28 agosto 2008

COMO ESTUDAR VIOLÃO E GUITARRA


Não vou dizer que a resposta é única e exata, mas posso dar alguns toques para que você mesmo possa encontrá-la.
Lembre-se sempre de que todo e qualquer contato que possa ter com o instrumento será válido, a intimidade que se ganha a cada dia é fundamental para um bom desenvolvimento.
Escolha um dia para dar uma geral em grande parte do que aprendeu. Como numa sequência, revise escalas, arpejos, acordes, padrões, etc...
Estude sempre com o metrônomo, para ter a segurança do tempo de forma linear, trabalhando intensidade, duração, dinâmica, etc... Dessa forma, será mais fácil avaliar a evolução no instrumento e, com isso, reconhecer os pontos que precisam ser fortalecidos.
Duração
Quando houver um novo assunto, deve ser dada uma maior atenção para ele. Meia hora por dia com concentração será mais rico e proveitoso do que duas ou três horas dispersas. Como e quanto será absorvido do assunto vai sempre variar de pessoa para pessoa, mas a questão é a forma como é feito o estudo. É interessante dizer que todos os bons músicos que conheço estudaram assistindo à televisão. Como esclarecer isso?
Outro ponto importante a citar é a história de que "fulano estuda oito horas por dia!" Esse tipo de estudo, de longa duração, deve ser muito bem organizado. O cuidado com o corpo humano, a nossa máquina, é de suma importância. A atividade repetitiva pode gerar lesões graves, como a tão famosa inflamação nos tendões (tendinite).
Portanto:
1) Alongamentos nos braços e nos dedos antes, durante e depois dos estudos, são essenciais para o condicionamento e, assim, para um melhor aproveitamento do tempo. Caso contrário, você terá de interromper o aprendizado por causa do cansaço. Lembre-se: você é um atleta dos braços e dos dedos.
2) Planejar é importante. Alterne seus objetivos: rapidez, agilidade, tudo o que se refere a solos (escalas, arpejos, técnicas em geral), parte harmônica (acordes), ritmo e teoria.
3) Ouça de tudo. Escute tudo aquilo que possa contribuir para a sua formação como músico. É uma das melhores coisas a se fazer! Com esses cuidados, você irá planejar seu tempo e criar um ritmo próprio de estudo.

27 agosto 2008

GUITAR BASIC - Curso de Violão e Guitarra em Cds



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25 agosto 2008

FINGER PICKING ( DEDILHADO ) - PARTE 1

Finger picking é a técnica de tocar a Guitarra onde os dedos são usados em vez de se usar uma palheta.Esta lição mostrará alguns tipos de finger picking (dedilhado). Quando ler música que usa a técnica, você verá o termo "PIMA" ou as iniciais P, I, M ou A . PIMA representa o dedo polegar e os outros 3 primeiros dedos da mão direta. O termo PIMA é usado para indicar qual dedo deve-se usar para tocar a nota.
Essas letras são abreviações do Espanhol e representam:
Pulgar = Polegar
Indice = Indicador
Medio = Médio
Anular = Anular
Pronto? Então vamos começar o nosso primeiro exercício. Use sua mão esquerda para formar o acorde de E no braço da Guitarra. Toque as notas usando sua mão direita e os dedos indicados. Toque de baixo para cima usando a ponta do dedo (Toque de cima para baixo quando for usar o Polegar). Você pode usar a ponta do dedo para tocar ou a unha. O que for melhor para você.
-----P--A--M--I--P--A---M-I----P
E ------0--------------0-----------------
B ----------0--------------0-------------
G -------------1--------------1----------
D --2--------------2---------------2----
A -----------------------------------------
E -----------------------------------------
No próximo exercício usaremos o mesmo acorde, mais iremos usar os dedos descendentemente. Comece tocando devagar e vá aumentando a velocidade aos poucos.
----P----I----M--A--P-I--M--A
E ----------------0-------------0--------
B -----------0-------------0-------------
G -------1-------------1-----------------
D --2--------------2---------------------
A -----------------------------------------
E -----------------------------------------
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A ESCALA NATURAL


A escala natural é a base usada para a formação de qualquer acorde, por isso devemos entende-la e saber usa-la. A Escala Natural é formada de dois tetracordes (acordes de 4 notas) separados por um intervalo de um tom. Cada tetracorde possui os intervalos tom, tom, semiton.
Exemplo:
Usaremos a escala de C (Cifra de dó). Assim temos C - D E - F G – A - B C (lê-se dó ré mi fá sol lá si dó) que é a escala natural de C. Vejamos porque:
I___II ___III___IV___V___VI___VII___VIII --> graus
C__D____E ___F____G___A ____B_____C --> notas
__1___1___1/2 ___1____1____1_____1/2 --> intervalos
Assim temos o C, como o primeiro grau da escala e entre C e D (lê-se dó e ré) temos um intervalo de 1 tom (C C# D). Entre D e E, segundo e terceiro graus da escala, temos um intervalo de 1 tom (D D# E). Entre E e F, terceiro e quarto graus da escala temos um intervalo de 1/2 tom (1 semiton) (E F), pois E não possui # (sustenido). Entre o quarto e quinto graus da escala, de F para G, temos um intervalo de 1 tom separando o primeiro tetracorde do segundo. Entre o quinto e sexto graus temos um intervalo de 1 tom (G G# A). Entre o sexto e sétimo grau temos um intervalo de 1 tom (A A# B). E finalmente entre o sétimo e o oitavo graus temos o intervalo de 1/2 tom (1 semiton) (B C) pois o B não possui sustenido. Obs: Mi (E) e Si (B), ou seja, as notas terminadas em "i" não possuem sustenido. Com isto temos que a fórmula para se construir uma Escala Natural é dois tetracordes de tom, tom, semiton separados por um intervalo de 1 tom. É por isto que a escala de C não possui acidentes (sustenidos ou bemois), o que não acontece com outras escalas, que possuem os seus acidentes específicos.

A ESCALA DE RÉ NATURAL


Vejamos a escala de D:

I___II__III__IV___V__V__VII__ VIII
D__E __F#__G___A__B__C# ___D
__1___1__1/2__1___1___1___1/2

Entre E e F existe apenas 1 semiton, já que E não possui sustenido, por isso foi necessário acrescentar um sustenido em F para que a nossa fórmula se cumpra, ou seja o intervalo deve ser de 1 tom entre o segundo e terceiro graus da escala natural, portanto no caso desta escala específica temos ( E F F#) entre o segundo e terceiro graus da escala. Entre o terceiro e quarto graus temos um intervalo de 1 semiton, (F# G). Entre o sexto e sétimo graus da escala temos um intervalo de 1 tom, por isto fomos obrigados a acrescentar um sustenido em C, assim temos (B C C#) entre o sexto e sétimo graus da escala de D. Entre o sétimo grau e o oitavo temos apenas um semiton, ou seja, (C# D). Nota-se que o primeiro e o oitavo graus são a mesma nota, a diferença entre elas dá-se na altura do som, o oitavo grau está uma oitava acima do primeiro grau portanto mais aguda. Descobrimos que a escala de D possui dois acidentes, um em F e outro em C e neste caso espcífico ambos são sustenidos. Com estas informações você será capaz de construir todas as escalas naturais dos respectivos tons, prossiga, como exercício construindo as escalas de E F G A e B (e não se esqueça, lê-se, mi fa sol lá e sí). Descubra por você mesmo quantos acidentes existem em cada tonalidade, quais são (se bemois ou sustenidos), etc. Lembre-se que os acidentes são característicos das suas respectivas tonalidades, pode-se reconhecer uma escala pelo seu número de acidentes e quais são. É importante frisar também que o primeiro grau é que dá nome a escala.
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21 agosto 2008

FORMAÇÃO DE ACORDES

Como já mencionado nas lições anteriores, intervalo é a distância que separa duas notas musicais.
Os intervalos recebem denominações diversas, como abaixo especificado:
Nome
Distâncias
Exemplo:
Segunda menor

1/2 tom (1 traste)
C para Db
Segunda maior
1 tom (2 trastes)
C para D
Terça menor
1 1/2 tons (3 trastes)
C para Eb
Terça maior
2 tons (4 trastes)
C para E
Quarta perfeita (ou justa)
2 1/2 tons (5 trastes)
C para F
Quarta aumentada ou Quinta diminuta
3 tons (6 trastes)
C para F#
Quinta perfeita (ou justa)
3 1/2 tons (7 trastes)
C para G
Quinta aumentada ou Sexta menor
4 tons (8 trastes) C para G#
Sexta maior ou Sétima diminuta
4 1/2 tons (9 trastes)
C para A
Sétima menor
5 tons (10 trastes)
C para Bb
Sétima maior
5 1/2 tons (11 trastes)
C para B
Oitava
6 tons (12 trastes)
C para C
Usaremos também as seguintes abreviaturas:
M = maior
m = menor
J = justa (perfeita)
+ ou Aum = aumentada
o = diminuta
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18 agosto 2008

AS GUITARRAS DE CORPO MACIÇO

Um problema básico era a adaptação de captadores eletronicos ao violão acústico. Se o volume do amplificador era muito alto, o som do alto-falante fazia o bojo da guitarra vibrar, criando um ruído de chiado, ou feedback. A solução foi aumentar a massa do corpo do instrumento para reduzir a vibração. Assim, nos anos 40 apareceram as primeiras guitarras elétricas de corpo maciço. Já rolou muita polêmica a respeito de quem produziu a primeira guitarra de corpo maciço. O guitarrista Les Paul criou sua própria guitarra Log, usando p braço de uma Gibson adaptado a uma peça maciça de pinho sobre o qual foram instalados os captadores e o bridge (cavalete das cordas). Paul tocou a Log em diversas gravações de sucesso. Outro pretendente dessa primazia é o engenheiro Paul Bigsby, que fez uma guitarra elétrica de corpo sólido para o guitarrista de country Merle Travis. A forma e a confecção dessa guitarra tiveram influência direta de Leo Fender, que depois se converteria no mais respeitado fabricante de guitarras elétricas de corpo maciço.
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AS PRIMEIRAS GUITARRAS ELÉTRICAS

Nos anos 20 as guitarras eram comuns nas orquestras de jazz e dança. Devido a seu volume relativamente baixo, eram em geral usadas para dar a base rítmica. Na tentativa de mudar isso, um engenheiro da Gibson, Lloyd Loar, começou a testar captadores eletrônicos. Foi, entretanto, outra empresa norte-americana, a Rickenbacker, que em 1931 construiu o primeiro instrumento eletrônico de cordas comercialmente disponível - a pedals steel portátil "Frigideiira". Um ano depois a empresa introduziu a primeira guitarra elétrica à venda no mercado, a Electro Spanish. Esta era um modelo bárico arch top condicionado com um captador magnético em ferradura. Mas foi a Gibson ES-150, lançada comercialmente alguns anos depois, que atraiu a atenção do guitarrista de jazz Charlie Christian, que levou a guitarra elétrica a ser vista como proposta musical séria.
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ESCALAS PENTATÔNICAS

As escalas pentatônicas são formadas por cinco notas. Há dois modos mais utilizados: um que suprime o 2º grau e o 6º grau da escala (lá – dó – ré – mi – sol) que corresponde ao modo menor; e outro que suprime o 4º grau e o 7º grau da escala (lá – si – dó# - mi – fá#) que corresponde ao modo maior. Existem ainda outras formas de escalas pentatônicas que serão vistas em outros estudos.
Pentatônica de Dó:
dó - ré# - fá - sol - lá# - dó (menor)
dó – ré – mi – sol – lá – dó (maior)
dó - mi - fá - sol - lá# -dó (maior com 7)
Pentatônica de Ré:
ré - fá - sol - lá - dó - ré (menor)
ré – mi – fá# - lá – si – ré ( maior)
ré - fá# - sol - lá - dó - ré (maior com 7)
Pentatônica de Mi:
mi - sol - lá - si - ré - mi (menor)
mi – fá# - sol# - si – dó# - mi (maior)
mi - sol# - lá - si - ré - mi (maior com 7)
Pentatônica de Fá:
fá - sol# - lá# - dó - ré# - fá (menor)
fá – sol – lá – dó – ré – fá (maior)
fá - lá - lá# - dó - ré# - fá (maior com 7)
Pentatônica de Sol:
sol - lá# - dó - ré - fá - sol (menor)
sol – lá – si – ré – mi – sol (maior)
sol - si - dó - ré -fá - sol (maior)
Pentatônica de Lá:
lá - dó - ré - mi - sol - lá (menor)
lá – si – dó# - mi – fá# - lá (maior)
lá - dó# - ré - mi - sol - lá (maior)
Pentatônica de Si:
si - ré - mi - fá# - lá - si (menor)
si - ré# -mi - fá# - lá - si (maior)
Pentatônica de Fá#:
fá# - lá - si - dó# - mi - fá# - lá (menor)
fá# - lá# - si - dó# - mi - fá# (maior)
Pentatônica de dó#:
dó# - mi - fá# - sol# - si - dó# (menor)
dó# - fá - fá# - sol# - si - dó# (maior)
Pentatônica de Ré#:
ré# - fá# - sol# - lá# - dó# - ré# (menor)
ré# - sol - sol# - lá# - dó# - ré# (maior)
Pentatônica de Sol#:
sol# - si - dó# - ré# - fá# - sol# (menor)
sol# - dó - dó# - ré# - fá# - sol# (maior)
Pentatônica de Lá#:
lá# - dó# - ré# - fá - sol# - lá# (menor)
lá# - ré - ré# - fá - sol# - lá# (maior)
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ESCALAS PENTATÔNICAS MAIS COMUNS


John Novello, em seu livro The Contemporary Keyboardist, explica que as pentatônicas mais comuns são (em graus):
- Pentatônica maior
T 2 3 5 6
ex: C D E G A
e seu modo menor natural, a partir da sexta.
A C D E G
- Pentatônica menor
T 2 3m 5 6
ex: C D Eb G A
e seu modo menor natural, a partir da sexta
A C D Eb G
Quando combinadas, formam uma outra escala muito comumente usada:
Escala Blues
C D Eb E G A
Seu modo menor:
A C D Eb E G

15 agosto 2008

INTERVALOS

Intervalo é à distância entre duas notas. Os Intervalos equivalem aos números dos graus das notas da escala diatônica. Os graus são representados em algarismos romanos tendo cada nota de acordo com a sua ordem na escala a partir da tônica um grau equivalente, portanto o número do grau está vinculado ao nome da nota.
Vamos exemplificar na escala de C:
Notas da Escala Diatônica /Graus/ Intervalos

C I T (tônica)
D II 2M (segunda maior)
E III 3M (terça maior)
F IV 4j (quarta justa)
G V 5j (quinta justa)
A VI 6M (sexta maior)
B VII 7M (sétima maior)
C VIII 8j (oitava justa)
D II (oitavado) 9M (nona maior)
E III (oitavado) 10M (décima maior)
F IV (oitavado) 11j (décima primeira justa)
G V (oitavado) 12j (décima segunda justa)
A VI (oitavado) 13M (décima terceira maior)

Os intervalos pode ser simples ou compostos:
Intervalos Simples são aqueles que estão contidos até a oitava.
(T, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8)
Intervalos Compostos são aqueles maiores que oitavas.
(9, 10, 11, 12, 13)

O intervalo será melódico quando os sons aparecerem em sucessão um ao outro, ou harmônico, caso sejam executados no mesmo instante.

TROCANDO AS CORDAS


Não adianta você escolher uma boa corda, se você não sabe como trocá-la. Aproveitando esse capítulo sobre encordoamento vamos dar os toques principais no momento da troca das cordas. Quando você for trocar as cordas da sua guitarra tenha em mente o seguinte: as cordas esticadas aplicam um certo esforço no instrumento que forçam o braço a se curvar. Para compensar isso, existe uma barra de metal dentro do instrumento chamado TENSOR que permite que se ajuste a curvatura do braço para mais ou para menos. Esse tipo de ajuste é delicado e o ideal é que esse serviço seja feito por um Luthier especializado. Por isso você deve evitar tirar todas as cordas do instrumento ao mesmo tempo. Se você fizer isso, a curvatura do braço vai se alterar, afetando a regulagem do instrumento. Aí você pode estra imaginando: mas na hora que eu colocar as cordas de novo o braço volta para a sua curvatura anterior, certo? Infelizmente não funciona desse jeito. A guitarra é feita basicamente de madeira, que é um material bastante temperamental e pode ser afetado por diversos fatores diferentes, como temperatura e umidade por exemplo. Se você ainda não ficou convencido faça esse teste: afine uma corda da guitarra e memorize bem o jeito que a tarracha ficou posicionada. Agora, solte a corda dando umas três ou quatro voltas na tarracha. Volte a apertar a corda de modo que a tarracha fique na posição que você tinha memorizado e verifique a afinação da corda. Nove entre dez vezes a corda não vai estar afinada. Se for possível, evite também ficar variando de marca de encordoamento . Procure escolher o tipo que mais lhe agrada, leve seu instrumento para uma regulagem em um Luthier de confiança e não mude mais de marca e modelo. Por exemplo: se você prefere usar cordas D Addario XL140, toda vez que for trocá-las compre SEMPRE D Addario XL140. Se você colocar outra marca, aquela regulagem que você pagou uma grana pra fazer pode não valer mais nada. Então quando for trocar as cordas da sua guitarra faça a troca uma corda de cada vez e certifique-se que a corda esteja afinada corretamente antes de trocar a próxima. Guitarras com ponte tipo Floyd Rose são problemáticas para trocar as cordas porque o sistema é flutuante. Isso quer dizer que a alavanca não tem um ponto de descanso como nas pontes tipo Fender onde a alavanca fica apoiada na madeira do instrumento quando não está sendo usada. As Floyd tanto podem ser apertadas como puxadas. Quando você solta uma corda, as outras cordas restantes tem que agüentar o esforço a mais gerado pelas molas da alavanca. Então você corre o risco de estourar uma corda durante a troca e dar prejuízo pro seu bolso. Uma solução interessante é você colocar um calço na alavanca antes de soltar a corda. Pode ser um pedaço de plástico fino e resistente ou um papelão duro ou então pode fazer como eu fiz: usei uma cartolina dobrada e colada com fita adesiva.

13 agosto 2008

GUITARRA - AFINAÇÕES ALTERNATIVAS

Talvez você tenha ouvido sobre guitarristas que afinam a guitarra 1/2 ou 1 tom abaixo. Eles têm alguns motivos para fazer isso. Principalmente pelo som, mas, também devido ao cantores que não querem se esforçar mais que o necessário tentando cantar mais alto que as guitarras.Afinando sua guitarra 1/2 ou 1 tom abaixo é facil desde que você saiba como afinar a sua guitarra de ouvido. Se você quer a sua guitarra afinada 1/2 tom abaixo, as cordas soltas soarão conforme o diagrama abaixo::
Eb ----------------------------------
Bb ----------------------------------
Gb ----------------------------------
Db ----------- ----------------------
Ab ----------------------------------
Eb ----------------------------------

Todas as cordas foram abaixadas pelo bemol (Bemolizadas). Apenas afine a sua guitarra no modo padrão e então afine a corda E na casa 6 até que ela fique igual a corda 5 (A), então siga os passos listados no início desta lição. Uma maneira fácil de encontrar seu ponto de referência para isso é esta: Descubra o que você quer que a corda solta seja. Se você está afinando um tom inteiro abaixo, então a corda E deverá ser afinada como D. Se a corda E já está afinada como D, então conte as casas até encontrar o A.

DII-----E--F------G------A------B--C------D------E--F-

Neste caso ele será encontrado na casa 7. Afine a casa 7 batendo com a corda 5 solta. A corda E deverá estar afinada como D solto. Agora siga afinando as outras cordas usando esta como referência. .. Abaixo estão outras afinações alternativas que você pode experimentar. Veja se você consegue afinar a aguitarra sem usar um afinador eletrônico. Assim que você conhecer a escala da guitarra, você perceberá que afinar é fácil. A melhor maneira de se treinar o ouvido é experimentando tocar com diferentes afinações.

E,B,G,D,A,E (standard) .

D,B,G,B,G,D

D,A,Fs,D,A,D

D,A,G,D,A,D

D,C,G,D,G,B

D,B,G,D,A,E

E,Cs,A,Cs,A,E

D,B,G,D,B,G

E,C,G,C,G,C
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AFINANDO A GUITARRA - AFINAÇÃO STANDART

Para afinar sua guitarra, você somente precisa ter uma das cordas afinadas, desde que você saiba qual é. Esta corda é conhecida como ponto de referência. Uma vez que se tenha uma corda afinada, afinar o resto é fácil. Existe várias maneiras de se encontrar o ponto de referência. Você pode seguir os seguintes métodos para afinar uma corda, ou todas as cordas.

Piano/Teclado: O teclado é uma excelente maneira de afinar a sua guitarra. Apenas afine as cordas, batendo com o som do teclado nas respectivas teclas.
Afinador Eletrônico: Permite que se afine a guitarra medindo a frequência da cada. Maneira muito fácil de afinar a Guitarra.
Diapasão de Apito: O afinador tem 6 apitos,um para cada corda da guitarra. Apenas afine a corda com o respectivo som do apito.
Diapasão de Garfo: Quando o afinador é percutido, ele emite a nota A na frequência de 440 hz. Simplesmente afine a nota na casa 5 com o diapazão.

Siga as instruções abaixo para afinar a sua guitarra, tendo a corda já afinada em E.

Passo1: Coloque o seu dedo na casa 5 da sexta corda e afine a quinta corda até os sons ficarem iguais na altura.
Passo 2: Coloque o seu dedo na casa 5 da quinta corda e afine a corda 4 até os sons ficarem iguais na altura.
Passo 3: Coloque o seu dedo na casa 5 da corda 4 e afine a corda 3 até os sons ficarem iguais na altura.
Passo 4: Coloque o seu dedo na casa 4 da corda 4 e afine a terceira corda até os sons baterem. Passo 5: Coloque o seu dedo na casa 5 da corda 2 e afine a primeira, até os sons baterem. Ficará assim: .

E ----------------------------------------0------------ 1
B -----------------------------0-------5--------------- 2
G ------------------0-------4-------------------------- 3
D -------0------5-------------------------------------- 4
A-----0------5----------------------------------------- 5
E------5------------------------------------------- --- 6

Então,sua guitarra estará afinada. Se você entendeu isso, você poderá afinar a sua guitarra a partir de qualquer ponto de referência. É sempre bom afinar a guitarra antes de começar a tocar. Ela fica desafinada muito fácil. Agora que você sabe como afinar a guitarra, poderemos estudar algumas afinações alternativas.
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11 agosto 2008

GUITARRA - PROBLEMAS E SOLUCÕES


BRAÇOS EMPENADOS E TENSORES
Guitarras mais modernas, com 24 casas, tipo Jackson e Ibanez, têm um braço "fino" e, como qualquer guitarra, sofrem muito a influência da temperatura, sobretudo aqui no Brasil, onde, num só dia, faz calor e frio, faz sol e chove, as guitarras demoram um tempo para se estabilizarem. O braço da guitarra é uma espécie de termômetro; basta uma mudança de temperatura, para ele também se alterar. E não existe nada mais frustrante e desagradável do que um braço "empenado". Portanto, aqui vão algumas dicas para saber se o braço de sua guitarra está ou não empenado.

Alinhe a guitarra de modo que se possa vê-la numa linha reta, podendo-se notar uma curva, para frente ou para trás, o braço está "empenado". Um outro detalhe: se um lado estiver mais empenado que o outro, o braço está "torcido"! Um grave problema. Outra forma usada consiste em pressionar, ao mesmo tempo, a primeira e a última casa do braço da guitarra .Olhando para o centro do braço, se a corda estiver alta, o braço está empenado.

Corrigir esse problema até que é simples, mas deve-se tomar cuidados importantissimos!! Por isso é importante conhecer bem o instrumento, para que outros problemas sejam evitados. Por exemplo, se o tensor já foi por demais utilizado - porque também ele tem um limite - está mais do que na hora de trocá-lo ou comprar outro braço. (Traumatico não??)

O "Tensor" é uma espécie de barra de ferro que, localizando-se no interior do braço da guitarra, mais especificamente entre a escala e a parte de trás do braço, tem a função de tensioná-lo. A ponta do tensor (bucha) geralmente fica no "head stock" da guitarra, mas em algumas delas, pode localizar-se no começo do braço. Nesse caso, é preciso tirar o braço, para que se possa regular. Apertando (sentido horário) corrige-se a "empenada" para frente, enquanto que ao soltar está se corrigindo a "empenada" para trás. A "empenada" para frente dá aquela sensação que as cordas estão muito altas, a "empenada" para trás faz com que a guitarra "trasteje" muito (aquele som de lata). É importante checar se esse problema existe, pois se o braço estiver "empenado" ou "torcido" e assim permanecer por muito tempo, será difícil consertá-lo, porque ele poderá se estabilizar nessa situação.

Um outro cuidado básico é como guardar a guitarra -com a frente dela sempre voltada para a parede ou para o chão- pois assim você não se estará colocando mais pressão além das cordas sobre o braço. Como já foi dito, guitarristas técnicos gostam das cordas "coladas" no braço, isto é, bem próximas a ele, mas reclamam que "trastejam" demais. É impossível uma ação de corda baixa sem "trastejo", mas ao meu ver, mesmo "trastejando", contanto que as notas não sejam "engolidas", não há motivo para se preocupar, procure sempre um bom "luthier"(pessoas especializadas em regulagens de instrumentos) para cuidar desse assunto.
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TIPOS DE CORDAS PARA VIOLÃO E GUITARRA


0.08= extremamente leve, são recomendáveis apenas a aqueles que não podem fazer muita força / esforço com os dedos. Nos anos 80, este tipo de encordoamento foi muito popular, pois era usado por guitarristas que tocavam heavy-metal, devido à facilidade de tocar rápido, mas que no fim acaba gerando um som de guitarra mais fraco e magrinho....

0.09= possivelmente a mais vendida de todos os tipos. Som razoável, fácil de dar bends, mas também é fácil de quebrá-las...

0.10= em minha opinião, a melhor. O som vem na medida certa, possibilitando graves suficientes... Os bends ainda continuam fáceis, e a corda nova, de boa marca, em uma guitarra bem regulada (ponte, braçø) dificilmente vai quebrar. Se você está procurando um som de guitarra mais cheio, gordo e encorpado, experimente a BLUE STEEL® 0.10/0.46, da empresa Dean-Markley®.

0.11= pesada. Dificilmente vai conviver bem com uma guitarra com micro-afinação ( a ponte possivelmente vai ficar enclinada...). O som é muito bom, e você pode usar em Stratocasters ® e similares, e Les-Paul's , além de guitarras semi-acústicas para jazz e R&B.

0.12= extremamente pesada, dura e difícil de dar bends. Dependendo do tipo de guitarra (japonesas e coreanas principalmente), pode-se até mesmo empenar (enclinar demasiadamente) o braço do instrumento, devido à tensão gerada. 0.12 podem conviver bem em uma guitarra com braço grosso, gordo de jazz, como a Gibson® ES- 175, mais cuidado com a tendinite....

Você também deve prestar atenção no número que se segue à estes acima. 0.09, 0.10, etc... correspondem a 1ª corda, a mais aguda (mizinha). Existem no mercado cordas híbridas, que misturam , por exemplo, 0.09 com 0.10, entre outras. As combinações mais populares em todo o mundo são:

0.09 - 0.42

0.09 - 0.46

.10 - 0.46

0.10 - 0.52

TÍPICA TABELA DE ESCOLHA:

extra-little = 0.08 - 0.38

little = 0.09 - 0.42

custom little = 0.09 - 0.46

regular = 0.10 - 0.46

reg.-medium = 0.10 - 0.52

medium = 0.11 - 0.52

jazz hard = 0.12 - 0.56

Enfim, achar a corda certa para seus dedos e seu instrumento pode levar um certo tempo, mais com certeza vale a pena pesquisar. Aproveite bastante essas dicas!

02 agosto 2008

MODOS GREGOS - Parte 02


Agora que já geramos os sete Modos, podemos compará-los e notar a diferença que os mesmos têm entre si, se tratando dos intervalos que compõe cada um deles. Para isso, vamos separá-los em “grupo dos maiores” (que possuem terça maior) e “grupo dos menores” (que possuem terça menor). Como referência do grupo dos maiores, teremos o Jônio, que também pode ser classificado como “Modo Maior” (ou Escala Maior), e teremos o Eólio, como referência do grupo dos menores, que também pode ser classificado como “Modo Menor” (ou Escala Menor Natural). Vocês poderão notar que em relação ao grupo correspondente, cada Modo terá um intervalo diferente em relação ao seu “Modo-referência”, com exceção do Lócrio que terá dois. A esses diferentes intervalos damos a classificação de “Intervalos Característicos”, pois eles são considerados como a principal característica de cada Modo, ou seja, o que faz com que cada um deles tenha uma certa particularidade em relação à sonoridade que os mesmos geram. A seguir veremos os intervalos característicos dos Modos que estarão entre parênteses para melhor visualização.
Obs: Os mesmos estarão divididos em “grupo maior” e “grupo menor” para melhor compreensão.
Jônio (*) T - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - 7M
Lídio T - 2 - 3 - (#4) - 5 - 6 - 7M
Mixolídio T - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - (7)
(*) = Modo Jônio referência, Escala Maior ou “Modo Maior”, (não possui intervalo característico). ( ) = Intervalo característico dos demais Modos entre parênteses.
--------------------------------------------------------------------------------
Eólio (**) T - 2 - b3 - 4 - 5 - b6 - 7
Dórico T - 2 - b3 - 4 - 5 - (6) - 7
Frigio T - (b2) - b3 - 4 - 5 - b6 - 7
Lócrio T - (b2) - b3 - 4 - (b5) - b6 - 7
(**) = Modo Eólio referência, Escala Menor Natural ou “Modo Menor”, (não possui intervalo característico).
( ) = Intervalo característico dos demais modos entre parênteses.
- Como podemos notar acima, no “grupo dos maiores” o intervalo característico do Modo Lídio é a #4 (quarta aumentada), e do Mixolídio é a 7 (sétima menor), sendo que em cada um deles é a única diferença que os mesmos possuem em relação ao Jônio.
- Já no “grupo dos menores” o intervalo característico do Modo Dórico é a 6 (sexta maior), do Frigio é a b2 (segunda menor) e no Lócrio temos dois, a b2 (segunda menor) e a b5 (quinta diminuta). Como havia dito anteriormente o Modo Lócrio é o único que possui dois intervalos característicos, sendo que os demais só possuem um em cada.
Nota: Para resumir, podemos sempre pensar nos Modos sendo gerados através de cada grau de uma Escala Maior qualquer, ou seja, o Jônio correspondendo ao primeiro grau (nota) da escala, o Dórico ao segundo, o Frigio ao terceiro, o Lídio ao quarto, o Mixolídio ao quinto, o Eólio ao sexto e o Lócrio ao sétimo. Isso facilitará o raciocínio até que se tenha prática no assunto.
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RAZÕES PARA TOCAR UM INSTRUMENTO MUSICAL

Um estudo recente pela universidade de Califórnia mostrou que após oito meses de lições do teclado os preschoolers mostraram um impulso de 46% em seu raciocínio espacial.
1) Realça o desenvolvimento do cérebro nas crianças que melhoram desse modo o matemática, a leitura, contagens espacial-temporal e mais.
2) Profissionais e estudantes que tocam algum tipo de instrumento como forma de entretenimento reduzem significativamente a sindrome de 'burn-out' e/ou estresses.
3) Estudantes de colegial que estudavam música (tocar e leitura), em pesquisa realizada nos EUA, tiveram melhor desempenho escolar quando comparados aos estudantes que não tinham nenhuma atividade relacionada à música.
4) Tocar algum tipo de instrumento em parceria reativa o bom humor.
5) Hospitais norte americanos apoiam o uso da música como forma de reativar a auto-estima dos pacientes e colaborar para a recuperação de graves doenças.
Fonte: revista Música & Mercado -
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