10 dezembro 2008

23 novembro 2008

VIOLÃO E GUITARRA - O Básico da Afinação

Este é um procedimento um pouco difícil para o principiante, mas é bom que você tente para ir se acostumando. Por favor não arrebente a corda do violão! O violão tem 6 acordas, a saber E B G D A E de baixo para cima. Dependendo de quanto a tarraxa estiver esticada essas cordas podem ter outro som que não os necessários, corda mais folgada som mais baixo e corda mais apertada som mais alto. O que você tem a fazer é esticar convenientemente essas cordas. Afrouxe a 6a corda (E mais grossa) e vá rodando a tarraxa, a corda não pode ficar folgada nem apertada demais. Se o violão já estava mais ou menos afinado deixa-a como está.
Coloque um dos dedos na 5a casa da corda E. Afrouxe a tarraxa da corda A e vá apertando aos poucos .O som produzido deve ser igual ao da corda A, já que o E na 5a casa é um A. Repita o processo para a corda D e para a corda G.
Faça o mesmo procedimento para a corda B, só que apertando na 4a casa ao invés da 5a, já que para fazer um B devemos apertar na 4a casa. Volte a apertar na 5a casa e afine a E mais fina. Quando estiver afinando repare que por causa de um fenômeno chamado ressonância, quando a corda de baixo estiver afinada a mesma vibrará sem você toca nela! Toque a primeira corda, escute o som e depois toque a segunda. Ouça se é preciso apertar ou folgar a tarraxa. Com o tempo você perceberá as mínimas diferenças entre os sons. Por enquanto seu ouvido ainda não está acostumado e não existe uma fórmula mágica para fazer isso depressa, por isso não desista nem se encabule se você não conseguir uma afinação satisfatória.

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DICAS DE AFINAÇÃO


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14 novembro 2008

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26 outubro 2008

CAMPO HARMÔNICO



Sem dúvida este é um dos assuntos mais importantes para quem quer realmente se tornar músico, pois o campo harmônico nos dá a completa visão das possibilidades harmônicas que temos assim como toda a visualização de escalas, tornando assim o estudo puramente matemático e claro. Primeiramente temos que entender para quê serve o campo harmônico, qual sua finalidade.

campo harmônico traduz na verdade algo que nós sabemos por instinto, por exemplo, quando você esta compondo uma musica, instintivamente você tenta achar uma seqüência melódica que te agrade, e nas tentativas, é claro que as vezes tocamos seqüências de acordes que parecem não combinar entre si, isso se deve ao fato de que existe uma seqüência de acordes que se combinam, existe portanto uma seqüência melódica, por exemplo, seria a diferença de tocar em seqüência um acorde maior/ menor/ menor/ menor/ menor/ maior temos uma progressão, que quando tocada soa estranho, isso porque existe uma regra para combinação de acordes, isso não pode ser feito aleatoriamente, você terá um efeito horrível se você tocar uma seqüência :

Cm Dm Em Fm Gm Am Bm

Isso não pode ser feito, então o campo harmônico serve para nos mostrar a sequência de acordes que irá soar perfeitamente e aonde estariam as escalas para aplicação. Vendo o campo, perceba que ele é composto por 7 graus, a escala musical é composta por sete notas, portanto uma seqüência melódica de acordes está relacionado com a escala musical que é a base de tudo. Na segunda aula analisaremos como é o vínculo entre as escalas e os acordes.

Veja no campo harmônico a seqüência de acordes com suas respectivas sétimas:

Dm7 Em7 F7M G7 Am7 Bm7(b5)

Pois bem aqui temos o campo harmônico natural, ele servirá de base para criarmos os outros. Agora feito o primeiro campo temos uma definição sobre os graus.

I7M IIm7 IIIm7 IV7M V7 VIm7 VIIm7(b5)

Antes de seguir adiante vou explicar porque o sétimo grau é chamado de meio diminuto. A explicação básica do campo harmônico natural é que você tem uma seqüência de acordes que casam com as escalas, e que nenhum dos acordes e escalas nesse posicionamento tem sustenidos ou bemóis, pois bem faça um acorde de B, tanto faz ser maior ou menor, veja que notas fazem parte do acorde.... você irá achar o F#! Ele é a quinta justa de B!

Quinta justa seria o seguinte, quando você monta, por exemplo, o modelo maior ou menor da corda E ou A, existe um modelo para o acorde certo? Note que onde está o dedo 3 no acorde corresponde a quinta do acorde, a quinta justa então seria sempre onde está seu dedo 3, é chamado quinta justa porque a quinta de B é na verdade, vamos contar juntos B/C/D/E/F 1/2/3/4/5, é a nota F, mas montando um acorde, a quinta é F#, baseado que no campo harmônico natural não pode haver sustenidos, temos que tirar esse sustenido do acorde!

Temos dois modelos para esse grau o meio diminuto e o quinta aumentada, ora a quinta justa de B é F# ,a quinta aumentada é G! Tiramos o sustenido que não pode ter! Agora como faremos para entender e criar os outros campos?

Agora você sabe quais acordes se casam, mas veja bem, existe sempre as exceções, muitas musicas são criadas com 2 campos diferentes, ou até 3, mas agora tudo têm uma explicação lógica e matemática, 2 casos comuns é em uma determinada música, ela se progredir para um outro campo harmônico. Então o campo harmônico além de facilitar o seu trabalho de composição, já te mostra onde estão as escalas para solar, já lhe dá opções de acordes e facilita e muito para tirar músicas de ouvido, ache dois, três acordes e tente identificar em que campo está, você poderá tirar o resto vendo quais os acordes que fazem parte do campo, e para solos ficará muito mais fácil tirá-lo, sabendo onde estão as escalas.

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21 outubro 2008

TÉCNICAS BÁSICAS DE VIOLÃO E GUITARRA

Aqui vai uma rápida explicação das técnicas mais comuns usadas ao se tocar guitarra e violão : bends, vibrato, hammer ons e pull-offs. Essas técnicas permitem variar o som de uma nota de várias maneiras.
Bends (dobrar a corda)
Dobrar uma nota te permite mudar o tom dela. Para qualquer nota "casada" dada, você pode aumentar o tom suavemente subindo para 3 ou 4 semitons (meio passo). O tipo de cordas e de guitarra afetará quão facilmente você poderá fazer esses dobrões largos, mas na maioria dos violões / guitarras ( acústicos ou elétricos) você estará apto a fazer um semitom duplo facilmente.
Um bend é realizado empurrando a corda em volta do pescoço depois de tocá-la. Vamos dizer que você queira tocar uma nota na 5a casa da corda E de cima, e então dobrá-la. Case a nota na 5a casa normalmente, toque a nota com a sua mão direita, então comece a empurrar a corda com seu dedo que está na casa por volta do pescoço até a corda E se mover em direção a corda B. (normalmente seu dedo das casas empurra direto para baixo do pescoço para casar a nota) - Agora, bem como pressionar para baixo, você precisa empurrar por volta do pescoço para dobrar a corda.
Quando você dobrar a nota, e a corda E estiver empurrada em direção á corda B, continue tocando a corda e você ouvirá o tom da nota crescer. Agora continue tocando enquanto você solta o bend, e deixe a corda E voltar calmamente para a sua posição normal. Agora você ouvirá o tom da nota cair.
Uma outra técnica relacionada ao bend é onde você dobra a nota sem tocá-la. Apenas quando a nota estiver dobrada o bastante você toca a nota e solta o bend. Desse modo, você ouvirá o tom da nota cair logo após ter começado.
Isso é basicamente tudo o que há para dobrar e soltar notas. Com alguma prática, você aprenderá quanto precisa dobrar a corda para aumentar o tom da nota em 1, 2 ou 3 semitons. Julgar o tanto que você precisa dobrar a nota para aumentar o tom dela leva tempo, mas realmente faz a diferença entre um bend bom ou ruim, então aqui vai algo para você praticar. Tente os exercícios abaixo:

Exercícios
A idéia aqui é praticar dobrando a nota na 5a casa até que o tom final da nota dobrada se ligar com o tom de uma nota casada na 7a casa. Em outras palavras, você deve dobrar a nota em exatamente 2 semitons (meio passo).
Toque o exemplo da tablatura abaixo - Você deve alternar, tocando as notas casadas na 5a e então dobre 2 semitons. Tente pegar o tom da nota dobrada a ser o mesmo tom da nota na 7a casa. Toque as notas devagar:

b = bend, r = release bend (soltar o bend)

E ---5---7---5b7---5---7---5b7-------------
B -----------------------------------------
G -----------------------------------------
D -----------------------------------------
A -----------------------------------------
E -----------------------------------------

Agora, tente algo diferente. Ao invés de tocar a nota na 5a casa e a dobrar, dobre agora a nota sem tocá-la, e quando você tiver dobrado-a o tanto que você achar que está certo, toque a nota e solte o bend. Quando você tocar a nota pré-dobrada, ela deverá ter o mesmo tom que a nota na 7a casa.
Porque você não ouve o tom da nota quando você a dobra, esse é um exercício difícil, mas é mais prático.

E ---5---7---7r5---5---7---7r5---------
B -----------------------------------------
G -----------------------------------------
D -----------------------------------------
A -----------------------------------------
E -----------------------------------------


Vibrato (vibrar a corda)
Vibrato é o efeito onde o tom da nota é variado rapidamente, então ele aumenta e cai em um ciclo contínuo (por exemplo a voz de cantores de ópera). Para notas que estão sustentas você pode obter alguma expressão extra nela a vibrando. No violão, o efeito é alcançado ao se fazer uma série de bends e releases (dobrar e soltar a corda/ nota).
Vamos dizer que você esteja tocando uma nota na 5a casa da corda E de cima. Toque a nota e a dobre do modo normal (para cima). Agora a solte e deixe a corda voltar para a posição normal, agora dobre-a de novo, depois a solte de novo. Você precisa fazer uma série de DOBRAR-SOLTAR-DOBRAR-SOLTAR suavemente e razoavelmente rápido. O efeito que você deve obter é um tom de variação contínua.
É claro, a profundidade do vibrato (quanto a nota varia do seu valor normal) e a precisão do vibrato (a rapidez de mudança dos tons) podem variar ao dobrá-la cada vez mais, ou tocar o ciclo DOBRAR-SOLTAR mais rápido. Como um guia incompleto:
Profundidade do vibrato: dobre a nota em uma quantidade pequena (menos de um semitom) Precisão: tente fazer alguns ciclos (3-5) de DOBRAR-SOLTAR por segundo.

Hammer-ons
Essa técnica o permite tocar 2 ou mais notas, para cada nota que você acertar com a mão direita. Comece casando a nota na 5a casa da corda E de cima usando seu dedo indicador da mão esquerda. Toque a nota com a mão direita, então mova seu dedo anular da mão esquerda para a 7a casa em uma ação "batida". A idéia é mover para baixo o dedo sustenidamente no pescoço para que a nota na 7a casa seja ouvida. Então, você toca a nota mais uma vez, mas ouça as notas na 5a e 7a casa. O som é diferente do produzido pelas 2 notas - O hammer on dá uma rápida transição entre as 2 notas e as juntam.
Você pode tocar de uma só vez mais de 1 hammer on. Tente tocar uma nota na 5a casa, na corda E de cima, batendo o seu dedo do meio na 6a casa e depois batendo o seu dedo anelar na 7a casa. Você estará apto a ouvir todas as 3 notas claramente, mesmo quando somente a 1a nota foi tocada.
A técnica básica de hammer on é perfeitamente fácil, porém leva algum tempo para desenvolver uma boa coordenação entre a mão direita e a mão esquerda que são usadas para efeitos mais rápidos de hammer ons.

Pull-offs
Esse é quase o oposto de hammer ons. Comece com seu dedo indicador na 5a casa da corda E de cima, e seu dedo anelar na 7a casa da mesma corda. Toque a corda para ouvir a nota na 7a casa, então tire o seu dedo anelar da corda. Mantenha um pouco de pressão para baixo no braço com esse dedo, então quando você soltar a corda ela faz uma performance de um tipo de toque dela mesma, e você ouve a nota na 5a casa. Como hammer ons, você ouve 2 ou mais notas para cada uma que é tocada.

Exercícios
Uma vez que você usou as técnicas básicas de hammer ons e pull-offs, você estará apto a juntar uma seqüência inteira de hammer ons e pull-offs. Então o que você precisa é tocar a corda apenas uma vez com a mão direita - Todas as outras notas são sustentadas por ações de hammer ons e pull-offs. Tente o exemplo abaixo, que usa um hammer on na 7a casa, seguido de um pull-off para a 5a casa, daí outro hammer on para a 7a casa e assim por diante:

h = hammer on, p = pull-off

E ---5h7p5h7p5h7p5h7p5h7p5-----
B -----------------------------------------
G -----------------------------------------
D -----------------------------------------
A -----------------------------------------
E -----------------------------------------

Tente manter um mesmo ritmo e "altura de som" para todas as notas. Com prática, você estará apto a manter esse tipo de seqüência por um período quase indefinido.

18 setembro 2008

SEGREDOS DO BOM GUITARRISTA

É claro que algumas pessoas têm mais facilidade em aprender um instrumento do que outras, mas uma coisa que todo bom músico tem em comum são muitas horas de estudo. Não existe formula mágica, procure um bom professor e acima de tudo estude, estude, estude! Outra coisa importante é saber que sempre há muito o que aprender com os outros. Humildade é essencial para se desenvolver como músico. A seguir, algumas dicas práticas para chegar lá:
1) Ouça muita música – Compre um bom fone de ouvido, vá para o seu quarto, apague a luz e ouça com atenção.
2) Ouça de tudo – Não tenha preconceito com algum estilo musical, amplie seus horizontes. Existe música boa e música ruim em qualquer estilo.
3) Invista no seu equipamento – É melhor você ter apenas uma boa guitarra, um bom amplificador e um bom pedal delay do que ter um monte de equipamento ruim que só vai te dar dor de cabeça.
4) Estude, estude, estude – Procure um bom professor, bons métodos, freqüente cursos e workshops etc.
5) Divirta-se – Nada disso faz sentido se tocar guitarra não for algo prazeroso!
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14 setembro 2008

A ARTE DE SOLAR



Ao contrário do que muitos pensam, solar exige muita técnica e um conhecimento profundo de escalas musicais, A maioria dos solos são compostos baseados em escalas musicais, fazendo as adaptações adequadas, por isso, nesta quero deixar a sua disposição as escalas mais conhecidas para lhe auxiliarem a melhor desenvolver um solo, e que além da guitarra é muito usado no violão e ainda pode ser feito no baixo, dependendo do modelo.
Obs.: A escala é executada da seguinte forma: De baixo do braço para cima. Da sexta corda para primeira. Ou seja, faça todas as notas de uma corda de cada vez, assim: faça todas as notas da Sexta corda, depois da Quinta e assim por diante! No sentido de baixo para cima e volte pelo mesmo caminho !
Obs.: Você não é obrigado a seguir rigorosamente a escala, pode também tocar somente as notas que lhe convém e até pular de uma corda para outra, conforme você achar melhor ! Existem técnicas que quando executadas nos dão uma similação de efeitos sonoros, que podem ser usados para dar mais brilho e vida na música, os mais conhecidos são:
LICK quando se tira 2 ou mais notas de uma única palhetada.
BEND quando se faz uma nota em uma casa e puxa uma nota um tom mais alto puxando a corda.
BEND INVERSO quando se faz uma nota em uma casa com a corda já puxada, depois você deixará de esticá-la.
TWO-HAND deixar o indicador pressionando uma casa e fazer um revezamento com o anular da mesma mão e o dedo médio da mão direita, esse método é usado na guitarra e no baixo. HARMÔNICO é executado nas 5a, 7a e 12a casas, encostando de leve o dedo na corda, nas casas já mencionadas.
SOLO é executado tocando apenas uma corda de cada vez, como na guitarra.
FEED BACK é um arranjo usado em guitarras, mas pode ser usado em alguns modelos de violão, segure a palheta de forma que quando você tocar o polegar direito toque de leve na corda para causar o efeito de grito!
SLIDE é feito a nota em uma casa e puxamos uma outra nota na mesma corda em uma casa diferente arrastando o dedo para cima.
SLIDE INVERSO é feito a nota em uma casa e puxamos uma outra nota na mesma corda em uma casa diferente arrastando o dedo para baixo.
LIGADO é feito em uma das cordas tocando uma nota qualquer, depois você irá tirar duas ou mais notas alternando os dedos sem palhetar o instrumento.
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06 setembro 2008

FINGER PICKING ( DEDILHADO ) PARTE 2 - EXERCÍCIOS


Uma vez que você aprendeu a técnica, experimente este exercício. Toque cada compasso 4 vezes e então passe para o próximo exercício. Continue tocando até que você consiga tocar bem solto.
01
E------3------------------------3-------
B ----------0---------------0------------
G -------------0-------0-----------------
D --0--------------0---------------------
A -----------------------------------------
E -----------------------------------------
02
E ------0------------------------0-------
B ----------0---------------0------------
G -------------0-------0-----------------
D --2--------------2---------------------
A -----------------------------------------
E -----------------------------------------
03
E ------0------------------------0-------
B ----------1---------------1------------
G -------------0-------0-----------------
D --2--------------2---------------------
A -----------------------------------------
E -----------------------------------------
04
E ------2------------------------2-------
B ----------1---------------1------------
G -------------2-------2-----------------
D --0--------------0---------------------
A -----------------------------------------
E -----------------------------------------
É muito bom você aprender o básico corretamente. Se você é capaz de tocar bem esses exercícios, você estará no caminho correto para dominar a técnica de dedilhados.

05 setembro 2008

GANHE UM VIOLÃO EAGLE ELETRO ACÚSTICO GRÁTIS!


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04 setembro 2008

ESCALAS MODOS GREGOS

Modos Gregos- G Jônio
-------------------------------5-7-8-
-------------------------5-7-8-------
-------------------4-5-7-------------
-------------4-5-7-------------------
-------3-5-7-------------------------
-3-5-7-------------------------------

Dório
--------------------------------7-8-10-
-------------------------7-8-10--------
-------------------5-7-9---------------
-------------5-7-9---------------------
-------5-7-9---------------------------
-5-7-8---------------------------------

Frígio
-------------------------------------8-10-12-
-----------------------------8-10-12---------
----------------------7-9-11-----------------
---------------7-9-10------------------------
--------7-9-10-------------------------------
-7-8-10--------------------------------------

Lídio
------------------------------------------10-12-14-
---------------------------------10-12-13----------
-------------------------9-11-12-------------------
-----------------9-10-12---------------------------
---------9-10-12-----------------------------------
-8-10-12-------------------------------------------

Mixolídio
----------------------------------------------12-14-15-
-------------------------------------12-13-15----------
----------------------------11-12-14-------------------
-------------------10-12-14----------------------------
----------10-12-14-------------------------------------
-10-12-14----------------------------------------------

Eólio
----------------------------------------------14-15-17-
-------------------------------------13-15-17----------
----------------------------12-14-16-------------------
-------------------12-14-16----------------------------
----------12-14-15-------------------------------------
-12-14-15----------------------------------------------

Lócrio
----------------------------------------------15-17-19-
-------------------------------------15-17-19----------
----------------------------14-16-17-------------------
-------------------14-16-17----------------------------
----------14-15-17-------------------------------------
-14-15-17----------------------------------------------
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02 setembro 2008

O VIBRATO NA GUITARRA

O vibrato é o efeito de variação de tom conseguido com a alavanca ou mesmo através de pressão variável do dedo sobre a corda no braço do instrumento.

E----------------------------------------
B---------------------------------------
G---------------------------------------
D-------2--5~--------------------------
A----3----------------------------------
E---------------------------------------
Neste caso a última nota deve sofrer vibrato. É necessário conhecer a música em questão para saber como este vibrato deve ser efetuado.
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A TÉCNICA DO HAMMER-ON NA GUITARRA


Um hammer-on consiste em martelar com um dedo da mão esquerda uma corda em um traste fazendo soar a nota sem o auxílio da mão direita.
E--------------------------------------------
B---------------------------------------------
G---------------------------------------------
D---------------------------------------------
A-----------5h7-------------5h7-----------
E---0--0------------0--0--------------------
No exemplo acima após ferir a sexta corda solta duas vezes o músico deverá ferir a quinta corda na quinta casa e imediata e vigorosamente apertar a mesma corda (quinta) duas casas a frente (sétimo traste), fazendo a corda soar apenas com a martelada e sem auxílio da mão direita. Depois repita a seqüência.
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01 setembro 2008

A TÉCNICA DE SLIDE

Slide é a técnica em que uma nota é tocada e então seu dedo desliza até outra nota. Este é um exercício bem simples. Geralmente você verá na tablatura o símbolo "/" para um slide up (acima) e " \" para um slide down (abaixo).
Slide Up
Na corda A , pressione na casa 5 e então toque-a, então, sem remover o seu dedo, deslize até a casa 7. Não toque novamente.
E-----------------------------------------
B -----------------------------------------
G -----------------------------------------
D -----------------------------------------
A ------------5 / 7-----------------------
E -----------------------------------------

Lembre: Não remova o dedo do braço da guitarra(escala) quando estiver fazendo o sliding. Mantenha o dedo pressionado na escala da guitarra.
Slide Down
Na corda B , pressione na casa 5 e então toque.sem remover o dedo, deslize até a casa 3. Não toque novamente.
E -----------------------------------------
B ---------------5 \ 3--------------------
G -----------------------------------------
D -----------------------------------------
A -----------------------------------------
E -----------------------------------------

CURSO BÁSICO DE VIOLÃO E GUITARRA


O curso de Violão e Guitarra nível básico ARTMAIA, é dedicado aos iniciantes e todos aqueles que desejam aprender a tocar, e não possuem nenhum conhecimento musical. O curso básico está dividido em 7 módulos de estudos teóricos e práticos acompanhados de 8 Cds didáticos. Ao final de cada módulo o aluno deverá fazer um teste teórico para que seja avaliado o seu aproveitamento e, ao final do nível básico, no sétimo módulo, deverá fazer uma avaliação geral que será corrigida pelo professor e que dará direito ao Certificado de Conclusão, sendo para isso necessário que o aluno atinja uma nota satisfatória. O curso completo de Violão e Guitarra ARTMAIA é formado por três estágios de aprendizagem: Básico (7 módulos), Intermediário(2 módulos) e Avançado(1 módulo), todos acompanhados de Cds de apoio.
CONHECENDO O CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA BÁSICO
Este curso é prático e teórico, dividido em 7 módulos de estudos com lições atraentes contendo um profundo e ensinamento destes dois instrumentos musicais. São aulas com informações importantes, ritmos, exercícios de técnica, dicas, curiosidades e músicas para você desenvolver todo o seu potencial. Os assuntos são explicados através de textos descomplicados e objetivos, onde são utilizados, exemplos com fotos, desenhos e gráficos, o que torna o estudo interessante e agradável. Este curso é extremamente prático, e o aluno começa a tocar á partir da primeira aula, mesmo que nunca tenha estudado nada sobre Violão ou Guitarra em sua vida. O Curso de Violão e Guitarra Básico ARTMAIA, conta ainda com o apoio de 8 Cds didáticos, onde o professor reforça com explicações detalhadas todo o conteúdo dos módulos, dando ao aluno a mesma base teórica e prática que ele teria se tivesse um ótimo professor particular, e isso, por uma mensalidade muito mais acessível, pois normalmente as Escolas de Música convencionais costumam cobrar preços elevados. Neste curso o aluno conta com o exclusivo Professor On-line, que está sempre a disposição para esclarecer qualquer dúvida, em qualquer dia da semana. Se você não sabe tocar Violão ou Guitarra, ou sabe muito pouco e quer aprender de verdade, através de um curso feito na medida certa para você, venha estudar conosco! Faça agora a sua Matrícula On-line e entre definitivamente para o maravilhoso mundo da música!
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28 agosto 2008

COMO ESTUDAR VIOLÃO E GUITARRA


Não vou dizer que a resposta é única e exata, mas posso dar alguns toques para que você mesmo possa encontrá-la.
Lembre-se sempre de que todo e qualquer contato que possa ter com o instrumento será válido, a intimidade que se ganha a cada dia é fundamental para um bom desenvolvimento.
Escolha um dia para dar uma geral em grande parte do que aprendeu. Como numa sequência, revise escalas, arpejos, acordes, padrões, etc...
Estude sempre com o metrônomo, para ter a segurança do tempo de forma linear, trabalhando intensidade, duração, dinâmica, etc... Dessa forma, será mais fácil avaliar a evolução no instrumento e, com isso, reconhecer os pontos que precisam ser fortalecidos.
Duração
Quando houver um novo assunto, deve ser dada uma maior atenção para ele. Meia hora por dia com concentração será mais rico e proveitoso do que duas ou três horas dispersas. Como e quanto será absorvido do assunto vai sempre variar de pessoa para pessoa, mas a questão é a forma como é feito o estudo. É interessante dizer que todos os bons músicos que conheço estudaram assistindo à televisão. Como esclarecer isso?
Outro ponto importante a citar é a história de que "fulano estuda oito horas por dia!" Esse tipo de estudo, de longa duração, deve ser muito bem organizado. O cuidado com o corpo humano, a nossa máquina, é de suma importância. A atividade repetitiva pode gerar lesões graves, como a tão famosa inflamação nos tendões (tendinite).
Portanto:
1) Alongamentos nos braços e nos dedos antes, durante e depois dos estudos, são essenciais para o condicionamento e, assim, para um melhor aproveitamento do tempo. Caso contrário, você terá de interromper o aprendizado por causa do cansaço. Lembre-se: você é um atleta dos braços e dos dedos.
2) Planejar é importante. Alterne seus objetivos: rapidez, agilidade, tudo o que se refere a solos (escalas, arpejos, técnicas em geral), parte harmônica (acordes), ritmo e teoria.
3) Ouça de tudo. Escute tudo aquilo que possa contribuir para a sua formação como músico. É uma das melhores coisas a se fazer! Com esses cuidados, você irá planejar seu tempo e criar um ritmo próprio de estudo.

27 agosto 2008

GUITAR BASIC - Curso de Violão e Guitarra em Cds



APRENDA DEFINITIVAMENTE A TOCAR VIOLÃO E GUITARRA !
CURSO TESTADO E APROVADO NA EUROPA E EUA, SUCESSO DE VENDAS!
AGORA FINALMENTE NO BRASIL, TRADUZIDO E GRAVADO EM PORTUGUÊS!

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25 agosto 2008

FINGER PICKING ( DEDILHADO ) - PARTE 1

Finger picking é a técnica de tocar a Guitarra onde os dedos são usados em vez de se usar uma palheta.Esta lição mostrará alguns tipos de finger picking (dedilhado). Quando ler música que usa a técnica, você verá o termo "PIMA" ou as iniciais P, I, M ou A . PIMA representa o dedo polegar e os outros 3 primeiros dedos da mão direta. O termo PIMA é usado para indicar qual dedo deve-se usar para tocar a nota.
Essas letras são abreviações do Espanhol e representam:
Pulgar = Polegar
Indice = Indicador
Medio = Médio
Anular = Anular
Pronto? Então vamos começar o nosso primeiro exercício. Use sua mão esquerda para formar o acorde de E no braço da Guitarra. Toque as notas usando sua mão direita e os dedos indicados. Toque de baixo para cima usando a ponta do dedo (Toque de cima para baixo quando for usar o Polegar). Você pode usar a ponta do dedo para tocar ou a unha. O que for melhor para você.
-----P--A--M--I--P--A---M-I----P
E ------0--------------0-----------------
B ----------0--------------0-------------
G -------------1--------------1----------
D --2--------------2---------------2----
A -----------------------------------------
E -----------------------------------------
No próximo exercício usaremos o mesmo acorde, mais iremos usar os dedos descendentemente. Comece tocando devagar e vá aumentando a velocidade aos poucos.
----P----I----M--A--P-I--M--A
E ----------------0-------------0--------
B -----------0-------------0-------------
G -------1-------------1-----------------
D --2--------------2---------------------
A -----------------------------------------
E -----------------------------------------
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A ESCALA NATURAL


A escala natural é a base usada para a formação de qualquer acorde, por isso devemos entende-la e saber usa-la. A Escala Natural é formada de dois tetracordes (acordes de 4 notas) separados por um intervalo de um tom. Cada tetracorde possui os intervalos tom, tom, semiton.
Exemplo:
Usaremos a escala de C (Cifra de dó). Assim temos C - D E - F G – A - B C (lê-se dó ré mi fá sol lá si dó) que é a escala natural de C. Vejamos porque:
I___II ___III___IV___V___VI___VII___VIII --> graus
C__D____E ___F____G___A ____B_____C --> notas
__1___1___1/2 ___1____1____1_____1/2 --> intervalos
Assim temos o C, como o primeiro grau da escala e entre C e D (lê-se dó e ré) temos um intervalo de 1 tom (C C# D). Entre D e E, segundo e terceiro graus da escala, temos um intervalo de 1 tom (D D# E). Entre E e F, terceiro e quarto graus da escala temos um intervalo de 1/2 tom (1 semiton) (E F), pois E não possui # (sustenido). Entre o quarto e quinto graus da escala, de F para G, temos um intervalo de 1 tom separando o primeiro tetracorde do segundo. Entre o quinto e sexto graus temos um intervalo de 1 tom (G G# A). Entre o sexto e sétimo grau temos um intervalo de 1 tom (A A# B). E finalmente entre o sétimo e o oitavo graus temos o intervalo de 1/2 tom (1 semiton) (B C) pois o B não possui sustenido. Obs: Mi (E) e Si (B), ou seja, as notas terminadas em "i" não possuem sustenido. Com isto temos que a fórmula para se construir uma Escala Natural é dois tetracordes de tom, tom, semiton separados por um intervalo de 1 tom. É por isto que a escala de C não possui acidentes (sustenidos ou bemois), o que não acontece com outras escalas, que possuem os seus acidentes específicos.

A ESCALA DE RÉ NATURAL


Vejamos a escala de D:

I___II__III__IV___V__V__VII__ VIII
D__E __F#__G___A__B__C# ___D
__1___1__1/2__1___1___1___1/2

Entre E e F existe apenas 1 semiton, já que E não possui sustenido, por isso foi necessário acrescentar um sustenido em F para que a nossa fórmula se cumpra, ou seja o intervalo deve ser de 1 tom entre o segundo e terceiro graus da escala natural, portanto no caso desta escala específica temos ( E F F#) entre o segundo e terceiro graus da escala. Entre o terceiro e quarto graus temos um intervalo de 1 semiton, (F# G). Entre o sexto e sétimo graus da escala temos um intervalo de 1 tom, por isto fomos obrigados a acrescentar um sustenido em C, assim temos (B C C#) entre o sexto e sétimo graus da escala de D. Entre o sétimo grau e o oitavo temos apenas um semiton, ou seja, (C# D). Nota-se que o primeiro e o oitavo graus são a mesma nota, a diferença entre elas dá-se na altura do som, o oitavo grau está uma oitava acima do primeiro grau portanto mais aguda. Descobrimos que a escala de D possui dois acidentes, um em F e outro em C e neste caso espcífico ambos são sustenidos. Com estas informações você será capaz de construir todas as escalas naturais dos respectivos tons, prossiga, como exercício construindo as escalas de E F G A e B (e não se esqueça, lê-se, mi fa sol lá e sí). Descubra por você mesmo quantos acidentes existem em cada tonalidade, quais são (se bemois ou sustenidos), etc. Lembre-se que os acidentes são característicos das suas respectivas tonalidades, pode-se reconhecer uma escala pelo seu número de acidentes e quais são. É importante frisar também que o primeiro grau é que dá nome a escala.
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21 agosto 2008

FORMAÇÃO DE ACORDES

Como já mencionado nas lições anteriores, intervalo é a distância que separa duas notas musicais.
Os intervalos recebem denominações diversas, como abaixo especificado:
Nome
Distâncias
Exemplo:
Segunda menor

1/2 tom (1 traste)
C para Db
Segunda maior
1 tom (2 trastes)
C para D
Terça menor
1 1/2 tons (3 trastes)
C para Eb
Terça maior
2 tons (4 trastes)
C para E
Quarta perfeita (ou justa)
2 1/2 tons (5 trastes)
C para F
Quarta aumentada ou Quinta diminuta
3 tons (6 trastes)
C para F#
Quinta perfeita (ou justa)
3 1/2 tons (7 trastes)
C para G
Quinta aumentada ou Sexta menor
4 tons (8 trastes) C para G#
Sexta maior ou Sétima diminuta
4 1/2 tons (9 trastes)
C para A
Sétima menor
5 tons (10 trastes)
C para Bb
Sétima maior
5 1/2 tons (11 trastes)
C para B
Oitava
6 tons (12 trastes)
C para C
Usaremos também as seguintes abreviaturas:
M = maior
m = menor
J = justa (perfeita)
+ ou Aum = aumentada
o = diminuta
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18 agosto 2008

AS GUITARRAS DE CORPO MACIÇO

Um problema básico era a adaptação de captadores eletronicos ao violão acústico. Se o volume do amplificador era muito alto, o som do alto-falante fazia o bojo da guitarra vibrar, criando um ruído de chiado, ou feedback. A solução foi aumentar a massa do corpo do instrumento para reduzir a vibração. Assim, nos anos 40 apareceram as primeiras guitarras elétricas de corpo maciço. Já rolou muita polêmica a respeito de quem produziu a primeira guitarra de corpo maciço. O guitarrista Les Paul criou sua própria guitarra Log, usando p braço de uma Gibson adaptado a uma peça maciça de pinho sobre o qual foram instalados os captadores e o bridge (cavalete das cordas). Paul tocou a Log em diversas gravações de sucesso. Outro pretendente dessa primazia é o engenheiro Paul Bigsby, que fez uma guitarra elétrica de corpo sólido para o guitarrista de country Merle Travis. A forma e a confecção dessa guitarra tiveram influência direta de Leo Fender, que depois se converteria no mais respeitado fabricante de guitarras elétricas de corpo maciço.
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AS PRIMEIRAS GUITARRAS ELÉTRICAS

Nos anos 20 as guitarras eram comuns nas orquestras de jazz e dança. Devido a seu volume relativamente baixo, eram em geral usadas para dar a base rítmica. Na tentativa de mudar isso, um engenheiro da Gibson, Lloyd Loar, começou a testar captadores eletrônicos. Foi, entretanto, outra empresa norte-americana, a Rickenbacker, que em 1931 construiu o primeiro instrumento eletrônico de cordas comercialmente disponível - a pedals steel portátil "Frigideiira". Um ano depois a empresa introduziu a primeira guitarra elétrica à venda no mercado, a Electro Spanish. Esta era um modelo bárico arch top condicionado com um captador magnético em ferradura. Mas foi a Gibson ES-150, lançada comercialmente alguns anos depois, que atraiu a atenção do guitarrista de jazz Charlie Christian, que levou a guitarra elétrica a ser vista como proposta musical séria.
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ESCALAS PENTATÔNICAS

As escalas pentatônicas são formadas por cinco notas. Há dois modos mais utilizados: um que suprime o 2º grau e o 6º grau da escala (lá – dó – ré – mi – sol) que corresponde ao modo menor; e outro que suprime o 4º grau e o 7º grau da escala (lá – si – dó# - mi – fá#) que corresponde ao modo maior. Existem ainda outras formas de escalas pentatônicas que serão vistas em outros estudos.
Pentatônica de Dó:
dó - ré# - fá - sol - lá# - dó (menor)
dó – ré – mi – sol – lá – dó (maior)
dó - mi - fá - sol - lá# -dó (maior com 7)
Pentatônica de Ré:
ré - fá - sol - lá - dó - ré (menor)
ré – mi – fá# - lá – si – ré ( maior)
ré - fá# - sol - lá - dó - ré (maior com 7)
Pentatônica de Mi:
mi - sol - lá - si - ré - mi (menor)
mi – fá# - sol# - si – dó# - mi (maior)
mi - sol# - lá - si - ré - mi (maior com 7)
Pentatônica de Fá:
fá - sol# - lá# - dó - ré# - fá (menor)
fá – sol – lá – dó – ré – fá (maior)
fá - lá - lá# - dó - ré# - fá (maior com 7)
Pentatônica de Sol:
sol - lá# - dó - ré - fá - sol (menor)
sol – lá – si – ré – mi – sol (maior)
sol - si - dó - ré -fá - sol (maior)
Pentatônica de Lá:
lá - dó - ré - mi - sol - lá (menor)
lá – si – dó# - mi – fá# - lá (maior)
lá - dó# - ré - mi - sol - lá (maior)
Pentatônica de Si:
si - ré - mi - fá# - lá - si (menor)
si - ré# -mi - fá# - lá - si (maior)
Pentatônica de Fá#:
fá# - lá - si - dó# - mi - fá# - lá (menor)
fá# - lá# - si - dó# - mi - fá# (maior)
Pentatônica de dó#:
dó# - mi - fá# - sol# - si - dó# (menor)
dó# - fá - fá# - sol# - si - dó# (maior)
Pentatônica de Ré#:
ré# - fá# - sol# - lá# - dó# - ré# (menor)
ré# - sol - sol# - lá# - dó# - ré# (maior)
Pentatônica de Sol#:
sol# - si - dó# - ré# - fá# - sol# (menor)
sol# - dó - dó# - ré# - fá# - sol# (maior)
Pentatônica de Lá#:
lá# - dó# - ré# - fá - sol# - lá# (menor)
lá# - ré - ré# - fá - sol# - lá# (maior)
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ESCALAS PENTATÔNICAS MAIS COMUNS


John Novello, em seu livro The Contemporary Keyboardist, explica que as pentatônicas mais comuns são (em graus):
- Pentatônica maior
T 2 3 5 6
ex: C D E G A
e seu modo menor natural, a partir da sexta.
A C D E G
- Pentatônica menor
T 2 3m 5 6
ex: C D Eb G A
e seu modo menor natural, a partir da sexta
A C D Eb G
Quando combinadas, formam uma outra escala muito comumente usada:
Escala Blues
C D Eb E G A
Seu modo menor:
A C D Eb E G

15 agosto 2008

INTERVALOS

Intervalo é à distância entre duas notas. Os Intervalos equivalem aos números dos graus das notas da escala diatônica. Os graus são representados em algarismos romanos tendo cada nota de acordo com a sua ordem na escala a partir da tônica um grau equivalente, portanto o número do grau está vinculado ao nome da nota.
Vamos exemplificar na escala de C:
Notas da Escala Diatônica /Graus/ Intervalos

C I T (tônica)
D II 2M (segunda maior)
E III 3M (terça maior)
F IV 4j (quarta justa)
G V 5j (quinta justa)
A VI 6M (sexta maior)
B VII 7M (sétima maior)
C VIII 8j (oitava justa)
D II (oitavado) 9M (nona maior)
E III (oitavado) 10M (décima maior)
F IV (oitavado) 11j (décima primeira justa)
G V (oitavado) 12j (décima segunda justa)
A VI (oitavado) 13M (décima terceira maior)

Os intervalos pode ser simples ou compostos:
Intervalos Simples são aqueles que estão contidos até a oitava.
(T, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8)
Intervalos Compostos são aqueles maiores que oitavas.
(9, 10, 11, 12, 13)

O intervalo será melódico quando os sons aparecerem em sucessão um ao outro, ou harmônico, caso sejam executados no mesmo instante.

TROCANDO AS CORDAS


Não adianta você escolher uma boa corda, se você não sabe como trocá-la. Aproveitando esse capítulo sobre encordoamento vamos dar os toques principais no momento da troca das cordas. Quando você for trocar as cordas da sua guitarra tenha em mente o seguinte: as cordas esticadas aplicam um certo esforço no instrumento que forçam o braço a se curvar. Para compensar isso, existe uma barra de metal dentro do instrumento chamado TENSOR que permite que se ajuste a curvatura do braço para mais ou para menos. Esse tipo de ajuste é delicado e o ideal é que esse serviço seja feito por um Luthier especializado. Por isso você deve evitar tirar todas as cordas do instrumento ao mesmo tempo. Se você fizer isso, a curvatura do braço vai se alterar, afetando a regulagem do instrumento. Aí você pode estra imaginando: mas na hora que eu colocar as cordas de novo o braço volta para a sua curvatura anterior, certo? Infelizmente não funciona desse jeito. A guitarra é feita basicamente de madeira, que é um material bastante temperamental e pode ser afetado por diversos fatores diferentes, como temperatura e umidade por exemplo. Se você ainda não ficou convencido faça esse teste: afine uma corda da guitarra e memorize bem o jeito que a tarracha ficou posicionada. Agora, solte a corda dando umas três ou quatro voltas na tarracha. Volte a apertar a corda de modo que a tarracha fique na posição que você tinha memorizado e verifique a afinação da corda. Nove entre dez vezes a corda não vai estar afinada. Se for possível, evite também ficar variando de marca de encordoamento . Procure escolher o tipo que mais lhe agrada, leve seu instrumento para uma regulagem em um Luthier de confiança e não mude mais de marca e modelo. Por exemplo: se você prefere usar cordas D Addario XL140, toda vez que for trocá-las compre SEMPRE D Addario XL140. Se você colocar outra marca, aquela regulagem que você pagou uma grana pra fazer pode não valer mais nada. Então quando for trocar as cordas da sua guitarra faça a troca uma corda de cada vez e certifique-se que a corda esteja afinada corretamente antes de trocar a próxima. Guitarras com ponte tipo Floyd Rose são problemáticas para trocar as cordas porque o sistema é flutuante. Isso quer dizer que a alavanca não tem um ponto de descanso como nas pontes tipo Fender onde a alavanca fica apoiada na madeira do instrumento quando não está sendo usada. As Floyd tanto podem ser apertadas como puxadas. Quando você solta uma corda, as outras cordas restantes tem que agüentar o esforço a mais gerado pelas molas da alavanca. Então você corre o risco de estourar uma corda durante a troca e dar prejuízo pro seu bolso. Uma solução interessante é você colocar um calço na alavanca antes de soltar a corda. Pode ser um pedaço de plástico fino e resistente ou um papelão duro ou então pode fazer como eu fiz: usei uma cartolina dobrada e colada com fita adesiva.

13 agosto 2008

GUITARRA - AFINAÇÕES ALTERNATIVAS

Talvez você tenha ouvido sobre guitarristas que afinam a guitarra 1/2 ou 1 tom abaixo. Eles têm alguns motivos para fazer isso. Principalmente pelo som, mas, também devido ao cantores que não querem se esforçar mais que o necessário tentando cantar mais alto que as guitarras.Afinando sua guitarra 1/2 ou 1 tom abaixo é facil desde que você saiba como afinar a sua guitarra de ouvido. Se você quer a sua guitarra afinada 1/2 tom abaixo, as cordas soltas soarão conforme o diagrama abaixo::
Eb ----------------------------------
Bb ----------------------------------
Gb ----------------------------------
Db ----------- ----------------------
Ab ----------------------------------
Eb ----------------------------------

Todas as cordas foram abaixadas pelo bemol (Bemolizadas). Apenas afine a sua guitarra no modo padrão e então afine a corda E na casa 6 até que ela fique igual a corda 5 (A), então siga os passos listados no início desta lição. Uma maneira fácil de encontrar seu ponto de referência para isso é esta: Descubra o que você quer que a corda solta seja. Se você está afinando um tom inteiro abaixo, então a corda E deverá ser afinada como D. Se a corda E já está afinada como D, então conte as casas até encontrar o A.

DII-----E--F------G------A------B--C------D------E--F-

Neste caso ele será encontrado na casa 7. Afine a casa 7 batendo com a corda 5 solta. A corda E deverá estar afinada como D solto. Agora siga afinando as outras cordas usando esta como referência. .. Abaixo estão outras afinações alternativas que você pode experimentar. Veja se você consegue afinar a aguitarra sem usar um afinador eletrônico. Assim que você conhecer a escala da guitarra, você perceberá que afinar é fácil. A melhor maneira de se treinar o ouvido é experimentando tocar com diferentes afinações.

E,B,G,D,A,E (standard) .

D,B,G,B,G,D

D,A,Fs,D,A,D

D,A,G,D,A,D

D,C,G,D,G,B

D,B,G,D,A,E

E,Cs,A,Cs,A,E

D,B,G,D,B,G

E,C,G,C,G,C
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AFINANDO A GUITARRA - AFINAÇÃO STANDART

Para afinar sua guitarra, você somente precisa ter uma das cordas afinadas, desde que você saiba qual é. Esta corda é conhecida como ponto de referência. Uma vez que se tenha uma corda afinada, afinar o resto é fácil. Existe várias maneiras de se encontrar o ponto de referência. Você pode seguir os seguintes métodos para afinar uma corda, ou todas as cordas.

Piano/Teclado: O teclado é uma excelente maneira de afinar a sua guitarra. Apenas afine as cordas, batendo com o som do teclado nas respectivas teclas.
Afinador Eletrônico: Permite que se afine a guitarra medindo a frequência da cada. Maneira muito fácil de afinar a Guitarra.
Diapasão de Apito: O afinador tem 6 apitos,um para cada corda da guitarra. Apenas afine a corda com o respectivo som do apito.
Diapasão de Garfo: Quando o afinador é percutido, ele emite a nota A na frequência de 440 hz. Simplesmente afine a nota na casa 5 com o diapazão.

Siga as instruções abaixo para afinar a sua guitarra, tendo a corda já afinada em E.

Passo1: Coloque o seu dedo na casa 5 da sexta corda e afine a quinta corda até os sons ficarem iguais na altura.
Passo 2: Coloque o seu dedo na casa 5 da quinta corda e afine a corda 4 até os sons ficarem iguais na altura.
Passo 3: Coloque o seu dedo na casa 5 da corda 4 e afine a corda 3 até os sons ficarem iguais na altura.
Passo 4: Coloque o seu dedo na casa 4 da corda 4 e afine a terceira corda até os sons baterem. Passo 5: Coloque o seu dedo na casa 5 da corda 2 e afine a primeira, até os sons baterem. Ficará assim: .

E ----------------------------------------0------------ 1
B -----------------------------0-------5--------------- 2
G ------------------0-------4-------------------------- 3
D -------0------5-------------------------------------- 4
A-----0------5----------------------------------------- 5
E------5------------------------------------------- --- 6

Então,sua guitarra estará afinada. Se você entendeu isso, você poderá afinar a sua guitarra a partir de qualquer ponto de referência. É sempre bom afinar a guitarra antes de começar a tocar. Ela fica desafinada muito fácil. Agora que você sabe como afinar a guitarra, poderemos estudar algumas afinações alternativas.
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11 agosto 2008

GUITARRA - PROBLEMAS E SOLUCÕES


BRAÇOS EMPENADOS E TENSORES
Guitarras mais modernas, com 24 casas, tipo Jackson e Ibanez, têm um braço "fino" e, como qualquer guitarra, sofrem muito a influência da temperatura, sobretudo aqui no Brasil, onde, num só dia, faz calor e frio, faz sol e chove, as guitarras demoram um tempo para se estabilizarem. O braço da guitarra é uma espécie de termômetro; basta uma mudança de temperatura, para ele também se alterar. E não existe nada mais frustrante e desagradável do que um braço "empenado". Portanto, aqui vão algumas dicas para saber se o braço de sua guitarra está ou não empenado.

Alinhe a guitarra de modo que se possa vê-la numa linha reta, podendo-se notar uma curva, para frente ou para trás, o braço está "empenado". Um outro detalhe: se um lado estiver mais empenado que o outro, o braço está "torcido"! Um grave problema. Outra forma usada consiste em pressionar, ao mesmo tempo, a primeira e a última casa do braço da guitarra .Olhando para o centro do braço, se a corda estiver alta, o braço está empenado.

Corrigir esse problema até que é simples, mas deve-se tomar cuidados importantissimos!! Por isso é importante conhecer bem o instrumento, para que outros problemas sejam evitados. Por exemplo, se o tensor já foi por demais utilizado - porque também ele tem um limite - está mais do que na hora de trocá-lo ou comprar outro braço. (Traumatico não??)

O "Tensor" é uma espécie de barra de ferro que, localizando-se no interior do braço da guitarra, mais especificamente entre a escala e a parte de trás do braço, tem a função de tensioná-lo. A ponta do tensor (bucha) geralmente fica no "head stock" da guitarra, mas em algumas delas, pode localizar-se no começo do braço. Nesse caso, é preciso tirar o braço, para que se possa regular. Apertando (sentido horário) corrige-se a "empenada" para frente, enquanto que ao soltar está se corrigindo a "empenada" para trás. A "empenada" para frente dá aquela sensação que as cordas estão muito altas, a "empenada" para trás faz com que a guitarra "trasteje" muito (aquele som de lata). É importante checar se esse problema existe, pois se o braço estiver "empenado" ou "torcido" e assim permanecer por muito tempo, será difícil consertá-lo, porque ele poderá se estabilizar nessa situação.

Um outro cuidado básico é como guardar a guitarra -com a frente dela sempre voltada para a parede ou para o chão- pois assim você não se estará colocando mais pressão além das cordas sobre o braço. Como já foi dito, guitarristas técnicos gostam das cordas "coladas" no braço, isto é, bem próximas a ele, mas reclamam que "trastejam" demais. É impossível uma ação de corda baixa sem "trastejo", mas ao meu ver, mesmo "trastejando", contanto que as notas não sejam "engolidas", não há motivo para se preocupar, procure sempre um bom "luthier"(pessoas especializadas em regulagens de instrumentos) para cuidar desse assunto.
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ARTMAIA - MÚSICA E ATITUDE!

O GRUPO ARTMAIA MUSIC (http://www.artmaia.com )em parceria com o UOL - PagSeguro, oferece novas alternativas de pagamento seguro, incluindo agora cartões de crédito e débito com opções de pagamento à vista ou parcelado (em até 10 vezes nos cartões de crédito) para os seguintes cursos:
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TIPOS DE CORDAS PARA VIOLÃO E GUITARRA


0.08= extremamente leve, são recomendáveis apenas a aqueles que não podem fazer muita força / esforço com os dedos. Nos anos 80, este tipo de encordoamento foi muito popular, pois era usado por guitarristas que tocavam heavy-metal, devido à facilidade de tocar rápido, mas que no fim acaba gerando um som de guitarra mais fraco e magrinho....

0.09= possivelmente a mais vendida de todos os tipos. Som razoável, fácil de dar bends, mas também é fácil de quebrá-las...

0.10= em minha opinião, a melhor. O som vem na medida certa, possibilitando graves suficientes... Os bends ainda continuam fáceis, e a corda nova, de boa marca, em uma guitarra bem regulada (ponte, braçø) dificilmente vai quebrar. Se você está procurando um som de guitarra mais cheio, gordo e encorpado, experimente a BLUE STEEL® 0.10/0.46, da empresa Dean-Markley®.

0.11= pesada. Dificilmente vai conviver bem com uma guitarra com micro-afinação ( a ponte possivelmente vai ficar enclinada...). O som é muito bom, e você pode usar em Stratocasters ® e similares, e Les-Paul's , além de guitarras semi-acústicas para jazz e R&B.

0.12= extremamente pesada, dura e difícil de dar bends. Dependendo do tipo de guitarra (japonesas e coreanas principalmente), pode-se até mesmo empenar (enclinar demasiadamente) o braço do instrumento, devido à tensão gerada. 0.12 podem conviver bem em uma guitarra com braço grosso, gordo de jazz, como a Gibson® ES- 175, mais cuidado com a tendinite....

Você também deve prestar atenção no número que se segue à estes acima. 0.09, 0.10, etc... correspondem a 1ª corda, a mais aguda (mizinha). Existem no mercado cordas híbridas, que misturam , por exemplo, 0.09 com 0.10, entre outras. As combinações mais populares em todo o mundo são:

0.09 - 0.42

0.09 - 0.46

.10 - 0.46

0.10 - 0.52

TÍPICA TABELA DE ESCOLHA:

extra-little = 0.08 - 0.38

little = 0.09 - 0.42

custom little = 0.09 - 0.46

regular = 0.10 - 0.46

reg.-medium = 0.10 - 0.52

medium = 0.11 - 0.52

jazz hard = 0.12 - 0.56

Enfim, achar a corda certa para seus dedos e seu instrumento pode levar um certo tempo, mais com certeza vale a pena pesquisar. Aproveite bastante essas dicas!