorção - Efeito eletrônico usado no rock, onde o vloume é ampliado pesadamente na pré-amplificação ou por efeito eletrônico.
Dobro - Tipo de guitarra acústica construída com um tampo ressonador metálico para ampliar o volume e o sustain. Também conhecida como ressonador.
Dominante - É a nota do 5.º de uma escala.
Dreadnought - Guitarra acústica de corpo grande e cordas de aço, em geral usada em música country e rock.

E

Efeitos - O resultado de algumas formas de processamento do som.
Efeitos Digitais - Muitos efeitos podem ser produzidos digitalmente. Quando se usa um efeito digital, o sinal da gutarra é convertido em códigod binário, processado e depois convertido a impulsos elétricos.
Eletroacústica, guitarra - Uma guitarra (ou violão) que se pode tocar acusticamente ou ligar a um amplificador..
Equalizador Gráfico - Um equalizador que tem como características, a divisão das freqüências do som (através de uma escla), é possível acrescentar ou diminuir somente uma freqüência, sem interferir em outras.
Expander - É o oposto do Compressor.

F

Feedback - Ver Microfonia.
F-hole - Buraco no tampo de algumas giutarras em forma de f.
Fingerboard - Lugar onde se acomoda os dedos da mão esquerda (parte de cima do braço).
Flanger - Também um efeito baseado no Delay, porém, aqui existe alterações na altura do som (afinação). Originalmente, concebido com fitas magnéticas, hoje é encontrado em unidades digitais.
Flat-top, guitarra - Guitarra de cordas de aço com tampo do corpo plano ou chato.
Freqüências - Número de cilcos por segundo de uma determinada nota.
Fuzz, caixa de - Unidade de pedal para criar distorção ou, mais exatamente, saturação.

G

Guia de cordas - Suporte de osso, plástico ou outro material, para as cordas no final da escala em direção à haste das tarrachas.

H

Hammer - Técnica que consiste em "martelar" o braço da guitarra com os dedos da mão esquerda.
Harmonizer - Também comhecido como "pitch shifter", este efeito é capaz de dobrar a nota da guitarra. Programando, quando o guitarrista tocar a nota C (por exemplo), o Harmonizer dobra com a 5.ª (G).
Haste das cravelhas - Parte superior no fim do braço da guitarra, onde ficam as cravelhas e as tarrachas das cordas.
Haste de suporte do braço - Haste de metal que atravessa na longitudinal o braço da guitarra, por trás da escala, reforçando-o contra a tensão das cordas.
Headstock - Parte da guitarra onde se acomodam as tarrachas de afinação.
Humbuckers - Captadores eletrônicos de bobinas duplas, que dão um som mais espesso e "grosso", muito apreciado no rock.


L

Lead, guitar - Termo que designa o guitarrista principal.
Leslie, Gabinetes - O Leslie éum alto falante torativo, feito originalmente para ser usado em órgãos. Em 1960, jimi Hendrix, usou um alto falante Leslie em sua guitarra. Hoje esse efeito é obtido digitalmente.
Luthier - Um construtor de guitarras ou intrumentos musicais.

M

Microfonia - Som produzido quando um captador ou microfone recolhe seu próprio sinal de um alto-falante e o reamplifica. Algumas vezes é usada como técnica em solos de rock.
MIDI - Musical Instrument Digital Interface ("Interface Digital de Instrumentos Mudicias"). Linguagem eletrônica que permite a apare;hos equipados de modo semelhante, como sintetizadores, seqüenciadores, mesas de mixagem e baterias eletrônicas, se intercomunicarem.
Multi Efeitos - São aparelhos capazes de produzir variados tipos de efeitos. Pode se programar um tipo de som, mesclando vários efeitos e armazaná-lo para utilização futura.


O

Oitava - Intervalo de 12 semitons.

P

Palheta - Dispositivo, em geral de plástico, usado para ferir as cordas. Um tipo específico é a dedeira, usada em guitarra de folk ou country e na música sertaneja brasileira.
Panning, ou Panpot - É um recurso dos dons emitidos em estéreo, que permite mandar para um só canal o som.
PA, sistema - Sistema de public addres (direcionamento ao público) ou de amplificação eletrônica usado ao vivo.
Pedais ou Pedaleira - Unidades eletrônicas controladas com o pé, instaladas entre a saída da guitarra e a entrada do amplificador, para processar o som de vários modos.
Pentatônica - Uma escala de cinco notas.
Pickguard - Peça em plástico resistente, para proteger o acabamento da guitarra (escudo).
Pickup - O mesmo que captador.
Placa de arranhadura - Placa de plástico para proteger a giutarra das palhetadas.
Plectrum - O mesmo que palheta.
Pré-Amplificador - Ajuda a aumentar o sinal da guitarra antes de entrar no amplificador, propriamente dito. É muito usado para se obter distorções.


R

Reverb - Uma unidade de Reverb, simula o desenvolvimento natural de um som tocado em certo ambiente. Pode simular um grande salão, ou uma pequena sala, variando com a programção.
Riff - Seqüência repetida de notas, que caracterizam a música. Usada regularmente pelos guitarristas de rock.

S

Sinal de tempo - Símbolo composto de dois números no início de uma partitura. Indica o número de tempos e seu valor dentro de cada compasso.
Sintetizador de guitarra - Guitarras projetadas e constrúidas com sistemas instalados para produzir alterações radicais de som, ou as equipadas com MIDI para controlar sintetizadores externos, baterias eletrônicas ou efeitos de processamento de som.
Slide - Ver Bottleneck.
Solid-state - Amplificadores equipados com transistores.
Soundboard ou tampo - Parte da frente do corpo da giutarra sobre a uqal se instala o cavalete (bridge). cortada em separado, como nos violões, é chamado tampo.

T

Tapping de trastes - Técnica de excução em que tanto a mão esquerda como a direita são usadas para apertar as notas contra os trastes. Às vezes é chamada tapping de dedos.
Tempo - Velocidade de uma peça musical.
Tone-Pedal - Ver Wah-Wah.
Traste - Tiras de metal colocadas a intervalos ao longo do braço da guitarra.
Tremolo - É a popular alavanca (ex.: Floid Rose). Mecanismo que permite alterar a afinação da guitarra durante a performance.


V
Vávula - Tubo de vidro com um cátodo e um ánod, usado em equipamentos eletrônicos.
Violão - Ver Acústica, guitarra.
Vibrato - Dispositivo mecânico para alterar a altura de uma corda ao ser tocada. Também uma técnica de tocar onde se usam um ou mais dedos da mão esquerda para dar uma oscilação menor na altura do som.
Volume, Pedal de - Pedal que permite a mudança do volume do instrumento, durante a performance. É acionado com os pés.


W
Wah wah, pedal - Unidade de acionamento por pedal que pode ser usada como controle de tonalidade ou pressionada para obter o típico som de "wah".

21 outubro 2010

Curso de Violão e Guitarra - Tipos de encordoamentos para violão e guitarra

0.08= extremamente leve, são recomendáveis apenas a aqueles que não podem fazer muita força / esforço com os dedos. Nos anos 80, este tipo de encordoamento foi muito popular, pois era usado por guitarristas que tocavam heavy-metal, devido à facilidade de tocar rápido, mas que no fim acaba gerando um som de guitarra mais fraco e magrinho….
0.09= possivelmente a mais vendida de todos os tipos. Som razoável, fácil de dar bends, mas também é fácil de quebrá-las…
0.10= em minha opinião, a melhor. O som vem na medida certa, possibilitando graves suficientes… Os bends ainda continuam fáceis, e a corda nova, de boa marca, em uma guitarra bem regulada (ponte, braçø) dificilmente vai quebrar. Se você está procurando um som de guitarra mais cheio, gordo e encorpado, experimente a BLUE STEEL® 0.10/0.46, da empresa Dean-Markley®.
0.11= pesada. Dificilmente vai conviver bem com uma guitarra com micro-afinação ( a ponte possivelmente vai ficar enclinada…). O som é muito bom, e você pode usar em Satratocasters ® e similares, e Les-Paul’s , além de guitarras semi-acústicas para jazz e R&B.
0.12= extremamente pesada, dura e difícil de dar bends. Dependendo do tipo de guitarra (japonesas e coreanas principalmente), pode-se até mesmo empenar (enclinar demasiadamente) o braço do instrumento, devido à tensão gerada. 0.12 podem conviver bem em uma guitarra com braço grosso, gordo de jazz, como a Gibson® ES- 175, mais cuidado com a tendinite….
Você também deve prestar atenção no número que se segue à estes acima. 0.09, 0.10, etc… correspondem a 1ª corda, a mais aguda (mizinha). Existem no mercado cordas híbridas, que misturam , por exemplo, 0.09 com 0.10, entre outras. As combinações mais populares em todo o mundo são:
0.09 - 0.42
0.09 - 0.46
0.10 - 0.46
0.10 - 0.52

TÍPICA TABELA DE ESCOLHA:
extra-little = 0.08 - 0.38
little = 0.09 - 0.42
custom little = 0.09 - 0.46
regular = 0.10 - 0.46
reg.-medium = 0.10 - 0.52
medium = 0.11 - 0.52
jazz hard = 0.12 - 0.56

Enfim, achar a corda certa para seus dedos e seu instrumento pode levar um certo tempo, mais com certeza vale a pena pesquisar. Aproveite bastante essas dicas!

13 outubro 2010

Curso de Violão e Guitarra - Manutenção do Encordoamento


Com o passar do tempo, as cordas do violão perdem um pouco da qualidade do som. É necessário trocá-las de acordo com um princípio simples: uma (corda velha) por uma (corda nova). Nunca retire todo o encordoamento do instrumento, isso fará a caixa acústica do violão sofrer com a falta de pressão antes exercida pelas cordas. Este fato é observado, quando são colocadas novas cordas. A afinação ira demorar mais do que o normal para se manter inalterada. O tempo útil de cada encordoamento vária de acordo com a qualidade da corda, uso, limpeza, clima favorável, alem de outros fatores.

Importante
 
Nunca deixe cordas enferrujadas em sua guitarra, a ferrugem pode atingir outras partes metálicas do instrumento como os captadores. 

08 setembro 2010

Curso de Violão e Guitarra - Braços empenados e tensores

Guitarras mais modernas, com 24 casas, tipo Jackson e Ibanez, têm um braço "fino" e, como qualquer guitarra, sofrem muito a influência da temperatura, sobretudo aqui no Brasil, onde, num só dia, faz calor e frio, faz sol e chove, as guitarras demoram um tempo para se estabilizarem. O braço da guitarra é uma espécie de termômetro; basta uma mudança de temperatura, para ele também se alterar. E não existe nada mais frustrante e desagradável do que um braço "empenado". Portanto, aqui vão algumas dicas para saber se o braço de sua guitarra está ou não empenado.

Alinhe a guitarra de modo que se possa vê-la numa linha reta, podendo-se notar uma curva, para frente ou para trás, o braço está "empenado". Um outro detalhe: se um lado estiver mais empenado que o outro, o braço está "torcido"! Um grave problema. Outra forma usada consiste em pressionar, ao mesmo tempo, a primeira e a última casa do braço da guitarra .Olhando para o centro do braço, se a corda estiver alta, o braço está empenado.

Corrigir esse problema até que é simples, mas deve-se tomar cuidados importantissimos!! Por isso é importante conhecer bem o instrumento, para que outros problemas sejam evitados. Por exemplo, se o tensor já foi por demais utilizado - porque também ele tem um limite - está mais do que na hora de trocá-lo ou comprar outro braço. (Traumatico não??)

O "Tensor" é uma espécie de barra de ferro que, localizando-se no interior do braço da guitarra, mais especificamente entre a escala e a parte de trás do braço, tem a função de tensioná-lo. A ponta do tensor (bucha) geralmente fica no "head stock" da guitarra, mas em algumas delas, pode localizar-se no começo do braço. Nesse caso, é preciso tirar o braço, para que se possa regular. Apertando (sentido horário) corrige-se a "empenada" para frente, enquanto que ao soltar está se corrigindo a "empenada" para trás. A "empenada" para frente dá aquela sensação que as cordas estão muito altas, a "empenada" para trás faz com que a guitarra "trasteje" muito (aquele som de lata). É importante checar se esse problema existe, pois se o braço estiver "empenado" ou "torcido" e assim permanecer por muito tempo, será difícil consertá-lo, porque ele poderá se estabilizar nessa situação.

Um outro cuidado básico é como guardar a guitarra -com a frente dela sempre voltada para a parede ou para o chão- pois assim você não se estará colocando mais pressão além das cordas sobre o braço.
Como já foi dito, guitarristas técnicos gostam das cordas "coladas" no braço, isto é, bem próximas a ele, mas reclamam que "trastejam" demais. É impossível uma ação de corda baixa sem "trastejo", mas ao meu ver, mesmo "trastejando", contanto que as notas não sejam "engolidas", não há motivo para se preocupar, procure sempre um bom "luthier"(pessoas especializadas em regulagens de instrumentos) para cuidar desse assunto.


01 setembro 2010

Curso de Violão Popular - Aprenda a tocar de modo rápido e sem complicações!

Tudo que você precisa saber para tocar Violão está nesse curso, que foi elaborado por professores altamente qualificados e com anos de experiência no ensino musical. O curso é explicado passo a passo em aulas com textos, fotos, figuras e gráficos coloridos. Você pratica no instrumento juntamente com o professor, através das aulas gravadas e das lições contidas no E-book do curso que tem mais de 350 páginas de profundo ensino musical.

O aluno ainda conta com o suporte do Professor On-line para esclarecer todas as dúvidas. O curso é composto de 2 Cds acompanhados de um manual de estudos e abrange o nível Básico e Intermediário.

Veja abaixo o que você receberá ao adquirir o Curso:

1 CD com o CURSO DE VIOLÃO POPULAR ARTMAIA em módulos de estudos apostilados em formato E-books coloridos com mais de 350 paginas de explicações teóricas e práticas contendo exercícios, avaliações e gabaritos, e com todas as aulas gravadas com explicações detalhadas passo a passo pelo professor.

1 CD com diversos programas (sofwares) para suporte aos estudos.

O aluno receberá ainda o seguinte material:

AFINADORES ( 2 Afinadores virtuais para você afinar o seu instrumento rapidamente utilizando o seu PC)

METRÔNOMO VIRTUAL

DICIONÁRIO DE ACORDES

EDITOR DE TABLATURAS

CURSO DE TEORIA MUSICAL

LIVRO DE REPERTÓRIO

2000 TABLATURAS PARA EXERCICIOS

EXERCICIOS MUSICAIS CIFRADOS

PÁGINAS PARA EXERCÍCIOS E ANOTAÇÕES MUSICAIS (Vários modelos com tablaturas, partituras e acordes em branco para o aluno imprimir e utilizar em exercicios e anotações)

SENHA DO SUPORTE PROFESSOR ON-LINE

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Nossos alunos recebem também uma senha de acesso ao exclusivo FÓRUM VIP ARTMAIA, onde disponibilizamos um grande material de apoio aos estudos, como vídeos, exercícios, etc...

O curso é enviado via correios em uma única remessa completa.

Se você não sabe tocar Violão ou Guitarra, ou sabe muito pouco e quer aprender de verdade, através de um curso feito na medida certa para você, venha estudar conosco! O GRUPO ARTMAIA MUSIC, tem 12 anos de existência, com mais de 14 mil alunos cadastrados! Entre hoje mesmo para o maravilhoso mundo da música!

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10 agosto 2010

Curso de Violão e Guitarra - Técnicas (Parte2)


Slide

O slide consiste em tocar uma nota e imediatamente após "escorregar" o dedo para outra casa. O som das notas de transição de uma casa para outra serão quase inaudíveis, a não ser que seja proposital fazer soá-los.


Exemplo

E--------------------
B--------------------
G----------2s5-------
D--5s7--7-------5s7--
A--------------------
E--------------------

Bend

Consiste em tocar uma nota e move-la junto ao braço fazendo com soe com o som mais agudo, caracterizando o som de outra nota. O bend pode ser de 1/4 de tom, 1/2 tom, 1 tom, 1 tom e 1/2, 2 tons, 2 tons e 1/2 ou 3 tons.
Nas cordas agudas puxa-se a corda pra cima, nas graves para baixo.

Exemplo

E--------------------
B--------------------
G-----5b----5b-------
D--5b----5b----7-----
A--------------------
E--------------------

Neste caso o "b" representa um bend de 1/2 tom, a nota dó da casa 5 ao sofrer o bend soou como um dó sustenido.

Pré-Bend

Consiste em puxar uma nota para alcançar o som que se queira e após isso executar a nota, a diferença do pré-bend pro bend é que no bend primeiro você toca a nota do traste que está marcando e depois ergue a corda e no pré-bend você primeiro ergue a corda e depois toca, omitindo a nota de origem. Também vai de 1/4 de tom à 3 tons.

Exemplo

E--------------------
B--------------------
G-----b5----b5-------
D--b5----b5----7-----
A--------------------
E--------------------

Neste caso, um pré-bend de 1/2 tom, a nota de origem, o dó, não soa, apenas o dó sustenido.

Release

Consiste em "baixar" a corda após um bend ou de um pré-bend.

Exemplo

E--------------------
B--------------------
G--------5br5--------
D--5br5--------7-----
A--------------------
E--------------------

Ligado

O ligado nada mais é do que tocar uma e "martelar" uma casa mais aguda, ou "desmarcar" a nota que foi tocada para uma outra casa mais grave soar. Esse recurso é muito utilizado para licks velozes, pois dispensa o uso de palheta.

O ligado ascendente quando você "martela" uma casa mais aguda também é chamado de hammer on.
O ligado descendente quando você "desmarca" a nota atual para soar uma mais grave também é chamado de pull off.


Exemplo

E--------------------
B--------------------
G--------5h7p5-------
D--5h7p5-------7-----
A--------------------
E--------------------

Tapping
É usar a mão da palheta para "martelar" uma casa. Esse recurso é usado para alcançar rapidamente regiões mais agudas do braço do instrumento.

Exemplo

E--------------------
B--------------------
G--------5-t17-------
D--5-t17------7------
A--------------------
E--------------------


06 julho 2010

Curso de Violão e Guitarra - Técnicas (Parte 01)

Ligaduras (Legato)

É a ligação de som que aparece entre uma nota fixa e uma nota solta. Também conhecida como legato, é uma técnica amplamente empregada em aranjos e solos.
Existem basicamente dois tipos de ligaduras: uma ascendente e outra descendente, conhecidas respectivamente como Hammer-on e Pull-of.

Hammer-on (h)

Consiste basicamente em tocar uma nota e fazer a outra soar sem auxílio da mão direita. A nota ligada será martelada com um dedo da mão esquerda. Esta nota que vai soar depois da primeira, vai estar sempre na mesma corda é em qualquer uma casa acima (ligadura ascendente).

Abaixo temos um exemplo de aplicação de hammer-ons feito sobre uma escala pentatônica.

e:|--------------------8h10--12----|
B:|--------------8h10--------------|
G:|---------7h9--------------------|
D:|---7h10-------------------------|
A:|---------------------------------|
E:|---------------------------------|

Di: 1 4 1 3 2 4 2 4 4

Execução

Para executar o trecho acima, siga a digitação da mão esquerda representada por "Di". Toque a nota da corda (D) 7ª casa com o dedo 1, a nota da 10ª casa será obtida através de uma martelada com o dedo 4. A martelada deve ser feita sem soltar o dedo 1 da 7ª casa. Depois temos uma ligadura na corda (G) 7ª casa ligada com a 9ª casa, a martelada agora é feita com o dedo 3. As outras ligaduras serão executadas da mesma forma.

Representação

Na tablatura acima temos quatro ligaduras do tipo "Hammer-on", representadas pela letra "h". Note que o primeiro número antes do "h" é sempre inferior ao segundo (ligadura para cima).
Em outras formas de representação em tablaturas, encontraremos as ligaduras representadas pelo símbolo (_) entre dois ou mais números. Neste formato não temos indicado o tipo de ligadura (hammer-on ou pull-of).

Abaixo temos outro exemplo de aplicação de hammer-ons feito sobre a escala maior de G.

e:|--10_12--8_10--7_8--5_7--3_5--2_3_2_0-|
B:|-----------------------------------------------|
G:|-----------------------------------------------|
D:|-----------------------------------------------|
A:|-----------------------------------------------|
E:|-----------------------------------------------|

Di: 1 3 1 3 1 2 1 3 1 3 1 2 1


Analisando o exemplo acima, nota-se no trecho final (2_3_2_0) um conjunto de ligaduras, onde (3_2_0) são descendentes (Pull-of).

Pull-of (p)

Pull-off é de certa forma o inverso de um hammer-on, consistem em soltar rapidamente uma nota fazendo com que a mesma soe solta ou apertada em um traste anterior, sem auxílio da mão direita. Esta nota que vai soar solta, vai estar sempre na mesma corda é em qualquer uma casa abaixo (ligadura descendente).

Neste exemplo temos a aplicação de pull-ofs feito sobre uma escala pentatônica.

e:|---10p8------------------------|
B:|--------10p8-------------------|
G:|-------------9p7------7--------|
D:|------------------10-----------|
A:|--------------------------------|
E:|--------------------------------|

Di: 4 2 4 2 3 1 4 1

Execução

Para executar o trecho acima siga a digitação da mão esquerda representada por "Di". Para executar (10p8) o dedo 2 da mão esquerda deve estar posicionado na 8ª casa, toque a nota da corda (e) 10ª casa (pressionada pelo dedo 4) é puxe soltando a nota com o mesmo dedo. O importante é sempre estar com o dedo da nota anterior posicionado.

Representação

Na tablatura acima temos três ligaduras do tipo "Pull-of", representadas pela letra "p". Note que o número antes do "p" é sempre superior (ligadura para baixo).

No próximo exemplo temos a aplicação de pull-ons feito sobre a escala maior de G.

e:|--12_10--10_8--8_7--7_5--5_3--3_2_0--|
B:|-----------------------------------------------|
G:|-----------------------------------------------|
D:|-----------------------------------------------|
A:|-----------------------------------------------|
E:|-----------------------------------------------|

Di: 3 1 3 1 2 1 3 1 3 1 2 1

Obs.:
No início é difícil conseguir um som satisfatório das notas marteladas ou puxadas, a técnica de ligaduras exige um bom instrumento, agilidade e treinamento.

21 maio 2010

Curso de Violão e Guitarra - Semitons Diatônicos e Cromáticos (Perguntas e Respostas)


1. O que é semitom?
É a metade de um tom. O semitom pode ser diatônico ou cromático. O semitom é a distância mais curta que separa um som do outro.

2. Quantos tipos de semitom existem e quais são?
Dois. Diatônico e Cromático.

3. Qual a diferença entre os tipos de semitons?
Os semitons diatônicos são formados por duas notas diferentes, mas com sons sucessivos. Os semitons cromáticos são formados por duas notas do mesmo nome, mas com entonação diferente.

4. Qual a distância mais curta entre os sons?
O semitom é a distância mais curta que separa um som do outro.

5. O que é uma escala cromática?
A escala diatônica intercalada de semitons chama-se "escala cromática". Todas as escalas podem ser transformadas em cromáticas, tanto as maiores como as menores.

12 abril 2010

Curso de Violão - Violão Clássico e Violão Popular

Quando se falava em violão clássico, sempre imaginava tocar música clássica no violão, na verdade não e bem isso, nesta modalidade o instrumentista executa o acompanhamento e a melodia da música (normalmente instrumental), sendo que qualquer música que você conhece pode ser, arranjada para uma peça de violão clássico.

Por exemplo, no primeiro ano que estudei violão clássico, aprendi a tocar Yesterday dos Beatles, que eu já tinha aprendido quando estudava violão popular. A grande diferença e que no clássico aprendemos a tocar a música de forma mais completa (melodia e acompanhamento), desta forma estudamos sua harmonia e escalas. Enquanto no modo popular aprendemos só o acompanhamento, acompanhar a melodia (que pode ser cantada, ou tocada por outro instrumento).

Normalmente na modalidade popular o aluno estuda músicas conhecidas do grande público, aprendendo o acompanhamento e alguns arranjos, quase sempre realizados sobre acordes. No modo clássico estudamos seguindo uma partitura, isto exige um maior conhecimento teórico e didático, é fundamental saber marcar os tempos dos compassos e conhecer a duração das notas. Na verdade o aprendizado do violão clássico e bem mais complexo.

A execução das músicas na modalidade clássica exige uma maior agilidade nas mãos (o que leva tempo e muita prática), exige também o conhecimento de escalas e técnicas de solos, como slides, ligaduras, trêmulos, notas harmônicas, taps, etc… São técnicas muito usadas por guitarristas, normalmente usando palheta, no violão clássico estas técnicas são realizadas com os dedos, proporcionando uma riqueza ainda maior nos arranjos, deixando as técnicas muito mais expostas.

Existem também as técnicas de violão moderno que revelam um som surpreendente ao qual chamamos de virtuosismos, que pode ser encarada como uma nova extensão da modalidade clássica.

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01 abril 2010

Curso de Violão - Curiosidades sobre o Violão

Em outros países que não falam a língua portuguesa, o nome do Violão é guitarra, em inglês diz-se Guitar, em francês Guitare, em alemão Gitarre, em italiano Chitarra e, em espanhol Guitarra.

No Brasil, quando fala a palavra guitarra, estamos nos referindo a um instrumento elétrico chamado guitarra elétrica, isto porque os portugueses que introduziram esse instrumento no Brasil possuem um instrumento que se assemelha muito ao violão e que equivale á nossa “Viola Caipira”.

Os portugueses possuem um instrumento que possui as mesmas formas e características do Violão, sendo apenas pouco menor, denominado de viola portuguesa, quando os portugueses viram a guitarra espanhola, que era igual a sua viola (apenas um pouco maior), colocaram o nome do instrumento no aumentativo, de viola para violão.



31 março 2010

Curso de Violão e Guitarra - Dicas e Truques

A música é um processo principalmente mental, usamos os músculos para produzir os sons que queremos apreciar. É importante ter músculos bem treinados na arte musical para que obedeçam docilmente aos mais sutis comandos da mente, mas também é essencial que se tenha uma mente bem treinada nesse universo sonoro que nos rodeia. A grande vantagem é que a mente se desenvolve muito mais depressa do que os músculos e, como não tem limites físicos, pode crescer infinitamente.

A mente, a imaginação e a fantasia fazem parte do lado mais bonito da música. Podemos "ouvir" mentalmente qualquer som ou canção que conheçamos, mas podemos também imaginar, criar mentalmente qualquer som ou canção que nunca ouvimos antes. É assim que muitos compositores trabalham para fazer as suas músicas. Conheça duas aplicações práticas de como usar isso a seu favor , desenvolvendo sua "MENTE MUSICAL " :

1) - Durante o treino de uma nova peça, um estudo ou uma apresentação ao vivo deve-se passar e repassar cada detalhe, cada movimento cada execução cada nota só com a mente, só depois que não há mais dúvidas na cabeça é que os músculos do corpo obedecem precisamente. Como resultado, o tempo de treino diminui e aumenta muito a qualidade eliminam-se os erros, sem falar que aumentamos muito a segurança de nossa performance.

2) - Quando se afina um instrumento de cordas, normalmente se aperta uma corda em determinada casa do instrumento, então, toca-se a outra corda solta e fazemos os ajustes, após ouvir as duas cordas tocando simultaneamente.

TENTE O SEGUINTE :

A) Aperte na casa que tem que apertar

B) Toque o primeiro som

C) Repita esse som mentalmente, até decorar

D) Afine a outra corda " DE MEMÓRIA " .

OS RESULTADOS SÃO SURPREENDENTES! ESSE É UM EXCELENTE EXERCÍCIO PARA DESENVOLVER O OUVIDO. ALIÁS, TER BOM OUVIDO SIGNIFICA TER A MENTE AFINADA.

Obs: Os trechos acima foram extraidos da apostila "Dicas, Truques e exercícios' de Walter Rocha marques.

08 março 2010

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Tablaturas - Exercícios para iniciantes

Temos logo abaixo uma música muito tradicional "Parabéns", onde os dedos da mão esquerda serão Indicador para casa 5 e anular para casa 7.

Trecho de "Parabéns"

e:|-------------|-------------|-----------------|---------------|
B:|-------------|-------------|-----------------|---------------|
G:|-------------|-------------|-----------------|---------------|
D:|---------5-4-|---------7-5-|-----9-5-5-5-4-2-|-10-10-9-5-7-5-|
A:|-5-5-7-5-----|-5-5-7-5-----|-5-5-------------|---------------|
E:|-------------|-------------|-----------------|---------------|

Este exemplo mostra notas tocadas uma a cada tempo.
Tente executar este outro exemplo:

Trecho de "Jingle Bells" (Música Natalina)

e:|--------------|----------------|--------------------------------|
B:|--------------|----------------|----------3-3-3-33-5-3-------3--|
G:|-----4-2-0----|-------4-2-0----|----5-4-2--------------5-2-0----|
D:|---0-------0--|--00-0-------2--|--2-----------------------------|
A:|--------------|----------------|--------------------------------|
E:|--------------|----------------|--------------------------------|

Observe agora alguns exemplos onde teremos duas notas ou mais tocadas de uma só vez no mesmo tempo.

Trecho de "Asa Branca"

e:-------------0---0-----------|--------------0----0----------|
B:------0---2---------2--3---3-|------0---2------------3---2--|
G:--2--------------------------|--2---------------------------|
D:-----------------------0-----|------------------------------|
A:----------0------------------|----------0----------------0--|
E:-----------------------------|-------------------0----------|
| | | | |

| = Duas notas tocadas no mesmo tempo


Trecho de "Carruagens de fogo" (Tema das olimpíadas)

e:--------0--2--0------|--------0--2--0-----------------------|
B:-----3------------2--|-----3--------------------------------|
G:--2------------------|--2-----------------------------------|
D:-----0---------------|-----0--------------------------------|
A:--------------0------|--------------0-----------------------|
E:---------------------|--------------------------------------|
| | | |


No trecho abaixo encontraremos 3 notas tocadas ao mesmo tempo

Trecho de "Eu sei que vou te amar"

e:--------------------|-------------------------------------|
B:-----0--0--0--0--0--|--------0--1--0-----1--1--1--1--1----|
G:--0--0--------------|-----2-----------2--2----------------|
D:--------------------|--1-----------------0----------------|
A:-----3--------------|-------------------------------------|
E:--------------------|-------------------------------------|
| |

Temos que levar em conta um conhecimento prévio das musicas para que a tablatura possa realmente nos mostrar trechos corretos. Estando familiarizado, você tem uma noção do ritmo e do tempo que é executada cada nota.

Agora um exemplo que demonstra uma batida em um acorde, no exemplo, o acorde de La Maior. Teríamos uma batida envolvendo todas as notas do acorde.

A (La Maior)
E----0---------------------------------------
B----2---------------------------------------
G----2---------------------------------------
D----2---------------------------------------
A----0---------------------------------------
E--------------------------------------------

23 fevereiro 2010

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Dicas para facilitar a afinação do violão e da guitarra

Para afinar mais facilmente e corretamente o instrumento siga os seguintes passos:

a) Caso você possua micro-afinação (guitarras com ponte flutuante tipo floyd rose ou similares) coloque a micro afinação de cada corda na posição intermediária e solte as travas de afinação do braço.

b) Estando o instrumento totalmente desafinado, ao afinar uma corda, as outras normalmente desafinam, em virtude do aumento de tensão da primeira. Sendo assim inicialmente afine grosseiramente todas as cordas.

c) Se o encordoamento tiver sido recém colocado estique cada corda puxando com os dedos (não muito pouco que não surta efeito e nem tanto que quebre a
corda) a fim de eliminar as folgas iniciais nas tarrachas. Não fazendo isto a afinação irá se perder rapidamente (até que afinando diversas vezes as cordas tenham se ajustado).

d) Faça a afinação cuidadosa em todas as cordas tantas vezes quantas necessárias até que todas estejam perfeitamente afinadas (normalmente uma ou duas vezes são necessárias).


e) Caso você possua travas de afinação, use-as e faça a micro-afinação.

22 fevereiro 2010

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Como Construir Escalas


Escala Musical: Ordenação sucessiva de sons a intervalos não maiores que uma segunda.
Existem diversos tipos de escala, cada uma se prestando a um determinado estilo musical, assim temos escalas de Jazz, deBlues, de música barroca, etc. Mas o nosso interesse aqui não são estas escalas citadas acima e sim a Escala Natural a partir da qual são construídos os acordes.
A Escala Natural é formada de dois tetracordes (acordes de 4 notas) separados por um intervalo de um tom. Cada tetracorde possui os intervalos tom, tom, semiton.
Usaremos a escala de C (lê-se dó). Assim temos C D E F G A B C (lê-se dó ré mi fa sol la si do) que é a escala natural de C. Vejamos porque.
I II III IV V VI VII VIII --> graus
C D E F G A B C --> notas
1 1 1/2 1 1 1 1/2 --> intervalos
obs: as cifras acima não representam acordes e sim notas.
Assim temos o C (lê-se dó) como o primeiro grau da escala e entre C e D (lê-se dó e ré) temos um intervalo de 1 tom (C C# D). Entre D e E, segundo e terceiro graus da escala, temos um intervalo de 1 tom (D D# E). Entre E e F, terceiro e quarto graus da escala temos um intervalo de 1/2 tom (1 semiton) (E F), pois E não possui # (sustenido)
Entre o quarto e quinto graus da escala, de F para G, temos um intervalo de 1 tom separando o primeiro tetracorde do segundo. Entre o quinto e sexto graus temos um intervalo de 1 tom (G G# A). Entre o sexto e sétimo grau temos um intervalo de 1 tom (A A# B). E finalmente entre o sétimo e o oitavo graus temos o intervalo de 1/2 tom (1 semiton) (B C) pois o B não possui sustenido.
Com isto temos que a formula para se construir uma Escala Natural é dois tetracordes de tom, tom, semiton separadospor um intervalo de 1 tom. É por isto que a escala de C não possui acidentes (sustenidos ou bemois), o que não acontece com outras escalas, que possuem os seus acidentes específicos.
Vejamos a escala de D:
I II III IV V VI VII VIII
D E F# G A B C# D
1 1 1/2 1 1 1 1/2

Entre E e F existe apenas 1 semiton, já que E não possui sustenido, por isso foi necessário acrescentar um sustenido em F para que a nossa fórmula se cumpra, ou seja o intervalo deve ser de 1 tom entre o segundo e terceiro graus da escala natural, portanto no caso desta escala específica temos ( E F F#) entre o segundo e terceiro graus da escala.
Entre o terceiro e quarto graus temos um intervalo de 1 semiton, (F# G). Entre o sexto e sétimo graus da escala temos um intervalo de 1 tom, por isto fomos obrigados a acrescentar um sustenido em
C, assim temos (B C C#) entre o sexto e sétimo graus da escala de D.
Entre o sétimo grau e o oitavo temos apenas um semiton, ou seja, (C# D). Nota-se que o primeiro e o oitavo graus são a mesma nota, a diferença entre elas dá-se na altura do som, o oitavo grau está uma oitava acima do primeiro grau portanto mais aguda.
Descobrimos que a escala de D possui dois acidentes, um em F e outro em C e neste caso espcífico ambos são sustenidos. Com estas informações você será capaz de construir todas as escalas naturais dos respectivos tons, prossiga, como exercício
construindo as escalas de E F G A e B (e não se esqueça, lê-se, mi fa sol lá e sí). Descubra por você mesmo quantos acidentes existem em cada tonalidade, quais são (se bemois ou sustenidos), etc. Lembre-se que os acidentes são característicos das suas respectivas tonalidades, pode-se reconhecer uma escala pelo seu número de acidentes e quais são.
É importante destacar também que o primeiro grau é que dá nome a escala.